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Sete Lagoas, aqui me tens de regresso…

domingo, 12 de setembro de 2010

Arísio França, correspondente do PHD em Sete Lagoas, informa:

A Arena do Jacaré voltará a receber jogos de Atlético e Cruzeiro no Campeonato Brasileiro a partir de domingo, já com sua carga máxima de público: 19.800.

Os blocos de arquibancada E, F e parte do A foram liberados pelo Corpo de Bombeiros. A capacidade máxima anterior era 13.647 espectadores.

O estádio dispõe de 600 vagas de estacionamento, três bilheterias, cinco portões de acesso e estruturas para deficientes físicos.

(mais…)

Cruzeiro na Libertadores V: 1976, Mundial em BH

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Mauro França e Jorge Santana

Mundial

Com a conquista da Libertadores 1976, o Cruzeiro se credenciou à disputa da Copa Intercontinental, nome oficial do Mundial Interclubes, naquela época disputado em dois jogos entre os campeões da América do Sul e da Europa.

O Bayern Munich, tri-campeão europeu, que se recusara a enfrentar o Independiente nos dois anos anteriores, aceitou jogar contra o Cruzeiro. As partidas foram marcadas para 21nov76 em Munique e 21dez76 em Belo Horizonte.

Excursão

Os jogadores celestes mal puderam comemorar o título da Libertadores. A delegação nem retornou para Beagá, onde certamente teria uma recepção triunfal. De Santiago, o time seguiu diretamente para Paris, escala inicial de uma excursão que se prolongou por todo o mês de agosto.

Nem houve tempo para descanso. Apenas quatro dias depois do histórico 3×2 sobre o River, em 03ago76, o Cruzeiro empatou por 1×1 com o Saint-Étienne, tri-campeão francês e vice-campeão europeu. Em 08ago176, o time celeste venceu o Nice por 4×3, com uma grande exibição.

A excursão continuou na Espanha, onde se realizavam vários torneios de verão, que os clubes brasileiros aproveitavam pra reforçar o caixa. Em La Coruña, no Estádio Riazor, o Cruzeiro disputou o Torneio Tereza Herrera, pela segunda vez consecutiva. Venceu o PSV Eindhoven por 2×0 e perdeu para o Real Madri pelo mesmo placar, com dois gols de pênalti.

No torneio seguinte, no Estádio Vicente Calderón, em Madri, o Cruzeiro perdeu para o Athletic Bilbao por 3×1 e venceu o Racing White, da Bélgica,  por 2×0.

No Ramon Sanchez Pizjuan, em 24ago76, o Cruzeiro empatou com o Sevilla por 1×1, mas foi eliminado nos pênaltis, por 5×3. Raul Plassmann defendeu uma penalidade, mas o juiz mandou repeti-la. Dois dias depois, o campeão sul-americano bateu o Hajduk Split, da Croácia, por 4×2, terminado em 3º lugar no Torneio de Sevilla.  

A excursão encerrou-se em 29ago76, no Estádio Municipal de Almeria com uma vitória por 3×2 sobre o time local. Foram 9 jogos, 5 vitórias, 2 empates, 2 derrotas, 18 gols a favor, 14 contra.

Financeiramente, o saldo da viagem foi ótimo, mas o custo técnico foi alto. Jairzinho, Vanderlei Lázaro, Nelinho e Wilson Piazza voltaram contundidos. Os dois últimos com mais gravidade, ficaram três semanas afastados do Campeonato Brasileiro, na época, chamado Copa Brasil.

Copa Brasil

Em 04set76, menos de uma semana depois do último amistoso na Europa, com cinco desfalques, o Cruzeiro estreou na Copa Brasil empatando com o Botafogo por 0x0 perante 10.294 torcedores, no Mineirão.  

Os desfalques constantes afetaram o rendimento do time. Zezé Moreira jamais conseguiu escalar o time completo no campeonato. Para complicar, Joãozinho também se contundiu com gravidade e ficou de fora da maior parte dos jogos.

Em um grupo de 9 equipes, o Cruzeiro ficou em 2º lugar ao lado de Coritiba, Atlético e São Paulo. Pelos critérios de desempate, ficou na 5ª posição (3 vitórias, uma por mais de dois gols de diferença, que valia 3 pontos; 4 empates e uma derrota). Como somente os quatro primeiros se classificavam, o time celeste teve que disputar a repescagem, que valia uma vaga para a 3ª fase do torneio.

Na repescagem, o Cruzeiro enfrentou Portuguesa, Londrina, Uberaba e Confiança. Somou 8 pontos (3 vitórias, uma de 3 pontos, e 1 empate) e ficou em 2º, um ponto a menos do que a Portuguesa. No último jogo, precisava derrotar o Londrina por dois gols de diferença pra ficar em 1º. Em 27out76, no Mineirão, diante de um público de quase 40 mil torcedores, Palhinha fez 1×0 no início do 2º tempo e foi só. Para surpresa de muitos, a menos de um mês do duelo contra o Bayern, o campeão sul-americano foi eliminado do Brasileiro.  

Racha

A eliminação precoce conturbou o ambiente na Toca. Carmine Furletti, vice-presidente de futebol, e Elias Barburi, o Tóia, diretor de futebol, criticaram Zezé Moreira, cujo esquema de jogo consideravam ultrapassado. Barburi queria a demissão do treinador. Mesmo afastado por doença, Felício Brandi bancou o treinador e responsabilizou os dirigentes, que teriam reforçado mal a equipe, pela desclassificação.

Em meados de outubro, o clube contratou o uruguaio Pablo Forlan, que aos 31 anos estava aposentado em Montevidéu. Zezé Moreira contava com a experiência e a garra do lateral, que disputara duas copas do mundo e havia sido campeão intercontinental com o Peñarol em 1966.  

Inverno

O Cruzeiro embarcou para a Alemanha com problemas. Nelinho, Piazza e Joãozinho vinham de longa inatividade. Dirceu Lopes, há mais de um ano parado, também estava fora de forma. O time estava sem ritmo, pois só jogou duas vezes após a eliminação no Brasileiro. Com equipes mistas, empatou em Maringá, com o Grêmio local, e no Mineirão, com o América carioca, por 0x0.

Além de tricampeão europeu, o Bayern era a base da Seleção Alemã campeã do Mundo em 74. Tinha celebridades como Sepp Maier, Franz Beckenbauer, Gerd Muller e Paul Breitner entre outros. No campeonato alemão, estava em 3º, a 4 pontos do líder.

Os alemães até foram corteses. De acordo com Raul, forneceram agasalhos e material de treino aos cruzeirenses. O próprio goleiro foi presenteado por Maier com luvas apropriadas para jogos com neve.

O jogo foi disputado sob uma nevasca. Em tais condições, o Cruzeiro foi cauteloso. Queria ao menos empatar e trazer a decisão para o Mineirão. Nelinho e Joãozinho, que foi substituído por Dirceu Lopes no 2º tempo, não estiveram bem. Mesmo assim, o time resistiu até os 35 o 2º tempo, quando Ulli Hoeness cruzou da direita, Morais não alcançou e Gerd Muller, na entrada da pequena área, dominou e chutou no canto direito de Raul Plassmann.

Dois minutos depois, Rummenigge começou a jogada pela esquerda, Muller fez corta-luz e Kapellmann, da entrada da área, bateu rasteiro no canto direito de Raul pra definir o placar e colocar os alemães em vantagem na decisão.

  • Cruzeiro 0×2 Bayern München, terça-feira, 23nov76, 1º jogo da decisão do Mundial Interclubes 1976, Olympiastadion, Munique, Alemanha – Público: 22.000 pagantes – Juiz: Luis Pestarino (Argentina) – Gols: Muller, 35, Kapellmann, 37 do 2º tempo – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Ozires e Vanderlei Lázaro; Wilson Piazza e Zé Carlos; Eduardo Amorim, Palhinha, Jairzinho e Joãozinho (Dirceu Lopes). Tec: Zezé Moreira / Bayern: Sepp Maier, Bjorn Andersson, Franz Beckenbauer, Hans-Georg Schwarzenbeck e Udo Horsmann; Bernd Dürnberger, Conny Torstensson e Jupp Kapellmann; Uli Hoenes, Gerd Müller e Karl-Heinz Rummenigge. Téc: Dettmar Cramer. 1: Maier, Schwarzenbeck, Beckenbauer, Hoenes, Kapellmann e Muller conquistaram a Copa do Mundo 74 pela Alemanha. 2. Torstensson e Andersson disputaram as Copas de 74 e 78 pela Suécia. 3: Maier jogou as Copas de 66, 70, 74 e 78. Beckenbauer jogou as de 66, 70 e 74 e foi técnico da Alemanha em 86 e 90, quando conquistou o título. 4. Rummenigge tinha 21 anos à época. Era um talento em ascensão. Jogou as Copas de 78, 82 e 86.  

