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Se você quiser um Fla x Flu tradicional…

quinta-feira, 10 de junho de 2010

JS, este texto não tem autoria personalizada; trata-se de trecho do “Football Travel Guides” da FourFourTwo britânica. Ele mostra a importância dos jogos dos campeonato estaduais na realidade brasileira. Abs, Paulo Sanchotene.

“… Com as cadeiras que foram instaladas para o Mundial de Clubes da FIFA em 2000, a capacidade [do Maracanã] está em torno de 70.000.

O estádio é a casa do Flamengo e do Fluminense. Mas o que esses times têm tido lá, são quase sempre experiências desapontadoras.

São jogos de campeonato que rararamente reunem mais de 15 mil espectadores e cuja falta de atmosfera é um insulto à memória de passado majestoso desse jogo.

O público é baixo por diversos motivos –desorganização, custos, horário das partidas quase às 22h.

Mas  o mais importante é que pelo fato do tamanho do Brasil, má infra-estrutura de transporte e a pobreza relativa da população, não haver praticamente torcida adversária [nos jogos do campeonato nacional].

Se você decidir assistir algum jogo, os clássicos locais são sempre os melhores.

É por isso que os campeonatos estaduais, disputados entre Janeiro e Março, são sempre os torneios mais recompensadores.

Se Flamengo e Fluminense estiverem no meio da tabela do campeonato nacional, o clássico numa quarta-feira à noite no Maracanã terá um público em torno de um quarto da capacidade do estádio.

Se os mesmos times se enfrentam nas fases finais do campeonato estadual, o Maracanã estará lotado, com torcidas empolgadas, coloridas, tocando música, cantando, pulando -exatamente a cena de carnaval que se espera dos brasileiros…

Ficou claro, agora, galera. Foi preciso um guia ingês pra conduzir os cegos brasileiros.

Eu quero crer!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Decidi ser uma metamorfose ambulante. Esse troço dá Ibope em país de cegos.

Pra começar, eu que sempre achei tudo uma porcaria, agora, peço inscrição no clube dos contentes.

Resolvi ser crente. Crédulo, fica melhor. Comigo, agora, é assim: falaram, tá falado!

Principalmente, se quem falou é formador de opinião.

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