Posts com a Tag ‘gremistas’

Henrique salvou a pátria

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 2×2 Grêmio, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 25jul10:

  • Fábio – Sem culpa nos gols. Mas também sem praticar as habituais defesas milagrosas.
  • Rômulo – Não repetiu o bom 1º tempo do Maracanã. Deslocado para a 2ª linha de quatro também não rendeu bem e foi sacado.
  • Fabinho – Salvo pelo gramado de menores dimensões. Perdeu várias bolas para Borges e não ganhou corrida alguma contra os gremistas. Se a cancha fosse mais ampla, teria problemas ainda maiores.
  • Cláudio Caçapa – Muita disposição. Entre erros e acertos, o saldo foi positivo e ele terminou como o melhor da defesa.
  • Diego Renan – Mal na marcação. Seu setor tem sidoo alvo dos treinadores adversários e ele se complica cada vez mais. Precisa de um volante pra equilibrar a disputa com meias e alas que o atacam em grupo.
  • Jonathan – Iniciou na 2ª linha de quatro e foi mal. Recuado pra lateral, melhorou um pouco. Nas entrevistas, passou a impressão de que prefere ficar na sua posição pra não correr o risco de perdê-la. No final, gastou o verbo falando mal do estádio, no que foi corroborado pelo Gerente de Futebol, Valdir Barbosa. Ambos prestaram grande desserviço ao Cruzeiro ofendendo o povo setelagoano, que é majoritariamente cruzeirense.  
  • Fabrício – Mal. Errou passes em demasia, perdeu a luta pelo controle do meio de campo e não conseguiu apoiar o ataque.
  • Marquinhos Paraná – Marcou Douglas de perto reduzindo a criatividade do meio de campo gremista.  
  • Henrique – Marcou muito, disputou a bola em divididas épicas com os tricolores, apoiou o ataque e fez dois gols. Foi o nome do jogo. E um dos que não reclamou da cancha.
  • Francisco Everton – Burocrático, cuidou de fechar espaços pela esquerda, mas não teve imaginação quando passou do meio de campo.  
  • Javier Reina – Na rodinha de bobo do intervalo, mostrou domínio de bola. Em campo, esteve só um pouquinho melhor do que no jogo contra o Flu quando havia sido péssimo.
  • Thiago Ribeiro – Bom 1º tempo jogando pelos dois lados da cancha. No 2º, aberto pela esquerda, caiu na malha fina da defesa gremista, que se adaptou aos três atacantes celetes trocando o 3-5-2 pelo 4-4-2.
  • Robert – O pior em campo.
  • Sebá – Confinado na direita, foi improdutivo. No time de juniores, tinha liberdade pra buscar a bola e atacar pelas duas laterais. Como 2º atacante joga melhor do que como ponta-direita.  
  • Cuca – Sem um bom armador, usou duas linhas de quatro e o time ficou improdutivo no 1º tempo. No 2º, tentou surpreender com três atacantes e conseguiu empatar logo de cara. Depois, o ataque voltou a à inoperância da etapa inicial. Pra oxigenar o cérebro da equipe, colocou Javier Reina pra armar e nada aconteceu. Os volantes que jogavam harmonicamente nos tempos de Adílson Baptista, agora estão robotizados, cada um na sua, sem se movimentar e trocar de  posições ou executar funções diferentes conforme o andamento da partida. O time não vira mais as bolas o que dificulta a criação de espaços e impede o contra-ataque. Cuca precisa destravar a equipe. Acabar com os cabeças de área, soltar os alas e dar liberdade ao 2º atacante seriam medidas interessantes. Depois, é tratar de descobrir dois meias pra se revezarem. Do jeito que está, nem jogando num campo de 120m x 80m, como era a antiga cancha do Serra Dourada, terá uma equipe competitiva. O tempo vai ajudar o treinador. Na entrevista pós-jogo, ele mostrou percepção de algumas carências. Falta agir pra superá-las.  
  • Torcida – Compareceu em bom número e apoiou, embora a equipe tivesse feito muito pouco pra merecer aplausos.  
  • Arena do Jacaré – A cancha é menor do que a do Mineirão e do Maracanã. O gramado não é semelhante ao de Wembley. Mas quantos estádios têm as dimensões máximas e os gramados perfeitos neztepaiz? Os jogadores reclamaram porque o time está travado. No futebol, quem cria espaços são os atletas movimentando-se com inteligência, não engenheiros e arquitetos, que têm de trabalhar com o terreno disponível. A chiadeira de jogadores e do Gerente de Futebol, Valdir Barbosa, soou como desculpa esfarrapada, Foi um chororô com agravos à cruzeirense Sete Lagoas. Criticou-se o gramado, o estádio, a hotelaria da cidade e a estrada. Uma baboseira sem fim. Se existe antimarketing, Valdir Barbosa e Zezé Perrella deveriam ser premiados por terem criado um case, com tanto trololó e decisões apressadas após a partida.
  • Juiz & Bandeiras – Péssimos. Erraram contra o Cruzeiro nos dois gols do Grêmio, marcaram três impedimentos errados contra os gaúchos e, no fim, o Juiz ainda tirou Henrique do clássico mostrando-lhe cartão amarelo por uma falta inexistente. Se um trio ruim como este for escalado para o clássico de uma só torcida, o Cruzeiro terá sérios problemas. É bom pressionar desde já na CBF porque o outro lado, como se sabe, tem até assessoria especializada em arbitragens.
  • Grêmio – Dominou o jogo, criou espaços e só não venceu por ter perdido gols fáceis e falhado nos lances dos gols celestes. Douglas, que jogou à vontade até receber marcação pessoal de Marquinhos Paraná, Borges e Jonas, que venceram o duelo com a defesa celeste, foram os melhores entre os tricolores.

