Posts com a Tag ‘cartola’

Os melhores do Brasileiro 2010

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Eis os melhores do PHD, ou melhor, do Síndico do PHD.

Os melhores do blog serão apurados pelo Ernesto Araújo, depois que todos os comentaristas votarem.

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Garrincha, 77 anos

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Estivesse vivo, Manoel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha ou simplesmente Garrincha (Magé, 28out33, Rio de Janeiro, 20jan83) teria completado 77 anos neste 28out10.

Depois de Pelé, o ponta-direita do Botafogo nos Anos 50 e 60 foi o maior de todos os tempos. Com ele e Pelé no time, a Seleção Brasileira jamais perdeu uma partida.

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Nadando em dinheiro

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mauro França

A revista Placar publica na sua edição de setembro mais um ranking dos maiores salários do futebol brasileiro.

A matéria é assinada pelos jornalistas Bernardo Itri e Ricardo Perrone, também responsáveis pelo levantamento publicado em maio de 2009.

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DJ disponível: emplumados já podem soltar a saia

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Chaves está em dúvida:

  • Eu não sei quem é o mais errado nessa história: Neymar, que se acha demais, Dorival Junior que novamente perde o controle do grupo, apesar de ser um bom treinador, ou a diretoria do Santos que é incapaz de contornar uma crise e só sabe passar a mão na cabeça do Neymar.

O Síndico não.

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Moto Club vai hibernar

sábado, 28 de agosto de 2010

O Moto Club de São Luís pediu licença por tempo indeterminado à Federação Maranhese de Futebol e desativou seu time profissional.

E lá se vai mais um grande do futebol brasileiro. E lá se vão os clássicos contra o Sampaio Correia, que colocavam 70 mil pessoas no Castelão, em São Luís.

Os idiotas da objetividade dirão que o episódio é fruto da incompetência dos cartolas rubronegros. Simplismo.

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Paraná e Henrique anularam Elias e Bruno César

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×0 Corintiãs, no Parque do Sabiá, Uberlândia, pela 16 rodada do Campeonato Brasileiro 2010, em 26 ago10.

  • Cuca – Entendeu que o momento era de buscar a vitória e armou o time num 3-5-2 durango. Depois que Montillo marcou, não teve vergonha e volantizou Wellington Paulista botando o time para jogar num 3-6-1. Apesar de Pablo não ter comprometido, poderia ter entrado com Diego Renan. É “injusto” que o garoto jogue quando a defesa está mais vulnerável e fique de fora justamente quando poderia atacar com mais liberdade. Venceu o segundo duelo seguido com Adílson Batista. (Matheus Reis)
  • Torcida – 37.377 torcedores para uma renda de mais R$850 mil. Foi uma festa bonita e, embora o PFC teimasse em focalizar a torcida corintiana, confio nos amigos que estavam in loco e testemunham maioria cruzeirense. Estão todos de parabéns. (Matheus Reis)

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Inquilino esfolado

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O Palmeiras paga caro pra jogar no Pacaembu enquanto aguarda os alvarás pra iniciar a construção de sua arena.

Confiram os aluguéis pagos pelo Verdão, segundo Mauro Cézar Pereira, em seu blog:

  • 02jun – Palmeiras 0x1 Flamengo – R$33.967,95
  • 15jul – Palmeiras 2×1 Santos – R$53.532,90
  • 22jul – Palmeiras 2×2 Botafogo – R$62.500,00
  • 01ago – Palmeiras 1×1 Corinthians – R$50.000,00
  • 14ago – Palmeiras 2×0 Atlético – R$52.578,00
  • Total: R$252.578,85 ou R$50.515,77 por jogo

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Idéias, comportamentos, ídolos, emoções

sexta-feira, 20 de agosto de 2010
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Recomendação para o fim de semana: colunas do Cruzeiro.Org. Confiram a amostra grátis:
  • Jorge Schulman, em Minas veste azul: Aproveitei também para conversar brevemente com o Gerente de Marketing, Marcone Barbosa. Estaremos agendando uma breve entrevista, sem intermediários da imprensa, para conhecer suas idéias e propostas para amenizar a ausência do Mineirão, fechado para reformas de modernização para a Copa 2014. Nesse tema, já sabemos da campanha “Minas Veste Azul” orientada ao conjunto de torcedores do interior mineiro, sabendo-se que a nossa torcida é infinitamente superior em todos os cantos do estado. Particularmente, aposto na fidelidade e bom coração dos filhos de “tierra adentro”, como dizemos na Argentina, para alentar e acompanhar os jogadores e as cores do nosso clube.

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Falta vender ingresso numerado

domingo, 1 de agosto de 2010

Os estádios andam encolhendo.

Os torcedores engordam. Estão mal educados como nunca. As cadeiras engolem parte do cimento. E as autoridades ficaram espertas.

O Pacaembu, que já recebeu 72 mil torcedores, hoje, mesmo com o tobogã no lugar da concha acústica, suporta a metade.

O Maracanã já recebeu 183 mil torcedores num jogo da Seleção, hoje em dia, agora fica entupido com 90 mil.

O Mineirão dos 133 mil daquele histórico Cruzeiro 1×0 Villa, de 1997, depois de reformado, oferecerá 70 mil lugares.

