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Polvo Gil

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Grande JS:
 
Well, acho que acabei acertando 2/3 do que palpitei em novembro: 

1 – Vejo como grandes promessas de um futebol cativante exatamente porque possuem o que há de melhor em termos de meio de campo. Falo de Inglaterra e Espanha… 

… Há tempos o meio de campo inglês conta com os talentos de Lampard e Gerrard. Mas era comum vê-los perdidos em campo, obrigados que eram a se revezar na ajuda à defesa por absoluta falta de um grande marcador à frente da zaga. Coisa que, por exemplo, Beckham nunca foi. 

Mas Capelo descobriu Gareth Barry quando jogava ainda no Aston Vila (depois foi comprado pelo milionário Manchester City) e o jovem jogador trouxe segurança e deu saída de bola exemplar para o time, liberando os dois talentos pra jogarem o futebol que encantam os torcedores do Chelsea e do Liverpool respectivamente. 

==> Bom, errei feio rsrsrs 

2 – É ali pelo meio do campo que enxergo a chave da campanha fantástica da Espanha nessas mesmas eliminatórias. Os excepcionais Xavi, Xabi Alonso, Fabregas e Iniesta jogam muita bola e possuem uma qualidade que poucos times conseguem nesse setor: são capazes, os quatro, de executar todas as funções do meio de campo. Revezam-se o tempo inteiro e enchem os atacantes de bolas atrás de bolas para que façam seus gols. 

Em um mesmo jogo é possível Fabregas começar jogando como primeiro volante e Iniesta como meia atacante, para em questão de minutos terem suas posições invertidas e assim sucessivamente com a participação dos outros dois. 

==> Na mosca!!!!! 

Agora o Brasil.

Entendo que Dunga, para minha surpresa absoluta, conseguiu montar a defesa brasileira com qualidade e do Kaká pra frente o time também tem momentos de grande futebol. O problema é onde começa o meio de campo. 

Talvez o DNA do treinador, volante mediano que sempre foi, o tenha levado a desperdiçar uma geração de grandes talentos, todos muito jovens, que poderiam fazer o meio de campo brasileiro semelhante, no sentido da improvisação e do talento, ao espanhol. Tinha, entre tantos outros, Denílson, Lucas, Anderson, Hernanes, Ramires, Elias, enfim, grandes jogadores que poderiam ser mais testados e aprimorados na formação de um meio de campo de puro talento.

Desses, apenas Ramires parece ter conseguido alguma confiança de Dunga, ainda assim mais pra reserva do que pra titular. A aposta em Gilberto Silva e Josué é uma apologia ao futebol simplista e burocrático que desanima qualquer um que tenha visto esses citados talentos jogar. Além do perigo que a instabilidade emocional de Felipe Melo traz à tona constantemente. 

==> De novo em cheio rsrsrrs

Abs,

Gilberto Gil

Gilberto Gil Camargo, 56, corintiano, analista de sistemas, fundador do Futiba -pioneiro dos sites de torcedores brasileiros-, autor do livro Saudades do Futuro – Uma paulicéia corintiana, que será lançado no centenário do Corinthians, nasceu na capital paulista e mora em Atibaia-SP.

PHD Gente: Martin e Roman, dois goleadores

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Martin Palermo fez mais 2 gols e virou o maior artilheiro da história do Boca. Agora, Palermo 220×35 Maradona.

Humilhante. E nem vale dizer que um jogou mais partidas do que o outro, pois o 9 Xeneize é mais tosco que o WP.

Depois dos gols, o super-artilheiro deitou falação. Confirmou sua velha inimizade com Riquelme.

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