P.S.: Como sempre faz, o blogueiro escreveu o post no começo da madrugada e agendou sua publicação para as 10h. Deu tilt. Que ele ainda não destrinchou. Bola pra frente!

Problema de hora e lugar

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Vida de blogueiro não é mole. O sujeito trabalha de graça e ainda tem que ler tolices e desaforos. E receber cobranças descabidas.

Hoje, ao abrir o antispam, encontrei o protesto de um comentarista se dizendo sob sensura (sic) há mais de seis horas “só porque falo a verdade”.

Certamente (ou seria sertamente?) o cidadão imagina que o blogueiro tem de ficar à disposição dele pra evitar qualquer atraso na publicação de suas gotas diárias de sabedoria.

Dizia Billy Blanco: “O que dá pra rir dá pra chorar / Questão só de peso e medida / Problema de hora e lugar /Mas tudo são coisas da vida” 

Pra levar esta vida de blogueiro, só rindo pra não chorar. Ou definindo pesos e medidas sem medo de errar.

Lamentável é não conseguir evitar que todos os comentários do Rosan, da Beth e do Olivieri caiam no antispam.

Eles são cruzeirenses provados e comprovados. Mas, por algum motivo que desconheço, o programa os persegue. Quando estou próximo, libero.

Outro perseguido pelo Hal é o Geniba. Neste acaso, o próprio comentarista sabe, como sabia John Klute, que o “passado o condena”. Passado de comentarista radical, obviamente.

Mesmo assim, estando conectado, eu o libero seus comentários. Como libero os pitacos de atleticanos, flamenguistas, gremistas, anticruzeirenses e até de hienas, quando escritos com o mínimo de respeito.

O que o blogueiro não vai mais é se preocupar com queixas e reclamações de provocadores. Estes, ao contrário dos termocéfalos, são mansos, lânguidos, suaves, mas ainda assim deletérios.

Entulham propositalmente o blog com posts monocórdios, repetitivos, aparentemente burros, mas, na essência, maldosos, destinados a minar o ânimo dos participantes.

Pra essa galera, a blogosfera tem uma pá de links interessantes. A começar pelo Granma. Tchau e boa navegação.

Outro tipo enjoado é o sujeito que acusa, difama e ofende jornalistas, cartolas, treinadores e jogadores com o argumento de que são pessoas públicas.

Quem quiser apodar, desafiar ou brigar com as figuras públicas, que o faça pessoalmente. Aqui, não.

Cruzeirense também não servirá de pasto pra hienas neste blog.

Adílson Baptista, por exemplo, que honrou o clube como jogador, treinador e torcedor não será ofendido no PHD. Ponto.

