Posts com a Tag ‘árbitros’

O mapa e a sorte

sábado, 6 de novembro de 2010

Depois do jogo contra o São Paulo, o Gerente de Futebol do Cruzeiro, Valdir Barbosa, fez um balanço da arbitragem tiririca.

Reclamou da falta de padronização de comportamentos.

Reclamou de o bandeira não ter alertado o juiz da falha na marcação do lance envolvendo Leo Simões e Ricardo Oliveira ao contrário do que acontecera no Atlético-MG x Palmeiras, pela Sul-americana, quando o auxiliar mandou desmarcar um pênalti.

Reclamou da escolha de um juiz que não é do quadro da Fifa para o jogo de Uberlândia. Denunciou a categoria “Aspirante à Fifa” é politiqueira. Até aí, tudo bem.

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Torcida fez a Arena pulsar

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários acerca do Cruzeiro 2×0 Ceará, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 22set10:

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Carmona: “Foi um jogo de encher os olhos”

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Botafogo 2×2 Cruzeiro, no Engenhão, Rio de Janeiro, pela 23ª rodad do Campeonato Brasileiro de 2010, em 18set10:

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WP: “Era pra bater no alto, bati no chão…”

sábado, 24 de julho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Fluminense 1×0 Cruzeiro, no Maracanã, Rio de Janeiro, pela 10ª rodada do Brasileiro 2010, em 22jul10:

  1. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: Sabíamos da força da bola aérea deles. Na oportunidade que tiveram, fizeram o gol. Agora é pensar nos próximos jogos, que serão difíceis.
  2. Francisco Everton, volante do Cruzeiro: O time jogou bem, mas o resultado foi ruim, perdemos três pontos, nos distanciamos um pouco do G4, mas o objetivo é o mesmo, tentar entrar no G4 e, se Deus quiser, procurar o título também. Pecamos nas finalizações. Vamos trabalhar forte para conquistar os três pontos contra o Grêmio.
  3. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O Cuca avisou no vestiário que o único perigo de a gente levar gol seria na bola aérea e o Fluminense não criou muitas chances. Fomos avisados da jogada forte deles, mas infelizmente a gente vacilou e tomou o gol de escanteio. Tivemos várias chances e não soubemos aproveitá-las.
  4. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: A gente sabia que a jogada perigosa do Fluminense era a bola parada. Marcamos muito bem, num bate-rebate dentro da área no 1º tempo quase sofremos um gol. No 2º, tínhamos que marcar de qualquer jeito e acabamos sofrendo o gol do jeito que a gente não queria. Mas serve de consolo saber que estamos mudando esse Cruzeiro, o time está mais guerreiro, todo mundo viu como a gente lutou. Eu sabia que o Fernando Henrique ia muito bem no chão. Até comentei com o Robert antes que, se tivesse uma chance cara a cara com o Fernando Henrique, era bater no alto, porque no chão ele é muito melhor. Acabei escolhendo o chão e ele defendeu com o pé. Mas é um grande goleiro e a gente sabe que é difícil vencer aqui.
  5. Robert, atacante do Cruzeiro: Criamos no 1º tempo, tivemos mais oportunidades. No 2º tempo, eles fizeram o gol e se retrancaram
  6. Gilberto, armador do Cruzeiro: É a mesma lesão. Ela começou a incomodar muito a panturrilha e eu já estava com dificuldade pra correr. Achei melhor não atrapalhar a equipe e sair do jogo.
  7. Octacílio da Matta, médico do Cruzeiro: Gilberto está medicado e vamos avaliar novamente pra dar uma posição definitiva. É perto da região que ele tinha dor. Nós vamos definir melhor a situação na sexta-feira.
  8. Cuca, treinador do Cruzeiro: Estou muito contente com o que o Cruzeiro jogou, fez uma grande partida, e o Fluminense está de parabéns por ter vencido. A gente falou que era a bola parada do Fluminense o perigo. Eles estão reclamando de falta, não sei. Mas, mesmo assim a gente teve o comando do jogo, buscamos o ataque. Eles marcaram bem os lados do campo e aí faltou para nós o criador. Mas eu acho que o Cruzeiro fez uma grande partida e poderia ter saído com um resultado melhor. Essa não é uma derrota que tem trauma, porque você jogou muito bem, poderia ter empatado, vencido. Tem que enaltecer as coisas boas e corrigir os defeitos para no domingo vencer o Grêmio, porque o campeonato é assim. Não dá para ficar lamentando muito tempo aqui, senão ganhamos no domingo.
  9. Fernando Henrique, goleiro do Fluminense: Foi uma vitória fundamental pra nossos objetivos. Conquistamos três pontos e impedimos um concorrente direto na disputa pelo título de pontuar. É muito importante chegarmos à 1ª colocação. O grupo ganha muita confiança e tranquilidade para trabalhar. Esta liderança é fruto do nosso empenho.
  10. Muricy Ramalho, treinador do Fluminense: Não temos que mudar nada. Não temos que ficar empolgados. No futebol e na vida, se você sofre uma derrota não quer dizer que está tudo errado. Se você vence não quer dizer que está tudo certo. A vida continua. Amanhã é dia de treino. No 1º tempo, eles nos dominaram. Tivemos chances de gols, mas eles foram melhores. Erramos demais na saída de bola. Depois, acertamos o time, fizemos o gol e podíamos ter matado a partida no contra-ataque. Não foi um grande jogo nosso. Mas acontece. O bom desse time é que nunca desiste e é humilde. É um time que sabe o que quer. Há ambiente bom, disciplina, um time ligado. Tudo isso ajuda no caminho. Cada dia para mim é superimportante. Estou tentando passar isso para os jogadores e agora vou cobrar mais ainda. Vou cobrar treinamento, pensamento no adversário, disciplina, só assim vamos nos manter. E isso não é fácil, é difícil demais. Tive a oportunidade de ficar na frente em alguns campeonatos. Todo mundo persegue o Fluminense agora. O time passa a ser mais analisado, vão querer ganhar do nosso time a qualquer preço. Melhoramos pouco a pouco na tabela, tivemos humildade de conhecer as limitações, tivemos a força de lutar, o que não é de agora, esse time com o Cuca já jogava assim. Acredito em uma coisa que faz a diferença, que é o trabalho. Emerson e Belletti podem estar prontos até paa domingo. São muito bons, diferentes, vamos precisar de jogadores assim. Em um Campeonato Brasileiro é preciso qualificar o plantel. Estamos crescendo na competição, que é difícil demais, mas estamos no caminho certo.
