Posts com a Tag ‘fenômeno’

Uma imagem, um ídolo, uma camisa

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Douglas Velloso

Domingo passado, vi meu ídolo, Ronaldo, metido num terno elegante sendo homenageado no gramado do Emirates Stadium, em Londres.

Vê-lo sendo ovacionado sem jogar é estranho, mas a cena fez um filme passar em minha cabeça.

Primeiro ídolo, Ronaldo fez parte de um momento inesquecível da minha infância.

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17ª da A: Dia de Índio… E da 11ª cepada!

domingo, 29 de agosto de 2010

A 17ª rodada do Brasileiro (28 e 29ago10) começou com o empate entre Vasco e Cruzeiro, dois times de muitos empates e poucos gols, em São Januário. Inter e Santos venceram Bota e Goiás, respectivamente, e transformam o G4 em G4+2. E o Ceará que, aos poucos, vai dando adeus às ilusões garantiu um empate em casa contra o Prudente. Domingo de viradas do Porco sobre a Cocota e do Bugre sobre o Urubu. De vitória do Timão e de empates no jogos da noite. O Tricolor carioca continua na ponta, mas a apenas 3 pontos do Corintiãs.

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O post definitivo

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Caros amigos:

Eu havia decidido parar de escrever qualquer coisa que fizesse menção ao Adilson Batista, no PHD, em respeito ao Cuca e ao ideal de sempre apoiar o Cruzeiro e de não torcer contra, como muitos o fazem para afirmarem suas verdades pessoais.

Mas, como fiquei aborrecido com a falta de respeito de alguns pelo Adilson, que é um grande ídolo do clube, stou sugerindo dois posts derradeiros sobre o tema. Um, como forma de agradecimento ao trabalho do Adilson, realizado por todos aqueles que admiraram seu trabalho no clube, outro bolado pelos que não gostavam do treinador. Seria, acima de tudo, democrático.

Para o post em homenagem ao Adilson, pensei em desmascararmos alguns mitos e citarmos alguns feitos, todos com citações de fontes. Para isto, gostaria da ajuda de vocês com recordações e sugestões.

Seria uma forma de demonstrarmos, por meio de fatos, os motivos pelos quais o trabalho do treinador pode ser considerado bom. E também um incentivo para o outro lado fazer o mesmo justificando seus argumentos contrários.

Com isto, encerraríamos de vez o assunto. O que vocês acham? Topam contribuir?

Cada um ficaria com uma parte sem, contudo, ficar proibido de contribuir com outra. O Elias que, por exemplo, é um crítico da rádia ficaria com a nálise do trabalho dela durante o período em que o treinador esteve à frebnte do time celeste. 

Se o post ficar muito grande, poderá ser dividido em partes. Aí vai um esboço. Contribuam:

O Cruzeiro não tinha jogadas ensaiadas – Cruzeiro 3x0Grêmio – Brasileiro de 2008 A jogada do 1º gol foi comentada pelo treinador e jogadores após a partida. Eles analisaram alguns jogos do Grêmio que, sempre na saída de bola, tocava a bola para trás até que os homens de frente tivessem tempo de se posicionar pra receberem o lançamento. Cruzeiro 3×1 Grêmio – Libertadores 2009 – A jogada do 2º gol foi praticada algumas vezes. Ao invés de cruzar direto para a área, a bola era ajeitada para o Wagner arrematar de canhota.

Os “volantes” não criavam  – Cruzeiro 3×1 Grêmio – Libertadores 2009 – O 3º gol teve assistência de Marquinhos Paraná.  – Cruzeiro 3×1 Nacional-URU – Libertadores 2010 – O 2º gol teve assistência do Fabrício. O 3º teve assistência do Henrique. Tupi 2x7Cruzeiro – Mineiro 2009 – Os 4 “volantes” – O 1º gol surgiu de um pênalti sofrido por Marquinhos Paraná. No 2º, houve teve assistência do Marquinhos Paraná. O 3º foi do Ramires. O 4º do Fabrício. O 5º com assistência do Ramires. O 6º com assistência do Paraná. O 7º foi do Marquinhos Paraná.