Deixem o sujeito seguir sua vida em paz. Ontem, na Turma do Bate-bola, Emanuel Carneiro deu uma catracada pública no presidente Zezé Perrela, que ouviu a preleção anti-Adílson humildemente.

O ex-treinador fez o que achou melhor para o Cruzeiro. E, nesse melhor, está o imperdoável (pros atleticanos com ou sem microfones) duplo 5×0 sobre o rival citadino.

A rádia podia deixá-lo em paz. Ele está na história, não mais à beira do gramado. Provocadores teleguiados também deviam esquecer Adílson e gastar seu latim com o novo treiandor.

Se não for possível, podem procurar outra freguesia pra cantar.

Crítica técnica, tudo bem. Esculacho, não. Adílson Baptista, ao contrário das hienas, é Sócio do Futebol cruzeirense. E tem 4 títulos mineiros e 2 supercopas.

Por isto e por defender incondicionalmente o Cruzeiro, ele será sempre respeitado no PHD.

Quanto aos cruzeirenses que têm comentários retidos, só posso lhes pedir desculpas. E contar com a ajuda do webmaster pra solucionar o problema.

Aos provocadores, repito, aconselho navegação pelos sites e blogs de cruzeirenses, todos melhores do que o PHD, listados na coluna ao lado.

Gols fora do contexto

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Qual foi o gol (contra) mais fora do contexto de 2009?

  1. Roth dizendo que seu time perdeu por causa de um gol fora do contexto?
  2. Kartola esplumando espumando ao denunciar suposta máfia de juízes em Minas, depois de levar a enésima tunda num RapoCota?  (mais…)

Douglas, Máxi e Maylson complicaram o Cruzeiro

domingo, 15 de novembro de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×1 Grêmio, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 14nov09:

  • Adílson Baptista – Viu seu time cercado impiedosamente pelo adversário no 1º tempo, viu que Maylson mudou a cara do jogo com suas arrancadas para o atque, percebey que Douglas Costa estava criando dificuldades para sua defesa e que Máxi López exigia ao menso dois marcadores. Viu e contra-atacou com as trocas de Jonathan por Guerrón e de Ribeiro por Soares, que proporcionaram os melhores momentos do time e atormentaram o Grêmio. Só não conseguiu convencer seus joagdores a rodar a bola, no final da aprtida, aproveitando a vantagem de um jogador ao invés de tentar segurá-la nas laterais. Também não pôde fazer nada quando Máxi López, sozinho, desmontou sua defesa dois minutos depois do tempo regulamentar. Restou lamentar mais uma mancada de um time bem treinado, mas com pouca categoria e recheado de jogadores de pouca percepção do que está acontecendo em campo.
  • Torcida – Respondeu ao apelo do time e compareceu em bom número. Fez muita festa, principalmente, quando os alto-falantes anunciavam os gols do Coritiba no Couto Pereira. Pena que o país não ouça seus cânticos pela eterna burrice da Máfia Azul que, em vez de entoar loas ao clube, prefere gritar palavrões contra o rival citadino. Nesses momentos, a TV tira o som da galera e os telespectadores de todo o país têm a impressão de que  o cruzeirense não vibra nem empurra o time. Burrice siderúrgica, repetitiva, mas que, querem saber de uma coisa?, jamais mudará. Tudo porque o torcedor desorganizado prefere o o “Ei, G, VTNC!” aos hinos mais elaborados da TFC, que ela não consegue aprender. Questão de QI médio muito baixo.

(mais…)

Meu primeiro GreNal

sábado, 18 de julho de 2009

Paulo Sanchotene

Era outubro de 1994. À época, tinha 13 para 14 anos, e recém virara sócio do Grêmio. Grêmio e Inter haviam caído no mesmo grupo na Segunda Fase do Brasileiro daquele ano e a quarta rodada marcava Gre-Nal, e no Olímpico! Um amigo do meu pai resolveu levar toda a gurizada para o jogo, e aproveitei a carona.

Com ingresso sobrando, até um colorado estava no meio da delegação. Sem problemas, pois, naquele tempo (e faz tanto assim, será?), na Azenha, gremistas e colorados caminhavam lado a lado. Crianças de mão com os pais. Algazarra, provocações e festa. Melhor do que imaginei que seria, mas exatamente como tem que ser.

