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Mariana está preocupada com Fábio

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Mariana está preocupada. Se o Geniba também estiver, é caso para promessa, fita do Senhor do Bonfim e muita reza brava.

Hoje, Fábio falou, de novo, que vai ter de sair pra ser valorizado. Se não foi exatamente, foi mais ou menos isto que ele declarou ao Globo Esporte.

O Cruzeiro garante não nenhuma proposta oficial e por isso não comprou o restante do passe do goleiro.

Tenho medo de ele não se sentir valorizado e quando esta proposta aparecer venha a dificultar a negociação.

Será que o povo bem informado, aqui do blog poderia nos contar como anda a relação entre a diretoria e o goleiro?

O fim da farra

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Comentário do João Chiabi Duarte nestas Páginas Heróicas Digitais:

Hoje, o São Paulo anunciou a venda do volante Hernanes por €11mi (R$25,4 mi) à Lazio.

O valor pode ser comparado ao da venda de Ramires, que rendeu ao Cruzeiro R$22 mi mais 15 meses de aplicação a 1% a.m..

Ramires fez sucesso e já foi revendido ao Chelsea por R$50 mi. Valorizou 110% em um ano.

Mas a farra está acabando. Daqui pra frente, os europeus terão que gastar cada vez mais para tirar jogadores dos times brasileiros.

Não vão mais levar qualquer um, pois o custo de vida anda alto na Europa e os impostos são tributados na fonte.

Antes ninguém ganhava €100 mil no Brasil. Hoje em dia, uns 40 jogadores recebem salários deste porte, aqui.

A Europa já não atrai tanto. E os europeus não podem bancar contratações a qualquer preço.

Por isto, os clubes brasileiros terão que desenvolver outras estratégias pra se financiarem.

Venda de atletas é algo com que eles não poderão mais contar como num passado não muito distante.

Mariana: “Vira e mexe, o garotinho me pede pra cantar o ‘Vamos, vamos, Cruzeiro’!”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros acerca do Atlético-MG 0x1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Mariana, no PHD: Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!
  2. Elias Guimarães, no PHD: Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!
  3. Matheus Reis, no PHD: Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda. Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.
  4. Claudinei Vilela, no PHD: Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio. O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.
  5. Evandro Oliveira, no PHD: Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí. Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O  que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas”. Menos, né!
  6. Naldo Morato, no PHD: Gostei muito da coletividade. Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem. O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.
  7. André Kfouri, em seu blog: No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol.
  8. Juca Kfouri, em seu blog: Galo brilha de novo. E perde mais uma vez: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.
  9. Lédio Carmona, em seu blog: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa. O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (…) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.
  10. Mauro Beting, em seu blog: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste. O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.
  11. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0). No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.
  12. Mário Marra, em seu blog: Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol. Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.
  13. PVC, em seu blog: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12. À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4×0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 — o jogo do Fábio, de costas — o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5×0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.
  14. José Roberto Torero, em seu blog: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.
  15. Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.

O Cruzeiro não está quebrado

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Mensagem enviada pelo João Chiabi Duarte:

Prezados:

Como anda a situação financeira do Cruzeiro?

Compartilho o pouco que sei e tenho lido, visto e ouvido de pessoas que estão no meio do futebol a respeito do tema, em 10 tópicos:

1. O Cruzeiro não está quebrado. Hoje, entre os grandes clubes do Brasil, é um dos menos deve. Pelo que pude apurar as nossa dívidas reais beiram a casa dos R$100 milhões, mas, quase toda bem equacionada (REFIS, IR, INSS etc).

2. Mesmo tendo alcançado junto ao BMG um patrocínio naster destacado como o melhor de sua história, o Cruzeiro em 2010 está sendo penalizado por:

  • Queda acentuada de bilheteria, notadamente após o fechamento do Mineirão.
  • Queda acentuada de receita com o Sócio do Futebol com a perda de 15 mil associados (R$60 x 15 mil = R$900.000 / mês).
  • A folha salarial foi onerada pela manutenção do elenco, tendo como balizador o Kleber, fato que provocou substancial elevação nos salários de outros jogadores. Também por mérito deles, é bom que se diga.
  • Não ter realizado nenhuma venda expressiva. Até o 7° mês do ano, o Cruzeiro teve como venda mais importante o repasse de 50% de Kleber ao Palmeiras (ainda dividido com o parceiro EMS Pharma) por R$6,5  milhões.