Mesmo apontando a neve como vilã, Nelinho não deixou de observar que muitos jogadores –os principais– estavam fora das suas melhores condições físicas e técnicas, em entrevista à Placar:

  • “A neve deixou o nosso time muito inseguro. Logo no início, perdi umas três bolas bobas porque ia dar o drible e ela corria ao invés de ficar no meu pé. Além disso, eu –como o Jair, o Joãozinho, o Piazza, o Palhinha e o Dirceu– estava em péssimas condições. Tanto que joguei plantado. Só desci umas duas vezes.”

Revanche

Sem compromissos oficiais, os jogadores voltaram à rotina de treinamentos. Palhinha, com dores musculares, e Jairzinho, gripado, não participaram da primeira semana de treinamentos. Zezé Moreira, que pretendia apurar a condição física e técnica do elenco, era só preocupação.

O Cruzeiro disputou apenas um amistoso entre os dois jogos. Em 11dez76, venceu o Uberaba por 3×0, no Mineirão, perante 4 mil torcedores. Raul e Jairzinho ficaram de fora, enquanto Dirceu Lopes e Joãozinho atuaram o tempo todo.

Mesmo reconhecendo a força do adversário, o clima entre os jogadores era de confiança. Todos achavam possível reverter o resultado e conquistar o título. Acreditavam no pouco tempo de adaptação dos alemães ao calor fizessem a diferença, como o frio e a neve tinha feito na Alemanha. Zezé Moreira analisou o adversário e deu a receita para vencê-lo, em entrevista à Placar:

  • “Eles praticamente não têm posição fixa em campo. Há sempre um jogador a mais na marcação dos atacantes adversários e a recuperação deles é impressionante. Temos que partir para um jogo coletivo, rápido e objetivo, como naquelas partidas contra o Internacional, pela Libertadores.”

Zezé Moreira ficou aborrecido com o desfecho do jogo de ida:

  • Nós nunca poderíamos ter nos apavorado com o primeiro gol e partido pra cima deles que nem loucos. Deveríamos ter ficado quietinhos, no nosso esquema, porque a derrota de 1×0 era um excelente resultado para o Cruzeiro. Agora, eles entram aqui com 2×0 no placar. Isso lhes dá muita segurança e apóia qualquer sistema defensivo.

Mas não havia perdido a esperança:

  • Chegaremos lá. Precisamos entrar com os onze jogadores em perfeitas condições técnicas e físicas, caso contrário, será difícil vencer. Estamos treinando duro porque não adianta apenas marcar os gols necessários. É preciso, também, não tomar.

Verão

Enfim, na quinta-feira, 21dez76, o Mineirão recebeu pela primeira e única vez na sua história uma decisão de título mundial. O público oficial foi de 113.715 pagantes.

Saí da Fafich, no Bairro Santo Antônio, por volta de 13h e parei pra tomar cerveja e fazer a resenha do futebol com os colegas no Jorobó, um boteco na Contorno, quase na esquina de Carangola.

Por volta de 15h, saímos para o Mineirão em vários táxis. Eu e o Nílton Figueiredo, colega de Sociologia, tomamos um fusca amarelo sem banco dianteiro.

Na Catalão, sobre o viaduto do Anel Rodoviário, o motorista puxou o freio de mão e recomendou: “Se vocês querem ver o jogo, melhor irem a pé.”

Travou tudo. As pessoas largavam os carros no meio da pista e saiam correndo em direção ao estádio. No estacionamento, saquei o lance: havia dezenas de ônibus de todas as partes do país: Bahia, Rio, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso, Paraná, São Paulo e inúmeras cidades do interior de Minas.

Quando consegui entrar, não havia mais divisão de setores. Tentei furar os bloqueios de cada um dos acessos às arquibancadas, cadeiras e geral, sem sucesso. O Mineirão estava entupido.

O jeito foi assistir à decisão no corredor. Escolhi o Bar 22, cuja televisão, uma Philco com Bombril –aquela palha de aço que dizia ter mil e uma utilidades- nas pontas antenas, atendia a uma multidão incalculável. Havia superlotação até nas áreas de circulação.

No dia seguinte, o Estado de Minas estampava a manchete “Trânsito infernal na ida e na volta. A decisão mudou a vida da cidade”.  Os jornais informaram também sobre a invasão de mais de 20 mil torcedores vindos em caravanas, que não encontrando ingressos à venda, arrombaram os portões do estádio. Esse foi, sem dúvida, o maior público da história do Gigante da Pampulha. (Jorge Santana)

O Bayern chegou à BH no dia do jogo. Os jogadores foram para o hotel, descansaram poucas horas e foram para o Mineirão. Reconheceram o gramado e se aqueceram sob estrepitosas vaias da torcida.

Zezé Moreira escalou uma formação mais ofensiva, com um ataque com Jairzinho pela direita, Palhinha, Dirceu Lopes e Joãozinho. Eduardo ficou no banco.

O calouro de Engenharia, João Chiabi Duarte, relata suas impressões:

“Eu me lembro de ter chegado ao estádio por volta das 16 h. Os portões se abriram por volta das 18 h. Lá dentro, não dava pra levantar e sair, porque se perdia o lugar. O time deles era uma verdadeira seleção campeã do mundo. Fiquei no hall de entrada para vê-los passar. Sepp Mayer o goleiro tinha mãos imensas. Beckenbauer carregava os sacos como qualquer outro jogador. Não tinha essa de roupeiro, cada um fazia a sua parte. Lembro até hoje da cena. O Bayern entrou para aquecer com os seus agasalhos vermelhos da Adidas (sonho de consumo de todos nós naquela época), um calor infernal. Foi a maior vaia que eu já tinha visto em um estádio de futebol…

O Cruzeiro precisava de uma vitória por dois gols no tempo normal para forçar a prorrogação e pênaltis. A gente acreditava demais nos nossos craques. O jogo começou depois das 21h. O Cruzeiro fez uma ótima partida e parou sempre nas mãos de Maier ou nos desarmes fantásticos de Beckenbauer ou do Schwarzenbeck (jogava duro e não perdeu uma antecipação naquele dia). Houve lances incríveis durante o jogo. Uma cabeçada do Jairzinho, de costas, que o Sepp Maier só defendeu porque tinha mãos enormes. Ou a grande defesa do Raul no chute rasteiro e forte do Rumenigge, que ele tirou com a ponta do pé.  

No Cruzeiro, Dirceu Lopes parecia se ressentir da longa inatividade e não conseguia ter vantagem sobre a marcação implacável de Kapellmann. No 2º tempo, Zezé Moreira trocou-o por Forlan, que entrou na lateral direita, e adiantou Nelinho para a meia, para aproveitar o chute do lateral. E ele mandou três ou quatro varadas em direção ao gol alemão. Todas espalmadas ou socadas por Maier.

Rumenigge dava trabalho nos contra-ataques, mas sentiu uma contusão e deu lugar a Arbinger, que entrou para marcar as boas combinações que Nelinho e Forlan faziam pela direita. Palhinha, Joãozinho e Jairzinho brigaram com valentia contra os gigantes do time alemão e criaram as oportunidades. Embora não tivessem feito os gols, lutaram muito, como de resto, todo o time celeste.”

Mesmo sem o título, os jogadores celestes deixaram sob os aplausos da torcida, em reconhecimento pelo que fizeram. Foi um belo espetáculo proporcionado por dois grandes times. Um show de técnica e tática

  • Cruzeiro 0×0 Bayern München, terça-feira, 21dez76, 2º jogo da decisão do Mundial Interclubes-76, Mineirão, Belo Horizonte. Público: 113.715 pagantes – Juiz: Patrick Partridge (Inglaterra) – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Ozires e Vanderlei Lázaro; Wilson Piazza (Eduardo Amorim) e Zé Carlos; Jairzinho, Palhinha, Dirceu Lopes (Pablo Forlan) e Joãozinho. Tec: Zezé Moreira / Bayern: Sepp Maier, Bjorn Andersson, Franz Beckenbauer, Hans-Georg Schwarzenbeck e Udo Horsmann, Weiss, Conny Torstensson e Jupp Kapellmann, Uli Hoeness, Gerd Müller e Karl Heinz Rummenigge (Alfred Arbinger). Tec: Dettmar Cramer.  

Alguns lances ficaram da decisão mundial ficaram eternizados: duas incríveis defesas de Raul Plassmann, um drible de Joãozinho deixando o Kaiser Beckenbauer de bunda no chão e uma cabeçada de Jairzinho que, com o arco escancarado, mandou a bola no travessão.

