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Onde chutar pro mato não humilha ninguém

sábado, 11 de setembro de 2010

De uma coisa o Cruzeiro não pode se queixar neste Morrinhão. Por onde anda, o time recebe incentivo de sua imensa torcida.

Desconfio de que, se estivesse jogando apenas no Mineirão, as cornetas estariam tocando alto devido às retrancas armadas pelo Cuca.

Na interlândia mineira, o time tem sossego pra chutar a bola pro mato sem ouvir apupos dos torcedores sabidões da capitárrr.

E é assim que, como não se via a há séculos, o Cruzeiro tem a defesa menos vazada do torneio.

(mais…)

Comparação desnecessária

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O PHD recebe de braços abertos os torcedores adversários. Mas eles têm de aceitar o troco a cada cornetada contra o Cruzeiro.

Esta foi do Bruno Pontes.

Em seu primeiro ano no Cruzeiro, Adílson foi Campeão Mineiro vencendo o clássico por 5×0. Um recorde na Era Mineirão.

Depois, o time foi desclassificado nas oitavas-de-final pelo Boca Juniors na Libertadores. Mas chegou em 3º lugar no Brasileiro.

Comecinho fraco o dele, né mesmo?

Não há necessidade de desmerecer ninguém pra enaltecer o trabalho do Cuca. São momentos e times diferentes demais pra ficar fazendo essas comparações bobas.

Adílson Baptista fez um excelente trabalho. Só não vê quem não quer.

Cuca está tendo um começo promissor. Agora vamos torcer por ele e deixar o ex-treinador em paz.

Depois desta, só enfiando a viola no saco. Mas será que os adversários se mancam?

Aprimorando o censo

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Hugo Serelo corneta o IBGE sugerindo perguntas que deveriam ser feitas no censo.

Aproveitando a ensancha oportunosa, o Síndico também resolveu enfiar algumas dúvidas no questionário.

  1. Qual é a sua religião?
  2. Qual a parte do frango você prefere?
  3. Arroz por cima do feijão ou feijão por cima do arroz? 
  4. Filme dublado ou legendado?
  5. Abotoar a camisa de cima pra baixo ou de baixo pra cima?
  6. Sete Lagoas ou Ipatinga?
  7. Iespien or Isportivi?
  8. Pato ou Ganso?
  9. Chico Buarque ou Amado Batista?
  10. Tênis ou Capoeira?
  11. Magrela ou Carnuda?
  12. Mac ou PC?
  13. Pionguiangue ou Nuiorque?
  14. Imprensa livre ou censurada?
  15. Terceiro beque na sobra ou na frente da zaga?
  16. Mano ou Muricy?
  17. Marquinhos Paraná ou Francisco Everton?
  18. Multinick ou Hiena?
  19. Telê ou Zagallo?
  20. Cleo ou Larissa?

País das Maravilhas

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Victor Pimentel, torcedor do Fluminense, síndico do blog Blablagol postou este comentário no PHD.

Vale a pena discutir as idéias desse cara inteligente, ponderado e, especialmente, neutro nas rusgas mineiras. 

Ao “exigir” uma crítica imparcial e pertinente ao rival, os cruzeirenses, jogam contra seu próprio time.

Tiro pelo Rio de Janeiro, onde a mídia rubronegra (nem digo os jornais em si, mas torcedores com voz como nós) é useira em tergivesar os problemas como vocês sinalizam que a mídia atleticana faz.

O que percebe-se é que os desmandos na Gávea só são coibidos quando a vaca foi para o brejo.

Os demais clubes cariocas não são assim “uma Brastemp”, mas é perceptível maior agilidade no debate e exposição dos problemas por parte dos próprios torcedores e consequentemente, das midias voltadas para esses times.

Claro está que, cornetar por cornetar, não ajuda. Mas colocar o dedo na ferida é sempre útil, especialmente, se for feito antes de infeccionar de vez. É a auditoria.

Tirar o Atlético-MG do País das Maravilhas só o ajudaria em médio prazo.

