Posts com a Tag ‘contratação’

Emerson, Adílson, Wanderley

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Paulo Autuori perdeu de 4×0 e caiu fora antes da segunda final de 2007.

Emerson Ávila embarcou na canoa furada e lavou a honra celeste batendo o Atlético-MG por 2×0.

Eu estava lá e vi a torcida emplumada passar 85 minutos em profundo silêncio antes de poder comemorar aquele título mineiro.

Respeito Emerson Ávila. Em uma semana, ele costruiu um time épico.

Adílson Batista levou pancada desde o anúncio de sua contratação até o momento em que deixou o clube.

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Torcida de Uberlândia, um espetáculo à parte

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×0 Internacional, no Parque do Sabiá, Uberlândia, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 08set10.

Por Matheus Reis

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Leandro Mattos: “O 10 encheu os olhos!”

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do São Paulo 2×2 Cruzeiro, no Morumbi, São Paulo, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 15ago10: (mais…)

Pitacos selecionados

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Alguns comentários sobre posts recentes valem a pena ser lidos (ou relidos), pois vão além da equizofrenia geral. Abordam com humor e pertinência os temas propostos sem resvalarem para a grosseria e o palanquismo típico dos áukicos.

Alguns deles:

Moema Fox, no PHD: Cada cabeça, uma sentença. Tênis é esporte de elite? Pode ser. Era muito mais na minha infância. E eu não tinha dinheiro nem pras munhequeiras. Assistia Ivan Lendl e Steffi Graf e sonhava um dia poder jogar. Ganhei uma raquete usada, daquelas de madeira, de uma vizinha. Aprendi a jogar tênis sozinha, batendo bola na parede do quintal de casa e procurando fazer igual aos profissionais. A primeira vez que joguei em quadra de verdade, já era adolescente, e foi a realização de um sonho. E as coisas foram melhorando, tive aulas, comprei raquetes boas, me diverti à beça com o esporte de burguês. Mas desculpem-me, eu estava enganada. Deveria era ter ficado chutando uma bola no lote baldio perto de casa ao invés de sonhar com coisas melhores. Absurdo!

Daniel Loures, no PHD: Concordo em gênero, número e grau com a Moema. Ao invés de apoiarmos o prática de esportes, seja ele qual for, rotulamos oas modalidades. Chamar um esporte de burguês ou de maricas, tende à estupidez.Temos que incentivar a prática de esportes em todos os meios sociais. Pensar que só o futebol é a salvação é retrogado. E não temos que usar o esporte com o objetivo de lucro, de se dar bem na vida e sim como forma de inclusão social. Se uma quadra de tênis foi criada temos que aplaudir.

Velho  Damas, no PHD: Petequeiro, euuu??? Na minha região de origem, além da tradicional pelada, era chegado numa caixeta, pif, truco e sem dúvida fui um dos mais destacados levantadores do copo Lagoinha. Agora, no rancho do Rio Pilões aqui em New Farm, descobri uma nova modalidade: pesca esportiva etílica. Ainda mais depois que inventaram um barrilzinho verde de 5 litros. Aí foi que o trem ficou bom demais!!! Desse jeito chego aos 90 fácil, fácil!!!

Chaves, no PHD: Eita, como tem gente nervosa e complexada no blog! Uma semana em que a Cleo Pires sai na Playboy e Luciana Vendramini no Paparazzo não tem como ser ruim. E vocês aí reclamando de trabalho, política, futebol… 

Eduardo Arreguy, no PHD: Particularmente, acho tênis realmente um esporte elitista. Não viram domingo, no ipatingão? Só porque um cara resolveu jogar tênis, o povão comeu ele na porrada, o que mostra que além de elista, pode ser também um esporte muito violento. Deve ser por isto que o rapaz queria uma quadra só pra ele.

Matheus Reis, no PHD: Não vi jogos suficientes do Montillo, mas vi os dois jogos contra o Chivas e gostei. Chamou a responsabilidade pra si embora seu time não tenha se classificado. Além disso, é jogador criado. Acho que não corre o risco de se deslumbrar com as belezas etílicas, gastronômicas e femininas de BH. Que a documentação chegue logo e que ele estreie no Domingo.