João Saldanha culpou a cabeleira Black Power do atacante pelo desperdício. Segundo ele, a bola amorteceu naquela touceira ornamental. Para provar sua tese, o cronista saiu pelas ruas do Rio de Janeiro com uma bola e uma câmera filmando cabeçadas de outros cabeludos. Todas sairam chochas. 

Links:

  1. Vídeo de uma emissora alemã, com os gols da partida, com uma impagável participação do repórter Paulo Roberto escalando o time do Bayern.
  2. Trecho de um documentário do Sportv sobre Jairzinho, com imagens rápidas do jogo do Mineirão.
  3. Fernando Sasso narra alguns momentos ada decisão.

Cruzeiro 0x0 Prudente: Faltaram idéias

domingo, 8 de agosto de 2010

Em 5º lugar com 19 pontos, o Cruzeiro pode terminar a rodada em 3º se vencer.

Leonardo Silva, Gilberto e Roger Galera, contundidos, Gil e Thiago Ribeiro, suspensos, desfalcam o time celeste.

Em 13º com 14 pontos, o Prudente pode subir duas posições se vencer.

O treinador Toninho Cecílio não contará com os beques Leonardo e Anderson Luís e o volante Marcelo Oliveira, suspensos, e o atacante Wanderley, emprestado pelo Cruzeiro e, por isto, impedido de atuar.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 18h20 – Prudente em campo com camisa branca, calções e meias azuis.
  • 18h27 – Cruzeiro entra em campo com uniforme tradicional.
  • 18h28 – Robert promete um gol para o pai, Seu Totó.
  • 18h30 – Cantora Sheila Regina canta o Hino Nacional a capela.
  • 18h35 – Começa o jogo. Cruzeiro à direita das tribunas.
  • 01 seg – WP chuta do meio de campo, goleiro defende.
  • 01 – Lançamento longo sobre a área prudentina, Giovanni defende.
  • 02 – DR, MP, Jonathan, Fabrício. Cruzamento da direita, goleiro defende.
  • 03 – Fabrício cruza da direita, Giovanni defende com dificuldade.
  • 04 – Fabrício, do meio de campo, joga bola na área. Giovanni defende.
  • 05 – Francisco Everton cruzada direita, Henrique cabeceia, pra fora.
  • 06 – Anderson acerta cotovelada em Henrique. Juiz manda seguir o jogo.
  • 08 – Prudente triangula pela direita, Paulo Cesar deixa bola escapar pela linha de fundo.
  • 09 – Robert tenta cruza pela direita, Anderson Pedra cede escanteio.
  • 10 – Robson lança. Fabrício, à frente da zaga, fica com a bola.
  • 11 – Diego renan arrisca de fora da área, bola pela linha de fundo.
  • 12 – Jonathan cruza da direita, bola sai pela linha de fundo.
  • 13 – Cláudio Caçapa, de carrinho, desarma Wesley na entrada da área.
  • 14 – Robson cobra falta sobre a área, Fábio defende.
  • 15 – Jonathan cruza da direita, WP arremata de primeira, pra fora.
  • 16 – Rafael Martins deixa Caçapa pra trás e chuta forte, cruzado. Fábio voa e espalma a bola pra escanteio.
  • 17 – Wesley cruza da esquerda, DR rebate dentro da área.
  • 19 – WP cruza da esquerda, Jonathan chega atrasado, bola sai pela linha de fundo.
  • 20 – Anderson Pedra para João Victor no meio, para Paulo Cesar, que cruza. Cláudio Caçapa rebate. Novo cruzamento, bola passa pela área sem perigo.
  • 22 – Everton bate falta sobre a área. Paulão, de cabeça, desvia para escanteio.
  • 23 – João Victor derruba Jonathan. Everton cruza sobre a área, defesa prudentina rebate.
  • 25 – Paulo Cesar faz lançamento de 50 metros procurando Rafael. Fábio sai do arco e fica com a bola.
  • 26 – João Victor chuta de longe, bola pra fora.
  • 27 – Com duas linhas de quatro, Cruzeiro tem posse de bola, mas nenhuma criatividade. Prudente é mais objetivo.
  • 28 – Robson derruba Everton e, depois, WP. Cartão amarelo.
  • 30 – Bola recuada, Fábio despacha. Marquinhos Paraná fica com a bola, avança e chuta forte, por cima do travessão, com perigo.
  • 32 – Paulo Cesar desarma Francisco Everton e dá um esticão. Edcarlos cede escanteio. Francisco Everton cobra, defesa rebate.
  • 33 – Everton cobra escanteio, pela direita, Edcarlos cabeceia, defesa corta.
  • 34 – WP chuta forte, de virada, da entrada da pequena área, bola acerta os dois postes, não vai pras redes e ainda volta para os braços de Giovanni, que não dá rebote.
  • 25 – Wesley recebe lançamento, chuta da entrada da área, bola pra fora.
  • 36 – DR tenta cruzar, defesa cede escanteio.
  • 37 – Jonathan cobra falta pela esquerda, Fabrício cabeceia pra fora.
  • 38 – Douglas Silva afasta bola da área com um chutão.
  • 39 – MP faz jogada de ponta direita e cruza. Paulão desvia pra escanteio.
  • 40 – Jonathan cobra escanteio pela direita, WP não consegue concluir e volta pra Henrique, que chuta por cima do travessão.
  • 41 – Fábio falha ao tentar rebater e cede escanteio. Paulo Cesar cobra escanteio, Caçapa afasta a bola da área.
  • 42 – Marquinhos Paraná passa a Fabrício, que cruza da direita. Douglas rebate.
  • 43 – Fabrício cruza da direita, Diego corta. Fabrício volta a cruzar, Robert conclui pra fora.
  • 44 – Robson cruza da esquerda, Everton corta.
  • 45 – MP lança Jonathan, que cruza. Diego despacha a bola.
  • 46 – Fabrício cruza da direita, Paulão corta de cabeça. Jonathan cruza da direita, bola sai pelo lado oposto. Fim de 1º tempo

Lances + importantes do 2º tempo

  • 19h37 – Prudente volta a campo.
  • 19h39 – Cruzeiro volta a campo.
  • 00 – Flávio Boaventura e Deyvid Saconni substituem Anderson Pedra e Robson. Toninho Cecílio adota o 3-5-2.
  • Jonathan: “Contra três zagueiros, ficará mais difícil pros nossos atacantes.”
  • 19h40. – Começa o 2º tempo.
  • 30 seg – Jonathan derrubado por Wesley.
  • 01 – Jonathan cruza, defesa corta.
  • 02 – Falta na intermediária prudentina. Francisco Everton cobra curto, Diego Renan chuta rasteiro, pra fora.
  • 03 – Francisco Everton cruza, Diego sai jogando.
  • 04 – Paulo Cesar cobra falta pela direita, Fábio tira de soco. Bandeira marca impedimento de Rafael.
  • 05 – Bola na área, Paulão corta.
  • 06 – Saconni cruza, caçapa corta pra escanteio. Saconni cobra escanteio, Marquinhos Paraná tira de cabeça.
  • 07 – Jonathan fica com rebote e chuta de fora da área. Giovanni defende.
  • 08 – Caçapa derruba Rafael próximo à área. Paulo Cesar cobra, Paulão aparece pra concluir, em impedimento.
  • 10 – Rafael Martins erra lançamento, bola fica com Fábio.
  • 11 – Rômulo substitui Marquinhos Paraná. Vai jogar no meio de campo, Jonathan continua na lateral direita.
  • 12 – Caçapa recua bola para Fábio.
  • 13 – WP recebe falta na intermediária. Everton cobra, Edcarlos cabeceia pra fora.
  • 14 – Wesley cruza pela direita, Fábio sobe sozinho e fica com a bola.
  • 15 – Rafael Martins chuta de longe, por cima do travessão.
  • 16 – Mancha desarma Fabrício, corre com a bola e chuta de longe. Fábio defende.
  • 17 – Caçapa cabeceia bola cruzada de escanteio, pra fora.
  • 18 – Diego dá rasteira em Wellington Paulista, na ponta-direita, e recebe cartão amarelo.
  • 19 – Everton cobra falta pela direita, Giovanni fica com a bola.
  • 20 – Bola esticada na área, Fábio com ela.
  • 21 – Rômulo comte falta em Douglas Silva e recebe cartão amarelo.
  • 22 – WP passa a DR, que é desarmado na entrada da área.
  • 23 – WP chuta de longe, pra fora.
  • 24 – Sebá substitui Francisco Everton.
  • 25 – Paulo Cesar e Saconni trabalham pela direita. Caçapa faz o corte.
  • 26 – Paulo Cesar pisa no tornozelo de Diego Renan e recebe cartão amarelo.
  • 27 – Paulão dá bicicleta na entrada da área e quase acerta o rosto de Wellington Paulista. Tiro livre indireto na entrada da área.
  • 28 – Fabrício rola a bola pra WP, que chuta. Bola sai rente ao poste esquerdo de Giovanni.
  • 29 – Edcarlos recua, Fábio dá um chutão.
  • 30 – Diego Renan lança Wellington Paulista, que cruza. Robert não alcança.
  • 31 – Sebá cruza duas vezes da esquerda. Paulão corta a primeira, WP conclui a segunda pra defesa de Giovanni.
  • 32 – Prudente contra-ataca, Saconni chuta forte, da entrada da área, bola passa rente ao poste esquerdo.
  • 33 – Wesley chuta de fora da área, Fábio defende.
  • 34 – Rômulo cobra falta da direita, Giovanni defende pelo alto.
  • 35 – WP reclama e recebe cartão amarelo. Pedro Ken substitui Robert, que sai vaiado.
  • 36 – Sebá cabeceia, Giovanni defende. Prudente ataca com Wesley, Edcarlos recua pra Fábio.
  • 37 – Carlos Eduardo substitui Wesley. Fabrício levanta bola na área, Giovanni defende, mesmo recebendo falta de Edcarlos.
  • 38 – Torcedor arremessa tênis sobre o gramado. Juiz entrega o pisante para o quarto árbitro. Briga na arquibancada.
  • 39 – Bola cruzada na área, Edcarlos corta. Idiota que lançou o tênis no gramado é detido pela Polícia Militar.
  • 40 – DR cruza da esquerda, Paulão corta.
  • 41 – Fabrício cruza da direita, WP cabeceia, Giovanni defende.
  • 42 – Diego Renan derruba Rafael Martins na ponta direita. Paulo Cesar cobra falta, bola sai pelo lado oposto.
  • 43 – Wellington Paulista joga de beque e corta, sem querer, lançamento para área prudentina.
  • 44 – Cruzeiro troca passes, Sebá cruza da direita, DR chuta, defesa cede escanteio.
  • 45 – Rômulo lança bola sobre a área, WP cabeceia pra fora.
  • 46 – Pedro Ken trabalha bola com Jonathan pela direita. Bola fica com Rômulo, que chuta por cima do travessão.
  • 47 – Cláudio Caçapa derruba Carlos Eduardo, que puxava contra-ataque pela direita.
  • 48 – Fim de jogo. Torcida celeste vaia o time, que permanece no 5º lugar.
  • Rômulo: “Prudente veio fechado e nós não conseguimos trabalhar a bola. Montillo vai ajudar nosso time.”
  • Paulo César: “Wanderley faz falta, mas Wesley e Rafael deram conta do recado. Não jogamos pra empatar, mas o resultado não foi ruim.” 

