Posts com a Tag ‘Durban’

Espanha 1×0 Alemanha: Uma estranha na final

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Às 15h30 (Brasília), no Estádio Moses Mabhida, em Durban, as badaladas Espanha e Alemanha decidem quem enfrentará a Holanda, a seleção mais eficiente, na decisão da Copa 2010.

O jogo será arbitrado pelo húngaro Vikto Kassai.

Vicente Del Bosque lança a Espanha com Casillas; Rsmos, Puyol, Piqué, Capdevila; Busquets, Xabi Alonso, Xavi e Iniesta; Villa y Pedro.

Joachim Löw escala a Alemanha com Neuer, Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng; Khedira, Schweinsteigerz, Trochowski e Özil, Podolski e Klose.

Os alemães tentarão disputar sua 8ª final de Copa. Os espanhóis lutarão por sua 1ª.

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Espanha 1×0 Paraguai: Até breve, Larissa

sábado, 3 de julho de 2010

Às 15h30 (Brasília), no Soccer City, em Joanesburgo, Espanha e Paraguai decicem a última vaga para as semifinais da Copa. Quem vencer terá de enfrentar o pesadelo alemão.

A Espanha de Vicente Del Bosque manterá o 4-4-2 com Xavi, Busquets, Xabi Alonso e Iniesta compondo a linha de volantes mais cultuada do futebol atual.

O Paraguai, do argentino Gerardo Martino, jogará no 4-4-2 com Cardoso e Benítez mais avançados. Os guaranis ainda não encontraram o ataque ideal, por isto dependem muito de sua defesa.

O guatemalteco Carlos Batres será o juiz. E nenhum protagonista da partida se sentirá excluído pelo idioma. Nem a exuberante Larissa Riquelme, torcedora paraguaia que conseguiu ofuscar sua própria seleção nesta Copa.    (mais…)

Holanda 2×1 Eslováquia: Sem pressa nem sustos

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Às 11h (Brasília), no Estádio Moses Mabhida, em Durban, Holanda e Eslováquia duelam em busca de uma vaga nas quartas de final da Copa 2010.

O espanhol Alberto Undiano apitará a partida cujo vencedor enfrentará Brasil ou Chile na sequência do torneio.

Com 100% de aproveitamento na fase de grupos, a Holanda manterá o ofensivo 4-3-3. Robben, seu maior nome, continua de fora. Snejder, um dos destaques da Copa, joga.

A Eslováquia, de Vladimir Weiss, manterá a formação que derrotou a Itália na última partida da fase de grupos, resultado histórico pra jovem república eslava.

Hamsyk, meia atacante do Napoli, é a referência técnica da equipe. Se jogar o que sabe, os holandeses terão problema sna defesa.

Esta é a única partida das oitavas de final com possibilidade de zebra. A Holanda é clara favorita, algo que não existe nas demais partidas.

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Eis a Resenha do Mauro França:

A Holanda não teve muito trabalho para espantar a zebra eslovaca. A versão atual da Laranja não prima pelo brilhantismo. É, sobretudo, um time pragmático, eficiente, que privilegia a posse de bola e alia o jogo coletivo ao brilho de craques como Snejder e Robben, que hoje começou jogando pela primeira vez nesta Copa.

No primeiro tempo a Holanda não deu nenhuma chance à Eslováquia. Ditou o ritmo da partida com muita movimentação, toque de bola de qualidade, marcação forte e muita paciência para buscar os espaços para penetrar na fechada defesa eslovaca.

Com pleno domínio das ações, os holandeses marcaram logo aos 17 minutos.  Snejder, da sua intermediária, fez belo lançamento na direita para Robben, que cortou para o meio e bateu rasteiro no canto esquerdo de Mucha.

Nem o gol fez a Eslováquia se abrir e procurar o ataque, o que facilitou o trabalho da Holanda que, mesmo sem forçar muito, manteve o controle até o final da primeira etapa.
O segundo tempo começou com Robben criando duas boas chances para ampliar nos primeiros seis minutos, que Mucha salvou com ótimas defesas.

Por volta dos 20 minutos, a Eslováquia finalmente saiu para o jogo e criou duas oportunidades para empatar. Na primeira, Stoch chutou de fora da área para defesa de Stekelenburg, que até então não trabalhara. Na segunda, depois de falha da zaga, Vittek saiu na cara do gol e chutou para grande defesa do goleiro holandês. Ficou nisso.

