Posts com a Tag ‘cocotas’

15ª da A: Cariocas foram ao futebol

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A 15ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro foi jogada em 21 e 22ago10 com bom público nos estádios. Flu e Timão deixam a concorrência comendo poeira. Bota e Ceará se aboletaram no G4. Os luxuosos elencos do St. Pauli e da Cocota apanham feio. Grêmio assusta sua torcida. CAP usa veneno de Pet contra o Fla. Guarani e Palmeiras tiram zero.

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A página heróica e imortal da Moema Fox

terça-feira, 22 de junho de 2010

Caros Jorge e Evandro,

Segue meu relato do jogo Cruzeiro x NY Red Bulls. Ficou bem grande, então por favor fiquem à vontade para fazer os cortes/alterações que julgarem necessários.

Peço também que revisem o texto, pois ultimamente ando comentendo diversos erros de português…

Seguem também, em anexo, as fotos que tirei durante o jogo. São poucas, pois como falei minha câmera resolveu parar de funcionar assim que cheguei ao estádio, e meu celular ficou sem bateria…

Apesar de tudo, aí vai uma parte da aventura americana para acomapnhar, em 18jun10, o NY Red Bull 2×4 Cruzeiro

Um forte abraço,
Moema. (mais…)

Adílson Baptista: “Eu sou um cruzeirense”

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 0×0 Santos, no Mineirão, pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 02jun10:

  1. Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Vou fazer meu último jogo lá em Goiânia, contra o Atlético-GO, e um abraço. É isso aí. É meu último jogo. Pra felicidade geral da nação, de alguns, eu faço meu último jogo lá. Já conversei com o Zezé, ele até nem queria que eu falasse isso aqui hoje, mas estou chateado com algumas coisas. Só cego que não vê o que é trabalhar uma equipe, o que é ter dificuldade, o que é organizar. Mas isso aí, tem muita gente do outro lado aí expert em futebol. A gente vai com calma, aprendendo todo dia. Quando o adversário joga contra o Santos é o jogo do ano. Quando somos nós, é jogo sob pressão. É assim que funciona aqui em Minas Gerais. Fico chateado com algumas pessoas vaiando o presidente, lamento, pela contribuição do presidente, pela história, pelos títulos, pelas conquistas, isso machuca a gente. Eu tenho só a agradecer, eu sou um cruzeirense, tenho carinho muito grande pelo clube, vou continuar torcendo pelo clube, mas a gente tem que pensar profissionalmente e chegou o momento de sair. Vida que segue. Vou rezar pra que um bom profissional entre e tenha sucesso. Vejo um Cruzeiro forte, competitivo, com grandes jogadores. Na parada da Copa, tem condições de reverter. Gosto muito do Maluf, é um grande profissional, muito correto, não deixava vazar muita coisa, porque vocês gostam muito de uma fonte segura, sempre têm fontes de informação, e o Maluf é firme, sério, cobrando, lutando, agindo com responsabilidade. Mas ele é um profissional capacitado, que daqui a pouco está no meio. A gente lamenta, mas é uma decisão do presidente, precisamos respeitar. Faz parte no futebol. Daqui a pouco volta. Não é em função do Maluf. Eu já estava conversando com o Maluf, em Atibaia eu coloquei que o meu intuito não era prejudicar. Mas já estava dentro dos planos. Grande motivo da saída e futuro destino: o coração, o meu coração. O coração é que está deixando. Não falo nada sobre futuro. Vou fazer o jogo, cheio de jogadores com dor, e tenho um compromisso em São Paulo na segunda-feira. Só isso. Tenho respeito pela imprensa, sempre tive. A gente tem que conviver de maneira saudável, honesta, procurando ser imparcial, ser profissional. Respeito muitos de vocês, pelo trabalho, sei o grau de dificuldade. Precisamos é conversar mais, esclarecer mais, ter um pouquinho mais de cuidado, porque hoje é blog, é twitter, é facebook, todo mundo fala. Esses dias a Miriam Leitão estava criticando o Júlio Baptista, o Gilberto, disse que ia tomar um remédio tarja preta. Quer dizer, todo mundo fala de futebol. Esses dias, o Cerezo encontrou o Maluf no aeroporto e elogiou o Cruzeiro. Esse está na minha seleção. Isso me dá satisfação, não quem escuto dizendo que tem que jogar esse daqui, esse aqui precisa pegar ritmo. Até esse pegar ritmo, eu caí, porque o futebol é muito dinâmico. Eu respeito, nós precisamos melhorar, eu tenho a minha linha de raciocínio, mas não fico fazendo média com ninguém, não dou informação para ninguém, trato todo mundo igual. Acho que ninguém deve ter privilégio de informação e alguns ficam bravos. Mas eu durmo tranquilo, um grande abraço para vocês. Voltar um dia? Volta tem. Isso daí… No futebol acontece muita coisa e a gente espera um dia voltar, mas a cabeça é só fazer esse jogo contra o Atlético-GO e não tem jeito, a gente gosta de trabalhar e vamos pensar o que fazer com calma. O Cruzeiro tem o meu respeito, a própria torcida. A minoria fica vaiando presidente, este, aquele, isso faz parte. Mas sempre tive o carinho, a admiração. Vejo o torcedor inteligente me apoiando, sabendo, tendo noção, discernimento de perceber algumas coisas. O clima está tranqüilo no grupo. Eles estão chateados, porque gostariam de estar numa situação melhor. Mas .enfrentamos um grande adversário. No Cruzeiro, cria-se crise. O Ceará está ganhando de todo mundo. Na Vila o Ceará jogou contra o Santos, que só não tinha o Robinho, e o Santos teve dificuldade. Teve um pênalti no Misael, que dá trabalho pra todo mundo. Pelo carinho, pelo respeito que tenho pelo Cruzeiro, eu procuro cobrar dos atletas pra que se entreguem naquilo que estão fazendo. Por algumas razões, não coloquei A, B ou C e é assim que vou agir em qualquer clube. Um atleta tem que ter esse comprometimento, tem que se dedicar, pois ele é bem remunerado. É evidente que uma hora vai perder. Mas tem de vender a derrota caro. O torcedor gosta de ver o jogador lutando. (mais…)