Cruzeiro 0x0 Prudente, domingo, 08ago10, Estádio Municipal Epaminondas Mendes Brito, Ipatingão, Ipatinga, 13ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: PFC – Público: 10.109 pagantes – Renda: R$165.984,00 – Juiz: André Luiz de Freitas Castro (GO) – Bandeiras: Fabrício Vilarinho da Silva e Marco Antônio de Mello Moreira (GO) – Amarelos: Robson, Diego (Pru); Rômulo, Wellington Paulista (Cru) – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Edcarlos, Cláudio Caçapa e Diego Renan; Fabrício, Marquinhos Paraná (Rômulo, 9 2º), Henrique e Francisco Everton (Sebá, 23 2º) Robert (Pedro Ken, 35 2º) e Wellington Paulista. Tec: Cuca / Prudente: Giovanni; Paulo César, Paulão, Diego e Douglas Silva; Rodrigo Mancha, Anderson Pedra (Flávio Boaventura, intervalo), Robson (Deyvid Sacconi, intervalo) e João Vitor; Wesley (Carlos Eduardo, 35 2º) e Rafael Martins. Tec: Toninho CecílioHistórico – Foi o 3º Cruzeiro x Grêmio Prudente (os outros dois aconteceram no Brasileiro de 2009 quando o clube se chamava Grêmio Barueri). Cada time venceu uma partida e houve um empate. O Cruzeiro marcou 3 gols e sofreu 4.

Mariana: “Vira e mexe, o garotinho me pede pra cantar o ‘Vamos, vamos, Cruzeiro’!”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros acerca do Atlético-MG 0x1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Mariana, no PHD: Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!
  2. Elias Guimarães, no PHD: Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!
  3. Matheus Reis, no PHD: Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda. Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.
  4. Claudinei Vilela, no PHD: Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio. O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.
  5. Evandro Oliveira, no PHD: Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí. Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O  que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas”. Menos, né!
  6. Naldo Morato, no PHD: Gostei muito da coletividade. Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem. O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.
  7. André Kfouri, em seu blog: No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol.
  8. Juca Kfouri, em seu blog: Galo brilha de novo. E perde mais uma vez: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.
  9. Lédio Carmona, em seu blog: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa. O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (…) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.
  10. Mauro Beting, em seu blog: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste. O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.
  11. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0). No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.
  12. Mário Marra, em seu blog: Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol. Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.
  13. PVC, em seu blog: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12. À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4×0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 — o jogo do Fábio, de costas — o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5×0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.
  14. José Roberto Torero, em seu blog: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.
  15. Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.

País do Voleibol, eneacampeão da Liga Mundial

domingo, 25 de julho de 2010

No Orfeo Superdome, em Cordoba, Argentina, o Brasil venceu a Rússia por 3×1 (25×22, 25×22, 19×25, 25×23) e sagrou-se eneacampeão da Liga Mundial de Vôlei.

Contra a pancadaria dos sacadores russos, o Brasil deu show de variações de jogadas e emplacou uma fieria de quatro bloqueios decisivos no set decisivo.

Na arquibancada, bandeiras e camisas do Cruzeiro. Da Cocota, pra sorte da pátria de tênis, nenhuma.

Dante, Murilo, eleito o melhor do torneio, e Mário Jr., melhor líbero, foram os astros. Giba, no banco, foi torcedor incansável.

A medalha de bronze vai pra Sérvia, que derrotou Cuba por 3×2.

Cruzeiro 2×2 Grêmio: Faltou imaginação

domingo, 25 de julho de 2010

Em 7º lugar com 15 pontos, se vencer, o Cruzeiro pode subir de duas a quatro posições. Se perder, pode cair até quatro posições.

Cuca não contará com Roger Galera e Gilberto, machucados. Suspensos, Gil e Wellington Paulista serão substituídos por Wellington e Robert.

Em 18º lugar com 10 pontos, o Grêmio pode subir até seis posições se vencer. Perdendo continua onde está.

Sem poder contar com Fábio Santos e Neuton, Paulo Silas deve escolher entre Hugo e Dener, o ala-esquerdo de seu 3-5-2 emergencial.

