Posts com a Tag ‘choro’

Rádio: Top 5 do Síndico

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Quase não me sobra tempo pra ouvir rádio.

Nas poucas brechas, fujo dos blablablás inúteis, do mondo cane, e da música barulhenta e vulgar.

Eis do que gosto de ouvir e recomendo:

  1. CBN Brasil (CBN, 106.1 FM, em rede nacional) – Carlos Alberto Sardemberg (sãopaulino) dialoga com comentaristas do primeiro time da imprensa brasileira: Miriam Leitão (economia), Merval Pereira (política), Renato Machado (vinhos), Roseann Keneddy (notícias da corte), Mauro Halfeld (planejamento financeiro), Mara Luquet (investimentos) etc. Ágil e bem humorado, mas sem perder a seriedade, ajuda o ouvinte, a caminho de casa ou do trampo, a manter-se conectado ao mundo. De segunda a sexta, entre 12h e 14h.
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A alma do negócio futebol

sábado, 18 de setembro de 2010

A Fifa está certa: o chororô é a alma do negócio futebol.

Por isto, devemos suspeitar de um complô pró-Corintiãs, chamar o juiz de ratão, vociferar, espernear, imprecar, praguejar e cousa e lousa.

Heber Roberto Lopes marcou um pênalti inexistente a favor do Botafogo. Lance semelhante ao que aconteceu no Brasil x Espanha da Copa de 62, quando um jogador da Fúria se atirou sobre Nílton Santos dentro da área.

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Choro desentrosado

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

No “Bem, Amigos”, Roger Galera reclamou da falta de estádio, que provoca constantes viagens e não permite a saudável convivência dos atletas celestes com seus familiares.

No Superesportes, Fabrício reclamou do gramado da Arena do Jacaré que, segundo ele, não mudou nada, desde que o time jogou lá pela última vez.

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15ª da A: Cariocas foram ao futebol

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A 15ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro foi jogada em 21 e 22ago10 com bom público nos estádios. Flu e Timão deixam a concorrência comendo poeira. Bota e Ceará se aboletaram no G4. Os luxuosos elencos do St. Pauli e da Cocota apanham feio. Grêmio assusta sua torcida. CAP usa veneno de Pet contra o Fla. Guarani e Palmeiras tiram zero.

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Dança da Chuva

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A desfaçatez continua. O talentoso Jonathan não encontraa gramado que lhe convenha.

Após o empate com o Grêmio decretou: “A Arena do Jacaré já deu!”. Agora, ele volta a choramingar:

“A gente não está jogando em casa, nossa casa é o Mineirão. Estamos sempre pingando aqui e ali e não estamos conseguindo nos adaptar ao gramado, mas temos que achar melhor forma para jogar em casa e voltar a vencer. Esses pontos são importantes.”

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11ª da A: Cruzeiro patina, rival desatina

terça-feira, 27 de julho de 2010

Eis a 11ª rodada do Brasileiro 2010, disputada em 24 e 25jul10. O público melhorou. Já está se aproximando da média do campeonato americano. O Corintiãs voltou à liderança. O Botafogo entrou na zona. A Cocota  ameaça tomar a lanterna do Atlético-GO. E o Cruzeiro patina na 6ª posição.

  1. São Januário, Vasco 2×0 Atlético-GO. Público: 13.157. Gols: Nílton, 33 do 1º; Fumagalli, 10 do 2º. Deu tudo certo pro Almirante. Quando chutou de longe, fez. Quando o Dragão chutou, duas bolas bateram na baliza. E o goleiro vascaíno ainda defendeu um pênalti.
  2. Farazão, Prudente 0x0 Vitória. Público: 4.922. Vitória, mesmo poupando alguns titulares, dominou. Mas quem esteve mais perto de vencer foi o Prudente.
  3. Ressacada, Avaí 0x0 Atlético-MG. Público: 5.733. Com dois a menos no 2º tempo, a Cocota rebolou pra segurar o empate. Valeu. Agora, o time do Luxa (um dos três melhores treinadores do mundo!) é o líder do Z4.
  4. Vila Belmiro, Santos 1×0 São Paulo. Público: 9.367. Gol: Renato Silva, contra, 15 do 2º. Misto por misto, o do Santos foi mais quente.
  5. Arena do Jacaré, Cruzeiro 2×2 Grêmio. Público: 9.672. Gols: Borges, 45 do 1º; Henrique, 1, Jonas, 34, Henrique, 41 do 2º. Jogando mal, Cruzeiro salvou um ponto com duas cabeçadas de Henrique e saiu falando cobras e lagartos do estádio. Aliou incompetência técnica e burrice administrativa.
  6. Beira Rio, Inter 1×0 Fla. Público: 21.079. Gol: Taison, 2 do 1º. Time reserva do Colorado foi demais para o titular do Mengo.
  7. Serra Dourada, Goiás 0x2 Atlético. Público: 4.023. Gols: Manoel, 27 do 1º; Maikon Leite, 35 do 2º.  Dessa vez, Leão não deu piti. O CAP não deu chance pro chororô e o treinador teve de engolir a derrota sem reclamações.   
  8. Castelão, Ceará 0x0 Palmeiras. Público: 24.935. Vozão se mantém no G4, Palmeiras continua devendo.
  9. Pacaembu, Corintiãs 3×1 Guarani. Público: 24.601. Gols: Jorge Henrique, 1 do 1º; Mazola, 18, Bruno César, 32 e 39 do 2º. Antes de assumir a Seleção, Mano Menezes entrega o Corintião na liderança a Adílson Batista.
  10. Engenhão, Bota 1×1 Flu. Público: 23.218. Gols: Emerson Sheick, 16, Renato Cajá, 30 do 2º. Jogo disputado na bola e no braço fez o Bota entrar na zona. 