3. Com isto o déficit mensal hoje é da ordem de R$1 milhão / mês.

4. O Cruzeiro tem, segundo consta no BID, um número muito grande de jogadores sob contrato (em torno de 200 segundo alguns colegas, mas há que se confirmar porque podem estar sendo incluídos todos os atletas da base nesta contagem… Sem dúvida, é a quantidade é maior do que a dos demais clubes da série A), emprestados a times menores. Muitos desses jogadores são pagos com subsídio do Cruzeiro. ISe isto for confirmado, pode ser uma das razões de sangria do caixa. Até aqui, isto é mera suposição, pois essa rubrica não foi aberta nas últimas prestações de contas do clube.

5. Outro ponto importante e muito comentado: o Cruzeiro tem um clube de estrutura pesada e custos fixos elevados, que precisa ser ajustado para ter contas dentro de parâmetros mais condizentes para uma organização de seu porte. Isto talvez justifique as saídas de Claret e Maluf, entre outros. Pode ser que a contenção já esteja sendo feita.

6. Também é um fato o baixo índice de aproveitamento de pratas-da-casa nos últimos tempos. A base custa ao clube perto de R$700 mil / mês. Uma das razões pelas quais o Zezé Perrela puxou Dimas Fonseca para a gestão do futebol profissional foi exatamente ele ter feito uma gestão severa na base, com expressiva redução de custos. Ora, se hoje o dispêndio supera os R$8 milhões anuais, o retorno é baixíssimo, pois, apenas Guilherme e Diego Renan se firmaram entre os titulares nos últimos 4 anos, o que é muito pouco.

7. Nos últimos tempos, o Cruzeiro teve vários jogadores que ficaram muito tempo parados, o que afeta os gastos ao impedir estabilidade e repetição de escalações. Os treinadores viviam improvisando. Alguns Casos:

  • Sorin, Athirson e Fernandinho em 2009 (simultâneas).
  • Gilberto e Roger em 2010.
  • Luizão, Leo Fortunato, Leonardo Silva e Thiago Heleno, recentemente.
  • Kleber no 2° semestre de 2009.
  • Fabinho, Paraná, Ramires, Jonathan, Henrique, Gérson Magrão foram improvisados várias vezes nos últimos tempos.
  • Araújo, Gil, Elber, Sandro, Thiago Gosling, Luizão, Kerlon tiveram longas temporadas de recuperação. São desperdícios que precisam ser melhor avaliadas pela comissão técnica, Departamentos Médico, Fisiologia, Fisioterapia etc.

8. Um outro motivo alegado por muitos é a política de contratações do clube nos últimos tempos. Vamos relembrar alguns casos para avaliá-los:

  • Jogadores contratados como solução de problemas e que pouco jogaram:  Jael (nem jogou), Luizão (nem jogou), Leandro Silva (na volta do Porto, foi outro que não jogou nem 10% das partidas), Sorin (nesta 3ª passagem), Thiago Gosling (jogou muito pouco nesta 2ª passagem), Kieza (ninguém sabe porque veio), Alessandro (pouco jogou), Anderson Lessa (pouco jogou e mesmo sem ter ido mal, foi colocado na lista de dispensáveis).
  • Jogadores contratados, que foram colocados em clubes parceiros: Radar, Matheus, Evandro, Fahel, Eraldo, Márcio Guerreiro, Davi etc. Foram investimentos que só deram prejuízo..

