Posts com a Tag ‘Hoje em Dia’

O Bom Montillo estraçaiou. De novo!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Botafogo 2×2 Cruzeiro, no Engenhão, Rio de Janeiro, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 18set10:

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O fim da farra

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Comentário do João Chiabi Duarte nestas Páginas Heróicas Digitais:

Hoje, o São Paulo anunciou a venda do volante Hernanes por €11mi (R$25,4 mi) à Lazio.

O valor pode ser comparado ao da venda de Ramires, que rendeu ao Cruzeiro R$22 mi mais 15 meses de aplicação a 1% a.m..

Ramires fez sucesso e já foi revendido ao Chelsea por R$50 mi. Valorizou 110% em um ano.

Mas a farra está acabando. Daqui pra frente, os europeus terão que gastar cada vez mais para tirar jogadores dos times brasileiros.

Não vão mais levar qualquer um, pois o custo de vida anda alto na Europa e os impostos são tributados na fonte.

Antes ninguém ganhava €100 mil no Brasil. Hoje em dia, uns 40 jogadores recebem salários deste porte, aqui.

A Europa já não atrai tanto. E os europeus não podem bancar contratações a qualquer preço.

Por isto, os clubes brasileiros terão que desenvolver outras estratégias pra se financiarem.

Venda de atletas é algo com que eles não poderão mais contar como num passado não muito distante.

Falta vender ingresso numerado

domingo, 1 de agosto de 2010

Os estádios andam encolhendo.

Os torcedores engordam. Estão mal educados como nunca. As cadeiras engolem parte do cimento. E as autoridades ficaram espertas.

O Pacaembu, que já recebeu 72 mil torcedores, hoje, mesmo com o tobogã no lugar da concha acústica, suporta a metade.

O Maracanã já recebeu 183 mil torcedores num jogo da Seleção, hoje em dia, agora fica entupido com 90 mil.

O Mineirão dos 133 mil daquele histórico Cruzeiro 1×0 Villa, de 1997, depois de reformado, oferecerá 70 mil lugares.

E o Independência, cujo recorde foram os 33 mil do Brasileiro de Seleções de 1963, apesar de ampliado, ficará com 20 mil cadeiras.

A Arena do Jacaré, que já recebeu mais de 20 mil, só poderá abrigar 13.600 atleticanos no RapoCota de hoje à tarde.

Quando as obras estiverem concluídas, será um estádio pra 18 mil.

Corpo de Bombeiros, Ministério Público e Polícia Militar estão marcando os cartolas e administradores de estádios em cima do lance. 

Não permitem mais as superlotações e os poucos e inseguros acessos dos estádios.

Agora, falta impor -isto mesmo, impor- o lugar numerado. Com monitores pra conduzir o torcedor e passar uma flanelinha no assento antes de liberá-lo.

Se isto já estivesse em vigor, seria possível receber as duas torcidas num jogo como o de hoje.

O post definitivo

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Caros amigos:

Eu havia decidido parar de escrever qualquer coisa que fizesse menção ao Adilson Batista, no PHD, em respeito ao Cuca e ao ideal de sempre apoiar o Cruzeiro e de não torcer contra, como muitos o fazem para afirmarem suas verdades pessoais.

Mas, como fiquei aborrecido com a falta de respeito de alguns pelo Adilson, que é um grande ídolo do clube, stou sugerindo dois posts derradeiros sobre o tema. Um, como forma de agradecimento ao trabalho do Adilson, realizado por todos aqueles que admiraram seu trabalho no clube, outro bolado pelos que não gostavam do treinador. Seria, acima de tudo, democrático.

Para o post em homenagem ao Adilson, pensei em desmascararmos alguns mitos e citarmos alguns feitos, todos com citações de fontes. Para isto, gostaria da ajuda de vocês com recordações e sugestões.

Seria uma forma de demonstrarmos, por meio de fatos, os motivos pelos quais o trabalho do treinador pode ser considerado bom. E também um incentivo para o outro lado fazer o mesmo justificando seus argumentos contrários.

Com isto, encerraríamos de vez o assunto. O que vocês acham? Topam contribuir?

Cada um ficaria com uma parte sem, contudo, ficar proibido de contribuir com outra. O Elias que, por exemplo, é um crítico da rádia ficaria com a nálise do trabalho dela durante o período em que o treinador esteve à frebnte do time celeste. 