Elias Guimarães, no PHD: Fiquei impressionado com Montillo desde a primeira vez que o vi jogar, com mais atenção, contra o Fla no Marqaca e no Santa Lúcia. Ele joga de cabeça alta, pensa rápido e tem viradas de bola, passes longos (nem digo lançamentos de tão perfeitos que são). Agora, precisamos recuperar o mais breve possível o Leonardo Silva,que vai cansar de marcar gols de cabeça e se tornar artilheiro do Brasileiro. Sóa não apostam no Montillo yna parcela daa imprensa galinácea louquinha de raiva pela boa contratação celeste e e certos “torcedores” do Cruzeiro, adeptos do fogo amigo, chamados carinhosamente de seca-pimenteiras…

Vinícius Cabral, no PHD: Thiago Heleno jogou quatro temporadas pelo Cruzeiro e tem apenas 21 anos. É muito novo! Ele parecia ter uns 24 ou 25 anos… A que ponto chega a intolerância de alguns torcedores com jogadores da base. Me lembro dele ser vaiado antes de completar 20 anos. Bom, caso seja vendido, desejo a ele toda a sorte do mundo. Acho que terá um futuro brilhante.

Victor Pimentel, no PHD: Nem vou levar em conta o jogo do Montillo contra o Flamengo, porque ali foi jogar contra ninguém. Mas gostei dele no jogo de volta da Libertadores contra o Chivas.

Elias Guimarães, no PHD: Brasile USA foi bom divertimento. E com uma linda bandeira do Cruzeiro ao vivo em HD sendo mostrada para o mundo todo. O bom futebol praticado pelo Brasil resultou no 2×0 d0 1º tempo. Ramires sobrando, com direito a passe primoroso pro 2º gol do Brasil. E ainda teve Neymar, Ganso e Robinho deitando e rolando praá cima dos “cintura dura”…

Maurício Sangue Azul, no PHD: Parabéns Matheus Reis! Aliás, aos dois Matheus. Tanto o Penido quanto o Reis escrevem muito bom. Têm excelente visão do jogo e analism bem as atuações individuais. Acho muito bom a turma ajudar o Sìndico nos posts pra desafogá-lo no dia a dia, e não ficar cansativo pra ele. Por causa da idade avançada, o Homem tem que tirar uma soneca à tarde pra recarregar as pilhas. kkk

De três em três

quinta-feira, 29 de julho de 2010

O Cruzeiro jogava com três volantes e isto era motivo pras hienas torcerem contra o clube.

Com a contratação do Cuca, criou-se a expectativa de que o time jogaria com três atacantes. O mais provável, contudo, é que tenha três beques.

Ontem, o treinador experimentou este esquema em suas variações 5-3-2 e 3-5-2. Com o fora-de-série Fabinho jogando na sobra de Edcarlos e Gil.

O treinador está certo. Improvisado na bequeira, o ex-corintiano não tem velocidade pra correr atrás de atacantes.

Sem armadores, o time terá dificuldade de controlar o meio de campo. Resta apostar na marcação forte e no contra-ataque.

Cuca vai cuidar primeiro de seu emprego. Depois, se der, fará alguma gracinha pras hienas.

Ao contrário delas, o Alexi Stival não quer perder o clássico. Nenhum cruzeirense de verdade quer.

WP: “Era pra bater no alto, bati no chão…”

sábado, 24 de julho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Fluminense 1×0 Cruzeiro, no Maracanã, Rio de Janeiro, pela 10ª rodada do Brasileiro 2010, em 22jul10:

  1. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: Sabíamos da força da bola aérea deles. Na oportunidade que tiveram, fizeram o gol. Agora é pensar nos próximos jogos, que serão difíceis.
  2. Francisco Everton, volante do Cruzeiro: O time jogou bem, mas o resultado foi ruim, perdemos três pontos, nos distanciamos um pouco do G4, mas o objetivo é o mesmo, tentar entrar no G4 e, se Deus quiser, procurar o título também. Pecamos nas finalizações. Vamos trabalhar forte para conquistar os três pontos contra o Grêmio.
  3. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O Cuca avisou no vestiário que o único perigo de a gente levar gol seria na bola aérea e o Fluminense não criou muitas chances. Fomos avisados da jogada forte deles, mas infelizmente a gente vacilou e tomou o gol de escanteio. Tivemos várias chances e não soubemos aproveitá-las.
  4. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: A gente sabia que a jogada perigosa do Fluminense era a bola parada. Marcamos muito bem, num bate-rebate dentro da área no 1º tempo quase sofremos um gol. No 2º, tínhamos que marcar de qualquer jeito e acabamos sofrendo o gol do jeito que a gente não queria. Mas serve de consolo saber que estamos mudando esse Cruzeiro, o time está mais guerreiro, todo mundo viu como a gente lutou. Eu sabia que o Fernando Henrique ia muito bem no chão. Até comentei com o Robert antes que, se tivesse uma chance cara a cara com o Fernando Henrique, era bater no alto, porque no chão ele é muito melhor. Acabei escolhendo o chão e ele defendeu com o pé. Mas é um grande goleiro e a gente sabe que é difícil vencer aqui.
  5. Robert, atacante do Cruzeiro: Criamos no 1º tempo, tivemos mais oportunidades. No 2º tempo, eles fizeram o gol e se retrancaram
  6. Gilberto, armador do Cruzeiro: É a mesma lesão. Ela começou a incomodar muito a panturrilha e eu já estava com dificuldade pra correr. Achei melhor não atrapalhar a equipe e sair do jogo.
  7. Octacílio da Matta, médico do Cruzeiro: Gilberto está medicado e vamos avaliar novamente pra dar uma posição definitiva. É perto da região que ele tinha dor. Nós vamos definir melhor a situação na sexta-feira.
  8. Cuca, treinador do Cruzeiro: Estou muito contente com o que o Cruzeiro jogou, fez uma grande partida, e o Fluminense está de parabéns por ter vencido. A gente falou que era a bola parada do Fluminense o perigo. Eles estão reclamando de falta, não sei. Mas, mesmo assim a gente teve o comando do jogo, buscamos o ataque. Eles marcaram bem os lados do campo e aí faltou para nós o criador. Mas eu acho que o Cruzeiro fez uma grande partida e poderia ter saído com um resultado melhor. Essa não é uma derrota que tem trauma, porque você jogou muito bem, poderia ter empatado, vencido. Tem que enaltecer as coisas boas e corrigir os defeitos para no domingo vencer o Grêmio, porque o campeonato é assim. Não dá para ficar lamentando muito tempo aqui, senão ganhamos no domingo.
  9. Fernando Henrique, goleiro do Fluminense: Foi uma vitória fundamental pra nossos objetivos. Conquistamos três pontos e impedimos um concorrente direto na disputa pelo título de pontuar. É muito importante chegarmos à 1ª colocação. O grupo ganha muita confiança e tranquilidade para trabalhar. Esta liderança é fruto do nosso empenho.
  10. Muricy Ramalho, treinador do Fluminense: Não temos que mudar nada. Não temos que ficar empolgados. No futebol e na vida, se você sofre uma derrota não quer dizer que está tudo errado. Se você vence não quer dizer que está tudo certo. A vida continua. Amanhã é dia de treino. No 1º tempo, eles nos dominaram. Tivemos chances de gols, mas eles foram melhores. Erramos demais na saída de bola. Depois, acertamos o time, fizemos o gol e podíamos ter matado a partida no contra-ataque. Não foi um grande jogo nosso. Mas acontece. O bom desse time é que nunca desiste e é humilde. É um time que sabe o que quer. Há ambiente bom, disciplina, um time ligado. Tudo isso ajuda no caminho. Cada dia para mim é superimportante. Estou tentando passar isso para os jogadores e agora vou cobrar mais ainda. Vou cobrar treinamento, pensamento no adversário, disciplina, só assim vamos nos manter. E isso não é fácil, é difícil demais. Tive a oportunidade de ficar na frente em alguns campeonatos. Todo mundo persegue o Fluminense agora. O time passa a ser mais analisado, vão querer ganhar do nosso time a qualquer preço. Melhoramos pouco a pouco na tabela, tivemos humildade de conhecer as limitações, tivemos a força de lutar, o que não é de agora, esse time com o Cuca já jogava assim. Acredito em uma coisa que faz a diferença, que é o trabalho. Emerson e Belletti podem estar prontos até paa domingo. São muito bons, diferentes, vamos precisar de jogadores assim. Em um Campeonato Brasileiro é preciso qualificar o plantel. Estamos crescendo na competição, que é difícil demais, mas estamos no caminho certo.