Durante bom tempo, o time ficou sem jogadores pra zaga, lateral-esquerda, armação (camisa 10) e com excesso de volantes por exemplo. Adílson se virou e era um show de Elicarlos de lateral-direito, raramente jogando em sua função de origem (o garoto, que é muito bom de bola, acabou se queimando junto ao torcedor, especialmente com quem assiste aos jogos com o fonezinho no ouvido). Magalhães, Vinícius, Neguette, Bernardo e Dudú (neste caso, a indisciplina pesou contra os jovens de grande talento e que tem tudo ainda para fazerem história no clube), Eliandro, Rafael e até Sebá foram chamuscados pelo imediatismo do torcedor e por terem sido lançados fora de hora.

9. Como cruzeirenses, temos que fazer o possível pelo clube, mas sem a sanha da revanche ou da vingança. Sem a pecha de anti-isto ou anti-aquilo. Conheço vários conselheiros do Cruzeiro que são gente do bem, que estão a anos a fio a dar a sua contribuição ao clube, como os irmãos José Francisco e Hermínio Lemos, Dr. José Ramos, os irmãos Paulo César e Flávio Carvalho, os irmãos Peluzzo, meu primo Maurício Duarte, Dr. Djalma Fernandes, Dr. Gilvan Tavares, Dr. João Carlos Gontijo, Dr. Célio Elias, Dr. Ronaldo Nazaré, Ângelo Cattabriga, os irmãos Fernando, Célio e Lúcio de Souza, meu grande primo pelo outro lado familiar e conselheiro presente que é Clemenceau Chiabi Saliba Jr., José Maria Fialho, Marcinho Atacadista, entre tantos outros. Não aceito generalizar e dizer que nosso conselho seja gente sem opinião, algo que os detratores dos Irmãos Perrella tentam passar à opinião pública.

10. Finalmente, creio que o Cruzeiro vai começar o processo de reversão ainda este ano. Teremos de mudar um pouco a visão quanto às tais parcerias e focar num grupo menor de jogadores. Mesclar grandes talentos às jovens promessas que o clube tem condições de revelar. Não podemos continuar revelando jogadores e os repassar para ver se estouram no Ipatinga, Cabofriense, Nacional da Ilha da Madeira ou Sporting de Braga. E de mais a mais, já está passando da hora de parar de fazer negócios com os portugueses. Tenho a impressão de sempre estamos levando a pior. Melhor seria continuar a negociar com franceses e russos (rs, rs, rs).

Saudações Azuis,

João Chiabi Duarte

Memória, Interdição, Chefia: temas para o domingo

domingo, 1 de agosto de 2010

Pra começar bem o domingo, recomendo a leitura dos colunistas do Cruzeiro.Org. O link está na coluna ao lado:

  • João Chiabi Duarte, em Lembrando um Clássico Marcante da História – São quase 26 anos de diferença, mas, quantas coincidências… E como recordar é viver, porque não falar de uma PÁGINA HERÓICA IMORTAL? – Nada como a lembrança de uma conquista que mudou a história do Cruzeiro para marcar este período que a gente está vivendo. Nossa torcida anda tensa e apreensiva, pois, tem sobrado incursões para nos tirarem a confiança nas nossas forças, capitaneada como sempre pela incrível imprensa mineira. Vejo todos os dias os torcedores elogiando as contratações e o timaço formado do outro lado da Lagoa. A coisa era mais ou menos parecida há 26 anos atrás.
  • Jorge Schulman, em O Clássico da Intolerância – Quando a Federação Mineira de Futebol (FMF) divulgou que os jogos entre Atlético-MG e Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro 2010 terão torcida única, e que a definição foi tomada após reunião com representantes das duas equipes para garantir a segurança dos torcedores, fiquei com um sabor amargo de impotência, sou sincero. O que nos resta dessa medida, senão aceita-la e assumirmos que os dirigentes acreditam que a violência de maneira geral se combate proibindo o encontro em espaços coletivos, e que, todos, pagamos as consequências?
  • Wilson Flávio, em Troca de Chefe – Troca de chefe traz alguns efeitos positivos. O funcionário encostado enxerga uma nova chance de entrar nos planos. O funcionário boicotador precisará perder um tempo para conhecer a nova chefia e traçar os novos planos de boicote. Funcionário que estava em alta com a chefia antiga não quer perder o posto, o que o leva a mostrar serviço para o novo comando. O cliente, por sua vez, passa a acreditar que, sob nova direção, o serviço deve melhorar.