Fábio, como sempre, o melhor

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Fluminense 1×0 Cruzeiro, no Maracanã, Rio de Janeiro, pela 10ª rodada do Brasileiro 2010, em 22jul10:

  • Fábio – Seguro, defendeu as bolas possíveis e outras impossíveis pra goleiros comuns. Não teve culpa no gol.
  • Rômulo – No 1º tempo,  jogou como se estivesse no Santo André. Com tranquilidade, desinibição e atrevimento. Com a saída de Gilberto, o Flu se arrumou na defesa e ele teve menos espaços. No 2º tempo, Muricy Ramalho adiantou a marcação, soltou os alas e, ao invés de preocupar, ele passou a se preocupar com os adversários. Noves fora, uma bela estréia.  
  • Gil – Sério, ligado no jogo, parou Fred, que de tanto correr pra escapar do becão mal encarado, terminou a partida trajando gravata vermelha.
  • Cláudio Caçapa – Quando simplifica, dá segurança à defesa. Foi o que aconteceu contra o Flu.
  • Diego Renan – Bom na marcação, mas com pouca liberdade pra atacar. Até porque Mariano está voando. 
  • Fabrício – Transformado em cabeça-de-área, não comprometeu. Quando teve de armar, seu jogo perdeu qualidade. Com o tempo, Cuca descobrirá que uma coisa é o volante chegar ao ataque naturalmente, num esquema de jogo flexível, outra é deixar de ser marcador pra virar um armador  quebra-galho.
  • Henrique – Outro que virou cabeça-de-área clássico. No 1º tempo, botou Conca no bolso. No 2º, perdeu o controle da situação quando o Flu avançou a marcação. Mas subiu ao ataque e fez algumas boas jogadas, quando a derrota começou a ficar evidente.  
  • Francisco Everton – Marcou pela esquerda e só. Sua boa vontade foi maior do que a qualidade.
  • Javier Reina – Errou 100% dos lances que tentou.
  • Gilberto – Com disposição de garoto, fez 30 minutos espetaculares armando e finalizando. Deixou a defesa do Flu desarvorada, apavaroda, descontrolada. Traído pelo corpo, contundiu-se e  saiu mais cedo. Foi o que selou a sorte do Cruzeiro na partida.
  • Marquinhos Paraná – Embora Lédio Carmona tenha dito que ele entrou pra armar o jogo -e os teleguiados acreditaram- MP foi mais um marcador. Quando subiu ao ataque, perdeu boa oportunidade em lance criado por Henrique. Pelo insucesso no arremate, que passou por cima do travessão, apanhou feito cão sem dono. Pra ser perdoado, terá de perder gols como um centroavante, jamais como um volante de contenção. Virou culpado pela derrota, algo que não ocorreu com os geniais Robert e WP.
  • Thiago Ribeiro – Muita luta, algumas boas jogadas, mas ninguém com quem dialogar. E muita paciência pra ouvir as demandas de WP, que exige um secretário pra servi-lo a tempo e a hora.
  • Wellington Paulista – Não marcou gol, mas foi perdoado, pois centroavante está lá é pra isto mesmo, segundo seus fãs. No mais, caiu, levantou, tornou a cair e, finalmente, levou um cartão amarelo. Gol pode até não fazer, mas terminar sem amarelo, ele jamais termina. Faz parte do show. Ou do marketing, sabe-se-lá.
  • Robert – Tropeçou numa bola, caiu de bunda no chão ao tentar dominar outra e ficou nisso.
  • Cuca – Entrou com três volantões de contenção e conseguiu anular Conca com marcação individual feita por Henrique. Com a defesa trancada,  pôde liberar Gilberto, que construiu boas jogadas. No 2º tempo, foi enrolado por Muricy quando o Flu avançou, fechou as laterais acabou com a saída de bola celeste. Nesse momento, Cuca precisou de um armador e o que havia no banco era o Javier Reina. Aí, nem com reza brava! Seu sistema privilegia a contenção e os rápidos contra-ataques, algo que os amantes do futebol ultramoderno já condenaram ao fogo eterno. Será engraçado ver esta gente se contorcer pra explicar “novidade” tão antiga. E constrangedor vê-los batendo palmas pra algo que nãos e parece com o jeitão espanhol de jogar. 
  • TorcidaJorge, eu vi de cima e de longe a torcida do Cruzeiro. Como o jogo foi tenso e os cruzeirenses não fizeram gol que os levassem a se manifestar, eu não notei se estavam empolgados ou não. Estavam em bom número, na média das torcidas dos demais grandes.(Victor Pimentel, torcedor do Fluminense)
  • Juiz & Bandeiras – Um impedimento mal marcado numa das poucas vezes em que Fred poderia ter complicado a vida da bequeira celeste, foi a única falha gritante. As demais foram de pequeno porte.
  • Fluminense – O Tricolor passou aperto no 1º tempo, mas botou 0rdem na casa no 2º e mostrou que não é líder por acaso. Muricy, tosco no trato com a mídia, deposita mais fé em si do que na cornetalha e na hienagem que, lá como cá, controlam o cérebro do torcedor genérico. Os ex-cruzeirenses Mariano, Leandro Euzébio e Carlinhos jogaram bem. Fred foi contido. Conca fez um grande 2º tempo. Gum e André Luiz seguraram o rojão nos melhores momentos do Cruzeiro.  Alan deu trabalho no 2º tempo.

