Posts com a Tag ‘ciclotímico’

Dicionário do PHD. Vol. I

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Jorge:

Dando sequencia ao projeto do Dicionário do PHD estou definindo alguns termos da nova lista.

Nem todos eu lembro bem, como o caso do “ciclotímico”, mas depois você completa na revisão e aprimoramento do livrão.

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23ª da A: Cepada 14 foi tomada em 7 Lagoas

domingo, 19 de setembro de 2010

A 23ª rodada do Brasileiro 2010, em 18 e 19set10…

  1. Engenhão, Bota 2×2 Cruzeiro. Público: 14.128. Gols: Alessandro, 4 do 1º; Montillo, 12 (p) e 27, Loco Abreu, 31 (p) do 2º. Pênalti inexistente deu empate ao time carioca num jogo equilibrado.

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Lo que pasó en la Argentina

sábado, 29 de maio de 2010

Encerrada a temporada argentina -torneios Apertura 2009 e Clausura 2010-, apurou-se o ascesso e descenso direto e os jogos de promoção.

Caíram, sem escalas, o Chacarita Juniors, dono da torcida mais belicosa do país, e o Atlético Tucuman (nome é destino).  Eles deram lugar ao Quilmes e ao Olimpo (de Bahia Blanca, terra do Jorge Schulman).

Os confrontos da promoção colocaram frente a frente Rosario Central (que meteu 4xo na Cocota, numa final de Conmebol) contra All Boys e Gimnasia y Esgrima (rival citadino do Estudiantes) contra Atlético Rafaela.

Em Rafaela, o Atlético (nome é destino, como se verá adiante) fez 1xo sobre o Lobo. Em La Plata, levou o troco: 3×1. Marco Perez, goleador colombiano, avaliado em US$5 mi, fez os dois gols da classificação.

Pelo segundo ano, o Gimnasia escapa da queda, jogando em casa. Ano passado, teve de remontar um 0x3 pra se manter na elite. Um dia a casa cai.

Desta vez, o presidente Walter Gisande foi insultado com gritos de “hijo de puta” vindos da tribuna. Pior: vários referentes da equipe não aguentam mais disputar promoções e querem sair.

O treinador Diego Cocca só fica se o clube contratar reforços. Mas com uma dívida fora de controle, é pouco provável que tal aconteça.

Mais do que certa é a saída do artilheiro colombiano Marco Perez e do volante Rinaudo, destaque do time.

Dramático foi o duelo entre o All Boys e o Central. Na primeira partida, empataram, em Floresta, Buenos Aires, por 1×1. Na segunda, Los Blancos venceram por 3×0, no Gigante de Arroyito, em Rosário.

Desatou-se, então, uma crise sem precedentes na história auriazul. Um torcedor suicidou, outros fizeram passeata e sairam no braço com a polícia.

O presidente Horácio Usandizaga, caudilho político, que remodelou o estádio e prometeu o título nacional, renunciou e sumiu do mapa, ameaçado de morte pelos termocéfalos.

Futebol virou coisa de dementes. Pra muitos torcedores ele já não mais um esporte. São tapados que nunca estão preparados pra rebaixamentos e perdas de títulos que têm como conquistados com antecedência.

De tudo o que li, o mais interessante foi esta reflexão de um torcedor do Boca Juniors na área de comentários do La Nacion: 

  • Todo esto me puso a pensar en por qué nos resulta tan dramático irse a la B, y creo que es en primer lugar porque el el futbol nos enferma, no lo podemos ver como solo un deporte y reflejamos en él todas las frustraciones que tenemos viviendo en este país, y en segundo lugar por la mala organización de nuestro futbol, ya que un equipo que se va a la B tiene más solo una categoría por perder, pierde millones por la tv, miles de socios, baja la calidad en sus instalaciones por falta de mantenimiento, la calidad de sus jugadores por no poder pagar sus contratos, en fin terminan haciendo de un club grande (por su gente e historia e infrastructura) un club más como le pasó a los equipos de Córdoba (pienso en Talleres de Córdoba que ni en el Nacional está). A mi me gusta que suban nuevos equipos a primera porque intento pensar en el futbol como algo más democrático, pero deberíamos luchar para que la riqueza que se genera en el futbol de primera también le llegue a los equipos del Ascenso.

Ele está certo. Pra começar a desatar o nó da estupidez, é preciso reduzir a tremenda desigualdade que está transformando clubes grandes em pequenos.

Se algum dia isto for possível, uma passagem pela B será menos dramática. O futebol brasileiro, infelizmente, está na contramão desta proposta.

E a estupidez permanece latente. A começar por aqui mesmo, nestas Páginas Heróicas Digitais, em que a desclassificação nas quartas de final de Uma Libertadores se transformou num dramalhão digno de novela mexicana.

Troperistas, ciclotímicos e termocéfalos consideram a Série B como território privativo de outros clubes. O que é sintoma de oligofrenia. E prenúncio de desatino.

Menos, galera. Futebol, por mais que tenha se transformado em negócio, continua sendo, na essência, um esporte. E, como tal, sujeito a surpresas, a vitórias impossíveis e derrotas inesperadas.

Arranjando um pé de briga

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Torcedor não tem compromisso com a racionalidade. Se tivesse, passaria o tempo estudando física ou química e não batendo papo sobre futebol.

Nem brigando com adversários para provar o que os números provam sem discussão: quem é quem, que time é melhor etc.

Para o torcedor do Cruzeiro, basicamente um ciclotímico, temos, ao mesmo tempo, o melhor e o pior time do país. O melhor e o pior treinador. “Normal”, diria o Serginho.

Aqui no PHD, por exemplo, quando digo que o time é bom, mas o elenco é fraco, alguns amigos têm ataques de apoplexia.

Como se fosse algo espantoso um time de baixa arrecadação não ter o melhor que o mercado oferece.

Aos fatos. Mas sem pedradas, por gentileza.

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