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Atuação auspiciosa

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Marcel Fleming

Se tivesse que usar um único adjetivo para descrever a atuação de ontem do Cruzeiro, eu usaria: auspiciosa.

Passada a “termocefalia” decorrente do grito para calar a boca de um vizinho são-paulino, corneteiro chato, mas muito chato mesmo, tive a oportunidade de assistir ao VT do jogo com outros olhos.

Eu havia acompanhado a partida e os comentários do Cruzeiro.Org, combinando com a narração do UOL e as de outros links da internet, sempre muito ruins, que acabaram com minha paciência.

Assistir ao VT, como fiz, sem som (pois era tarde da noite), é muito interessante. A gente vê com outros olhos.

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Leandro Mattos: “O 10 encheu os olhos!”

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do São Paulo 2×2 Cruzeiro, no Morumbi, São Paulo, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 15ago10: (mais…)

Adílson: “O problema não é emocional, é físico”

terça-feira, 1 de junho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Ceará 1×0 Cruzeiro, no Castelão, em Fortaleza, pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 30mai10:

  1. Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: Erramos muitos passes no meio, chutamos muita bola pra frente. Esse não é o Cruzeiro. Eu vou relevar. Na minha avaliação, é por causa do desgaste dos jogos. Nada emocional relacionado a perda de Libertadores, pressão. Não é isso. O aspecto físico é a minha preocupação. O Ceará também jogou na quinta-feira, lá em Goiânia, vários jogadores estavam puxando a perna, demonstrando sinal de cansaço. Isso é normal. O Cruzeiro está fazendo sua 33ª partida, o Santos fez 36, o Internacional, 35. Isso acaba sobrecarregando. Está na hora de pensar em alternativas. Alguns jogadores estão um pouquinho sobrecarregados, desgastados. É aquilo que eu alertei no início: o Fernandinho um pouquinho mais, Roger um pouquinho mais, Fabinho um pouquinho mais, pra ajudar aqueles que jogam com certa frequência. A gente tem observado que, na hora de recuperar essa bola, alguns estão tendo um pouquinho mais de dificuldade. É sobrecarga. A conversa é dentro de campo. Se não voltar, se não marcar, se não acompanhar, se não correr, se cruzar os braços, se não fizer andar… Eu estou vendo. Não tem jeito de enganar a gente. A gente jogou bola. No meu ponto de vista, o time melhorou no 2º tempo. O Roger fez um bom jogo contra o Botafogo. Mas não pode é mão na cintura, parado, não voltando, andando, sobrecarregando determinado setor… Eu já falei: o Paraná está jogando o mesmo número de jogos que o Fábio. Uma hora vai cansar. O Henrique não está roubando o mesmo número de bolas que nos anos anteriores. Por quê disso? Com a entrada do Roger, vai mudar um pouquinho o estilo do Cruzeiro… (mais…)

A margem de erro

terça-feira, 4 de maio de 2010

Pedi ao Marcos Pinheiro, o analista de números do PHD, uma explicação sobre o que é, e como calcular corretamente, a margem de erro das pesquisas sobre torcidas.

Este é apenas um aspecto dos problemas que atormentam torcedores eufóricos ou insatisfeitos com os resultados das pesquisas.

Há muito mais o que se considerar quanto à metodologia das pesquisas. Mas isto fica pra outro post.

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