Acompanhando o Cruzeiro à distância

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Criciúma, 9 de junho de 2010

Boa tarde, virtual amigo JS:

Há tempos não dou meus pitacos no seu blog. Confesso-te que depois que mudou o procedimento para senhas e logins fiquei meio vadio para comentar, porém, sempre leio os cornetas de plantão.

O curioso é que desde quando comecei a comentar no PHD, se não me falha a memória, apenas dois treinadores passaram pela Toca.

Sempre achei o Cruzeiro exemplo de organização, nesse tempo em que passei a acompanhálo fisicamente de longe, mas virtualmente de perto. 

O time celeste sempre esteve nas primeiras colocações dos torneios que disputou.

Estar sempre nas linhas de frente, dá uma sensação de qualidade, de excelência e, como já disse anteriormente, de organização. Isto tudo é muito, mas na contramão vem o fato de o clube não ter vencido nenhuma competição de expressão neste periodo.

Para o Cruzeiro há três campeonatos: o Brasileiro, a Libertadores e os clássicos. A qualidade do clube o levou a este patamar, por isto o torcedor não se engana com estadual e Copa do Brasil.

Seguindo este raciocínio, fica dificil entender o fato de o Cruzeiro não ter sido campeão brasileiro em 2009, equanto aquele achado da Gávea o foi.

Fica difícil entender que LDU e Estudiantes venceram a Libertadores e o seu time não, JS.

O Cruzeiro é grande o suficiente para levantar taças, não para ser exportador de qualidade ou comprador de alto nível.

É lógico que o torcedor quer uma boa estrutura, categoria de base forte, salários em dia, mas ele quer também algo mais, quer o ídolo.

Aqui é assim. Na Europa, onde é tudo bonitinho, o time perde em casa com o estádio lotado e todo mundo acha bom.

No Brasil, neguinho fica puto uma semana, dá dura na mulher, na secretária, é zoado no trabalho. Aqui, tem de ganhar sempre. Ficar entre os quatro é bom, mas gostoso mesmo é ser campeão.

Desejo boa sorte ao Cuca, até porque o considero um excelente treinador e felicidades a todos os blogueiros do PHD.

Neste post, mando meus cumprimentos a todos os amigos cruzeirenses.

Marcelo Cardoso Cunha

Marcelo Cunha, 28, torcedor do Criciúma, servidor público, amigo do Fernandinho Santa Clara, estudante de jornalismo, nasceu e mora em Criciúma.

A página heróica e imortal da Moema Fox

terça-feira, 22 de junho de 2010

Caros Jorge e Evandro,

Segue meu relato do jogo Cruzeiro x NY Red Bulls. Ficou bem grande, então por favor fiquem à vontade para fazer os cortes/alterações que julgarem necessários.

