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Nêmesis

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Victor Pimentel, Fluminense de coração e alma, continua com um pé atrás quando o assunto é Roger Galera.

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Aplicações de longo prazo

sábado, 18 de setembro de 2010

Dr. Amácio Gattuno fez um comentário pertinente nestas Páginas Heróicas Digitais, que vale a pena ser discutido.

Em 2008, Henrique e Thiago Ribeiro eram justificadamente criticados. Dois anos depois, estão sendo aplaudidos. Fato incomum, pois vários jogadores de potencial são descartados injustamente quando a troca de comando técnico é feita com frequência.

A permanência do extreinador durante tanto tempo certamente permitiu o amadurecimento dos atletas.  Começamos, após tanto tempo, a identificar as reais vantagens em apostar num trabalho a longo prazo.

Em tempo: o Síndico concorda com o comentarista.

Torcida de Uberlândia, um espetáculo à parte

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×0 Internacional, no Parque do Sabiá, Uberlândia, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 08set10.

Por Matheus Reis

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Vasco 1×1 Cruzeiro: Empate foi pouco

sábado, 28 de agosto de 2010

Em 6º lugar com 24 pontos, o Cruzeiro pode avançar até 3 posições. Se perder, pode cair 5 posições.

Cuca terá Fabrício e Thiago Ribeiro de volta, mas pode ficar sem Jonathan, que, após sentir-se mal pode ficar fora da equipe.

Em 9º lugar com 22 pontos, o Vasco pode entrar no G4 se vencer. Perdendo, cai de uma a quatro posições.

PC Gusmão poderá escalar Carlos Alberto, que volta de suspensão, mas não terá o volante Rômulo, suspenso pelo terceiro amarelo.

Felipe deve ceder a lateral-esquerda a Irrazábal e ser transferido para o meio de campo.

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Triângulo vestiu Azul

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Maurício Sangue Azul

O aumento do número de simpatizantes, que podem vir a se tornar torcedores do Cruzeiro depende de quatro fatores essenciais:  mídia, títulos, vitórias e planos de marketing.

A revolução percebida pelos cruzeirenses, que acompanharam a partida contra Corinthians no estádio, assustados com o  aumento considerável de sua torcida no Triângulo mostra claramente isto.

A nação azul presente no Parque do Sabiá comprova que a nossa torcida cresceu  assustadoramente nesta região mineira.

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Pitacos selecionados

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Alguns comentários sobre posts recentes valem a pena ser lidos (ou relidos), pois vão além da equizofrenia geral. Abordam com humor e pertinência os temas propostos sem resvalarem para a grosseria e o palanquismo típico dos áukicos.

Alguns deles:

Moema Fox, no PHD: Cada cabeça, uma sentença. Tênis é esporte de elite? Pode ser. Era muito mais na minha infância. E eu não tinha dinheiro nem pras munhequeiras. Assistia Ivan Lendl e Steffi Graf e sonhava um dia poder jogar. Ganhei uma raquete usada, daquelas de madeira, de uma vizinha. Aprendi a jogar tênis sozinha, batendo bola na parede do quintal de casa e procurando fazer igual aos profissionais. A primeira vez que joguei em quadra de verdade, já era adolescente, e foi a realização de um sonho. E as coisas foram melhorando, tive aulas, comprei raquetes boas, me diverti à beça com o esporte de burguês. Mas desculpem-me, eu estava enganada. Deveria era ter ficado chutando uma bola no lote baldio perto de casa ao invés de sonhar com coisas melhores. Absurdo!

Daniel Loures, no PHD: Concordo em gênero, número e grau com a Moema. Ao invés de apoiarmos o prática de esportes, seja ele qual for, rotulamos oas modalidades. Chamar um esporte de burguês ou de maricas, tende à estupidez.Temos que incentivar a prática de esportes em todos os meios sociais. Pensar que só o futebol é a salvação é retrogado. E não temos que usar o esporte com o objetivo de lucro, de se dar bem na vida e sim como forma de inclusão social. Se uma quadra de tênis foi criada temos que aplaudir.