Mestre Zelão, ídolo da facção over 50

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

João Chiabi Duarte

Sou fã incondicional de José Carlos Bernardo, o Mestre Zelão. Quando ele veio do Sport, de Juiz de Fora, para o Cruzeiro, seu futebol já era reconhecido como o de um fora-de-série.

Mas, no Cruzeiro, ele encontrou Wilson Piazza e Dirceu Lopes no meio-campo. Naquela época quase todas as equipes adotavam o 4-2-4.

Natal, Tostão, Evaldo e Hilton Oliveira formavam o quarteto atacante. Não havia disponibilidade de vagas na Academia Celeste.

Só que mestre Zelão era bom demais, passava meses sem errar um passe, e não demorou muito, o Cruzeiro teve que arranjar uma fórmula para torná-lo titular.

A primeira vez que vi Zé Carlos jogar foi na minha estréia no Mineirão, num RapoCota que terminou 3×3, em 26nov67.

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Leopoldo Moura, um cruzeirense acadêmico

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Este é o Leopoldo Moura Jr., autor de posts instigantes, cruzeirense desde os tempos da Academia Celeste.

  1. Nome, data de nascimento, bairro onde mora: Leopoldo Corrêa Moura Júnior, 26mar56, moro no Sion, em Belo Horizonte, cidade em que nasci.
  2. Família Moura: Meus pais são Leopoldo e Aretusa. Ele trabalhava na Atlantic, antiga empresa de petróleo, onde era representante comercial (na época, chamavam de “viajante”) e ela dona de casa. Entre os meus, os seus e os nossos (meu pai se casou 3 vezes), os irmãos formam um time de vôlei: 4 rapazes e 2 moças.
  3. Escolas: Instituto de Educação, colégios Arnaldo e Logosófico, Universidade Católica (Economia)  e UFMG (Letras e Demografia Econômica na Face/Cedeplar, ambos incompletos).
  4. Trabalho: Sou auditor de tributos da Prefeitura de Belo Horizonte.
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Diogo Lara, cruzeirense racional

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Diogo Lara é um torcedor racional. Embora seja pouco mais que um garoto, pensa e age  como se fosse um sujeito vivido, calejado, experimentado.