Fluminense 1×0 Cruzeiro: Virou rotina

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Em 6º lugar com 15 pontos, o Cruzeiro pode subir até três posições se vencer a partida. Se perder, pode cair duas.

Cuca não contará com Jonathan, suspenso, e Roger Galera, lesionado. Recuperado de uma lesão na coxa, Marquinhos Paraná ficará no banco.

Em 2º lugar com 19 pontos, o Fluminense chega à liderança se vencer. Perdendo, pode cair uma posição.

Muricy contará com todos os titulares. Só não não terá nenhum desfalque, mas ainda não conta com os internacionais Juliano Belletti e Emerson Sheick.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 21h02 – Começa o jogo. Cruzeiro, todo de azul, à esquerda das tribunas. Flu com uniforme tradicional.
  • 03 – Gilberto lança Rômulo, que avança pelo campo de defesa do Flu e passa a WP. Fernand0 Henrique defende o chute rasteiro de atacante salvando gol certo.
  • 06 – Mariano chuta cruzado, da direita, Fábio defende.
  • 08 – Diego Renan derruba Mariano na direita. Conca cobra, Gum conclui, bola acerta WP e sai pela linha de fundo. Escanteio.
  • 09 – Juiz chama atenção de Fred e WP. Conca cobra escanteio, Gum tenta cocncluir e perde a bola.
  • 10 – Francisco Everton chuta de fora da área, bola fica na zaga.
  • 11 – Gilberto desaba após dividir bola com Leandro Eusébio. Juiz manda seguir.
  • 12 – Carlinhos lança Rodriguinho, que está impedido na ponta-esquerda.
  • 13 – Gilberto passa a WP entre os beques. O centroavante solta uma bomba, FH defende. Gilberto pega o rebote e chuta forte, pra fora.
  • 14 – Conca chuta, bola desvia em Gil. Escanteio.
  • 15 – Conca cobra escanteio, Gum cabeceia, Fábio defende em cima da risca salvando gol certo.
  • 16 – Finalizações: Flu 4×3.
  • 17 – Fabrício comete falta dura em Rodriguinho e recebe cartão amarelo.
  • 18 – Rodriguinho invade a área, mas é desarmado por Caçapa.
  • 20 – Leandro Eusébio comete falta em WP. Francisco Everton cobra, Caçapa arremata, bola desvia na zaga e fica com FH.
  • 21 – Cruzeiro não tem armador. Suas jogadas foensivass são óbvias, facilmente, desbaratadas pela defesa do Flu.
  • 22 – Rômulo comete falta em Conca.
  • 23 – Diguinho chuta, Fábio defende.
  • 24 – Gilberto passa a Francisco Everton, que dribla Diogo e chuta. FH defende com dificuldade.
  • 25 – Passes errados: Cruzeiro 13×10. Henrique marca Conca individualmente. Diogo marca Gilberto.
  • 26 – TR chuta de fora da área, FH defende.
  • 27 – TR dribla Carlinhos e cruza. Defesa cede escanteio. TR cobra, defesa espana.
  • 28 – Rodriguinho lança Fred. Bandeira marca impedimento equivocadamente.
  • 30 – Mariano lança Carlinhos, que conlui fraco de dentro da área. Fábio defende.
  • 32 – WP recuado pra armar o jogo não funciona. Ele não tem talento para criar jogadas.
  • 33 – TR cobra falta sobre a área, Gum desvia pra escanteio.
  • 34 – TR faz boa jogada pela esquerda e cruza. André Luiz corta.
  • 35 – Faltas: 7×7. Gilberto sente o calcanhar. Será substituído.
  • 36 – WP arranca, André Luiz passa o rodo no atacante. Cartão amarelo.
  • 37 – Marquinhos Paraná substitui Gilberto. TR cobra falta, pra fora.
  • 38 – Gil derruba Fred. Francisco Everton puxa contra-ataque. Rômulo chuta de fora da parea, Fernando Henrique defende.
  • 39 – MP puxa Carlinhos pela camisa e recebe cartão amarelo.
  • 40 – Rômulo avança pela direita, Carlinhos cede lateral.
  • 41 – Paraná e Everton tabelam, defesa desmancha a jogada.
  • 42 – Fabrício lança WP, que é derrubado por Diguinho e Diogo.
  • 43 – TR cruza da direita, com efeito. FH tira de soco.
  • 44 – Diego Renan tabela com WP, Gum rebate.
  • 45 – Conca lança Carlinhos, que chuta à queima roupa. Fábio faz grande defesa desviando a bola pra escanteio.
  • 46 – Fim do 1º tempo.
  • Cuca: “Grande perda a do Gilberto, que é nosso único armador. Fabrício jogará mais avançado pra armar o jogo.
  • Fred: “Tá todo mundo vendo que o time não fez nada. Fomos dominados. Temos que voltar no 2º tempo dominando pra vencer.”

