Posts com a Tag ‘depoimento’

Garrincha, 77 anos

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Estivesse vivo, Manoel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha ou simplesmente Garrincha (Magé, 28out33, Rio de Janeiro, 20jan83) teria completado 77 anos neste 28out10.

Depois de Pelé, o ponta-direita do Botafogo nos Anos 50 e 60 foi o maior de todos os tempos. Com ele e Pelé no time, a Seleção Brasileira jamais perdeu uma partida.

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O novo Mineirão: projeto verde, cofres azuis

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Última parte da entrevista com Marcílio Lana, do Grupo Gestor da Copa 2014:

Projeto verde

Depoimento de Marcílio Lana:

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Os caras e seus gols inesquecíveis

domingo, 8 de agosto de 2010

Ao todo, 55 caras fizeram gols em finais de Copa do Mundo. E viraram tema de um filme que a Iespien está exibindo agora.

Vale a pena ver os gols e ouvir depoimentos acerca das emoções de cada um, antes e depois dos feitos.

Pelé, Gighia, Ronaldo, Rossi, Petit, Masopust, Peters, Amarildo, Valdano, Zagallo, Zito, Brown, Müller, Kempes, Boninsegna, Nanninga, Bertoni, Weber, Breitner, Hurst, Altobelli, Burruchaga, Gerson, Torres, Neeskens, Rummenigge, Tardelli, Voeller, Brehme, Jairzinho, Materazzi e outros estão na fita.

Maradona não está.

N.B.: Ainda na Iespien, Luiz Mendes, 86 anos, decano dos comentaristas brasileiros, concede entrevista ao Juca Kfouri. Vale a pena ver.

Ché Farias, o Tanque de Trenque Lauquen

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Ernesto António Farías, 30 anos, 1m78, nascido em Trenque Lauquen, Argentina, em 29mai80, Altura: 1,78m assinou contrato para defender o Cruzeiro pelos próximos 4 anos.

Revelado pelo Estudiantes, El Tecla (por causa dos dentões), estreou aos 18 anos na equipe pincharrata.

De La Plata. o centroavante se transferiu para o jogou pelo Palermo (2004), River Palte (2007/07) e Porto (2007/10).

Pela Seleção Argentina, ele jogou ao lado de Sorín no Paraguai 1×0 Argentina, em 03set05.

Ao todo, marcou 170 gols em 385 jogos ao longo da carreira.

Considerando-se que jamais foi titular no Porto, muitas destas partidas são incompletas e pode-se esperar dele ao menos 1 gol a cda 2 jogos.

Farias tem 5 títulos no currículo: 2 campeonatos, duas copas e uma supertaça, todos conquistados na passagem pelo Porto.

Centroavante fixo, Ernesto Farias teve sua melhor fase jogando no River, pelo qual marcou 49 gols em 95 partidas (0,51 por jogo).

Bruno Furtado, do Superesportes, recolheu estes depoimentos sobre o novo atacante celeste:

  • Javier Lanza, do Clarín: “No River, ele viveu sua melhor fase. Era titular, marcou muito muitos gols e foi vendido por muito dinheiro. É um típico goleador, que se mete entre os zagueiros para receber os passes. Não é habilidoso. Costuma jogar como pivô. Curiosamente, não é tão alto, mas marca muitos gols de cabeça. Tem muita força nas pernas, salta muito e o jogo aéreo é o seu forte”.
  • Martin Blotto, do Olé: “Farías joga muito bem de costas para o gol, tem bom cabeceio e define com ambas as pernas. Não tem velocidade e bom drible, mas tem muita capacidade de se antecipar aos zagueiros e se posicionar na área. Tem faro de gol. Sua média na Argentina é próxima de 0,5 por jogo.”
  • Norberto Lopes, do Jornal de Notícias, de Portugal: ”É o típico finalizador. Um avançado de área, bom cabeceador, sabe desmarcar muito bem dos zagueiros para ganhar espaço. Não precisa de muitas oportunidades para marcar um gol, porque é muito eficaz. No Porto era dos melhores marcadores da equipe, apesar de ter poucos minutos de utilização. Era o suplente de luxo, arma secreta que o treinador lançava quando procurava resolver o jogo. Jogou pouco na última época porque esteve muito tempo lesionado.”
  • Sérgio Pereira, do portal Mais Futebol, de Portugal: ”Farias é um típico jogador de área. Não tem técnica, não é rápido, não é forte, não é alto, mas sabe estar no lugar certo para fazer gols. Não é um jogador de grandes gols, é um jogador de último toque, de meter a bola dentro da baliza. Acho que o Farías nunca foi jogador para valer o que o Porto pagou por ele (quatro milhões de euros), mas a verdade é que ele fez gols. Foi um ótimo suplente, que entrava quando a equipa estava a precisar de um gol. Nunca foi um jogador titular. Mas acho que se tiver alguma continuidade, pode ser um bom reforço para o Cruzeiro. Depende do que a torcida esperar dele: não podem esperar um craque. Até porque ele esteticamente não é um jogador atraente, não finta, não tem estilo.”