Ele aprendeu a conciliar amor pelo clube com capacidade de raciocinar. Não é fácil. Confiram sua trajetória de fanático com olhos bem abertos.

  1. Nome, data de nascimento, cidade onde mora. Diogo Pinto Lara, 25ago82, Belo Horizonte. Moro no Bairro Santa Rosa, em Niterói-RJ.
  2. Nome dos pais e irmãos e o que eles fazem? Ronei, comerciante de veículos, e Cirlene, professora do ensino fundamental. Não tenho irmãos.
  3. Onde vc estudou? Colégio Militar de Belo Horizonte e Escola de Economia da UFMG.
  4. Profissão? Economista. Trabalho no BNDES.
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Os limites do “torcer contra”

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Leopoldo Moura Jr.

A paixão no futebol parece insaciável. Ao torcedor, não basta ver o seu time vencer. A alegria só se completa com a infelicidade dos rivais.

Todos os apaixonados são assim. Inclusive eu, que ainda busco enxergar alguns limites.

O ápice da torcida contra os outros está em torcer contra o próprio time. É o “avesso do avesso”, como diria o poeta concretista Décio Pignatari.

Uma situação-limite que, a torcida celeste viveu, acinteceu em 12dez04, no Cruzeiro 4×0 Vitória, pelo Brasileiro, no Mineirão.

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O Elenco do PHD – Parte I

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Hugo Pegoraro

E se eles jogassem bola tanto quanto teclam?

Alguns comentaristas do PHD têm estilos que lembram bastante o de certos jogadores de futebol. Analisando o perfil deles, fiz umas analogias:

  • Evandrão: Polêmico. Ame-o ou deixe-o. Joga bem, mas se destaca mais pelo estilo temperamental. Além de cotevelaços e voadoras, tem outras pancadas em seu portfólio. Algumas pra responder às provocações, outras absolutamente gratuitas. É temido dentro da área. Serginho Chulapa.
  • Sobrinho: Provocador, gosta de irritar o adversário ao extremo. Zomba, debocha e, se bobear, pisa no calcanhar também. Catimbeiro que é, provoca todo mundo. O problema é quando acaba mexendo com quem tá quieto e toma umas pancadas. Como na sua eterna rixa com o Síndico. Verón.

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A coletiva do blogueiro – Parte II

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

E segue o trololó…

  1. RdishComo mudou sua percepção dos jogos do Mineirão após a proibição de venda de bebida alcoólica? Pra melhor, uai, como a sua e a de todos os demias beberrões barrados no estádio… Entre 78 e 83, eu bebia muita cerveja, depois dos jogos, no Bar 22, pra esquecer o que havia acabado de presenciar. Nessa época, ajudei a salvar a vida de um componente da Banda do Bororó, que, extraviado, saiu pelo lado errado do corredor e encontrou um bando de cruzeirenses bêbados. Não fôssemos eu e meu amigo Jeromim, que entramos em luta corporal com a turba até a polícia chegar, o tocador de tarol teria sido morto. O  garoto saiu nos braços dos guardas com fratura exposta num braço. Depois dessa insanidade, passei a olhar a birita em campo de futebol com reservas. Hoje em dia, apoio a proibição, que devia se estender ao estacionamento também. Bêbado é um perigo. E gasta dinheiro à toa, pois nem vê o jogo. E, se vê, não capisca coisa alguma. 
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Ele não é argentino

domingo, 26 de julho de 2009

Thiago Heleno é a bola da vez.  Muitos torcedores perderam a paciência com ele. Fazer o quê?

Tanto quanto tem necessidade de escolher um ídolo, um infalível, a torcida também precisa ter seus demônios, alguém a quem atribuir os insucesso do time.

Do atual time do Cruzeiro, Paraná, Henrique, Jonathan, Fábio, Gerson, WP, Thiago Ribeiro, Wagner e Athirson já carregaram a cruz. Agora, chegou a vez do beque vindo da base.

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