Se o post ficar muito grande, poderá ser dividido em partes. Aí vai um esboço. Contribuam:

O Cruzeiro não tinha jogadas ensaiadas – Cruzeiro 3x0Grêmio – Brasileiro de 2008 A jogada do 1º gol foi comentada pelo treinador e jogadores após a partida. Eles analisaram alguns jogos do Grêmio que, sempre na saída de bola, tocava a bola para trás até que os homens de frente tivessem tempo de se posicionar pra receberem o lançamento. Cruzeiro 3×1 Grêmio – Libertadores 2009 – A jogada do 2º gol foi praticada algumas vezes. Ao invés de cruzar direto para a área, a bola era ajeitada para o Wagner arrematar de canhota.

Os “volantes” não criavam  – Cruzeiro 3×1 Grêmio – Libertadores 2009 – O 3º gol teve assistência de Marquinhos Paraná.  – Cruzeiro 3×1 Nacional-URU – Libertadores 2010 – O 2º gol teve assistência do Fabrício. O 3º teve assistência do Henrique. Tupi 2x7Cruzeiro – Mineiro 2009 – Os 4 “volantes” – O 1º gol surgiu de um pênalti sofrido por Marquinhos Paraná. No 2º, houve teve assistência do Marquinhos Paraná. O 3º foi do Ramires. O 4º do Fabrício. O 5º com assistência do Ramires. O 6º com assistência do Paraná. O 7º foi do Marquinhos Paraná.

 Ramires:, o “volantão”  Seleção de gols do Queniano Azul. Em 2007, quando dirigido por Dorival Junior,ele  marcou 3 no Brasileiro. Entre 2008 e o final da Libertadores 2009, marcou 24 gols sob o comando de Adílson Batista.

Jadílson, Adopi, Jajá e Leandro Domingues foram injustiçados. Onde estão eles, hoje em dia?

A rádia – Podemos citar alguns fatos ligados à recepção que o treinador teve quando chegou, sua relação com a imprensa cacarejante e as consequências dos 5×0.

Duplo 5×0 – As duas maiores goleadas sobre o rival, uma delas, no ano do centenário

Abs,
Vinícius Cabral

N.B.: Proposta acatada. Cruzeirenses, anticruzeirenses, atleticanos, hienas, termocéfalos, tropeiritas, palpiteiros, curiosos, estão todos convidados a parir o post definitivo sobre o Fenômeno Adílson Baptista. Catrtas e mails ao Vinícius.

Barret a la mà

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Financeiramente, o Cruzeiro anda mal das pernas. O pacote de reforços é frágil. E será necessário vender jogadores.

Pois é, mas de onde menos se espera é que vem o consolo.

Embora em outro patamar, ou melhor, noutra dimensão, o Barcelona também está encalacrado.

Sandro Rossel, presidente do clube blaugrana (grana que é apenas grená, esclareça-se), esclarece que:

  1. Vendeu Dmitro Chygrynsky ao Shakhtar Donetsk por €15 milhões pra oxigenar o caixa.
  2. Vendeu Yayá Touré ao Manchester City por £24 milhões.
  3. Ibrahimovic está à disposição de quem queira fazer um negocinho (olho nele, Bokirroto!).
  4. O contrato de Pep Guardiola ainda não foi renovado, mas havendo acordo poderá se extendido por mais dois anos.
  5. Está procurando quem queira contratar ou tomar por empréstimo Hleb, Cáceres, Keirrison y Henrique.
  6. Quer contratar Cesc Fábregas, mas nunca pelos  €50 milhões pretendidos pelo Arsenal.
  7. Está tentando reatar relações com o ídolo Johan Cruyff que, aborrecido com os dirigentes,  devolveu a comenda de membro de honra, oferecida pelo clube catalão.
  8. Ainda não acertou a verba que receberá da televisão, mas já vai pedir “algum” adiantado à Mediapro.
  9.  Robinho, Robben e Mata não estão nos planos do clube, embora a imprensa tenha divulgado o interesse do Barça por eles.
  10. Está suspenso o aumento de 15% projetado para os carnês do clube nos próximos 5 anos.
  11. “O clube não está quebrado, gera receitas e dispõe de recuros adicionais para cumprir compormissos bancários, mas como se encontra num momento de importante tensão na tesouraria, vai pedir empréstimo de €150 milhões aoas bancos pra quitar a folha salarial.”

Torcendo pra dois clubes quebrados, no próximo encontro do PHD, Mauro França aparecerá completamente careca.