Velho  Damas, no PHD: Petequeiro, euuu??? Na minha região de origem, além da tradicional pelada, era chegado numa caixeta, pif, truco e sem dúvida fui um dos mais destacados levantadores do copo Lagoinha. Agora, no rancho do Rio Pilões aqui em New Farm, descobri uma nova modalidade: pesca esportiva etílica. Ainda mais depois que inventaram um barrilzinho verde de 5 litros. Aí foi que o trem ficou bom demais!!! Desse jeito chego aos 90 fácil, fácil!!!

Chaves, no PHD: Eita, como tem gente nervosa e complexada no blog! Uma semana em que a Cleo Pires sai na Playboy e Luciana Vendramini no Paparazzo não tem como ser ruim. E vocês aí reclamando de trabalho, política, futebol… 

Eduardo Arreguy, no PHD: Particularmente, acho tênis realmente um esporte elitista. Não viram domingo, no ipatingão? Só porque um cara resolveu jogar tênis, o povão comeu ele na porrada, o que mostra que além de elista, pode ser também um esporte muito violento. Deve ser por isto que o rapaz queria uma quadra só pra ele.

Matheus Reis, no PHD: Não vi jogos suficientes do Montillo, mas vi os dois jogos contra o Chivas e gostei. Chamou a responsabilidade pra si embora seu time não tenha se classificado. Além disso, é jogador criado. Acho que não corre o risco de se deslumbrar com as belezas etílicas, gastronômicas e femininas de BH. Que a documentação chegue logo e que ele estreie no Domingo.

Elias Guimarães, no PHD: Fiquei impressionado com Montillo desde a primeira vez que o vi jogar, com mais atenção, contra o Fla no Marqaca e no Santa Lúcia. Ele joga de cabeça alta, pensa rápido e tem viradas de bola, passes longos (nem digo lançamentos de tão perfeitos que são). Agora, precisamos recuperar o mais breve possível o Leonardo Silva,que vai cansar de marcar gols de cabeça e se tornar artilheiro do Brasileiro. Sóa não apostam no Montillo yna parcela daa imprensa galinácea louquinha de raiva pela boa contratação celeste e e certos “torcedores” do Cruzeiro, adeptos do fogo amigo, chamados carinhosamente de seca-pimenteiras…

Vinícius Cabral, no PHD: Thiago Heleno jogou quatro temporadas pelo Cruzeiro e tem apenas 21 anos. É muito novo! Ele parecia ter uns 24 ou 25 anos… A que ponto chega a intolerância de alguns torcedores com jogadores da base. Me lembro dele ser vaiado antes de completar 20 anos. Bom, caso seja vendido, desejo a ele toda a sorte do mundo. Acho que terá um futuro brilhante.

Victor Pimentel, no PHD: Nem vou levar em conta o jogo do Montillo contra o Flamengo, porque ali foi jogar contra ninguém. Mas gostei dele no jogo de volta da Libertadores contra o Chivas.

Elias Guimarães, no PHD: Brasile USA foi bom divertimento. E com uma linda bandeira do Cruzeiro ao vivo em HD sendo mostrada para o mundo todo. O bom futebol praticado pelo Brasil resultou no 2×0 d0 1º tempo. Ramires sobrando, com direito a passe primoroso pro 2º gol do Brasil. E ainda teve Neymar, Ganso e Robinho deitando e rolando praá cima dos “cintura dura”…

Maurício Sangue Azul, no PHD: Parabéns Matheus Reis! Aliás, aos dois Matheus. Tanto o Penido quanto o Reis escrevem muito bom. Têm excelente visão do jogo e analism bem as atuações individuais. Acho muito bom a turma ajudar o Sìndico nos posts pra desafogá-lo no dia a dia, e não ficar cansativo pra ele. Por causa da idade avançada, o Homem tem que tirar uma soneca à tarde pra recarregar as pilhas. kkk