A Holanda se refez do susto e retomou o controle das ações até definir a classificação aos 39 minutos, com Snejder aproveitando boa jogada de Kuyt. A Eslováquia descontou aos 47, depois que o juiz marcou um pênalti inexistente de Stekelenburg em Vittek, que fez a cobrança. Já era tarde para qualquer reação. (mais…)

Brasil 0x0 Portugal: Um tempo esportivo, outro administrativo

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Às 11h, no Estádio Moses Mabhida, em Durban, Brasil e Portugal disputam a liderança do Grupo G da Copa 2010.

Dunga, que escalará o time no 4-3-1-2, não contará com Elano, contundido, e Kaká, suspenso. Daniel Alves e Júlio Baptista substituirão os titulares.

Carlos Queiroz, que manterá o 4-3-3, só não poderá contar com o meia-atacante Deco, contundido.

Se vencer, o Brasil escapará de seleções como Argentina, Alemanha, México e Inglaterra nas quartas e nas semifianias. Mas poderá jogar contra a Espanha nas oitavas.

A Copa é assim. Pra ter vida mansa só fazendo como França e Itália que mandaram parar o torneio, desceram e voltaram pra casa mais cedo.

No apito estará o mexicano Benito Archundia, velho conhecido de quem frequenta a Copa Libertadores. (mais…)

Nigéria 2×2 Coréia D.: Coreanos aprenderam a jogar

terça-feira, 22 de junho de 2010

Às 15h30, no Estádio Moses Mabhida, em Durban, a Nigéria tentará vencer pra se classificar. A Coréia Democrática passa de fase se vencer e a Argentina não for goleada pela Grécia.

O grande nome da Nigéria tem sido seu goleiro Enyema. A Coréia Democrática não tem destaques individuais. Impressiona pelo conjunto.

No apito, estará o português Olegário Benquerença. Que ele seja bem quisto por todos ap[os o fimda partida! (mais…)

Holanda 1×0 Japão: Laranja rola pras oitavas

sábado, 19 de junho de 2010

Às 8h30 (horário de Brasília), no Estádio Moses Mabhinda, em Durban, a Holanda enfrentará o Japão decidindo a liderança do Grupo E.

Okada mandará o Japão campo com uma formação cautelosa: 4-1-4-1. Honda será a referência no ataque.

Van Marwjk montou um time mais ofensivoque jogará no 4-2-3-1. Van Persie será o centroatacate. Sempre apoiado por Kuyt, Sneijder e Rafael Van der Vaart.

O Japão cuidará de fechar espaços e escapar em rápidos contra-ataques. A Holanda deve sufocar o time oriental desde o apito inicial.

Apito que, por sinal, será trinado pelo nosso hermano Héctor Baldassi. (mais…)

Suíça 1×0 Espanha: Goleada à moda suíça

quarta-feira, 16 de junho de 2010

No Moses Mhabida, em Durban, pelo H, Espanha e Suiça fecham a 1ª rodada da fase de grupos da Copa.

A Espanha, campeã européia, treianda por Vicente del Bosque, vai a campo num 4-1-4-1 com Busquets na frente da 1ª linha de 4 e Davi Villa na frente da 2ª, a dos volantes Silva, Xabi, Xavi e Iniesta, que jogam fácil e espremem o adversário em seu campo de defesa.

A Suíça, que entrou pra história por conta de chocolate, relógios, contas secretas e do ferrolho, atua no 4-4-2 e só tem jogador meia-boca. Entre eles o volantão Gelson. Com este nome, ele deveria ter nascido em Nova Iguaçu, Magé ou Mesquita, mas é de Cabo Verde, na África.

Pra não dizer que não conheço ninguém do time suiço, informo conhecer o Senderos, defensor incapaz de arranjar lugar na bequeira do Cruzeiro e o Tranquilo Barnetta, que joga no time da fábrica de comprimidos pra dor de cabeça de Leverkusen, daí talvez seu exótico nome.

O inglês Howard Webb, que apitou a final da Champions League será o soprador de latinha. O que é garantia de falta de assunto no quesito arbitragem.

Deu no diário esportivo argentino Olé:

¿Candidato? Joder…

españa llegó con chapa y perdió ante Suiza en su debut. El gol de Gelson Fernandes (en offside) deja el mayor batacazo en lo que va del Mundial. Del Bosque puso a Torres con Iniesta, Xavi y Villa para buscar el empate. Y nada…

Toda la ilusión, la chapa de candidato, el deseo de ya tener la Copa del Mundo entre sus manos, se desvaneció en un segundo. Sí, ahí cuando Gelson Fernandes la empujó a la red luego de los aparatosos tropiezos de Piqué y Casillas, los corazones españoles se detuvieron. No conforme con empezar abajo en el marcador, Del Bosque no tuvo mejor solución que acumular gente en ataque, sin que se le caiga una sola idea, y terminó construyendo el papelón ibérico que desembocó en una flojísima derrota en el debut.