Lances + importantes do 2º tempo

  • 21h08 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Alan substitui Rodriguinho.
  • 01 – Diguinho comete falta em Francisco Everton e recebe cartão amarelo.
  • 02 – Diego Renan cruza da esquerda, WP sobe livre no 2º poste e cabeceia pra fora.
  • 03 – Rômulo lança Thiago Ribeiro, que chuta forte, cruzado. Fernando Henrique defende.
  • 04 – Diogo chuta de longe, bola sai à direita de FH.
  • 07 – Wellington Paulista cobra falta, de longe. Bola rasteira, por pouco FH não deixa passar entre as pernas
  • 08 – Conca cobra escanteio pela esquerda, Leandro Euzébio sozinho, sem marcação, cabeceia no canto direito de Fábio. Fluminense 1×0.
  • 09 – Alan chuta forte, Fábio salva gol do Flu com uma ponte.
  • 10 – WP troca empurrões com Leandro Euzébio dentro da área. Cartão amarelo pra ambos.
  • 12 – Marquinhos Paraná recebe lançamento dentro da área, mas é desarmado.
  • 13 – TR cobra escanteio pela direita, bola passa por trás do arco tricolor.
  • 15 – Leandro Euzébio lança Fred, que tabela com Alan. Caçapa desarma o centroavante.
  • 17 – Henrique desarma Mariano e lança Marquinhos Paraná, que chuta forte, cruzado, por cima do travessão.
  • 18 – Robert substitui Fabrício.
  • 19 – Gil reclama e recebe cartão amarelo.
  • 20 – TR lança Robert, que cai de bunda no chão ao tentar dominar a bola na lteral da área.
  • 22 – Diguinho comete falta em Henrique no meio de campo.
  • 23 – Caçapa desarma Alan na meia lua e sai jogando.
  • 24 – Diego Renan passa a Robert, que chuta de qualquer jeito. Bola bate na zaga.
  • 25 – Acossado por Fred, Gil recua de cabeça pra Fábio.
  • 26 – WP aplica uma rasteira em Conca. Passes errados: Flu 31×29;
  • 27 – Conca cobra falta, bola passa por cima do travessão.
  • 28 – Robert tenta jogada individual e entrega a bola pra defesa tricolor.
  • 29 – Público: 28.479 pagantes, 34. 845 presentes.
  • 30 – Javier Reina substitui Francisco Everton. Faltas: Flu 20×16.
  • 31 – WP cobra falta da intermediária, bola sai à esquerda de Fernando Henrique.
  • 32 – Reina avança pela esquerda, mas estraga a jogada com falta sobre Alan.
  • 33 – Reina recebe passe na esquerda, mas é desarmado por Leandro Eusébio com facilidade. Na sequência, WP tenta carregar a bola, mas também é desarmado pela defesa.
  • 34 – WP desarmado por Gum. Diguinho sai jogando, mas é desarmado por Henrique.
  • 35 – TR cruza da direita, Gum se antecipa a WP e corta.
  • 39 – Alan cruza, Fred não alcança, Fábio defende.
  • 40 – Paraná lança Rômulo, que é derrubado por Carlinhos. Lateral tricolor reclama e recebe cartão amarelo.
  • 41 – TR cobra falta, Gum rebate de cabeça.
  • 43 – Robert chuta de fora da área, FH defende com facilidade.
  • 45 – Marquinho substitui Conca.
  • 47 – Cruzeiro ataca sem organização. Flu se defende sem dificuldade.
  • 49 – Fim de jogo. Flu é líder, Cruzeiro, 7º colocado.
  • Leandro Eusébio: “Eles vieram pra jogar na defesa.”
  • Cuca: “Dominamos, mas sem um armador ficou difícil, pois eles fecharam as laterais.”
  • Fred: “O Fluminense se organizou fez contratações, por isto está fazendo boa campanha.”