Finalmente, eis como Ernesto Farias se define:

  • “Sou um atacante de área. Posso jogar mais atrás, mas a minha característica principal é de área. Minha intenção é jogar e tentar corresponder às expectativas do treinador. Estou com uma expectativa grande de ganhar títulos no Cruzeiro”.

Agora, resta esperar que as hienas e os termocéfalos não cobrem futebol de Neymar, pois ele está mais pra Alecsandro.

Memorial do Cruzeiro: história, ciência e diversão

sábado, 3 de outubro de 2009

Leopoldo Moura Jr.

Não sei se há alguém, no clube ou fora dele, cuidando de alguma coisa relacionada diretamente ao memorial ou museu do Cruzeiro. De todo modo, gostaria de debater algumas questões a respeito do assunto.

As minhas sugestões não chegam a ser nenhuma excepcionalidade, até porque, mais importante do que as idéias propriamente ditas é colocá-las em andamento, sem perda de tempo -mesmo que seja a nível de projeto.

Inicialmente, penso que o memorial celeste deveria ter dois objetivos principais: registro da história e conquista de novos adeptos. Assim, o museu seria estruturado focalizando as crianças e os jovens.

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Volta, Patrícia!

sábado, 5 de setembro de 2009

Sábado passado, comprei duas camisas do Mais Querido de Minas para minhas filhas: a retô do Palestra, modelo 1940, e a de listras horizontais do Cruzeiro, modelo 1956.

Muito bonitas. E caras pra chuchu! Quebrei, apesar dos 5% de desconto pra sócio do futebol.  Agora, passarei seis meses fazendo horas-extras pra pagar a dívida no cartão.

A Roxos&Doentes não dá mole, não. Castiga o torcedor apixonado sem dó nem píedade. E ainda nos tira a alegria de ser atendido pela Patrícia.

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WP: “Não era tontura, era dor no pé, mesmo!”

sábado, 29 de agosto de 2009

Depoimentos e análises de protagonistas e comentaristas sobre o Botafogo 1×1 Cruzeiro, jogo adiado da 11ª do Brasileiro, no Engenhão, Rio de Janeiro, em 27ago09:

  1. Que passe de Michael para Lucio Flavio, no gol que fez o torcedor do Botafogo acreditar que a noite de ontem era a despedida do U4. Não dá para reclamar da expulsão de Fahel (segundo amarelo, em falta dura). A maneira como os companheiros olharam para ele disse tudo. O Cruzeiro (seria o último a entrar na Copa Sul-Americana, hoje) vinha de duas vitórias seguidas. Está há cinco rodadas invicto.” (André Kfouri, em seu blog)
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Birner: “O fim do jogo foi uma ‘bagunça boa'”

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Depoimentos e comentários de protagonistas e analistas do Cruzeiro 0x0 Santos, pela 19ª rodada do Brasileiro, no Mineirão, em 16ago09:

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Woodstock Quarentão: viagem, livro e filmes

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Rodrigo Dylan

Para quem pretende se aprofundar no assunto Woodstock é indispensável assistir ao documentário “Woodstock- Três dias de paz, música e amor”.

Não existe fidelidade cronológica e o diretor minimiza um lado menos vibrante e mais sombrio do festival, mas os melhores shows estão todos lá para compensar as três horas e meia de duração.

Assisti  no começo dos anos 80 no saudoso pulgueiro do cine Roxy.

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A “constelação” do fato

sábado, 27 de junho de 2009

Paulo Sanchotene

Fato como o de quarta-feira, entre López e Elicarlos, já aconteceu noutro jogo do Grêmio. Entre Jeovânio e Antônio Carlos. E foi algo muito pior, porque o Antônio Carlos chegou a esfregar o braço, para mostrar que o gremista (sim, a vítima era jogador do Grêmio) nascera com a cor errada. Uma baixaria. Ainda assim, defendi o jogador do Juventude. Já a direção do Grêmio comportou-se à época como a direção do Cruzeiro agora. O que é ridículo. Não que o Antônio Carlos não merecesse um gancho vários jogos ou meses, mas achava que a questão não deveria sair do âmbito desportivo. Exatamente como penso agora.

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