Cruzeiro 2×2 Grêmio, domingo, 25jul10, 16h, Arena do Jacaré, Sete Lagoas, 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: PFC (paque-pra-ver) – Público: 9.672 pagantes, 9.845 presentes – Renda: R$208.796,25 – Juiz: Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ) – Bandeiras: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa/RJ) e Rodrigo Pereira Jóia (RJ) – Amarelos: Rafael Marques, Douglas (Gre); Sebá, Fabinho, Henrique – Gols: Borges, 45 do 1º; Henrique, 1, Jonas, 34, Henrique, 41 do 2º – Cruzeiro: Fábio; Rômulo (Sebá, intervalo), Fabinho, Cláudio Caçapa e Diego Renan; Jonathan, Fabrício (Marquinhos Paraná, 20, 2º), Henrique, Jonathan e Francisco Everton; Thiago Ribeiro e Robert (Javier Reina, 29 2º). Técnico: Cuca / Grêmio: Victor; Ozeia, Rodrigo e Rafael Marques (William Magrão, 15, 2º); Maylson, Adilson, Rochemback (Ferdinando, 25, 1º), Douglas e Hugo; Jonas (Fernando, 36, 2º) e Borges. Técnico: Silas – Histórico – Foi 0 54º Cruzeiro x Grêmio. O Cruzeiro venceu 25, empatou 16, perdeu 13, marcou 74 gols, levou 51. Pelo Campeonato Brasileiro (desde que o torneio recebeu esta denominação em 1971), foram 32 jogos. O Cruzeiro venceu 15, empatou 10, perdeu 7, marcou 47 e sofreu 31 gols. Pela Libertadores, se enfrentaram 6 vezes. O Cruzeiro venceu 3, empatou 2 e perdeu 1. Cruzeiro e Grêmio já decidiram um título nacional, a Copa do Brasil 1993. No Olímpico, 0×0; no Mineirão, Cruzeiro 2×1.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 16h – Começa o jogo. Com uniforme tradicional, Cruzeiro fica à esquerda das tribunas. Grêmio joga com camisas brancas, calções e meias pretas.
  • 01 –  Fabrício avança pelo meio e tenta o passe para Rômulo, Rafael Marques corta.
  • 01 –  Jonas conduz a bola pela ponta esquerda e cruza. No meio da área, Caçapa afasta.
  • 02 –  Robert recebe o passe na intermediária e tenta lançar Rômulo, mas a defesa do Grêmio tira.
  • 03 –  Jonas arrisca da intermediária e Fábio faz a defesa .
  • 04 – Thiago Ribeiro vai à linha de fundo e cruza. Victor sai do gol para fazer a defesa.
  • 05 –  Rômulo enfia a bola para Thiago Ribeiro, mas ele está impedido.
  • 06 –  Jonas recebe lançamento na área, mas Henrique chega para tirar para escanteio.
  • 07 –  Adilson tenta abrir o jogo com Maylson, mas passa errado e a bola sai pela lateral.
  • 08 –  Diego Renan cruza, Thiago Ribeiro domina, mas é desramado por Rodrigo.
  • 09 –  Maylson tenta cruzar da direita, mas Everton desvia para escanteio.
  • 10 –  Fábio Rochemback cobra escanteio e Robert afasta de cabeça.
  • 10 –  Jonas tenta passar no meio de dois e recebe falta de Henrique.
  • 11 –  Jonas cobra a falta direto na barreira.
  • 13 –  Jonas tenta girar, mas Fabrício faz o desarme.
  • 14 –  Robert cruza da direita e a defesa afasta.
  • 15 –  Jonas tenta girar na ponta direita, mas sofre falta de Fabrício.
  • 15 –  Thiago Ribeiro tenta sair jogando, mas é desarmado por Adilson.
  • 16 –  Thiago Ribeiron recebe o passe no meio e, em seguida, a falta de Rafael Marques.
  • 17 –  Thiago Ribeiro tenta driblar Ozéia e sofre falta na ponta esquerda. Ele mesmo cobra jogando a bola na área. Defesa tricolor espana.
  • 18 – Máfia Azul estende seu bandeirão na arquibancada vazia (interditada) atrás do gol de Victor, à esquerda das tribunas.
  • 19 –  Rômulo cruza, a bola passa por todo mundo e sobra com Maylson, que sai jogando.
  • 20 –  Robert passa a Jonathan na área. O lateral chuta, bola bate na defesa e fica com Victor.
  • 21 –  Borges domina com a mão. Falta.
  • 22 –  Everton toca para Robert na área e ele chuta para fora.
  • 23 –  Rômulo passa a Jonathan na direita, mas a devolução é mal feita e a bola sai pra lateral.
  • 25 –  Thiago Ribeiro recebe o passe na direita, mas cruza mal. Bola escapa pela linha de fundo.
  • 26 –  Ferdinando substitui Rochemback.
  • 26 –  Hugo cruza da esquerda, Maylson arremata dentro da pequena área, bola passa por cima do travessão, com muito perigo.
  • 28 –  Thiago Ribeiro cruza da esquerda e Victor sobe para fazer a defesa.
  • 29 –  Jonathan tenta conduzir a bola no meio, mas Hugo comete falta.
  • 29 –  Hugo comete falta em Henrique no meio do campo.
  • 30 –  Robert tenta recuperar a bola e comete falta em Rodrigo.
  • 31 –  Robert toca para Jonathan na entrada da área e ele chuta por cima do gol de Victor.
  • 33 –  Adilson tenta o passe para Jonas, mas Henrique faz o corte.
  • 34 –  Rafael Marques comete falta em Thiago Ribeiro e recebe o cartão amarelo.
  • 34 –  Diego Renan tenta sair jogando pela esquerda, mas sofre falta de Maylson.
  • 35 –  Douglas tenta lançar Maylson na direita, mas a bola sai pela linha de fundo.
  • 36 –  Jonas recebe passe na esquerda, leva pro meio e chuta rasteiro. Bola sai à direita de Fábio.
  • 37 –  Rômulo tenta conduzir a bola no meio, mas sofre falta de Hugo.
  • 37 –  Jonathan cruza da direita e Maylson tira de cabeça e cede o escanteio.
  • 38 –  Thiago Ribeiro cobra escanteio e Victor espalma.
  • 39 –  Ferdinando arrisca de fora da área, bola desvia e sai para escanteio.
  • 40 –  Jonas tenta cruzar da esquerda e Henrique afasta para novo escanteio.
  • 41 –  Douglas cobra escanteio e Hugo cabeceia por cima do gol.
  • 42 –  Rômulo erra passe, bola sai pela lateral.
  • 43 –  Jonas faz jogada individual e chuta pra fora.
  • 44 –  Maylson vai à linha de fundo, cruza e Caçapa afasta.
  • 44 –  Borges arrisca de fora da área, mas a bola sai sem perigo.
  • 44 –  Jonathan cruza da direita e Maylson afasta de cabeça.
  • 45 –  Jonas recebe passe na direita e cruza. Borges se antecipa a Fabinho e cabeceia para abrir o placar. Grêmio 1×0.
  • 46 –  Termina o 1º tempo 

Lances + importantes do 2º tempo

  • 17h03 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Sebá substitui Rômulo.
  • 01 –  Thiago Ribeiro cruza da esquerda, de chapa, Henrique cabeceia pras redes. Cruzeiro 1×1.
  • 02 –  Francisco Everton cobra escanteio e Hugo afasta de cabeça.
  • 03 –  Maylson cruza da direita, Cláudio Caçapa corta.
  • 04 –  Jonas é lançado na direita, mas Diego Renan chega para tirar para a lateral.
  • 05 –  Sebá tenta tocar para Henrique, mas Adilson se adianta e toma a bola.
  • 06 –  Hugo tabela com Borges e chuta, bola desvia na defesa, Fábio defende.
  • 07 –  Everton dribla Maylson na esquerda e sofre a falta.
  • 08 –  Thiago Ribeiro cobra a falta na área e Victor tira de soco.
  • 09 –  Jonas desvia de cabeça para Borges, mas ele está impedido.
  • 09 –  Hugo sofre falta de Sebá no meio do campo.
  • 10 –  Douglas toca para Borges, ele gira e bate por cima do gol.
  • 11 –  Jonas abre o jogo com Borges, mas o árbitro marca impedimento.
  • 12 –  Fabrício conduz a bola na intermediária e chuta de fora da área. Victor defende.
  • 14 –  Adilson lança Jonas nas costas da defesa, mas o árbitro marca impedimento.
  • 15 –  Maylson chega forte em Fabrício e o o árbitro marca falta.
  • 15 –  Substituição no Grêmio: sai Rafael Marques, entra Willian Magrão.
  • 16 –  Hugo tabela com Jonas, mas ao entrar na área é desarmado por Jonathan.
  • 17 –  Borges tenta passar por Fabinho, mas recebe a falta.
  • 17 –  Hugo avança pela esquerda, Fabrício desvia pra escanteio.
  • 18 –  Douglas cobra escanteio e Rodrigo desvia de cabeça para fora.
  • 19 –  Sebá tenta girar na entrda da área, mas é desarmado.
  • 20 –  Jonas tenta driblar Henrique, mas sofre falta.
  • 20 –  Marquinhos Paraná substitui Fabrício.
  • 21 –  Douglas cobra a falta na área e Fábio faz a defesa.
  • 22 –  Silas é expulso pelo árbitro por reclamar demais à beira do campo.
  • 22 –  Thiago Ribeiro cobra falta e Hugo afasta de cabeça.
  • 23 –  Sebá comete falta em Douglas no meio do campo e recebe o cartão amarelo.
  • 24 –  Henrique tenta sair jogando e Douglas comete falta. Cartão amarelo.
  • 25 –  Jonathan cruza da direita e Maylson tira para escanteio.
  • 26 –  Thiago Ribeiro cobra o escanteio e a defesa afasta.
  • 27 –  Jonas dribla Diego Renan duas vezes e chuta tirando de Fábio. Bola passa rente ao poste direito.
  • 28 –  Sebá lança Everton, mas Willian Magrão faz a proteção e a bola sai pela linha de fundo.
  • 28 –  Substituição no Cruzeiro: sai Sebá, entra Reina.
  • 29 –  Jonathan cruza rasteiro e Rodrigo afasta.
  • 30 –  Thiago Ribeiro arrisca de fora da área, a bola desvia e Victor faz a defesa.
  • 32 –  Fabinho chuta a bola para atrasar cobrança de lateral e recebe cartão amarelo.
  • 33 –  Caçapa chega mostrando a sola na entrada da área e o árbitro marca falta.
  • 34 –  Em cobrança de falta ensaiada, Jonas chuta, bola passa pela barreira e entra no canto direito de Fábio, que voa, mas não conse=gue fazer a defesa. Grêmio 2×1.
  • 35 –  Maylson cruza da direita, mas direto para fora.
  • 36 –  Fernando substitui Jonas.
  • 37 –  Douglas é lançado nas costas da zaga, Caçapa se recupera e desvia a bola pra escanteio.
  • 38 –  Douglas cobra escanteio e Fábio sobe para fazer a defesa.
  • 39 –  Douglas tenta enfiar a bola para Borges, mas Caçapa faz o corte e sai jogando.
  • 39 –  Jonathan domina na direita, tenta levar a bola para o meio, mas sofre falta de Adilson.
  • 40 –  Thiago Ribeiro cobra a falta, a bola desvia na barreira e sai para escanteio.
  • 41 –  Javier Reina cobra escanteio pela direita, Henrique escora Victor, impedindo que o goleiro corte a trajetória da bola, e testa pras redes. Cruzeiro 2×2.
  • 42 –  Douglas tenta enfiar a bola no meio da área do Cruzeiro, mas a defesa faz o corte.
  • 43 –  Adilson cruza da direita e Fábio sobe para fazer a defesa.
  • 44 –  Juiz acrescenta 4 minutos ao jogo. Francisco Everton cruza da esquerda, Victor defende.
  • 45 –  Henrique comete falta em Ferdinando e recebe o cartão amarelo.
  • 45 –  Ozéia cobra a falta direto para fora.
  • 47 –  Caçapa se antecipa e Douglas comete falta no meio do campo.
  • 48 –  Thiago Ribeiro cobra falta na área e Victor faz a defesa.
  • 49 –  Termina o jogo. No corredor, antes de entrar no vestiário, Jonas agride Rodrigo. Paulo Silas diz que não houve nada, que foi apenas um bate-boca.
  • Jonathan: “Não é possível jogar neste gramado. Ele é irregular, prejudica o time mais técnico. É uma pena para a torcida da cidade, mas o Cruzeiro deve procurar outro estádio pra jogar.”