  11. André Kfouri, em seu blog: O Fluminense não deixou o cavalo passar selado, e abraçou a liderança do campeonato. .
  12. Juca Kfouri, em seu blog: A torcida do Flu marcou, no Maracanã com 28.479 pagantes, certamente um dos belos momentos deste Brasileirão, apesar de ainda apenas no começo: cantou o nome de Cuca assim que o Cruzeiro entrou em campo. Depois, viu um 1º tempo em que o time mineiro tomou conta, criou umas cinco claras chances de gol contra apenas duas do tricolor, em noite dos goleiros Fernando Henrique e Fábio, mais do primeiro do que do segundo. Pena que o Cruzeiro tenha perdido Gilberto, que jogava bem, machucado, ainda antes do intervalo. E o Cruzeiro seguia melhor no Maracanã, com Fernando Henrique fechando o gol. Só que, em escanteio cobrado por Conca, Leandro Euzébio subiu mais e pôs o Flu na liderança: 1×0, aos 8. Em tese, o Cruzeiro não merecia, mas o Cruzeiro perdia tantos gols que, na verdade, merecia. Mas martelava, martelava, enquanto o Flu se defendia, se defendia.
  13. Leandro Mattos, em seu blog: Jogo parelho, com desperdício: O Cruzeiro foi ao Maracanã e encarou o Fluminense de Muricy Ramalho. Foi um jogo igual, com chances sortidas para ambos os lados, mas os cariocas levaram a melhor. Foram eficientes e rápidos numa jogada fatal pela linha de fundo e colheram os três pontos, com uma vitória por 1×0. Em meio a tantos jogos amarrados, modorrentos, que temos visto desde o recomeço do Brasileirão -e depois de uma Copa do Mundo pra lá de fraca- , deu gosto ver uma partida em que 22 jogadores e dois técnicos miraram o gol a todo instante, embora o placar, no fim, tenha sido magrinho. Oportunidades surgiram em pencas, para celestes e tricolores: foram 40 no total. Os quase 30 mil pagantes que estiveram no Maracanã poderiam ter visto mais gols, não fosse a ineficiência nos arremates e as boas atuações de Fábio e Fernando Henrique. A derrota acabou saindo cara para os estrelados e significou desperdício. Se tivessem vencido, os 11 de Cuca estariam isolados na quarta colocação, dentro do G4, já que a última vaga no grupo de elite do Nacional está com o Inter, que tem 16 pontos. Com 15, o Cruzeiro caiu para a sétima colocação da tabela. A principal mudança azul na ‘era Cuca’ foi de mentalidade. Criação e ataque agora têm mais peso, em comparação à – também importante – marcação. Gilberto mais uma vez foi um dos destaques, o melhor em campo, ao lado de Fábio, até deixar o gramado com dores no tendão de aquiles. Thiago Ribeiro, com sua correria e persistência pelas laterais também merece crédito. A reabilitação poderá vir contra o Grêmio, neste domingo, na Arena do Jacaré.
  14. Vitor Birner, em seu blog: Wellington Paulista perdeu um gol cara a cara com Fernando Henrique logo no início do jogo. Chance de ouro. Houve outras boas oportunidades para a Raposa ao longo da partida do Maracanã. O movimentado jogo teve um único gol, marcado aos 8 do segundo tempo, por Leandro Euzébio, de cabeça. Outra vez o Flu venceu do jeito “muricyzado”, jogando no limite, correndo riscos e ficando com 3 pontos depois de ser pressionado.
  15. Lédio Carmona, em seu blog: A última noite (será que foi mesmo?) de Muricy pré-Seleção Brasileira foi perfeita. Não só pela vitória, mas sim porque seu time mais uma vez mostrou ter a sua cara. Objetivo, simples e funcional. Competitivo. Era jogo para empate. O Cruzeiro jogou muito bem. Saiu Adílson Baptista, entrou Cuca, mas o elenco continua forte, e o padrão tático, consistente. Mas a fase tricolor é tão boa que, mesmo após ser dominado no primeiro tempo, a equipe voltou mais ligada no segundo, fez o gol com Leandro Euzébio e conseguiu segurar o resultado. Fim de jogo: Flu 1×0 e a liderança alcançada após quatro anos de abstinência (desde 2006 os tricolores não assumiam a ponta). Foi um bom jogo. Tecnicamente, não foi perfeito. Erros de passes em demasia, faltas demais (muito embora os árbitros continuem enxergando além da conta). Mas uma movimentação formidável. Muita velocidade, principalmente por parte dos mineiros. Logo aos 2 minutos, Gilberto, que jogava muito, lançou Rômulo, que, como um foguete, partiu e deu um tapa de primeira para Wellington Paulista. Mas Fernando Henrique salvou. Nota do Jogo Aberto: esse Rômulo, lateral-direito que veio do Santo André e estreou ontem, é um avião! O Cruzeiro continou melhor, mas o Fluminense também arriscava. Tanto que Wellington Paulista salvou um gol de Gum. Fábio defendeu um chute cruzado de Carlinhos. E, do outro lado, Everton e Tiago Ribeiro também tiveram suas chances. Aí veio o que, para mim, foi o toque decisivo do jogo. Gilberto saiu machucado. E o Cruzeiro não tinha reserva para a armação. Roger está machucado e Montillo ainda não se apresentou. A criação caiu. A marcação do Fluminense aumentou, Muricy mandou o time encurtar os espaços e, a partir do gol de Leandro Euzébio, soube controlar a partida. A vitória do Fluminense, a invencibilidade de sete jogos (seis vitórias e um empate) e a cumplicidade do torcedor (34.000) devem ser comemoradas. Mas, mais ainda, a vitória de ontem deve ser muito comemorada pela qualidade do adversário. O Cruzeiro tem um ótimo grupo. E, como os tricolores, é candidato ao título. E, só mais uma boa notícia para os dois lados, esses times ainda vão crescer. O Flu com Deco, Belletti e Valencia. O Cruzeiro, com Montillo, Ernesto Farias e quem mais chegar. Foi um jogo de favoritos. Duelo de gente grande. E que terminou com um novo líder do Brasileirão. O Fluminense. De Muricy Ramalho. Que pode ser da Seleção. Mas que, até segunda ordem, ainda é só tricolor.
  16. Evandro Oliveira, no PHD: Notas: Fábio (8), Rômulo (7), Gil (7), Cláudio Caçapa (8), Diego Renan (5); Fabrício (6), Robert (2), Henrique (6), Everton (6), Reina (4); Gilberto (9), Marquinhos Paraná (6), Thiago Ribeiro (4), Wellington Paulista (4). Tec: Cuca (7).
  17. Mariana, no PHD: Gostei do jogo. Apesar da derrota jogamos bem. Teve horas que achei que estivesse jogando com o outro tricolor, o paulista. Me lembrou os jogos que fazíamos com o SPFC, quando jogavamos melhor e perdíamos. Efeito Muricy? Gostei do Rômulo, parece que, enfim o Jonathan tem uma sombra. Espero que não seja um ponto fora da curva. Agora o Robert foi mto mal, pra mim é um WP piorado. Torço muito pra queimar minha língua, mas acho que sua contratação foi um erro. Talvez o próprio Cuca já se deu conta das peças que temos para o ataque, afinal ele a princípio não queria o Farias. Agora, como gosto do Gilberto se continuar jogando assim, é o Montillo que vai ter que comer grama.
  18. Victor Pimentel, no PHD: O Tricolor não estava lá grandes coisas até seu gol. Se igualava alguma coisa, vá lá, era porque jogava em casa e patati-patatá. Após sair seu gol no começo do 2º tempo porém, foi brilhante. Se a coisa para o ataque não ia bem, o gol foi o pretexto para Muricy posicinar a equipe corretamente com um exímio futebol suiço. O Flu postou-se à frente de sua zaga com 0 jogadores no ataque. Jogou 11 contra 8 e emperrou a partida sem correr maiores riscos. Perfeito. Espero que o Santos continue com seu futebol de volúpia. Posso no mesmo campeonato ver um time agradável e o meu jogando para ser campeão. Show.
  19. Elias Guimarães, no PHD: Não acredito em merecimento ou castigo. O futebol se resume em  aproveitar as chances de gol. Tivemos várias, eles mal mal umas duas e no 2º tempo. Numa delas, mataram o jogo. A saída do Gilberto detonou nossa criação. E o goleiro deles numa noite feliz também fêz a diferença. Mas deste jogo tiro um alento, pois nosso time jogou muito bem. O problema da falta de gols persiste. E as bolas alçadas na área (cantei no intervalo) tbambém. Vamos lá, Cuca. Treinar o time, levantar a cabeça e continuar nessa toada que vai dar samba. Muito boa participação do Rômulo e do Everton, boa participação do meio e até da zaga…
  20. Romarol, no PHD: Só vou usar clichê “jogou como nunca, perdeu como sempre”. Relembrando a Copa do Mundo, o Cruzeiro está parecendo o México. Prefiro jogar da forma como foi contra o Goiás, do que perder para o time do “Muricy Goleada”. Aliás, este técnico não pode faltar em Copa do Mundo. Quando joga melhor, tem que matar a partida. O Cruzeiro teve a chance no 1º tempo. A saída do Gilberto prejudicou demais o time celeste.