  11. André Kfouri, em seu blog: O Fluminense não deixou o cavalo passar selado, e abraçou a liderança do campeonato. .
  12. Juca Kfouri, em seu blog: A torcida do Flu marcou, no Maracanã com 28.479 pagantes, certamente um dos belos momentos deste Brasileirão, apesar de ainda apenas no começo: cantou o nome de Cuca assim que o Cruzeiro entrou em campo. Depois, viu um 1º tempo em que o time mineiro tomou conta, criou umas cinco claras chances de gol contra apenas duas do tricolor, em noite dos goleiros Fernando Henrique e Fábio, mais do primeiro do que do segundo. Pena que o Cruzeiro tenha perdido Gilberto, que jogava bem, machucado, ainda antes do intervalo. E o Cruzeiro seguia melhor no Maracanã, com Fernando Henrique fechando o gol. Só que, em escanteio cobrado por Conca, Leandro Euzébio subiu mais e pôs o Flu na liderança: 1×0, aos 8. Em tese, o Cruzeiro não merecia, mas o Cruzeiro perdia tantos gols que, na verdade, merecia. Mas martelava, martelava, enquanto o Flu se defendia, se defendia.
  13. Leandro Mattos, em seu blog: Jogo parelho, com desperdício: O Cruzeiro foi ao Maracanã e encarou o Fluminense de Muricy Ramalho. Foi um jogo igual, com chances sortidas para ambos os lados, mas os cariocas levaram a melhor. Foram eficientes e rápidos numa jogada fatal pela linha de fundo e colheram os três pontos, com uma vitória por 1×0. Em meio a tantos jogos amarrados, modorrentos, que temos visto desde o recomeço do Brasileirão -e depois de uma Copa do Mundo pra lá de fraca- , deu gosto ver uma partida em que 22 jogadores e dois técnicos miraram o gol a todo instante, embora o placar, no fim, tenha sido magrinho. Oportunidades surgiram em pencas, para celestes e tricolores: foram 40 no total. Os quase 30 mil pagantes que estiveram no Maracanã poderiam ter visto mais gols, não fosse a ineficiência nos arremates e as boas atuações de Fábio e Fernando Henrique. A derrota acabou saindo cara para os estrelados e significou desperdício. Se tivessem vencido, os 11 de Cuca estariam isolados na quarta colocação, dentro do G4, já que a última vaga no grupo de elite do Nacional está com o Inter, que tem 16 pontos. Com 15, o Cruzeiro caiu para a sétima colocação da tabela. A principal mudança azul na ‘era Cuca’ foi de mentalidade. Criação e ataque agora têm mais peso, em comparação à – também importante – marcação. Gilberto mais uma vez foi um dos destaques, o melhor em campo, ao lado de Fábio, até deixar o gramado com dores no tendão de aquiles. Thiago Ribeiro, com sua correria e persistência pelas laterais também merece crédito. A reabilitação poderá vir contra o Grêmio, neste domingo, na Arena do Jacaré.
  14. Vitor Birner, em seu blog: Wellington Paulista perdeu um gol cara a cara com Fernando Henrique logo no início do jogo. Chance de ouro. Houve outras boas oportunidades para a Raposa ao longo da partida do Maracanã. O movimentado jogo teve um único gol, marcado aos 8 do segundo tempo, por Leandro Euzébio, de cabeça. Outra vez o Flu venceu do jeito “muricyzado”, jogando no limite, correndo riscos e ficando com 3 pontos depois de ser pressionado.
  15. Lédio Carmona, em seu blog: A última noite (será que foi mesmo?) de Muricy pré-Seleção Brasileira foi perfeita. Não só pela vitória, mas sim porque seu time mais uma vez mostrou ter a sua cara. Objetivo, simples e funcional. Competitivo. Era jogo para empate. O Cruzeiro jogou muito bem. Saiu Adílson Baptista, entrou Cuca, mas o elenco continua forte, e o padrão tático, consistente. Mas a fase tricolor é tão boa que, mesmo após ser dominado no primeiro tempo, a equipe voltou mais ligada no segundo, fez o gol com Leandro Euzébio e conseguiu segurar o resultado. Fim de jogo: Flu 1×0 e a liderança alcançada após quatro anos de abstinência (desde 2006 os tricolores não assumiam a ponta). Foi um bom jogo. Tecnicamente, não foi perfeito. Erros de passes em demasia, faltas demais (muito embora os árbitros continuem enxergando além da conta). Mas uma movimentação formidável. Muita velocidade, principalmente por parte dos mineiros. Logo aos 2 minutos, Gilberto, que jogava muito, lançou Rômulo, que, como um foguete, partiu e deu um tapa de primeira para Wellington Paulista. Mas Fernando Henrique salvou. Nota do Jogo Aberto: esse Rômulo, lateral-direito que veio do Santo André e estreou ontem, é um avião! O Cruzeiro continou melhor, mas o Fluminense também arriscava. Tanto que Wellington Paulista salvou um gol de Gum. Fábio defendeu um chute cruzado de Carlinhos. E, do outro lado, Everton e Tiago Ribeiro também tiveram suas chances. Aí veio o que, para mim, foi o toque decisivo do jogo. Gilberto saiu machucado. E o Cruzeiro não tinha reserva para a armação. Roger está machucado e Montillo ainda não se apresentou. A criação caiu. A marcação do Fluminense aumentou, Muricy mandou o time encurtar os espaços e, a partir do gol de Leandro Euzébio, soube controlar a partida. A vitória do Fluminense, a invencibilidade de sete jogos (seis vitórias e um empate) e a cumplicidade do torcedor (34.000) devem ser comemoradas. Mas, mais ainda, a vitória de ontem deve ser muito comemorada pela qualidade do adversário. O Cruzeiro tem um ótimo grupo. E, como os tricolores, é candidato ao título. E, só mais uma boa notícia para os dois lados, esses times ainda vão crescer. O Flu com Deco, Belletti e Valencia. O Cruzeiro, com Montillo, Ernesto Farias e quem mais chegar. Foi um jogo de favoritos. Duelo de gente grande. E que terminou com um novo líder do Brasileirão. O Fluminense. De Muricy Ramalho. Que pode ser da Seleção. Mas que, até segunda ordem, ainda é só tricolor.
  16. Evandro Oliveira, no PHD: Notas: Fábio (8), Rômulo (7), Gil (7), Cláudio Caçapa (8), Diego Renan (5); Fabrício (6), Robert (2), Henrique (6), Everton (6), Reina (4); Gilberto (9), Marquinhos Paraná (6), Thiago Ribeiro (4), Wellington Paulista (4). Tec: Cuca (7).
  17. Mariana, no PHD: Gostei do jogo. Apesar da derrota jogamos bem. Teve horas que achei que estivesse jogando com o outro tricolor, o paulista. Me lembrou os jogos que fazíamos com o SPFC, quando jogavamos melhor e perdíamos. Efeito Muricy? Gostei do Rômulo, parece que, enfim o Jonathan tem uma sombra. Espero que não seja um ponto fora da curva. Agora o Robert foi mto mal, pra mim é um WP piorado. Torço muito pra queimar minha língua, mas acho que sua contratação foi um erro. Talvez o próprio Cuca já se deu conta das peças que temos para o ataque, afinal ele a princípio não queria o Farias. Agora, como gosto do Gilberto se continuar jogando assim, é o Montillo que vai ter que comer grama.
  18. Victor Pimentel, no PHD: O Tricolor não estava lá grandes coisas até seu gol. Se igualava alguma coisa, vá lá, era porque jogava em casa e patati-patatá. Após sair seu gol no começo do 2º tempo porém, foi brilhante. Se a coisa para o ataque não ia bem, o gol foi o pretexto para Muricy posicinar a equipe corretamente com um exímio futebol suiço. O Flu postou-se à frente de sua zaga com 0 jogadores no ataque. Jogou 11 contra 8 e emperrou a partida sem correr maiores riscos. Perfeito. Espero que o Santos continue com seu futebol de volúpia. Posso no mesmo campeonato ver um time agradável e o meu jogando para ser campeão. Show.
  19. Elias Guimarães, no PHD: Não acredito em merecimento ou castigo. O futebol se resume em  aproveitar as chances de gol. Tivemos várias, eles mal mal umas duas e no 2º tempo. Numa delas, mataram o jogo. A saída do Gilberto detonou nossa criação. E o goleiro deles numa noite feliz também fêz a diferença. Mas deste jogo tiro um alento, pois nosso time jogou muito bem. O problema da falta de gols persiste. E as bolas alçadas na área (cantei no intervalo) tbambém. Vamos lá, Cuca. Treinar o time, levantar a cabeça e continuar nessa toada que vai dar samba. Muito boa participação do Rômulo e do Everton, boa participação do meio e até da zaga…
  20. Romarol, no PHD: Só vou usar clichê “jogou como nunca, perdeu como sempre”. Relembrando a Copa do Mundo, o Cruzeiro está parecendo o México. Prefiro jogar da forma como foi contra o Goiás, do que perder para o time do “Muricy Goleada”. Aliás, este técnico não pode faltar em Copa do Mundo. Quando joga melhor, tem que matar a partida. O Cruzeiro teve a chance no 1º tempo. A saída do Gilberto prejudicou demais o time celeste.

