Posts com a Tag ‘football’

Soccer voltou a ser pumpkin

sábado, 26 de junho de 2010

O soccer vai continuar na fila. Ainda não será desta vez que subirá ao pódio da preferência dos esportistas e telespectadores americanos.

O time de Bob Bradley emocionou parte significativa do povo americano com sua garra, mas já virou abóbora.

Tim Howard, Michael Bradley e Landon Donovan são excelentes jogadores. Poderiam se tornar ídolos de toda a nação se vencessem a Copa.

Mas perdendo duas classificações seguidas pra Gana, continuarão no lusco-fusco.

Comparados à seleção de soccer, cada time das ligas de hóquei, basquete, football ou beisebol tem o dobro de craques reconhecidos nacionalmente.

Assim como o vôlei, o soccer ainda terá de comer muito angu -ou seria tortilla?- pra desbancar algum esporte tradicional americano.

Mas não pense o caro leitor que, estando lá pelo 7º ou 8º lugar na preferência do público, o soccer seja um fracasso.

A Copa de maior média de público até hoje, foi a de 1994 com 69 mil espetactadores. E se houver outra na América, em 2018 ou 2022, novos recordes serão quebrados.

Basta ser o 8º nos USA pra um esporte ter mais público e ser mais rentável do que na maioria dos países monoesportivos.

Inglaterra 0x0 Argélia: Nada poderá ser pior

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Às 15h30 (horário de Brasília), no Cape Town Stadium, na Cidade do Cabo, a Inglaterra enfrentará a frágil Argélia com a obrigação de confirmar sua pouco usual condição de candidata ao título.

Fábio Capello, treinador italiano do English Team, manterá do goleiro Green, proprietário do frango mais robusto desta Copa, e retornrá Gareth Barry à chefia de sua linha de volantes, que tem ainda os brilhantes Gerrad e Lampard.

O esquema inglês será o ofensivo 4-3-3 com três atacantes de verdade: Lennon, Rooney e Defoe.

Saadane, treinador da Argélia não vai se arriscar. Mandará seu time a campo trancado num 5-4-1 de magoar mesa-redondista brasileiro. Tinha como ser diferente? Só na cabeça dos malucos amantes do telecoteco.

Os argelinos se enxergam e, por isto, apostam mais no aviário da goleirada inglesa do que na criatividade do seu atacante único, Djebbour, e de seu batalhão de volantes de contenção.

Ravsham Ismatov, do Uzbequistão, será o Juiz. Se querem saber se o cara é bom ou ruim de trinado, perguntem ao Rivaldo e ao Felipão, doutores em futebol uzbeque. (mais…)

Se você quiser um Fla x Flu tradicional…

quinta-feira, 10 de junho de 2010

JS, este texto não tem autoria personalizada; trata-se de trecho do “Football Travel Guides” da FourFourTwo britânica. Ele mostra a importância dos jogos dos campeonato estaduais na realidade brasileira. Abs, Paulo Sanchotene.

“… Com as cadeiras que foram instaladas para o Mundial de Clubes da FIFA em 2000, a capacidade [do Maracanã] está em torno de 70.000.

O estádio é a casa do Flamengo e do Fluminense. Mas o que esses times têm tido lá, são quase sempre experiências desapontadoras.

São jogos de campeonato que rararamente reunem mais de 15 mil espectadores e cuja falta de atmosfera é um insulto à memória de passado majestoso desse jogo.

O público é baixo por diversos motivos –desorganização, custos, horário das partidas quase às 22h.

Mas  o mais importante é que pelo fato do tamanho do Brasil, má infra-estrutura de transporte e a pobreza relativa da população, não haver praticamente torcida adversária [nos jogos do campeonato nacional].

Se você decidir assistir algum jogo, os clássicos locais são sempre os melhores.

É por isso que os campeonatos estaduais, disputados entre Janeiro e Março, são sempre os torneios mais recompensadores.

Se Flamengo e Fluminense estiverem no meio da tabela do campeonato nacional, o clássico numa quarta-feira à noite no Maracanã terá um público em torno de um quarto da capacidade do estádio.

Se os mesmos times se enfrentam nas fases finais do campeonato estadual, o Maracanã estará lotado, com torcidas empolgadas, coloridas, tocando música, cantando, pulando -exatamente a cena de carnaval que se espera dos brasileiros…

Ficou claro, agora, galera. Foi preciso um guia ingês pra conduzir os cegos brasileiros.

O saco de pancadas venceu

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Parecia fácil. Os Colts abriram 10×0 no Superbowl 44, em Miami, mas os Saints reagiram, deixaram Payton Manning sentado no banco muito tempo e diminuiram a diferença pra 10×6.

The Who, ou melhor, Peter Townshend & Roger Daltrey deram um show razoável no intervalo. Nada de mirabolante.

Perfeição, até agora, só de quem instalou e removeu o palco. Isto, sim, é exemplo de gestão.

(mais…)