Saúde financeira quem tem hoje em dia é só o time do Velho Damas.

Por conta disto, ele pita um cigarrinho de palha enquanto pesca sossegado no riachinho de Fazenda Nova.

Os Reis do Pedaço

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Quem manda no futebol mineiro? Hoje em dia, é o Cruzeiro. Mas nem sempre foi assim.

A história deve ser contada a partir do início do século passado, quando havia pelo menos três ligas importantes em Minas.

Uma sediada em Formiga, da qual pouco se sabe. Outras duas em Juiz de Fora e Belo Horizonte. A de Juiz de Fora definhou, embora tenha mantido campeonatos regionais até os nos 60.

Sport, Tupinambas e Tupi, de Juiz de Fora, e Ribeiro Junqueira, de Leopoldina, tiveram, cada um sua fase áurea no campeonato da Zona da Mata.

A vertente mais perene tem sua origem na LMDT, que cindiu nos Anos 30, mas voltou a se reunir e, claramente, dominou o futebol mineiro, desde o início dos Anos 40.

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Fábio salvou o time na hora certa

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Caldense 0x2 Cruzeiro, no Ronaldo Junqueira, Poços de Caldas, em 13fev10, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro 2010.

  • Fábio – No pior momento do time, com um a menos e sofrendo pressão, ele fez seu habitual milagre defendendo duas vezes o mesmo pênalti. Nos demais lances, foi preciso, não cometeu erros.
  • Gil – Teve algum trabalho, principalmente quando saia pra combater atacantes e laterais avançados, mas não chegou a comprometer.  
  • Cláudio Caçapa – Melhor na sobra e no comando da linha de impedimento do que nas caçadas aos atacantes. Sair da área, pra ele, é uma temeridade. E mesmo dentro dela, costuma engrossar como numa matada de canela que gerou escanteio pela esquerda. Outra ponto positivo de sua participação é o entusiasmo e o envolvimento com o jogo.
  • Thiago Heleno – Cometeu dois erros: ao subir no alambrado na comemoração do gol de WP, o que lhe custou um amarelo, e ao se distrair regendo a torcida, enquanto um perigoso ataque se armava às suas costas, no 2º tempo. De positivo, a seriedade e o passe, de cabeça, para o 1º gol.  
  • Diego Renan – Começou na ala direita, terminou na esquerda sem comprometar, mas sem as  costumeiras arrancadas que caracterizam seu estilo impetuoso.
  • Fabinho – Perdeu a velha mobilidade. Hoje em dia, ficar mais plantado na frente da bequeira. O que nem precisava tanto nesta partida disputada em campo pequeno e com três zagueiros.
  • Pedro Ken – Mais dedicação do que inspiração nos 47 minutos em que esteve em campo.
  • Gilberto – Discreto na ala esquerda, melhorou quando migrou pra posição 10 e passou a criar boas jogadas de ataque. Cometeu um pênalti desperdiçado pela Caldense. Converteu outro, batendo com a categoria que faltou ao centroavante adversário.
  • Camilo – Jogou pouco tempo. Com boa vontade, mas sem brilho.
  • Bernardo – Começou na armação, virou centroavante no final do 1º tempo, voltou a ser armador com a entrada de Eliandro. Merece mais elogios pelo esforço do que propriamente pelos resultados, pois andou perdendo a bola nos momentos de definição de jogadas.
  • Guerrón – Antes de terminar o 1º tempo, saiu capengando e sem mostrar bom futebol. Até porque, sob pressão, o time não compareceu muito ao atque e ele ficou isolado. 
  • Elicarlos – O lutador de sempre.
  • Wellington Paulista Fez gol centroavante de ofício, subiu no arame, foi amarelado, desentendeu-se com um beque, levou outro amarelo, pelo acúmulo recebeu o cartão vermelho e foi pro chveiro aos 7 minutos. Fosse mais forte o adversário, teria derramado o leite. 
  • Eliandro – Impetuoso, partiu pra cima da defesa, sofreu pênalti, ganhou e perdeu disputas diretas, mas nunca se acomodou. Aos poucos, ganha a confiança do treinador e o reconhecimento do torcedor.
  • Adílson Baptista – Escaldado com a água fervente das trapalhadas de seus beques contra o Ipatinga, tratou de compactá-los num 3-5-2 que, com a ajuda das dimensões reduzidas da cancha, dificultou a vida do adversário. No decorrer da partida, fez alterações corretas.
  • Torcida – Compareceu em bom número e apoiou o time. Público diferente, composto por torcedores sem os vícios do público do Mineirão, apenas incentivou e se divertiu. O Cruzeiro deveria jogar mais pra sua imensa e fiel torcida do interior.  
  • Juiz & Bandeiras – O trio cometeu apenas dois erros. O bandeira Helbert Costa Andrade parou, assinalando impedimento inexistente, um ataque da Caldense em que Tiago Pereira ficou na cara do arco celeste, pronto para marcar um gol. O juiz não percebeu a invasão de área cometida por Gil, que poderia ter resultado numa 3ª cobrança de pênalti pela Caldense. Cartões, expulsões e pênaltis foram marcados com acerto. Finalmente, uma arbitragem pra fazer chorão trocar lágrima por gargalhada. Ou muito me engano? 
  • Adversários – Alemão fez o que pôde pra dar consistência a seu time. Mas, com um centroavante de amargar em campo, ficou na mão de calango. Carciano rebateu as bolas que passaram por perto, mas quando teve que disputar uma jogada no mano a mano com Eliandro, se deu mal. Fez pênalti e foi expulso. Renaldo foi um lateral atuante, Ranieri nem tanto. Walderi, tão nanico quanto abusado, deu muito trabalho à defesa celeste. Mas o nome do time foi Maxsuel, sempre diligente, bom marcador, merecedor dos aplausos da torcida na saída de de campo. Nenê Miranda, Ewerton Maradona e Jonatas Obina também trabalharam bem. André, contudo, só causou dor de cabeça aos aficcionados da Veterana ao cometer uma falta a cada 5 minutos. Em boa hora, Alemão o trocou por Walderi.