Pesquisa: Romarol.

Francisco Everton, bom pra compor o elenco

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Victor Pimentel

Como triolor, empolguei-me quando Everton chegou ao Fluminense. Parecia um jogador de qualidade que iria trazer algo a mais para o time.

E ele realmente começou bem. Com o passar do tempo, a impressão de competência continuou. Só que, aos poucos, ele pareceu mais apagado e omisso nas partidas.

Não fazia bobagens ou grosserias, mas ficava a dever um algo mais.

Claro que ele garante um mínimo de qualidade e poderia se encaixar de novo. Não é de se jogar fora e não é decepcionante. Só não é para se esperar que ele resolva as partidas.

No cenário dos pontos corridos acho boa contratação porque quebra bem o galho ali no meio defensivo.

Victor Pimentel, 30, fluminense, geotécnico, síndico do Blablagol (link na blogosfera, ao lado)nasceu e mora em Niterói.

Riquelme será a próxima vítima?

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Boa parte da mídia dá como certa a contratação de Juan Román Riquelme pelo Cruzeiro. Não seria impossível considerada a redução de despesas com as saídas de Maluf, Baptista e Guerrón.

Por outro lado, é quase certo que o argentino desembarque em Beagá ainda contundido e vá precisar de algum tempo pra entrar em forma. Talvez só esteja em condições de jogo em setembro.

Se tal ocorrer, quem será o primeiro a chamá-lo de chinelinho? Quantos jogos ele resistirá antes de ser vaiado? Ou será que, jogando no interior, o time celeste e seu astro ficarão imunes aos apupos dos termocéfalos?

Cornetando a rádia

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Já que a rádia corneta do Cruzeiro sem dó nem piedade, resolvi meter o bedelho no trabalho dela.

Por mim, o Seu Mané, por falta de pulso, devia ser rebaixado de dono a chefe da equipe de esportes.

Enio Lima deveria ser o locutor dos jogos do Cruzeiro.

Os comentários ficariam por conta do sensato e decente Dr. Maurílio Costa. E as reportagens campestres seriam do Roberto Abras.

Afinal, onde foi que o Cruzeiro falhou pra merecer o Artur Morais? Abras, já!

O analista de números tem de ser um cara de confiança. Exijo o a contratação do Marcos Pinheiro.

Agora, pra dono da emissora, não tem nome melhor do que o do Tião das Rendas, o cara mais competente da casa. O que menos fala e menos erra.

E menos erra justamente porque menos fala.

Adílson: “O problema não é emocional, é físico”

terça-feira, 1 de junho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Ceará 1×0 Cruzeiro, no Castelão, em Fortaleza, pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 30mai10:

  1. Adílson Baptista, treinador do Cruzeiro: Erramos muitos passes no meio, chutamos muita bola pra frente. Esse não é o Cruzeiro. Eu vou relevar. Na minha avaliação, é por causa do desgaste dos jogos. Nada emocional relacionado a perda de Libertadores, pressão. Não é isso. O aspecto físico é a minha preocupação. O Ceará também jogou na quinta-feira, lá em Goiânia, vários jogadores estavam puxando a perna, demonstrando sinal de cansaço. Isso é normal. O Cruzeiro está fazendo sua 33ª partida, o Santos fez 36, o Internacional, 35. Isso acaba sobrecarregando. Está na hora de pensar em alternativas. Alguns jogadores estão um pouquinho sobrecarregados, desgastados. É aquilo que eu alertei no início: o Fernandinho um pouquinho mais, Roger um pouquinho mais, Fabinho um pouquinho mais, pra ajudar aqueles que jogam com certa frequência. A gente tem observado que, na hora de recuperar essa bola, alguns estão tendo um pouquinho mais de dificuldade. É sobrecarga. A conversa é dentro de campo. Se não voltar, se não marcar, se não acompanhar, se não correr, se cruzar os braços, se não fizer andar… Eu estou vendo. Não tem jeito de enganar a gente. A gente jogou bola. No meu ponto de vista, o time melhorou no 2º tempo. O Roger fez um bom jogo contra o Botafogo. Mas não pode é mão na cintura, parado, não voltando, andando, sobrecarregando determinado setor… Eu já falei: o Paraná está jogando o mesmo número de jogos que o Fábio. Uma hora vai cansar. O Henrique não está roubando o mesmo número de bolas que nos anos anteriores. Por quê disso? Com a entrada do Roger, vai mudar um pouquinho o estilo do Cruzeiro… (mais…)