Tusta enfastiado

terça-feira, 20 de julho de 2010

O tema foi discutido à exaustão no PHD no dia seguinte à final da Copa. Aparentemente, é notícia velha, matéria vencida, assunto datado.

Mas não é. Comentaristas dos canais de esportes não param de recomendar o telecoteco como a solução para os males do fut brasilis.

Prudente, Avaí, Duque, Icasa, Flamengo, Alecrim, Palmeiras, Tupi ou Ananindeua, não importa que elencos tenham, estão intimados ao totó infinito.

Se a moda pega, o futebol ficará intragável. Seremos Suiça ou Espanha. Com bola de pé em pé, de um lado pra outro, sempre na horizontal, todos os jogos terminarão em goleadas de 1×0.

O contra-ataque, embora não tenha agradado ao Tusta, ainda é a saída pra maioria dos times brasileiros. E se bem executado pode tornar o jogo interessante.

Agora o lescolesco improdutivo pode até ser um jogo de segurança máxima para os times poderosos, mas não vai empolgar a torcida. Já pensaram um campeão brasileiro marcando 40 gols em 38 partidas?

Melhor a Seleção tentar uma terceira via. E o treinador de cada time brasileiro imaginar táticas e estratégias compatíveis com seus elencos.

Mas sempre buscando o gol. Caso contrário, o som do clic nas salas vai superar o do grito das galeras nas arquibancadas. 

Coluna do Tostão

Compromisso público

Quanto maior a qualidade dos times e dos atletas, maior a tendência de as partidas serem menos vibrantes

Após assistir, nos estádios, aos primeiros jogos na Copa, percebi que, em relação ao que costumo ver pela TV, no Brasil, as partidas estavam muito frias, lentas, táticas e com excesso de toques curtos e para os lados. Deveria ser o contrário, pela importância da competição e presença da torcida.

Fiquei na dúvida se era porque, na TV, os narradores brasileiros gritam demais, narram como se fosse pelo rádio e transformam qualquer pelada em um jogo emocionante, ou se as seleções na Copa procuravam jogar com mais segurança.

Os jogos do Brasileirão, de todas as séries, são mais vibrantes que os da Copa. Há mais disputas pela bola e mais jogadas de área. Infelizmente, quanto maior a qualidade técnica das equipes e dos jogadores, maior a tendência de as partidas serem frias e lentas. Por terem poucas chances, os craques, cada vez mais, decidem cada vez menos os jogos.

Além disso, os grandes jogadores se tornaram tão ricos, famosos e estrelas, jogando bem ou mal, que a Copa passa a ter menos importância. Cristiano Ronaldo, Messi e Kaká continuam com o mesmo prestígio.

Impacientava-me, ao ver no estádio, um jogador, com grandes chances de driblar em direção ao gol ou de dar um passe decisivo, preferir, por segurança ou falta de talento, tocar a bola para o lado. O grande craque é o que joga como se visse a partida da arquibancada.

O jogo excessivamente técnico e tático, mas com pouca alma, é uma grande chatice. “A bola é um reles, um ínfimo, um ridículo detalhe. O que procuramos no futebol é o drama, a tragédia, o horror e a compaixão. A mais sórdida pelada é de uma complexidade shakesperiana” (Nelson Rodrigues).

A filosofia na Copa foi a de Parreira, de que o importante é não levar o primeiro gol. Se é assim, porque não fazer o gol primeiro?

Uma das maneiras de mudar isso seria um time tentar dominar o outro, pressioná-lo, tentando tomar a bola mais à frente.

A  estratégia atual é o contrário. Criou-se o conceito de que a melhor maneira de vencer é recuar e tentar ganhar em pouquíssimos contra-ataques que raramente acontecem. O jogo fica feio. Essa é uma boa tática para time pequeno.

O novo técnico da Seleção Brasileira deveria assumir um compromisso público, com firma reconhecida em cartório, de que a equipe vai tentar vencer e dar bons espetáculos.

Fonte: Superesportes, em 18jul10

Com e elenco que possui, o Cruzeiro deveria terEspanha, Alemanha ou Brasil como referência?

Cuca: “Não tenho vergonha de me fechar”

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Atlético 0×2 Cruzeiro, na Arena da Baixada, Curitiba, pela 8ª rodada do Brasileiro 2010, em 14jul10:

  1. Juca Kfouri, em seu blog: O frágil Furacão perdeu para o Cruzeiro, 2 a 0,  gol no fim do primeiro tempo de Wellington Paulista,  e do segundo, com Robert. O rubro-negro parece estar se preparando para cair.
  2. Vitor Birner, em seu blog: O Furacão de Carpegiani apresentou novas caras e um futebol melhor que no início do campeonato. Tomou a iniciativa do jogo e criou boas chances. Buscou o ataque e exigiu trabalho duro do goleiro Fábio. Contudo, foi prejudicado pela arbitragem. Aos 19 minutos, Bruno Mineiro desviou para as redes após defesa de Fábio e passe de Alex Mineiro no rebote. O árbitro Wilson Seneme deu impedimento. No lance final da primeira etapa, Wellington Paulista marcou para a Raposa e jogou por água abaixo o bom 1° tempo atleticano. O segundo gol cruzeirense foi aos 41 minutos da etapa final, com Robert. O time do estreante Cuca se defendeu bem e escapou sem sofrer gol do Furacão, que buscou o ataque mas não teve boas chances como no primeiro tempo.
  3. Leandro Mattos, em seu blog: A primeira impressão foi boa!: Se o que vale é a primeira impressão, como afirma um antigo dito popular, o Cruzeiro de Cuca deu um belo cartão de visitas nessa quarta-feira, ao bater o Furacão por 2 a 0, na Arena da Baixada, e subir algumas posições na tabela de classificação, na retomada do Campeonato Brasileiro, após a disputa da Copa do Mundo 2010. Com certeza, boa parte da torcida estrelada não nutriu saudades por um meio campo com três volantes, quesito obrigatório na ‘era Adílson Batista’. Roger e Gilberto mostraram que podem atuar juntos e que dão, sem a menor dúvida, mais criatividade e uma qualidade de passe muito melhor aos estrelados. O Cruzeiro teve dois armadores fora de casa, em campo inimigo, cenário praticamente impensável sob a batuta do ex-treinador. Fábio, que pegou tudo, e Roger, preciso nos passes, foram os destaques com a camisa azul. O Rubro-Negro paranaense mostrou porque está entre os quatro frequentadores da zona da degola. Só Paulo Bayer e Bruno Mineiro conseguem sobressair em meio a um elenco fraco tecnicamente.
  4. Fábio, goleiro do Cruzeiro: A gente conseguiu fazer um bom jogo. Buscamos a todo o momento ter um bom comportamento dentro de campo taticamente e saindo com velocidade. Conseguimos um gol e depois marcar bem.
  5. Fabrício, volante do Cruzeiro: Que legal, com essa vitória, num frio danado, mas foi muito bom. A gente fica feliz, todo mundo está comprometido com o que o Cuca tem pedido. Desde sempre o grupo é muito profissional, tem sido assim desde que cheguei aqui. Conseguimos esse resultado e agora é dar sequência. Vamos chegar lá na frente, que é o nosso objetivo maior. Quando todo mundo se empenha, é difícil de ganhar da gente. Os meias, principalmente, estão de parabéns. A gente que é volante está acostumado a marcar e atacar, mas eles geralmente só atacam e agora defenderam também.
  6. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: Eu vinha falando nas entrevistas coletivas que o Cuca deixou claro para a gente que o que dizem do Cruzeiro é que o time tem muita qualidade, muita posse de bola, mas é um time frio, que não tem emoção. Foi o que ele pediu para a gente e conseguimos colocar raça, determinação. Agora é manter isso para sairmos com o título.
  7. Robert, atacante do Cruzeiro: Foi meu primeiro jogo oficial, sempre estive tranquilo, procurei me adaptar o mais rápido à equipe. Tive uma oportunidade e marquei, agora é dar continuidade ao trabalho. Marcar um gol na estreia para mim foi muito importante.
  8. Cuca, treinador do Cruzeiro: Eles foram vibrantes. Os caras saíram de campo com ‘grama na bunda’. Lutaram, guerrearam, você vê o Roger tomando cartão. Tem que ser assim. É tão bonito ver quando o cara se entrega, se doa, um vai incentivando o outro. A gente pode e deve melhorar, mas foi bom o começo. Uma vitória é sempre bem-vinda, ainda mais fora de casa contra um adversário difícil de ser batido como é o Atlético, com uma força muito grande da arquibancada e um time aguerrido. O Atlético jogou com diversas formas táticas, fomos pressionados, e no fim vencemos por 2×0. No montante do jogo, fizemos uma boa partida. Quero deixar bem claro que gosto de jogar ofensivo, mas não tenho vergonha de me fechar. Quando senti que tinha que me fechar, eu me fechei. Faltavam 12 minutos e senti que, naquele momento do jogo, não tinha mais a parte tática. Existia a superação, a bola alçada na área. E deixei o meu time alto, com o Fabinho de terceiro zagueiro. Tiramos o Roger, que é um articulador, mas não tinha mais espaço para articular. Nós precisávamos era da velocidade. Aproveito para chamar o torcedor para o domingo, lá na nossa ‘Lagoa Azul’, que a gente tem chamado carinhosamente. É a nossa casa, a 70 km, dá para ir tranquilo com a família. O torcedor vai ver de novo o Cruzeiro com muita vontade de vencer e, se Deus quiser, buscando mais uma vitória, quem sabe entrando no G-4.
  9. Neto, goleiro do Atlético: Ninguém trabalha quarenta dias para alcançar um resultado deste, mas não deu. Só nos resta trabalhar. Não podemos mais perder. E não só do Vasco, mas todos os jogos serão difíceis agora.
  10. Paulo Baier, meia do Atlético: Nós tivemos dois gols anulados, ainda preciso ver na televisão, mas o Cruzeiro mereceu a vitória. O primeiro tempo foi melhor, mas, no segundo, o Cruzeiro dominou.
  11. Paulo César Carpegiani, treinador do Atlético: Nós não queremos lamentar aqui. Mas perdemos várias oportunidades de gol e erramos no passe final. Pedimos desculpas à torcida. Os jogadores se doaram em campo, mas perdemos o jogo e temos que sair para o próximo. A torcida tem todo direito de reclamar, mas vamos fazer a cabeça dela apresentando um bom futebol e vencendo. Dizer que foi injusto não existe no futebol. Vence quem faz os gols. Nós tivemos o nosso goleiro trabalhando muito pouco no jogo, mas mesmo assim tivemos muitos erros de passe, algumas estreias de jogadores que ficaram nervosos, e tudo isso atrapalhou um pouco no rendimento. No segundo tempo, com as mudanças, a equipe conseguiu se enquadrar um pouco melhor, mas tomamos outro gol e não conseguimos fazer os nossos. 
  12. Elias Guimarães, no PHD: Muito bom. O 1º gol saiu de uma jogada até manjada, desde o ano passado. O 2º foi uma pintura, passes precisos, de prima e a tirada do goleiro pelo Robert. Recuperamos os 3 pontos jogados fora contra o Tritiquim-GO. Agora vamos prá cima do sempre perigoso Goiás. Mais uma vitória nos coloca na briga. Ao contrário de alguns comentaristas, até que gostei da zaga, tendo em vista a carência do setor. Gostei do meio. Roger com alguns lampejos e outras jogadas dignas de futebol master, mais lento que aqueles antigos micros 286. E o ataque continua como no ano passado quando o Kleber se contundiu e essa dupla deu a resposta quando o Cruzeiro precisou. Thiago Ribeiro deixa qualquer defesa doidinha da silva. WP na área marca mesmo.

Atlético 0x2 Cruzeiro: Fim de uma escrita de 7 anos

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Em 11º lugar com 9 pontos, o Cruzeiro não contará com os zagueiros Leonardo Silva e Thiago Heleno, em recuperação de cirugias.

Cuca deve adotar o esqeuma 4-2-2-2 com dois volantões plantados e dois meias livres para criar. Os prometidos três atacantes ficarão pra outra ocasião.  

Em 16º lugar com 7 pontos, o Atlético Paranaense não terá Valencia, negociado, Márcio Azevedo, lesionado, e Chico, suspenso.

Dos dez jogadores contratados na intertemporada cinco terão condições de jogo hoje: Eli Sabiá, Paulinho, Vitor, Mithyuê e Thiago Santos. 

Lances + importantes do 1º tempo

  • 19h27 – Atlético entra em campo com uniforme tradicional.
  • 19h30 – Cruzeiro entra em campo com uniforme tradicional e vai cumprimentar seus cem torcedores. Máfia Azul está presente com faixa na arquibancada.
  • 19h32 – Hino Nacional e do Paraná executado para os poucos torcedores presentes. Os dois hinos mencionam o Cruzeiro.
  • 19h36 – Começa o jogo. Sete minutos de atraso. Pontualidade é coisa de Copa do Mundo. No Morrinhão, prevalece a avacalhação bem brasileira.
  • 01 – Gil recua, Fábio dá um chutão desajeitado, Paulo Baier fica com a bola, vai à linha de fundo e cruza. Bola sai pela linha de fundo antes de chegar às mãos de Fábio.
  • 02 – Vagner Diniz cruza, Alex Mineiro arremata de calcanhar, Caçapa cede escanteio. Na cobrança, Fábio defende pelo alto.
  • 03 – Vagner Diniz cruza da direita, Caçapa corta.
  • 04 – Fabrício tenta lançar Thiago Ribeiro e manda a bola pela lateral.
  • 05 – Thiago Ribeiro chuta de fora da área, Neto defende.
  • 06 – Roger Galera corta bola com a mão na intermediária. Falta.
  • 07 – Bola na área celeste. Alex Mineiro é impedido de tocar a bola pras redes pela cobertura de Henrique, na pequena área.
  • 08 – Victor enfia bolas entre os beques celestes. Paulo Baier fica na frente do arco celeste, mas Fábio sai e abafa a jogada.
  • 09 – Henrique cruza da esquerda, Manoel corta de cabeça.
  • 10 – Jonathan cruza da direita, Ribeiro pega de prima, Neto se estica e desvia pra escanteio.
  • 11 – Ribeiro cruza rasteiro, da direita, ninguém aparece pra concluir.
  • 12 – Paulo Baier cobra falta da intermediária, Fábio defende.
  • 13 – WP disputa bola com a defesa, cai, pede falta, Wilson Luiz Seneme manda seguir o jogo.
  • 14 – Gilberto chuta forte, da intermediária, bola passa por cima do travessão.
  • 15 – Gilberto desarma Baier, toca pra Roger, que lança Ribeiro. Defesa corta o cruzamento, Neto defende.
  • 16 – Paulinho cruza errado, Fabrício corta, torcida do Atlético chia.
  • 17 – Alex Mineiro passa o rodo em Jonathan, no meio de campo. Falta. Na sequência, Gil dá uma peitada em Alex Mineiro. Falta.
  • 18 – Caçapa recua mal, Fábio dribla Alex Mineiro e espana.
  • 19 – Roger chuta de fora da área, bola sai à direita de Neto.
  • 20 – Gilberto lança WP, que está impedido.
  • 21 – Gilberto lança WP, que erra o tempo de bola e fica sem ela.
  • 22 – Paulinho chuta rasteiro da entrada da área, Fábio salva, Alex recua de calcanhar, Gil marca contra numa patetada homérica. Juiz assinala impedimento de Alex. Errou. Gol legítimo. Torcida local chia com razão.
  • 26 – Pressionado perto da bandeira de corner, Jonathan perde a bola. Impedimento de Alex.
  • 27 – Jonathan tenta passar a Ribeiro de bico. Bola escapa pela linha de fundo.
  • 29 – Cuca orienta Ribeiro: “Tem que cair senão ele não dá…”
  • 30 – Jean chuta, bola sai à esquerda de Fábio.
  • 32 – Fabrício erra passe, Diniz fica com a bola e corre com ela. Paulinho recebe o lançamento, mas pisa na bola, dentro da área.
  • 34 – Alex Mineiro coloca Paulo Baier na cara do gol. Fábio faz milagre e evita abertura do placar defendendo aos pés do meia paranaense.
  • 35 – Fabrício chuta de fora da área, Manoel corta.
  • 36 – Roger galera chuta de fora da área, bola acerta o telhado do estádio.
  • 37 – Baier lança do meio de campo, bola sai pela linha de fundo.
  • 38 – Manoel passa o rodo em WP e recebe cartão amarelo.
  • 39 – Gilberto cobra falta com um chuveirinho, Neto defende sem problema.
  • 40 – Diego Renan derruba Alex Mineiro na entrada da área.
  • 41 – Paulo Baier cobra falta, bola fica na barreira.
  • 42 – Baier lança Alex, Gil corta de cabeça.
  • 43 – Roger Galera dá um rapa em Victor e recebe cartão amarelo.
  • 44 – Caçapa dá um bico, do outro lado, Manoel corta de cabeça. Diego fica com a bola e cruza, Ribeiro ajeita pra WP, defesa corta.
  • 45 – Gil lança Thiago Ribeiro, que cruza na cabeça de WP. Centroavante sobe mais que Manoel e cabeceia no canto esquerdo de Neto. Cruzeiro 1×0.
  • 46 – Fim de 1º tempo.
  • Vagner Diniz: “Infelizmente erramos e tomamos um gol. Temos que atacar com inteligência, sem deixar a defesa aberta, no segundo tempo.”
  • WP: “Kleber é meu companheiro, mas graças a Deus estou jogando e marcando meus golzinhos.”