Quem vai dar (a notícia) primeiro?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Toda a mídia nacional já repercutiu a pesquisa do Datafolha sobre as torcidas brasileiras.

O Brasil inteiro já sabe que, em Minas, o Cruzeiro tem 31% da torcida contra 15% da Cocota. E, em Beagá, 43% contra 30%.

Deu na Folha, na Placar, no Estadão, no Globo, nas televisões, em centenas de sites e rádios. Só não deu na brava mídia belzontina.

Estado de Minas, Hoje em Dia, O Tempo, Alterosa, Superesportes e Itatiaia ainda não repercutiram a pesquisa.

Estão sem coragem de contar pra torcida emplumada que ela está definhando.

Coragem, moçada! Uma hora eles vão saber. Que seja, então, por alguém da família, pô!

Enquanto isto, o PHD vai promover um bolo de linha. O acertador ganhará uma assinatura anual deste blog.

Quem vai dar primeiro? Estado de Minas, Itatiaia, Alterosa, Superesportes, Hoje em Dia ou O Tempo?

N.B.: O Síndico aposta na Itatiaia. A qualquer hora, Seu Mané perde a paciência e liga da praia mandando a meninada da rádia perder a inibição e falar da pesquisa.

Abu Dhabi, pela TV

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Ontem, Estudiantes 2×1 Pohang Steelers, da Coreia do Sul., mna primeira semifinal do Mundial de Clubes, em Abu Dhabi.

Os coreanos bateram até na sombra. Mas sem maldade. Os caras são meio desajeitados e misturam golpes de lutas orientais com jogadas de futebol.

Apesar disto, o Estudiantes venceu com calma e categoria. Mandou duas bolas no poste, tomou gol em impedimentoe, mesmo assim, classificou-se pra final.

O ponto alto do time continua sendo o equilibradíssimo meio de campo formado por Núñez, Verón, Braña e Benítez. O mesmo que desequilibrou na final da Libertadores.

E destaque individual foi Benitez, que marcou dois gols.

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Rei de Copas, o livro

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Alguns meses atrás, Alexandre Simões, repórter do Hoje em Dia, me pediu para prefaciar o Rei de Copas, livro que estava escrevendo.

Nele, nosso comentarista bissexto conta a história de cada uma das copas que o Mais Querido de Minas conquistou desde os Anos 60.

Recebi os originais, li, mas fui empurrando o dever de casa pra frente até perder o prazo.

Pois bem, o autor e a Editora Leitura cansaram de esperar e botaram o bloco na rua.

Rei de Copas já está nas livrarias. E é um belo presente de Natal por um preço bastante razoável: R$29,90.

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