Gols: 16. Público: 140.707.  Média: 14.071. G4: Corintiãs, 24, Flu, 23, Ceará, 20, Inter, 19. Z4: Botafogo, 12, Grêmio, 11, Atlético-MG, 9, Atlético-GO, 7 / Artilheiros: 6 – Alecsandro, Bruno César, Roger / 5 – André, Roberto, Schwenck, Jonas / 4 – WP, Caio, Bruno César, Hugo, Fred, Tardelli, Muriqui, Ricardinho, Antônio Carlos, Herrera, Love, Washington, Kleber, Allan.

Henrique salvou a pátria

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 2×2 Grêmio, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 25jul10:

  • Fábio – Sem culpa nos gols. Mas também sem praticar as habituais defesas milagrosas.
  • Rômulo – Não repetiu o bom 1º tempo do Maracanã. Deslocado para a 2ª linha de quatro também não rendeu bem e foi sacado.
  • Fabinho – Salvo pelo gramado de menores dimensões. Perdeu várias bolas para Borges e não ganhou corrida alguma contra os gremistas. Se a cancha fosse mais ampla, teria problemas ainda maiores.
  • Cláudio Caçapa – Muita disposição. Entre erros e acertos, o saldo foi positivo e ele terminou como o melhor da defesa.
  • Diego Renan – Mal na marcação. Seu setor tem sidoo alvo dos treinadores adversários e ele se complica cada vez mais. Precisa de um volante pra equilibrar a disputa com meias e alas que o atacam em grupo.
  • Jonathan – Iniciou na 2ª linha de quatro e foi mal. Recuado pra lateral, melhorou um pouco. Nas entrevistas, passou a impressão de que prefere ficar na sua posição pra não correr o risco de perdê-la. No final, gastou o verbo falando mal do estádio, no que foi corroborado pelo Gerente de Futebol, Valdir Barbosa. Ambos prestaram grande desserviço ao Cruzeiro ofendendo o povo setelagoano, que é majoritariamente cruzeirense.  
  • Fabrício – Mal. Errou passes em demasia, perdeu a luta pelo controle do meio de campo e não conseguiu apoiar o ataque.
  • Marquinhos Paraná – Marcou Douglas de perto reduzindo a criatividade do meio de campo gremista.  
  • Henrique – Marcou muito, disputou a bola em divididas épicas com os tricolores, apoiou o ataque e fez dois gols. Foi o nome do jogo. E um dos que não reclamou da cancha.
  • Francisco Everton – Burocrático, cuidou de fechar espaços pela esquerda, mas não teve imaginação quando passou do meio de campo.  
  • Javier Reina – Na rodinha de bobo do intervalo, mostrou domínio de bola. Em campo, esteve só um pouquinho melhor do que no jogo contra o Flu quando havia sido péssimo.
  • Thiago Ribeiro – Bom 1º tempo jogando pelos dois lados da cancha. No 2º, aberto pela esquerda, caiu na malha fina da defesa gremista, que se adaptou aos três atacantes celetes trocando o 3-5-2 pelo 4-4-2.
  • Robert – O pior em campo.
  • Sebá – Confinado na direita, foi improdutivo. No time de juniores, tinha liberdade pra buscar a bola e atacar pelas duas laterais. Como 2º atacante joga melhor do que como ponta-direita.  
  • Cuca – Sem um bom armador, usou duas linhas de quatro e o time ficou improdutivo no 1º tempo. No 2º, tentou surpreender com três atacantes e conseguiu empatar logo de cara. Depois, o ataque voltou a à inoperância da etapa inicial. Pra oxigenar o cérebro da equipe, colocou Javier Reina pra armar e nada aconteceu. Os volantes que jogavam harmonicamente nos tempos de Adílson Baptista, agora estão robotizados, cada um na sua, sem se movimentar e trocar de  posições ou executar funções diferentes conforme o andamento da partida. O time não vira mais as bolas o que dificulta a criação de espaços e impede o contra-ataque. Cuca precisa destravar a equipe. Acabar com os cabeças de área, soltar os alas e dar liberdade ao 2º atacante seriam medidas interessantes. Depois, é tratar de descobrir dois meias pra se revezarem. Do jeito que está, nem jogando num campo de 120m x 80m, como era a antiga cancha do Serra Dourada, terá uma equipe competitiva. O tempo vai ajudar o treinador. Na entrevista pós-jogo, ele mostrou percepção de algumas carências. Falta agir pra superá-las.  
  • Torcida – Compareceu em bom número e apoiou, embora a equipe tivesse feito muito pouco pra merecer aplausos.  
  • Arena do Jacaré – A cancha é menor do que a do Mineirão e do Maracanã. O gramado não é semelhante ao de Wembley. Mas quantos estádios têm as dimensões máximas e os gramados perfeitos neztepaiz? Os jogadores reclamaram porque o time está travado. No futebol, quem cria espaços são os atletas movimentando-se com inteligência, não engenheiros e arquitetos, que têm de trabalhar com o terreno disponível. A chiadeira de jogadores e do Gerente de Futebol, Valdir Barbosa, soou como desculpa esfarrapada, Foi um chororô com agravos à cruzeirense Sete Lagoas. Criticou-se o gramado, o estádio, a hotelaria da cidade e a estrada. Uma baboseira sem fim. Se existe antimarketing, Valdir Barbosa e Zezé Perrella deveriam ser premiados por terem criado um case, com tanto trololó e decisões apressadas após a partida.
  • Juiz & Bandeiras – Péssimos. Erraram contra o Cruzeiro nos dois gols do Grêmio, marcaram três impedimentos errados contra os gaúchos e, no fim, o Juiz ainda tirou Henrique do clássico mostrando-lhe cartão amarelo por uma falta inexistente. Se um trio ruim como este for escalado para o clássico de uma só torcida, o Cruzeiro terá sérios problemas. É bom pressionar desde já na CBF porque o outro lado, como se sabe, tem até assessoria especializada em arbitragens.
  • Grêmio – Dominou o jogo, criou espaços e só não venceu por ter perdido gols fáceis e falhado nos lances dos gols celestes. Douglas, que jogou à vontade até receber marcação pessoal de Marquinhos Paraná, Borges e Jonas, que venceram o duelo com a defesa celeste, foram os melhores entre os tricolores.