Mariana: “Vira e mexe, o garotinho me pede pra cantar o ‘Vamos, vamos, Cruzeiro’!”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros acerca do Atlético-MG 0x1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Mariana, no PHD: Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!
  2. Elias Guimarães, no PHD: Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!
  3. Matheus Reis, no PHD: Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda. Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.
  4. Claudinei Vilela, no PHD: Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio. O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.
  5. Evandro Oliveira, no PHD: Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí. Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O  que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas”. Menos, né!
  6. Naldo Morato, no PHD: Gostei muito da coletividade. Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem. O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.
  7. André Kfouri, em seu blog: No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol.
  8. Juca Kfouri, em seu blog: Galo brilha de novo. E perde mais uma vez: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.
  9. Lédio Carmona, em seu blog: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa. O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (…) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.
  10. Mauro Beting, em seu blog: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste. O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.
  11. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0). No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.
  12. Mário Marra, em seu blog: Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol. Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.
  13. PVC, em seu blog: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12. À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4×0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 — o jogo do Fábio, de costas — o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5×0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.
  14. José Roberto Torero, em seu blog: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.
  15. Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.

Sócios premiados

sábado, 31 de julho de 2010

Matéria do repórter Bruno Faleiro no site oficial do Cruzeiro anuncia relação dos premiados do mês no programa Sócio do Futebol.

Sócio do Futebol premia torcedores com camisa oficial, produtos licenciados e visita do Raposão

A cada mês, o Cruzeiro premia 41 Sócios do Futebol em dia com as mensalidades, com 30 camisas oficiais, 10 produtos licenciados da linha infantil e uma visita do Raposão.
A lista dos sorteados do mês de julho está disponível logo abaixo.

A equipe do Sócio do Futebol entrará em contato com os premiados, para saber qual é o tamanho desejado para a camisa e acertar como acontecerá a retirada da mesma.

Em breve, novos sorteios serão promovidos pelo Sócio do Futebol, como o que ocorrerá na próxima terça-feira, quando o Sócio do Futebol irá sortear uma antena parabólica para os participantes do projeto.

Outros brindes poderiam ser sorteados:

  • Viagens com a delegação para quem tiver contribuído por mais meses,
  • mesas nas festas organizadas pelo clube,
  • audiências com o presidente para troca de idéias,
  • jantares com jogadores e
  • indicação de creches, hospitais e escolas para receber visitas de atletas e do Raposão.

Importante é fidelizar e aproximar o torcedor do clube.

País das Maravilhas

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Victor Pimentel, torcedor do Fluminense, síndico do blog Blablagol postou este comentário no PHD.

Vale a pena discutir as idéias desse cara inteligente, ponderado e, especialmente, neutro nas rusgas mineiras. 

Ao “exigir” uma crítica imparcial e pertinente ao rival, os cruzeirenses, jogam contra seu próprio time.

Tiro pelo Rio de Janeiro, onde a mídia rubronegra (nem digo os jornais em si, mas torcedores com voz como nós) é useira em tergivesar os problemas como vocês sinalizam que a mídia atleticana faz.

O que percebe-se é que os desmandos na Gávea só são coibidos quando a vaca foi para o brejo.

Os demais clubes cariocas não são assim “uma Brastemp”, mas é perceptível maior agilidade no debate e exposição dos problemas por parte dos próprios torcedores e consequentemente, das midias voltadas para esses times.

Claro está que, cornetar por cornetar, não ajuda. Mas colocar o dedo na ferida é sempre útil, especialmente, se for feito antes de infeccionar de vez. É a auditoria.

Tirar o Atlético-MG do País das Maravilhas só o ajudaria em médio prazo.

Cuca acerta com MP

terça-feira, 13 de julho de 2010

A diretoria do Cruzeiro andou rifando Marquinhos Paraná ao colocá-lo em disponibilidade para negociações.

O treinador Cuca não embarcou na besteira e garantiu o volante no elenco. Má notícia para microfonistas, teleguiados e hienas. Boa pra o time e a torcida celeste.

Marquinhos Paraná não será vendido. Ficará com a gente, faz parte do nosso planejamento. É uma peça importantíssima. Ainda que não seja titular hoje, tem o peso de um titular. Tem a mesma condição do Fabrício, do Henrique e do Roger.

Tem jogos em que você fecha o time com ele. Tem jogos em que ele é um curinga e pode entrar em qualquer função. A equipe precisa de um jogador assim. Além, é claro, do caráter dele, que vocês conhecem melhor do que eu.

Quem vai apedrejar o treinador por esta decisão? Quem vai aplaudi-lo?