Fluminense 1×0 Cruzeiro, quinta-feira, 22jul10, 21h, Maracanã, Rio de Janeiro, 10ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: SporTV e PFC (pague-pra-ver) – Público: 28.479 pagantes, 34. 845 presentes – Renda: R$597.495,00 – Juiz: Wilton Pereira Sampaio (DF) – Bandeiras: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Enio Ferreira de Carvalho (DF) – Amarelos: Fabrício, Marquinhos Paraná, Wellington Paulista (Cru); André Luiz, Leandro Euzébio, Carlinhos, Diguinho (Flu) – Gol: Leandro Eusébio 8 do 2º tempo. – Cruzeiro: Fábio; Rômulo, Gil, Cláudio Caçapa e Diego Renan; Fabrício (Robert), Henrique e Francisco Everton (Javier Reina); Gilberto (Marquinhos Paraná); Thiago Ribeiro e Wellington Paulista. Tec: Cuca / Fluminense: Fernando Henrique, Gum, André Luis e Leandro Euzébio; Mariano, Diogo, Diguinho, Conca (Marquinho) e Carlinhos; Rodriguinho (Alan) e Fred. Tec: Muricy RamalhoHistórico: Foi o 61º Cruzeiro x Fluminense. O Cruzeiro venceu 18 vezes, empatou 16, perdeu 27, marcou 83 gols, levou 98. Pelos brasileiros, incluindo as Taças Brasil de 1960 e de 1966, foram 42 partidas. O Cruzeiro venceu 13, empatou 14 e perdeu 15. Os dois clubes jamais decidiram uma competição entre si.

Pacote ou embrulho?

terça-feira, 6 de julho de 2010

Vamos botar ordem na bagunça em que se transformou o pacote de reforços do Cruzeiro:

  1. Juan Román Riquelme não jogará pelo Cruzeiro. Foi apenas uma anestesia. Com o pacote de contratações concluído hoje, o meia xeneize já não tem mais nenhum papel a cumprir.
  2. Ernesto Farias, El Tecla, centroavante argentino do Porto está cada vez mais distante da Toca da Raposa. Cobra alto e ZZP acha que já tem atacante demais no elenco.

Certos estão:

  1. Walter  Damián Montillo, meia argentino de 26 anos da Universidad de Chile já assinou contrato e estará à disposição de Cuca  após o encerramento da Libertadores para a La U. Ele custou 3,5 milhões de euros e assinou por cinco anos. Falta só arrnjar um parceiro pra rachar a conta.
  2. Wallyson Ricardo Maciel Monteiro, 21 anos, nasceu em Natal, Rio Grande do Norte. O atacante velocista jogou pelo São Gonçalo do Rio de Janeiro em 2003 e 2004, ABC, em 2007 e Atlético-PR em 2008.
  3. Rafael Marques Pinto, beque carioca de 26 anos atuou pelo Brasiliense, em 2003, Botafogo, entre 2004 e 2007, Goiás em 2008 e Grêmio, onde jamis foi titular, em 2009.
  4. Francisco Everton de Almeida Andrade, 26 anos, nascido em Maranguape, no Ceará, é meia e jogou no Ferroviário, Grêmio Barueri, em 2008 e 2009, e no Fluminense, em 2010, sob o comando de Cuca.