P.S.: Como sempre faz, o blogueiro escreveu o post no começo da madrugada e agendou sua publicação para as 10h. Deu tilt. Que ele ainda não destrinchou. Bola pra frente!

Alô, Tião do Tatuapé!

sábado, 24 de julho de 2010

Última Hora:

  • Luxa sente-se perseguido pelo Presidente das Comissão de Arbitragem, Sérgio Correia. Acusou também Leandro Vuaden, juiz que expulsou o Daniel Gordo Pra Carvalho e Berola no 0x0 contra o Avaí, é incompetente. Conversa fiada. O gaúcho acertou nas duas epulsões. O chororô é puro diversionismo.
  • Adílson Baptista vai treinar o Corintiãs, vice-líder do Morrinhão. Pra tristeza das hienas, ele subiu na vida. Tião do Barreiro agora vai se chamar Tião do Tatuapé e passará a aporrinhar outros blogueiros.
  • Depois de perder o 1º set por 25×21, o Brasil fez 25×19, 25×21 e 25×20 contra a Cuba e classificou-se pra final da Superliga, amanhã, 21h, contra a Rússia. Ernesto, Anderson e Charles vão assistir e relatar a partida para o PHD.

Espanha 1×0 Paraguai: Até breve, Larissa

sábado, 3 de julho de 2010

Às 15h30 (Brasília), no Soccer City, em Joanesburgo, Espanha e Paraguai decicem a última vaga para as semifinais da Copa. Quem vencer terá de enfrentar o pesadelo alemão.

A Espanha de Vicente Del Bosque manterá o 4-4-2 com Xavi, Busquets, Xabi Alonso e Iniesta compondo a linha de volantes mais cultuada do futebol atual.

O Paraguai, do argentino Gerardo Martino, jogará no 4-4-2 com Cardoso e Benítez mais avançados. Os guaranis ainda não encontraram o ataque ideal, por isto dependem muito de sua defesa.

O guatemalteco Carlos Batres será o juiz. E nenhum protagonista da partida se sentirá excluído pelo idioma. Nem a exuberante Larissa Riquelme, torcedora paraguaia que conseguiu ofuscar sua própria seleção nesta Copa.    (mais…)

4ª da A: Choro do Luxa: “Xô, Schwenck!”

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Jogos da 4ª rodada da Série A do Morrinhão, realizados em 26 e 27mai10:

  1. No Mineirão, Cruzeiro 1×0 Botafogo. Público: 8.501. Gol: Thiago Ribeiro, 18 do 1º tempo. Cruzeiro venceu a prancheta do Joel e a hostilidade de sua própria torcida. Jogou na condição de visitante sem sair de casa.
  2. No Barradão, Vitória 4×3 Atlético-MG. Público 6.692. Gols: Schwenck,  13, Muriqui, 34, Schwenck 41 do 1º tempo; Ricardinho, 22, Schwenck, 28, Tardelli, 36, Evandro, 42 do 2º. Cocota cantou que nem o Riachão: “Xô, Xuenk, o seu galho é na Bahia, o meu é noutro lugar…” Cantou e dançou. (mais…)