Lances + importantes do 2º tempo

  • 20h41 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Branquinho substitui Victor. Eli Sabiá substitui Jean.
  • 01 – Paulinho cruza da esquerda, Fabrício corta, dentro da área.
  • 02 – Fabrício lança WP, que passa a Gilberto. Bola sai à direita de Neto.
  • 03 – Fabríco tabela com Gilberto, Neto fica com a bola.
  • 04 – Branquinho chuta de longe, Fábio defende.
  • 05 – Fabrício lança WP, Neto sai do gol e rebate.
  • 06 – Bola recuada, Neto rebate pra lateral.
  • 07 – Baier cai na área e pede pênalti. Juiz manda seguir, Bruno Mineiro fica com a bola e chuta à queima-roupa. Fábio defende.
  • 09 – Bruno Mineiro chuta de dentro da área, Caçapa corta. Pressão atleticana.
  • 10 – Alex Mineiro cabeceia por cima do travessão.
  • 11 – Roger lança TR, que chuta forte. Neto defende.
  • 12 – Branquinho lança Diniz, que deixa Gilberto pra trás e cruza. Fábio defende com dificuldade.
  • 13 – Bruno Mineiro chuta de fora da área, por cima do travessão.
  • 14 – Roger, pela direita, dribla marcador e chuta no telhado do estádio, de novo.
  • 15 – Jonathan cruza, Manoel sobe mais que TR e corta, de cabeça.
  • 17 – Confusão na área, mesmo caído, Baier concluir. Caçapa corta.
  • 18 – TR lança WP, que chuta pra fora, à esquerda de Neto.
  • 19 – TR cruza da esquerda, defesa corta.
  • 20 – Roger rola para Diego Renan, que chuta forte, pra fora.
  • 22 – Branquinho cruza, Gil corta.
  • 24 – Branquinho chuta forte, Fábio dá rebote, Bruno Mineiro chuta de novo, Fábio volta a defender e dá bronca na defesa, que falhou duas vezes.
  • 25 – Thiago Santos substitui Alex Mineiro.
  • 28 – Thiago Santos lança Vagner Diniz, que deixa Caçapa na saudade e enche o pé. Fábio salva gol certo.
  • 29 – Baier cobra falta com chuveirinho. Fábio defende.
  • 30 – Robert substitui Thiago Ribeiro. Marquinhos Paraná substitui o cansado Roger Galera.
  • 31 – Robert Lança Gilberto, que entra na área e chuta cruzado, pra fora.
  •  31 – Robert Lança Gilberto, que entra na área e chuta cruzado, pra fora.
  • 32 – WP chuta de longe, pra fora.
  • 33 – Baier cruza, Branquinho cabeceia pras redes. Impedimento.
  • 34 – Gilberto lança Fabrício, defesa cede escanteio.
  • 35 – Baier lança Thiago Santos, que toca pras redes. Impedimento.
  • 36 – Paraná disputa bola com Baier, que se atira na entrada da área.
  • 37 – Fabinho substitui Gilberto. Cruzeiro com 4 cabeças de área. Pode, hiena?
  • 37 – Baier cobra falta, bola acerta barreira.
  • 39 – Baier cobra com cavadinha, Branquinho cabeceia livre, Fábio defende.
  • 41 – WP tabela com Fabrício e serve Robert, que tira bola do alcance do goleiro. Cruzeiro 2×0.
  • 43 – Torcida do Cruzeiro canta o hino. Desanimada, a atleticana só vai seu time.
  • 45 – Cruzeiro toca bola no meio de campo.
  • 46 – Fabinho, dentro da área celeste, dá um bico para o meio de campo.
  • 48 – Fim de jogo. Cruzeiro quebra escrita de 7 anos sem vencer o CAP na Arena da Baixada. Foi a 100ª partida de Fabrício com a camisa do Cruzeiro.
  • Cláudio Caçapa: “Ficamos 37 dias sem jogar, o time está de parabéns e pode jogar com dois armadores.”

Atlético 0×2 Cruzeiro, quarta-feira, 14jul10, 19h30, Arena da Baixada, Curitiba, 8ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: 13.952 – Renda: R$190.340,00 – Juiz: Wilson Luiz Seneme (paulista) – Bandeiras: Vicente Romano Neto e Dante Mesquita Júnior (paulistas) – Amarelos: Manoel (Atl), Roger (Cru) – Gols: Wellington Paulista, 45 do 1º tempo, Robert, 42 d0 2º – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Cláudio Caçapa e Diego Renan; Henrique e Fabrício; Roger Galera (Marquinhos Paraná) e Gilberto (Fabinho); Thiago Ribeiro (Robert) e Wellington Paulista. Tec: Cuca / Atlético: Neto; Vagner Diniz, Manoel, Rhodolfo e Jean (Eli Sabiá); Victor (Branquinho) Fransérgio, Paulinho e Paulo Baier: Bruno Mineiro e Alex Mineiro (Thiago Santos). Tec: Paulo César CarpegianiHistórico – Foi o 42º Cruzeiro x Atlético. O Cruzeiro venceu 17, empatou 14, perdeu 11, marcou 70 gols, sofreu 55. Pelo Brasileiro, o Cruzeiro venceu 10, perdeu 9, empatou 11, marcou 50 e sofreu 42 gols. Os adversários de hoje, decidiram duas competições nacionais entre si. Em 1999, o CAP conquistou a Seletiva para a Libertadores vencendo por 3×0 na Arena e perdendo por 2×1 no Mineirão. Na decisão Sul-Minas de 2002, o Cruzeiro venceu duas vezes: 2×1, em Curitiba, e 1×0, em Belo Horizonte (despedida de Sorín com 70 mil espectadores).

Holanda 2×1 Brasil: Tamancada

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Às 11h (Brasília), no Estádio Nelson Mandela Bay, Brasil e Holanda abrem as quartas de final da Copa de 2010 em jogo que será apitado pelo japonês Yuichi Nishimura.

Dunga manterá seu ortodoxo 4-3-1-2 sem contar com Elano, contundido, e Ramires, suspenso. Com estas ausências, Daniel Alves ganha um lugar na linha de volantes.

Van Marwijk escalará a Holanda num 4-2-3-1, em tese, mais ofensivo. E terá nos meias atacantes Robben e Snejder suas chaves para abrir a defesa brasileira.

Pela campanha e pelos comentários deslumbrados dos mesa-redondistas brasileiros, a Holanda é favorita. Mas pode haver surpresas. Ah, se pode! (mais…)