E o Independência, cujo recorde foram os 33 mil do Brasileiro de Seleções de 1963, apesar de ampliado, ficará com 20 mil cadeiras.

A Arena do Jacaré, que já recebeu mais de 20 mil, só poderá abrigar 13.600 atleticanos no RapoCota de hoje à tarde.

Quando as obras estiverem concluídas, será um estádio pra 18 mil.

Corpo de Bombeiros, Ministério Público e Polícia Militar estão marcando os cartolas e administradores de estádios em cima do lance. 

Não permitem mais as superlotações e os poucos e inseguros acessos dos estádios.

Agora, falta impor -isto mesmo, impor- o lugar numerado. Com monitores pra conduzir o torcedor e passar uma flanelinha no assento antes de liberá-lo.

Se isto já estivesse em vigor, seria possível receber as duas torcidas num jogo como o de hoje.

Perdão, Sete Lagoas

terça-feira, 27 de julho de 2010

Cruzeiro e Atlético-MG não têm estádios. Pra tocarem seu negócio dependem do poder público, que os  subsidia após arrecadar impostos de adeptos de todos os times e não apenas dos torcedores deles.

Quando o Mineirão estiver reformado para a Copa de 2014, Cruzeiro e Atlético-MG terão 54 mil confortáveis cadeiras pra venderem a cada partida.

Os demais clubes de Minas, nenhuma, embora seus torcedores tenham contribuído para o empreendimento.

Enquanto esse dia não chega, os dois grandes vão depender de favores de outros clubes.

Terão de jogar em estádios particulares como o do Democrata ou municipais como os de Uberlândia, Varginha, Ipatinga, Pouso Alegre ou Uberaba.

Pelo favor recebido, deveriam ser gratos. Ou, no mínimo, educados. Algo que a direção do Cruzeiro não foi quando seu Gerente de Futebol, Valdir Barbosa, desancou a Arena do Jacaré e, de raspão, também a bela, progressista e cruzeirense Sete Lagoas, na coletiva após o jogo contra o Grêmio.

Segundo jogadores e cartolas do Cruzeiro, a cancha da Arena é pequena. Comparada às do Mineirão e do Maracanã, pode até ser. Mas é oficial. E não é menor do que as do Olímpico, Baixada, Ressacada, Engenhão e outras nas quais os times mineiros jogam sem reclamar.

Disseram que o gramado é ruim. Realmente, ele não é nenhuma Brastemp. Mas não é esburacado, nem tem pontos carecas. Está perfeitamente apto para a prática do futebol. Só com muita cara-de-pau se pode dizer que ele prejudica o Cruzeiro, supostamente, um time mais técnico do que os outros.

Isto é desculpa esfarrapada. Qual é o time da primeira divisão que não joga com a bola no chão? Apontem um, por favor. Se o Cruzeiro fosse tão técnico quanto imaginam seus dirigentes e atletas, estaria na ponta e não na metade da tabela. Esse trololó é muleta antiga.

Valdir Barbosa criticou a estrada. Sete Lagoas está ligada a Beagá por duas rodovias, uma federal, outra estadual. Com um pouquinho de organização, chega-se lá em menos de uma hora. Obviamente, haverá casos de retenção, como aconteceu na rodovia federal nesse domingo. Em compensação, na estadual, o trânsito fluiu normalmente.

Segundo Valdir, não há hotéis pra receber a delegação caso ela queira viajar mais cedo pra descansar até a hora da partida. Não procede. A cidade dispõe de hotéis confortáveis. É só telefonar fazendo reservas. Como fez Wanderley Luxemburgo quando seu time jogou contra o Inter.

Domingo, a Arena recebeu 10 mil torcedores. Com todos os setores liberados, pode receber até 16 mil. O acesso ao estádio é fácil, existe estacionamento e a visão do campo é melhor do que a oferecida pelo Mineirão.

Os mais exigentes reclamam do sol. Ora, futebol não é esporte indoor. Queixa indeferida, pois. E ninguém pode reclamar de hostilidade. O público é bem mais educado do que o do estádio de Beagá.

Se alguém errou, foi a direção do Cruzeiro, que não colocou monitores pra orientar o público. Ou os torcedores que insistem em chegar a 10 minutos do início partida. Assim, nem nos estádios escandinavos se evita fila pra entrar.

Resta pedir desculpas ao povo de Sete Lagoas que, da euforia por receber seu time de coração, passou à decepção de receber carão de um cartola bem remunerado pra dirigir time de futebol, não pra queimar a imagem do clube que o paga.

O Cruzeiro pode jogar em outras cidades. Aproximar-se de sua torcida espalhada por toda Minas Gerais. Mas não deve cometer descortesias e nem fabricar desculpas pelo mau futebol que eventualmente esteja praticando.

Eu, torcedor cruzeirense de Belo Horizonte, peço desculpas ao povo de Sete Lagoas. Aos cruzeirenses, americanos, bela-vistenses, democratenses e até atleticanos, caso haja algum além do Chico Maia na cidade.

E estarei de volta, quando nosso (não apenas dos cartolas e jogadores) Cruzeiro jogar em Sete Lagoas.