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Calabocarrigo

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Arrigo Sacchi, ex-treinador do Milan e da Azzurra, está encantado com Maradona. “É um revolucionário com este sistema 4-1-5!“, derrete-se o italiano.

Tolice. Há 45 anos, Aírton Moreira já havia escalado um time assim. Wilson Pìazza pretegia a zaga enquanto Natal, Dirceu Lopes, Evaldo, Tostão e Hilton Oliveira se dedicava a atacar.

Em caso de dúvida, perguntem ao goleiro Raul Plassmann, que não se cansa de comentar a ousadia do irmão do Zezé e do Biscoito.

E tem mais: ao invés de um enxadista como Mascherano, a Academia Celeste tinha em Piazza um centromédio que tratava com respeito a charmosa G18, bisavó da Jabulani.

Encarnados batem minhotos com golo de Luisão

domingo, 28 de março de 2010

De um lado, Luisão e Ramires, do outro, Renteria. Coitado do Braga. Perdeu a chance de campeonar pela primeira vez.

E ainda perdeu Mossoró, que fraturou o perônio e ficará fora dos relvados por seis meses.

Dez brasileiros participaram da partida que, praticamente, decidiu o Campeonato Português, ontem, em Lisboa.

O Braga conta ainda com os brasileiros André Leone, Paulão, Osvaldo, Olberdam, Alan, Adriano Louzada, Vandinho e Matheus.

O Benfica também tem vários suplentes brasileiros: Júlio César, Sidnei, Felipe Menezes, Aírton, Weldon e Eder Luís.

Ao todo, 24 brazucas estão fichados nas duas equipas. Confiram a reportagem do Diário de Notícias.

Benfica cimenta liderança com golo de Luisão

O Benfica está cada vez mais perto do título nacional de futebol, depois de, este sábado, ter batido o Sp. Braga, por 1-0 (golo de Luisão). Agora, as águias têm seis pontos de avanço sobre os minhotos, segundos classificados da Liga.

Num jogo muito emotivo, “rasgadinho” quanto baste, os encarnados tiveram quase sempre o “sinal mais”, mas sofreram até ao fim para segurar um triunfo que os deixa mais perto da conquista da Liga, a seis jogos do final.

Ao minuto 23, Saviola perdeu a primeira grande oportunidade: isolado na área deixou-se antecipar pelo guarda-redes Eduardo. O lance começou com um erro de Filipe Oliveira.

Um livre de Cardozo (32′) e um cabeceamento de Saviola (37′) ainda criaram perigo, mas o golo só chegou no período de descontos da 1.ª parte, aos 45+2′: Após um canto na direita marcado por Di María, o espanhol Javi García cabeceou contra Luisão. A bola ficou mesmo à frente do central, que, sem qualquer falta, rematou de pé esquerdo para a baliza de Eduardo: 1-0.

No intervalo, as equipas demoraram a entrar nos balneários. Os incidentes no túnel em Braga, no primeiro jogo, estariam na memória dos jogadores e técnicos de ambos os clubes.

Depois, houve agitação nas bancadas dos adeptos do Sp. Braga. Houve um carga policial sobre os adeptos minhotos e um chegou a ser levado pela polícia.

Do lado do Benfica, Cardozo esteve perto do golo por três ocasiões, aos 67′, 75′ e 82′, mas falhou sempre no aproveitamento dos cruzamentos dos colegas de equipa. O jogo acabou com a vitória das águias, por 1-0. O Benfica tem agora 61 pontos, contra 55 do Braga. O FC Porto, com menos um jogo, leva 47.

Benfica 1×0 Sporting Braga, sábado, 27mar10, Estádio da Luz, Lisboa 28ª rodad ado Campeonato Português 2009/10 – Público: 60.000 –  Juiz: Pedro Proença (Lisboa) – Golo: Luisão, 47 do 1º tempo – Benfica: Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão; Javi Garcia, Ramires (Ruben Amorim, 76), Carlos Martins (Aimar), Di María, Saviola (Alan Kardec, 87), Cardozo. Tec: Jorge Jesus / Sporting Braga: Eduardo; Filipe Oliveira, Moisés, Rodríguez e Evaldo; Andrés Madrid; Mossoró (Luís Aguiar) e Hugo Viana (Rafael Bastos, 58); Alan, Rentería (Matheus, 58) e Paulo César. Tec: Domingos Paciência – Nota – Os negritos registram os brasileiros, não necessariamente os melhores em campo.

Mestre Zelão, ídolo da facção over 50

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

João Chiabi Duarte

Sou fã incondicional de José Carlos Bernardo, o Mestre Zelão. Quando ele veio do Sport, de Juiz de Fora, para o Cruzeiro, seu futebol já era reconhecido como o de um fora-de-série.

Mas, no Cruzeiro, ele encontrou Wilson Piazza e Dirceu Lopes no meio-campo. Naquela época quase todas as equipes adotavam o 4-2-4.

Natal, Tostão, Evaldo e Hilton Oliveira formavam o quarteto atacante. Não havia disponibilidade de vagas na Academia Celeste.

Só que mestre Zelão era bom demais, passava meses sem errar um passe, e não demorou muito, o Cruzeiro teve que arranjar uma fórmula para torná-lo titular.

A primeira vez que vi Zé Carlos jogar foi na minha estréia no Mineirão, num RapoCota que terminou 3×3, em 26nov67.

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Cruzeiro na Libertadores: 1967, o aprendizado (III)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Mauro França e Jorge Santana

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O Cruzeiro terminou a fase classificatória do Robertão em 3º lugar no Grupo e não se classificou paras finais do torneio, que seria conquistado pelo Palmeiras.

Livre dos compromissos no âmbito doméstico, a Academia celeste pode se concentrar exclusivamente nos jogos da semifinal da Libertadores.

A missão seria dificílima. O Nacional era o campeão uruguaio e o Peñarol, após vencer Real Madrid, no ano anterior, em Madrid (2×0) e em Montevidéu (2×0), campeão mundial.

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Leopoldo Moura, um cruzeirense acadêmico

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Este é o Leopoldo Moura Jr., autor de posts instigantes, cruzeirense desde os tempos da Academia Celeste.

  1. Nome, data de nascimento, bairro onde mora: Leopoldo Corrêa Moura Júnior, 26mar56, moro no Sion, em Belo Horizonte, cidade em que nasci.
  2. Família Moura: Meus pais são Leopoldo e Aretusa. Ele trabalhava na Atlantic, antiga empresa de petróleo, onde era representante comercial (na época, chamavam de “viajante”) e ela dona de casa. Entre os meus, os seus e os nossos (meu pai se casou 3 vezes), os irmãos formam um time de vôlei: 4 rapazes e 2 moças.
  3. Escolas: Instituto de Educação, colégios Arnaldo e Logosófico, Universidade Católica (Economia)  e UFMG (Letras e Demografia Econômica na Face/Cedeplar, ambos incompletos).
  4. Trabalho: Sou auditor de tributos da Prefeitura de Belo Horizonte.
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