Posts com a Tag ‘Dragão do Corcovado’

2ª Mineiro: Domingo, segunda, todo dia é Dia de Índio

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Segunda rodada do Mineiro 2011, disputada entre 02/07fev11. 

América e Atlético-MG venceram com facilidade. Cruzeiro com dificuldade. O Dragão do Corcovado fez uma farra no campo do Zebu, mas quem continua dando as cartas é o Bugre com outra vitória espetacular, desta vez, fora de casa.

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Chicken Run à mineira

quinta-feira, 11 de março de 2010

A animação inglesa é superior, mas esta versão mineira de Chicken Run até que não é de todo ruim.

As cocotas não querem voltar Teófilo Otoni pra jogar os 25 minutos restantes da partida que estão empatando por 2×2 contra o América local, apodado Dragão do Corcovado.

Que joguem quando se sentirem seguras, longe da máquina de fazer tortas da Família Tweedy. Ou quando o Dragão não precisar mais do resultado pra escapar da segundona.

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América (Teófilo Otoni), o Dragão do Corcovado

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Flávio Salomão

HISTÓRIA

Em 12mai36, um grupo de amantes do futebol fundaram, em Teófilo Otoni, o América Futebol Clube.

Como as transmissões de futebol que ouviam eram das rádios cariocas, eles torciam para os times da então Capital Federal.

Por isto, na hora de batizar a nova agremiação, escreveram o nome dos grandes clubs do Rio em papéis que um deles tirou da cumbuca.

Deu América, por isto as cores e o escudo replicam as do time rubro da Tijuca.

Ao longo dos anos, o América revelou vários craques do futebol local como os goleiros, Lugão, Danilo, Gilson Titular; os defensores, Mário Brito, Danda, Caizinho; os meio-campistas, Pavãozinho, Délio, Marreco; os atacantes, Cadinho, Ivan Coló, Lubé, Ruizinho Soldado, Deusdete, Marquinhos e Nido.

O maior de todos, sem dúvida, foi Caruê, baiano de Alcobaça, cujo nome é lembrado até hoje pela torcida rubra como o maioral da região.

O povo da cidade diz que ele só não seguiu uma carreira profissional por absoluta falta de vontade.

Caruê foi um armador de técnica invejável, que conhecia os atalhos do campo como poucos.

Era exímio cobrador de faltas. Seus chutes certeiros e fortes deixavam atordoados goleiros de clubes profissionais que visitavam Teófilo Otoni.

Outros craques revelados pelo futebol de Teófilo Otoni, brilharam fora da cidade.

Nos anos 1960 e 1970, Toninho Almeida e Juarez jogaram na Academia Celeste, o mais famoso time da história do Cruzeiro.

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