Pesquisa: Romarol.

USA 2×2 Eslovênia: Virada incompleta

sexta-feira, 18 de junho de 2010

às 11h (horário de Brasília), no Ellis Park, em Joanesburgo, Estados Unidos e Eslovênia jogam -ambos no 4-4-2- partida decisiva do Grupo C.

Líderes, os eslovenos de Matiaz Kek sonham com a vitória pra encurtar o caminho rumo às oitavas de final. Confiam em sua camisa estilo Charlie Brown, no artilheiro Novakovic e na sorte.

Os americanos, dirigidos por Bob Bradley, precisam mais da vitória pra não dependerem tanto do confronto com a Argélia na última rodada.

Suas armas são o goleiro Howard e o armador Donovan, líder, experiente e  muito bom de bola.

Além deles, contará com o grupo californaiano Weezer que fez música pra animar a rapaziada. Confiram Represent clicando aqui.

Koman Kulibaly, do Mali, será o Juiz. Garantia de que ouviremos, naTV brasileira, aqueles clichês acerca da inexperiência dos árbitros de países sem tradição no futebol.

Console-se, caro leitor, pois a surdez ainda é pior do que os pitacos do Wrigth & Cia. E vamos ao jogo com fundo musical! (mais…)

Já para o chuveiro, Jurandy!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Blogs e jornais, país afora, discutem a última lambança do futebol mineiro, revelada pelo jornalista Jaeci Carvalho em sua coluna do Estado de Minas, da qual reproduzo uma parte:

  • “Não sou obrigado a revelar minhas fontes, mas estou autorizado pelo presidente do América, Marcus Salum, cidadão sério e probo, a dizer que foi ele quem me ligou sexta-feira para dizer: “O árbitro escalado para o jogo Atlético e América, quarta-feira, era o André (Luiz Dias Lopes), mas o Luxemburgo pediu à Federação para que outro árbitro fosse escalado, porque o André é muito enérgico”. (…) A propósito, sábado, o chefe da arbitragem mineira, Jurandy Gama Filho, me ligou, por ter lido a coluna, e disse que só não incluiu André Luiz Dias Lopes no sorteio, apesar de seu preferido, porque ele estava contundido. Afirmou também que ficou surpreso com a recuperação dele, que passou no teste da CBF, terça-feira. E confirmou que poria no sorteio outro árbitro, que pediu, porém, para ficar de fora por estar envolvido com a formatura na faculdade. Sobrou então o péssimo Renato Cardoso Conceição, de quem gosta e elogia. Escalado, fez a lambança que ajudou a tirar o América da semifinal.  Saiba também, Vanderlei, que o Cruzeiro não aceitará árbitro daqui caso decida o título com o Atlético. O mesmo Jurandy já me adiantou que, se isso se confirmar, não terá opção a não ser pedir demissão. Curioso que você desceu o cacete no árbitro que apitou Cruzeiro 3×1 Galo pela primeira fase: o mesmo Renato Cardoso Conceição. Mas agora diz que, numa eventual final, o juiz tem de ser daqui. Naquela partida eles não serviam. Agora servem?”

Este vexame sucede ao que a FMF já havia passado quando o presidente do Clube de Lourdes anunciou a suspensão e o monitoramento da punição, a que ele mesmo procederia, do juiz do último RapoCota.

Naquela ocasião, o Diretor da Comissão de Arbitragem da Federação concordou com o cartola dizendo ter estudado, detidamente, imagens de mais de um canal de TV para apurar os erros de arbitragem.

Ao invés de defender seu subordinado, buscou motivos pra justificar o cartola. Mais ridículo, impossível.

Agora, acusado de aceitar indicação de um treinador pra composição do sorteio dos árbitros do clássico CoCo, Jurandy Gama Filho alega razões implausíveis pr escolha que fez.

Não há mais clima para um professor tão vacilante coordenar a arbitragem em Minas. Quem vai levá-lo a sério?

Não há mais o que discutir. Resta ao professor Jurandy “pegar seu banquinho e sair de fininho”. Caso contrário, terá dificuldade até para encarar seus alunos na UFMG e desgastará seu bom currículo acadêmico.

Superliga de Vôlei: Montes Claros 3×2 Cruzeiro

sábado, 20 de março de 2010

Ernesto Araújo

Sexto colocado na Superliga de Vôlei, o Montes Claros recebeu o Cruzeiro, líder da competição, em casa.

Na quadra, estavam os dois maiores pontuadores da temporada: o Lorena (Montes Claros, 452 pontos) e Wallace (Cruzeiro, 420 pontos).