Quase certo está:

  1. Rômulo Souza Orestes Caldeira, 23 anos, 1,78m, 72 KG, lateral direito, nascido em Pelotas, jogou pelo  Caxias e Juventude, em 2007, Metropolitano, em 2008, Chapecoense, em 2009, Santo André, 2009 e 2010.

Trocamos seis por meia dúzia? Alguém vai ao aeroporto? Seguinte: vamos torcer e enxotar as hienas. Mais do que isto, é impossível.

Uma idéia, por favor

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ZZP disse que poderia, se quisesse, gastar R$50 mi, montar um timaço. Mas, com isto, quebraria o clube. E é verdade.

Tantos cartolas já fizeram isto que ele seria apenas mais um a cometer tal desatino. E é melhor, mesmo, que não faça tal besteira.

Deve existir alguma forma de arranjar dinheiro que não seja vendendo jogadores, que a Europa já não quer ou, como se dizia nos tempos de Dondom e Evandrão, empinando papagaios.

Minha sugestão já ofereci: sócio-torcedor ao invés de sócio do futebol. Parece que não colou. Alguém imagina algo melhor?

E é bom pensar depressa, pois estamos sendo passados pra trás com uma rapidez impressionante. A julgar pelas contratações prometidas pelos rivais, nem com a deslumbrada Cocota competimos mais.

Cine Balípodo

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Hugo Serelo

O cinema 2010 tem de tudo. Drama, romance, terror e comédia. Eis minhas dicas aos colegas do blog:

  1. Baby, o Porquinho Atrapalhado: Palmeiras 2010.
  2. O Nome da Rosa: Camisa de treino.
  3. Premonição:   Ipatinga 3×0 Cruzeiro.
  4. Sem Novidades no Front:  Contratações da diretoria.
  5. Os Renegados: Dudu e Bernardo.
  6. A Era do Gelo: Tempo em que a Cocota campeoanva.
  7. Rede de Intrigas: Dirigido por Artur Morais.
  8. Operação França: Mauro cornetando corneteiro.
  9. Desejos Proibidos: Libertadores e Brasileiro.
  10. Forrest Gump, o Contador de Histórias: Entrevistas d’ O Alixandre.
  11. Os Brutos Também Amam: Kléber na Mancha Verde.
  12. O Operário: Marquinhos Paraná.
  13. Geração Roubada: Copinha 2007.
  14. O Equilibrista: Adílson Batista.
  15. Minha Vida de Cachorro: Vaias da “massa”.  
  16. Conflitos Internos: Libertadores 2009.
  17. A Fuga das Galinhas: Cocota com medo de jogar em Teófilo Otoni.
  18. Teoria do Caos: Dirigido por Ney Franco.
  19. Zona de Risco: Posição da cocota no Brasileiro.
  20. Se Meu Apartamento Falasse: Maurinho.
  21. O Virgem de 40 anos: Cocota há 40 anos na seca.
  22. O Homem que Não Estava Lá: Fernandinho em campo.

Hugo Oliveira Pegoraro Serelo, 23, cruzeirense, nasceu emdradas-MG, mora em Divinópolis-MG.

Contratações cirúrgicas

sábado, 12 de junho de 2010

Cuca não vai aos USA comandar o Cruzeiro contra o New England Revolution, em Boston e o Red Bull., em New Jersey. Ficará em Belzonte ou Curitiba.

Espero que, ao invés de perder tempo com a Copa, ele assista aos teipes do Cruzeiro, anote as carências do elenco e escolha certo as tais contratações cirúrgicas, que está cobrando.

Algumas sugestões: Maicon, ex-beque imaturo, que está perdido em Portugal, e Réver, se estiver dando bobeira seriam bem-vindos.

Correia, após chutar a torcida da Cocota ajudaria a compor a meiúca, que deve perder algumas peças. Danilo Dias pra ser reserva do Ribeiro, Charles e Moreno também seriam boas pedidas. Hyago e Gil poderiam ser pescados na base.

Agora, Sr. Alex Stival, esqueça Riquelme e demais etiquetas. Clube quebrado não pode enfiar o pé na jaca.