 Ramires:, o “volantão”  Seleção de gols do Queniano Azul. Em 2007, quando dirigido por Dorival Junior,ele  marcou 3 no Brasileiro. Entre 2008 e o final da Libertadores 2009, marcou 24 gols sob o comando de Adílson Batista.

Jadílson, Adopi, Jajá e Leandro Domingues foram injustiçados. Onde estão eles, hoje em dia?

A rádia – Podemos citar alguns fatos ligados à recepção que o treinador teve quando chegou, sua relação com a imprensa cacarejante e as consequências dos 5×0.

Duplo 5×0 – As duas maiores goleadas sobre o rival, uma delas, no ano do centenário

Abs,
Vinícius Cabral

N.B.: Proposta acatada. Cruzeirenses, anticruzeirenses, atleticanos, hienas, termocéfalos, tropeiritas, palpiteiros, curiosos, estão todos convidados a parir o post definitivo sobre o Fenômeno Adílson Baptista. Catrtas e mails ao Vinícius.

Fábio garantiu a vitória

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético 0x2 Cruzeiro, na Arena da baixada, Curitiba, pela 8ª rodada do Brasileiro 2010, em 14jul10:

  • Fábio – Salvou o time com pelo menos três defess milagrosas. Foi o melhor em campo, de novo.
  • Jonathan – Recebeu ordens para marcar muito e apoiar pouco e as cumpriu à risca. Boa atuação.
  • Gil – Por sorte o juiz anulou um gol legítimo do Atlético que, se fosse validado, teria marcado sua carreira pela trapalhada cometida. Andou brincando em algumas jogadas até levar uma chamado do goleiro Fábio. Daí em diante, tomou tento e segurou a onda sem querer enfeitar.
  • Cláudio Caçapa – Ganhou e perdeu lances para os atacantes atleticanos. Passa seriedade, mas não segurança. Deve ser usado com moderação.
  • Diego Renan – Foi um lateral marcador à moda antiga. Numa das subidas esporádicas, deu um bom chute a gol.
  • Henrique – Foi um cabeça de área entusiasmado. Protegeu a defesa e largou de mão as veleidades ofensivas.
  • Fabrício – Basicamente, um cabeça de área, saiu algumas vezes para o apoio. Mas sem correr riscos.
  • Roger Galera – Acusou o efeito Montilla. Correu como jamais havia feito antes. Perseguiu os adversários até na área celeste. Na criação, faltaram idéias. Nos arremates a gol, a pontaria estava ruim. Na metade do 2º tempo, ficou sem gás e foi substituído. Valeu pelo entusiasmo.
  • Marquinhos Paraná – Entrou com a missão de fechar ainda mais o meio de campo e cumpriu a obrigação.
  • Gilberto – Criou boas jogadas, mas não descuidou da marcação e da ocupação de espaços ajudando, principalmente, Diego Renan.
  • Fabinho – Jogou pouco e com a missão exclusiva de marcar. Deus um bico e ficou nisso.
  • Thiago Ribeiro – Grande atuação, como quase sempre. Atacou pelas duas pontas, incomdou muito o sistema defensivo do Atlético e colocou uma bola na cabeça de WP no 1º gol.
  • Robert – Jogou pouco tempo, mas fez um gol de centroavante eficiente. Diante do goleiro, agiu com frieza ao escolher o canto certo e tocar a bola pras redes.
  • Wellington Paulista – Errou quase tudo o que tentou. As duas jogadas que acertou, contudo, terminaram em gol. Um seu, outro de Robert. É o que se espera de um centroavante, embora ele ache mais importante se dezer desmotivado, puxar saco de treinador recém contratado e fazer média com a torcida. O que é dispensável.
  • Cuca – Mais conservador do que Adílson Baptista, prendeu os laterais, escalou dois cabeças de área, fez os dois meias voltarem pra recompor a defesa e quando o adversário apertou não teve vergonha de trancar a defesa com quatro cabeças de área. Só o ataque, o gol e a bequeira com virtudes e defeitos permaneceram jogando como na gestão anterior. Na coletiva, sinalizou para doidivanas e hienas que, se preciso, vai trancar sempre o time. Com a boa estréia terá sossego pra trabalhar. Sossego que acabará quando se vencer a Cocota e os microfonistas resolverem derrubá-lo com apoio dos teleguiados.
  • Torcida – Pouco mais de cem cruzeirenses compareceram e, em diversos momentos, calaram os 13 mil atleticanos. Só o Dr. Ianni pode esclarecer o fenômeno.
  • Juiz & Bandeiras – Ajudaram o Cruzeiro marcando dois impedimentos inexistentes do ataque local. Num deles, Gil fez um autogol de videocassetada, que poderia ter complicado a partida. Nos demais lances, estiverm bem tanto na parte técnica quanto na disciplinar.
  • Atlético – Time remontado durante a Copa, o Atlético foi superior ao Cruzeiro no começo do 1º e, de novo, no começo do 2º tempo. Foi prejudicado pelo bandeira que lhe tirou um gol legítimo e pelas defesas milagrosas de Fábio. Foi vaiado injustamente por sua torcida que, segundo o Dr. Ianni, é fidelíssima. Mas não é. Age como qualquer outra deztepaiz. Apoia na boa, atrapalha na podre. Alex Mineiro e Paulo Baier mostraram categoria. Branquinho deu boa dinâmica ao meio de campo na etapa final. Manoel, que é excelente lateral-direito, também se mostrou um bom beque. Vagner Diniz também mostrou serviço no 1º tempo. É o melhor dos atléticos da zona de rebaixamento.

