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Ismail Salles, fanático low profile

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ismail Salles é um dos craques do comentário esportivo revelados por um dos primeiros saites de futebol, o Futiba, criado pelo corintiano Gilberto Gil Camargo, em 1996.

Cruzeirense de arquibancada -mais do que isto- Sócio do Futebol do Cruzeiro, ele conta aqui um pouco de sua história de fanático low profile. Incoerência? Nem pensar. Afinal, é possível ser apaixonado sem perder as estribeiras.

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Polvo Gil

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Grande JS:
 
Well, acho que acabei acertando 2/3 do que palpitei em novembro: 

1 – Vejo como grandes promessas de um futebol cativante exatamente porque possuem o que há de melhor em termos de meio de campo. Falo de Inglaterra e Espanha… 

… Há tempos o meio de campo inglês conta com os talentos de Lampard e Gerrard. Mas era comum vê-los perdidos em campo, obrigados que eram a se revezar na ajuda à defesa por absoluta falta de um grande marcador à frente da zaga. Coisa que, por exemplo, Beckham nunca foi. 

Mas Capelo descobriu Gareth Barry quando jogava ainda no Aston Vila (depois foi comprado pelo milionário Manchester City) e o jovem jogador trouxe segurança e deu saída de bola exemplar para o time, liberando os dois talentos pra jogarem o futebol que encantam os torcedores do Chelsea e do Liverpool respectivamente. 

==> Bom, errei feio rsrsrs 

2 – É ali pelo meio do campo que enxergo a chave da campanha fantástica da Espanha nessas mesmas eliminatórias. Os excepcionais Xavi, Xabi Alonso, Fabregas e Iniesta jogam muita bola e possuem uma qualidade que poucos times conseguem nesse setor: são capazes, os quatro, de executar todas as funções do meio de campo. Revezam-se o tempo inteiro e enchem os atacantes de bolas atrás de bolas para que façam seus gols. 

Em um mesmo jogo é possível Fabregas começar jogando como primeiro volante e Iniesta como meia atacante, para em questão de minutos terem suas posições invertidas e assim sucessivamente com a participação dos outros dois. 

==> Na mosca!!!!! 

Agora o Brasil.

Entendo que Dunga, para minha surpresa absoluta, conseguiu montar a defesa brasileira com qualidade e do Kaká pra frente o time também tem momentos de grande futebol. O problema é onde começa o meio de campo. 

Talvez o DNA do treinador, volante mediano que sempre foi, o tenha levado a desperdiçar uma geração de grandes talentos, todos muito jovens, que poderiam fazer o meio de campo brasileiro semelhante, no sentido da improvisação e do talento, ao espanhol. Tinha, entre tantos outros, Denílson, Lucas, Anderson, Hernanes, Ramires, Elias, enfim, grandes jogadores que poderiam ser mais testados e aprimorados na formação de um meio de campo de puro talento.

Desses, apenas Ramires parece ter conseguido alguma confiança de Dunga, ainda assim mais pra reserva do que pra titular. A aposta em Gilberto Silva e Josué é uma apologia ao futebol simplista e burocrático que desanima qualquer um que tenha visto esses citados talentos jogar. Além do perigo que a instabilidade emocional de Felipe Melo traz à tona constantemente. 

==> De novo em cheio rsrsrrs

Abs,

Gilberto Gil

Gilberto Gil Camargo, 56, corintiano, analista de sistemas, fundador do Futiba -pioneiro dos sites de torcedores brasileiros-, autor do livro Saudades do Futuro – Uma paulicéia corintiana, que será lançado no centenário do Corinthians, nasceu na capital paulista e mora em Atibaia-SP.

Santos 1×2 Cruzeiro: Guerreiros recompensados

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Mauro França

Enfim, chegamos à última rodada do Brasileiro. Para conquistar uma vaga no G4 o Cruzeiro teria que vencer o Santos na Vila Belmiro e torcer por uma vitória do Botafogo sobre o Palmeiras no Engenhão (já que dificilmente o São Paulo perderia para o Sport no Morumbi).

Fabrício, contundido, e Gilberto, suspenso, foram os desfalques da vez. Nos seus lugares, Adilson escalou Elicarlos e Fernandinho.

Guerron, contundido, também não viajou a Santos. Mas Kleber, depois de longa ausência, ficou no banco. 

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Potes definidos

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Mauro França

A FIFA divulgou hoje a composição dos potes do sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2010, marcado para a próxima sexta-feira, 04dez, na Cidade do Cabo.

A definição dos cabeças-de-chave levou em conta o ranking da FIFA da edição de outubro.

Os potes ficaram assim definidos:

  1. Cabeças-de-chave: África do Sul, Brasil, Espanha, Holanda, Itália, Alemanha, Argentina e Inglaterra.
  2. Austrália, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Japão, Nova Zelândia, Honduras, México e Estados Unidos.
  3. Argélia, Camarões, Costa do Marfim, Gana, Nigéria, Chile, Paraguai, Uruguai.
  4. Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, França, Grécia, Portugal, Sérvia e Suíça.

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Um novo Adílson Baptista

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Leopoldo Moura Jr.

  • “Difícil entender o que acontece com Adilson Batista nos momentos decisivos. Considero que o Cruzeiro jogue, em muitos momentos, o melhor futebol do Brasil, e considero isso desde que o ano começou. Mas na hora do vamos ver…”

A frase em epígrafe não foi dita por um cruzeirense “corneta”, mas por Gilberto Gil Camargo, criador do Futiba -aqui mesmo no PHD, em 03nov09.

Infelizmente, os fatos dão razão ao Gilberto Gil. E, espero, que não dêem mais. Torço para que, daqui pra frente, as coisas sejam diferentes.

Lembrando que os problemas do Cruzeiro não se resumem ao técnico, já debatemos muito a respeito do treinador celeste.

E não quero repetir os argumentos por mim levantados, aqui no PHD, no post “Os Sete Pecados Capitais de Adilson Batista”, em 10set09 e em outros comentários.

Além disso, não tenho a pretensão de explicar, exatamente, o que acontece (ou acontecia) “na hora do vamos ver”.

Nem quero que as coisas dêem errado para que eu possa comprovar o meu ponto de vista de que deveríamos mudar o treinador.

A única tese que defendo é a da cruzeiridade, algo tão importante na minha vida que não sei o que é torcer contra a azul estrelada.

Torço para que o Adilson supere o que percebo como insegurança e que também seja mais tolerante às críticas –faz parte do ofício.

Por fim, àqueles que só estão esperando o Cruzeiro sair da seca e ganhar títulos expressivos para me mandarem um sonoro “Toma!”, já tenho a resposta pronta: o Adilson, inteligente que é, aprendeu com as críticas!

Leopoldo Moura Jr., 53, cruzeirense, analista de tributos, nasceu e mora em Belo Horizonte.

As imprecisas previsões do Gil do Futiba

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Gilberto Gil Camargo

Meu amigo Jorge Santana pede minha opinião sobre o futuro do campeonato brasileiro. Desde os bons tempos do Futiba fujo como posso dessas previsões porque, além de considerar que o futebol não perdoa os videntes, pessoalmente sempre fui um desastre nisso.

Gosto de falar de futebol, e muito, mas não de previsões.

Ainda bem que Santana não fez o pedido algumas semanas atrás, porque teria cometido o pecado de colocar o São Paulo fora da disputa. Era o que me parecia então. E mais “sorte” ainda tive em não poder escrever antes da rodada do final de semana, porque indicaria o Cruzeiro como um candidato com chances razoáveis.

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