O ginásio Tancredo Neves recebeu 9 mil torcedores, maior público da Superliga, que vibrou o tempo todo.

1º Set

O Cruzeiro começou bem o primeiro set, chegando ao primeiro tempo técnico com 8×5. Montes Claros encostou no placar mas o Cruzeiro manteve-se firme após o intervalo. O 9º ponto saiu numa jogada de raça da equipe celeste, recuperando uma bola perdida e armando o levantamento de manchete para o ataque azul fazer o ponto.

Ambas as equipes apostam na estratégia de forçar o saque e muitos erros nesse fundamento acontecem. A vantagem do Cruzeiro diminuiu para 10×9. No 12º ponto, Lorena disparou uma de suas pancadas no saque mas o Cruzeiro defendeu.

A bola saiu torta, mas Bruno Zanuto (11), mesmo desequilibrado e contra um bloqueio duplo, conseguiu colocar a bola no chão: 12×10.

O saque continua forçado de ambas as partes e os erros continuam. Mesmo assim o Cruzeiro chegou ao 2º tempo com 16×11.

Na volta, Montes Claros encostou no placar, até conseguir empatar em 18×18 num saque demolidor de Lorena.

Marcelo Mendes pediu tempo. Na volta o Cruzeiro tentou dar o troco com Bruno Zanuto (11) sacando bem e dificultando as ações do adversário. Mas o empate persistiu: 19×19.

O equilíbrio permaneceu até que Douglas Cordeiro (4) colocar definitivamente o Cruzeiro em vantagem bloqueando a bola de meio do Montes Claros: 21×19.

Em um dos lances polêmicos da partida, o árbitro marcou ponto para o Cruzeiro mas advertiu a equipe celeste porque alguns jogadores discutiram com os adversários.

Mesmo assim, o Cruzeiro continuou equilibrado e mesmo após o pedido de tempo da equipe da casa, venceu o 1º set por 25×21 num ataque errado da equipe local.

2º Set

Logo no início o Cruzeiro abriu 3×1 com direito a ponto de saque de Douglas Cordeiro. Mas o time local empatou em 4×4.

A torcida pediu a entrada de Ezinho no time do Montes Claros. O jogador não entrou mas MOC assumiu a liderança  chegando ao 1º tempo técnico com 8×6.

Na volta o Montes Claros continuou melhor e abriu 11×8. A partir daí, ocorreu uma sequência de erros de saque das duas equipes, mas os locais ainda mantiverams 3 pontos de vantagem.

Num belo lance, Bruno Zanuto sacou, defendeu o contra-ataque e ele mesmo definoi o ponto a favor do Cruzeiro num lance que parecia perdido.

Depois, o Cruzeiro empatou e virou no saque eficiente de Renato Felizardo (1): 16×15.

Após tempo técnico, o Cruzeiro consolidou a dianteira fazendo 18×16 e, rapidamente, a equipe da casa pediu tempo.

Nesse período, Lorena, um dos mais vibrantes do MOC, assumiu a culpa pelo erro de um dos ataques anteriores:

  • “Eu não posso errar esse tipo de bola! Eu não posso!”

Finalmente, pra alegria dos torcedores da equipe da casa, entrou Ezinho. E ele ajudou o Montes Claros a parar os ataques do Cruzeiro com o bloqueio e o placar ficou 21×20 para os locais.

O técnico do Cruzeiro ainda tentou equilibrar a equipe, mas já era tarde. Com Lorena descendo o braço no saque, o MOC fechou o set em 25×23.

3º Set

Logo no começo, a equipe local foi advertida por contestar marcações dos árbitros. Sem se importar com o nervosismo do Montes Claros, o Cruzeiro tenta saiu na frente mas logo foi alcançado em 4×4.

O Cruzeiro não conseguiu bloquear e Wallace pouco apareceu. Ainda assim, a equipe celeste chegou na frente no 1º tempo técnico: 8×6.

Na volta, o Cruzeiro marcou o 10º ponto ao recuperar de forma espetacular uma bola perdida com o esforço de Wallace e Polaco (10).