La cantidad de partidos invictos, los halagos de la prensa por el despliegue futbolístico y la cantidad de jugadores valuadas en millones de euros no le importaron a los suizos. Ottmar Hitzfeld dio cátedra de orden táctico: dispuso un sistema acorde para frenar las embestidas de España, que buscaba por el medio con dos grandes volantes como Xavi e Iniesta, y atacaba por los costados con dos jugadores por banda, dejando a Villa relamiéndose en el medio para embocarla.

Sin embargo, Suiza, que fue a negociar el empate sin Frei, su máximo artillero, y que sufrió la lesión de Senderos en el primer tiempo, terminó encontrando el gol a los 52 minutos, luego de una preocupante falla defensiva de la Roja. Gelson Fernandes, apenas en offside, la encontró tras una serie de rebotes, y la empujó al arco, para tirarle un baldazo de agua fría a todos los españoles.

Ya consumado el 1-0, Del Bosque fue preso de la desesperación, y se vio obligado a empezar a meter gente en ataque: primero Fernando Torres y Jesús Navas. Minuto más tarde, fue el turno de Pedro. Pero apenas cambió la cantidad, y no la calidad; España llegaba pero no generaba peligro, ya que la única la tuvo con un tiro desde afuera de Xabi Alonso, que dio en el travesaño. Poco y nada de los delanteros.

Suiza, que estaba preparado para esta situación desde el minuto cero, supo aguantarlo y terminó llevándose los tres puntos. España, que pensó que lo tenía ganado desde el arranque, descubrió que no sólo alcanza con tirar los jugadores a la cancha.

Deu no diário esportivo espanhol Marca:

    • Vicente Del Bosque, no ocultó su decepción por la derrota sufrida en el debut mundialista ante Suiza (1-0). “No ha sido nuestro día. Hemos intentado ganar de manera ortodoxa y ya en la segunda mitad de forma heroica, pero no hemos podido”, aseveró el técnico de España. Del Bosque quiso apuntar que la resistencia de Suiza no había sido ninguna “sorpresa” porque esperaban encontrarse un equipo con tales características sobre el terreno de juego. Además, Del Bosque quiso lanzar una aviso a la afición española para mantener la esperanza: “El Mundial aún no ha acabado”. Por último, el seleccionador español reconoció que la derrota ante Suiza obliga a La Roja a vencer en sus dos próximos partidos ante Honduras y Chile. “La derrota ahora nos obliga a ganar los dos partidos que quedan. No hay otra”.
    • Xavi y su sombra. Ottmar Hitzfeld sabe que buena parte del fútbol de España nace en Xavi y le puso vigilancia especial durante todo el partido. El cerebro hispano apenas brilló.
    • La espalda de España. La selección juega al ataque, y eso está bien, pero hay que vigilar la defensa. Suiza tuvo dos ocasiones: una fue gol y la otra acabó en el palo.
    • Villa, desconectado. El Guaje no estuvo ni la mitad de inspirado de lo que suele cuando viste la camiseta de España. Los asistentes apenas pudieron detectarlo.
    • Howard Webb no estuvo a la altura de las circunstancias. Concedió el gol de Suiza, que debió ser anulado por fuera de juego. Y debió pitar penalti sobre Silva en la primera mitad.

Alemanha 4×0 Austrália: Primeira sacolada

domingo, 13 de junho de 2010

No Moses Mabida (estádio com alça que, no Brasil, seria chamado de Sacolão), em Durban, Alemanha e Austrália vão disputar uma queda de braço pra decidir quem tem mais saúde.

Os dois times adotam o 4-2-3-1 Entre os aussies, o atacante Kewell, maior etiqueta dos mares do sul, estará no banco. Cahill, o outro notável, exercerá a centroavância.

Dos teutos, o volante Schweinsteiger e o lateral Lahm são as atrações desde o outro carnaval. Mas eles têm ainda uma penca de polacos, brazucas, turcos e um treinador com cara de boliviano cocalero.

Mas Klose, o polaco cabeceador, é quem terá a missão especial: marcar 6 gols durante o torneio pra superar o Fenômeno como maior artilheiro de todas as copas.

Galván Bueno, o locutor argentino, será o  responsável pela tortura locutória na Globo. No apito, estará Marco Rodriguez, o Draculinha, do México.

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