Peço também que revisem o texto, pois ultimamente ando comentendo diversos erros de português…

Seguem também, em anexo, as fotos que tirei durante o jogo. São poucas, pois como falei minha câmera resolveu parar de funcionar assim que cheguei ao estádio, e meu celular ficou sem bateria…

Apesar de tudo, aí vai uma parte da aventura americana para acomapnhar, em 18jun10, o NY Red Bull 2×4 Cruzeiro

Um forte abraço,
Moema. (mais…)

Cine Balípodo

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Hugo Serelo

O cinema 2010 tem de tudo. Drama, romance, terror e comédia. Eis minhas dicas aos colegas do blog:

  1. Baby, o Porquinho Atrapalhado: Palmeiras 2010.
  2. O Nome da Rosa: Camisa de treino.
  3. Premonição:   Ipatinga 3×0 Cruzeiro.
  4. Sem Novidades no Front:  Contratações da diretoria.
  5. Os Renegados: Dudu e Bernardo.
  6. A Era do Gelo: Tempo em que a Cocota campeoanva.
  7. Rede de Intrigas: Dirigido por Artur Morais.
  8. Operação França: Mauro cornetando corneteiro.
  9. Desejos Proibidos: Libertadores e Brasileiro.
  10. Forrest Gump, o Contador de Histórias: Entrevistas d’ O Alixandre.
  11. Os Brutos Também Amam: Kléber na Mancha Verde.
  12. O Operário: Marquinhos Paraná.
  13. Geração Roubada: Copinha 2007.
  14. O Equilibrista: Adílson Batista.
  15. Minha Vida de Cachorro: Vaias da “massa”.  
  16. Conflitos Internos: Libertadores 2009.
  17. A Fuga das Galinhas: Cocota com medo de jogar em Teófilo Otoni.
  18. Teoria do Caos: Dirigido por Ney Franco.
  19. Zona de Risco: Posição da cocota no Brasileiro.
  20. Se Meu Apartamento Falasse: Maurinho.
  21. O Virgem de 40 anos: Cocota há 40 anos na seca.
  22. O Homem que Não Estava Lá: Fernandinho em campo.

Hugo Oliveira Pegoraro Serelo, 23, cruzeirense, nasceu emdradas-MG, mora em Divinópolis-MG.

Só Fábio honrou a camisa

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético Goianiense 2×1 Cruzeiro, no Serra Dourada, pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 06jun10:

  • Fábio – O único a levar o jogo a sério.
  • Jonathan – Lento, desmotivado.
  • Gil – O melhor da defesa, embora não tenha encontrado Tiuí no 1º gol rubronegro e estivesse longe demais do teatro das operações no 2º.
  • Leonardo Silva – Abaixo do padrão habitual. (Síndico) Partida para confirmar a fase ruim. Ainda teve uma lesão que o deixará de molho por quase um mês. (Matheus Reis)
  • Diego Renan – Sem cobertura, sobe e leva bola nas costas. (Síndico) Precisou de cobertura mesmo quando não subiu ao ataque. (Dudu) Pra quem pede o time cheio de jogadores da base, olhe para o Renan. Uma coisa é você entrar num time estruturado, jogando um futebol vistoso. Quando é assim, rende como rendeu ano passado. Quando o time tá bagunçado, sofre como todo mundo e tem tudo pra se queimar com os tropeiristas. Para atleta vindo da base render bem,  tem de ser lançado num time estruturado. (Matheus Reis)
  • Fabrício – Sem inspiração. (Síndico) Sentiu a ausência do amigo e treinador Adílson. E não há pecado nisso. (Mathues Reis)
  • Fabinho – Semi-aposentado, foi dispersivo na proteção à zaga e previsível nas subidas ao ataque. Com ele, a linha de volantes trava. Mas com a proteção do repórter Artur Morais, ídolo de 9 em cada 10 cruzeirenses, será titular absoluto e incontestável até cair na compulsória.
  • Henrique – Lento, sem pegada, completamente diferente do jogador da partida contra o Santos. (Síndico) Quando os dois companheiros da meiuca vão mal, ele acompanha. (Matheus Reis)
  • Pedro Ken – Correu pra lá e pra cá e nada aconteceu.
  • Roger Galera – Lamentável. (Síndico) Para os microfonistas e cornetas, era a solução para todos os problemas. Ciscou daqui, dali, e não fez absolutamete nada que prestasse. O único ritmo que adquiriu até agora foi o das baladas. (Mauro França)
  • Thiago Ribeiro – Embora muito abaixo de seu padrão em 2010, foi quem mais correu e tentou criar oportunidades, do meio pra frente. (Síndico) Lúcido dentro e fora de campo. Mas quando seu destaque é na entrevista, tem algo errado. (Matheus Reis)
  • Wellington Paulista – Fez um gol, mandou uma bola no poste e cabeceou outra sem grande perigo. No resto do tempo, caiu, reclamou, caiu, reclamou, caiu, reclamou até ser substituído. (Síndico) Apesar da ruindade, desta vez eu gostei de sua atuação. Finalizou as 3 bolas que recebeu, sendo uma no poste e outra um belo gol, e ainda cruzou uma bola na pequena área que ninguem aproveitou. Em vista dos últimos jogos e da malemolência geral, acho que o saldo foi positivo. (Walterson Almeida)
  • Kieza – Não viu a marca da bola. Se disserem que foi uma Jabulani é provável que ele acredite.
  • Guerrón – Ciscou até perder a bola do gol fatídico. (Síndico) Jogou com a regularidade que lhe é costumeira, a de sempre entrar com a empolgação de um Rocky Balboa e apanhar da bola feito o Maguila. (Grossi)
  • Emerson Ávila – Não conseguiu sequer dar o esporro de intervalo, que tem feito o time melhorar no 2º tempo. (Síndico) Já tirou o corpo. Fez o que o material humano lhe oferecia com a ausência dos “machucados” Paraná e Elicarlos. Não contava com o boicote do time ao futebol. (Matheus Reis)
  • Dimas Fonseca – Foi péssima sua primeira idéia, chupada da Itatiaia, de impedir o ex-treinador de comandar o time em Goiânia. Custou 3 pontos. (Síndico)  Esse Dimas também é brincadeira. Se todos já sabiam que Guerrón seria dispensado, pra quê deixar o cara ir pro jogo!? É demais, é demais. (Emílio)
  • Torcida – Compareceu em bom número, não teve sequer chance de jogar com um time tão desmotivado. Gastou dinheiro, passou vergonha e voltou pra casa na miúda. 
  • Seca-pimeteira – Tá rindo que nem uma hiena.
  • Juiz & Bandeiras – Sem falhas dignas de nota.
  • Atlético Goianiense – Futebol previsível, quadradinho, mas com muita disposição. Tiuí, Pedro Paulo, Ramalho, Ayrton, Keninha, no 1º tempo, e Elias, no 2º, foram os melhores. E Geninho mostrou porque deve ser o próximo treinador do Cruzeiro  e realizar o sonho da torcida menos inteligente e mais teleguiada do Brasil.

Cornetando a rádia

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Já que a rádia corneta do Cruzeiro sem dó nem piedade, resolvi meter o bedelho no trabalho dela.

Por mim, o Seu Mané, por falta de pulso, devia ser rebaixado de dono a chefe da equipe de esportes.

Enio Lima deveria ser o locutor dos jogos do Cruzeiro.

Os comentários ficariam por conta do sensato e decente Dr. Maurílio Costa. E as reportagens campestres seriam do Roberto Abras.

Afinal, onde foi que o Cruzeiro falhou pra merecer o Artur Morais? Abras, já!

O analista de números tem de ser um cara de confiança. Exijo o a contratação do Marcos Pinheiro.

Agora, pra dono da emissora, não tem nome melhor do que o do Tião das Rendas, o cara mais competente da casa. O que menos fala e menos erra.

E menos erra justamente porque menos fala.