(mais…)

Prevejo outra Batalha de Itararé

terça-feira, 30 de junho de 2009

Alguns gremistas, os de baixa extração, estão espumando. Fizeram festa na chegada do time derrotado no Mineirão. Bradaram ameaças sem pé nem cabeça contra o Cruzeiro.

Pior: produziram um vídeo com aquele heroísmo de botequim que mais faz rir do que arrepiar.

(mais…)

Juca Kfouri: “Cruzeiro fere, mas não mata”

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Assim falaram cartolas, treinadores, jogadores, torcedores, jornalistas e até de um delegado de polícia acerca do Cruzeiro 3×1 Grêmio, pela Libertadores, no Mineirão, em 24jun09):

  1. “Destaco o empenho dos jogadores, a entrega e dedicação em função das lesões de última hora e das improvisações que fizemos. Jogadores com febre, com o tornozelo doendo, todo mundo se sacrificando e jogando pelo grupo. Fizemos bom jogo, tivemos bom volume, criamos algumas situações e o Grêmio também teve as suas. Acho que foi um jogo bem disputado e a gente sai feliz com o objetivo alcançado. A gente criou chances. O Paraná começou jogando pela esquerda, depois de líbero saindo. Todo mundo se entregou, ajudou, correspondeu, e todos estão de parabéns. Tivemos um descuido e o Alex Mineiro perdeu a chance. Mas também perdemos. Tivemos contra-ataques, rebotes, rebotes de escanteio, bola na mão. Mas o Cruzeiro teve volume também. O Wellington esteve para fazer o quarto gol, quando foi empurrado no cruzamento. Mudou a arbitragem, mudou o estilo. Aconteceu muita coisa, é Libertadores.Vamos trabalhar, temos tempo suficiente pra montar o time para o próximo confronto. Preciso ver quem está inteiro. O Cruzeiro inteiro enfrenta qualquer um.” (Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro)
  2. (mais…)

Cruzeiro 3×1 Grêmio: Mais forte que as adversidades

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Mauro França

Em função dos desfalques, Adilson deve ter perdido mais noites de sono para armar um time para enfrentar o Grêmio, na primeira partida da semifinal da Libertadores.

Com o DM já cheio, na véspera ele ainda perdeu Fortunato e Magrão. Alguns jogadores foram pro jogo sem as condições físicas ideais.

Na vaga de Magrão, Adilson optou por entrar com Fabinho. Restaram apenas seis jogadores para compor o banco.

No Grêmio, desfalque apenas de Victor, na Seleção. Autuori optou por escalar três zagueiros, deixando Ruy no banco.

(mais…)

Adílson, Paraná e Wagner: pontuação máxima

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários, no Cruzeiro 3×1 Grêmio, pela Libertadores, no Mineirão, em 24jun09:

  • Adílson Baptista – Inventou ótimas soluções pra montar um time com alguns jogadores sem plenas condições. Elicarlos estava baleado, Leonardo Silva com febre e Fabinho fora de forma. Com o pouco que sobrou, deduzidas as várias contusões que impediram outros tantos de estarem á disposição,  jogou com praticamente três zagueiros, deu liberdade a  Jonathan e Paraná. Assim, atacou até com 5 jogadores simultaneamente. E nunca se defendeu com menos de 7. Foi brilhante.
  • Torcida – Fez uma tremenda festa. Tremenda ao pé da letra, pois o Mineirão balançou, de verdade. Só oscilou quando o Grêmio marcou seu gol e pressionou a saída de bola da defesa celeste. Refeita do susto, contudo, voltou a apoiar o time em grande estilo.

(mais…)

Festival de Besteiras

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Há mais de cem anos, muitos argentinos chamam os brasileiros de macaquitos. Pela cor da pele. Ou, segundo eles, pela mania que temos de imitar europeus e americanos.

Seja lá qual for o motivo, enquanto eles ofendiam, o Brasil crescia com sua gente de infinitas cores.

Hoje, quando o governo brasileiro recomenda a seus cidadãos que não viagem pra lá por causa da gripe suína, abala a fraca economia do país vizinho.

Resposta mais cruel do que esta, impossível.

(mais…)