Alemanha 3×2 Uruguai: O polvo contra Forlán

sábado, 10 de julho de 2010

Ás 15h30 (Brasília), no Estádio Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth, Uruguai e Alemanha decidem o 3º lugar da Copa de 2014.

Para os alemães, vale pela tentativa de Miroslav Klose superar Ronaldo Fenômeno como o maior artilheiro de todas as copas.

Para o Uruguai vale pela vontade devoltar ao pódio da Copa após 60 anos.

O jogo será apitado pelo mexicano Benito Archundia e deve ser bem melhor do que a sonífera final de amanhã, pois as duas equipes entrarão em campo menos tensas.

Boa diversão, com certeza.

Alemanha: Neuer; Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng; Khedira e Schweinsteiger; Müller, Özil e Podolski; Klose.  Tec: Joachim Löw.

Uruguai: Muslera; M. Pereira, Lugano, Godín e Fucile; Pérez, Arévalo e A. Pereira; Forlán; Cavani e Suárez. Tec: Oscar Tabárez. (mais…)

Brasil 0x0 Portugal: Um tempo esportivo, outro administrativo

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Às 11h, no Estádio Moses Mabhida, em Durban, Brasil e Portugal disputam a liderança do Grupo G da Copa 2010.

Dunga, que escalará o time no 4-3-1-2, não contará com Elano, contundido, e Kaká, suspenso. Daniel Alves e Júlio Baptista substituirão os titulares.

Carlos Queiroz, que manterá o 4-3-3, só não poderá contar com o meia-atacante Deco, contundido.

Se vencer, o Brasil escapará de seleções como Argentina, Alemanha, México e Inglaterra nas quartas e nas semifianias. Mas poderá jogar contra a Espanha nas oitavas.

A Copa é assim. Pra ter vida mansa só fazendo como França e Itália que mandaram parar o torneio, desceram e voltaram pra casa mais cedo.

No apito estará o mexicano Benito Archundia, velho conhecido de quem frequenta a Copa Libertadores. (mais…)

É ídolo? Então, toma!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Ronaldo Fenômeno está aborrecido com o tratamento que vem recebendo desde que voltou ao futebol brasileiro.

Ele aprendeu, desde então, que o ídolo não é respeitado no Brasil. Menos ainda o ser humano.

E cita o exemplo dos Estados Unidos onde Michael Jordan é reverenciado por sua contribuição ao esporte.

Ele tem razão. O torcedor brasileiro é um mal educado de carterinha. Não respeita nem os grandes nomes da história de seu próprio clube.

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