Montes Claros pediu tempo, mas teve uma pane e ficou à mercê do Cruzeiro, deixando os Guerreiros das Quadras abrirem 6 pontos de vantagem: 16×10.

Seria apenas uma questão de administrar a vantagem até o final do set, mas o Montes Claros não desistiu, levando sufoco ao Cruzeiro ao dificultar a recepção celeste com a passagem de Rodriguinho pelo saque.

Entretanto, o Cruzeiro manteve-se forte e, após uma boa defesa do líbero Lucianinho, e um belo rali, confirmou a vitória num erro de ataque dos locais, fechando o set em 25×20.

4º Set

Talvez por ter suportado uma grande pressão no set anterior e também por um relaxamento natural por estar ganhando de 2×1, o Cruzeiro começou mal no 4º set.

A passagem pelo 1º tempo técnico se deu com o Montes Claros vencendo por 8×4.

O Cruzeiro voltou um pouco melhor e o 6º ponto saiu na recuperação brilhante de uma bola perdida que Sandro (5) fez mágica para levantar.

Mas a reação durou pouco. Sem conseguir bloquear o adversário, o Cruzeiro continuou mal e a diferença permaneceu com o placar de 10×6.

Marcelo Mendez pediu tempo, mas pouca coisa mudou, a não ser a subida de produção de Wallace que já vinha ocorrendo desde o final do set anterior.

Passado o tempo técnico, os locais fizeram 16×13 e o jogo permaneceu equilibrado.

Montes Claros aumentou a vantagem na passagem de Piá pelo saque.

O Cruzeiro pediu tempo e tentou reagir. Num lance polemico, o arbitro principal não viu a marcação correta do arbitro de linha e marcou ponto para o MOC, mas após muita discussão o ponto retorna pro Cruzeiro, que perdia por 20×18.

O final do set foi muito disputado. Lorena bombardeou o Cruzeiro com saques fortes e o troco veio num ace de Douglas Cordeiro.

A equipe celeste encostou e quase chegou ao empate perdendo apenas por um ponto: 23×22.

Mas o set foi dos locasi num contra-ataque finalizado por Lorena: 25×22.

5º Set

É muito importante manter a concentração, errar pouco e ainda ter sempre uma reserva de raça e sangue frio pra reagir em momentos difíceis de um tié-break.

Infelizmente, o Cruzeiro só conseguiu isso até 5×5. Depois, Piá colocou o time local à frente com dois bloqueios.

 A partir daí, o Cruzeiro não conseguiu atacar corretamente, sendo bloqueado ou cometendo erros e o Montes Claros fechou o set em 15×11 e o jogo em 3×2.

Opinião

Foi um excelente espetáculo. A presença numerosa da empolgada torcida de Montes Claros deu cara de final de campeonato ao jogo.

Na quadra, as equipes mostraram um vôlei de alto nível com jogadas emocionantes, disputa até o fim e pancadas pra todo lado. E

E, claro, pra dar mais emoção, vários lances polêmicos com a arbitragem e todo mundo brigando porque nenhum time queria perder.

O Cruzeiro deu a impressão que ganharia até com uma certa facilidade ao final do 3º set. Mas, infelizmente, seu bloqueio não funcionou.

O time não conseguiu travar e foi travado pelo adversário neste fundamento.

Wallace não brilhou tanto como de costume, mas o resto do time foi bem.

Novamente, os reservas não acrescentaram muito, embora dessa vez tenham entrado melhor em quadra do que em outras ocasiões.

Na verdade, o Cruzeiro deve fazer de tudo pra ser o 1º colocado nessa fase e ter as vantagens, pois fora de Itabira, ele dificilmente vencerá algum dos candidatos ao título.

De todo modo, é bom ver Minas Gerais brilhando nesse esporte em que tem uma grande tradição.

Minas TC, Montes Claros e agora o Cruzeiro mostram a força do vôlei mineiro, que sempre foi muito competitivo no cenário nacional.

Às vezes, vejo pela internet afora comentários contra a parceria clube de futebol/volei, onde os torcedores habituais do futebol temem a fuga de recursos para outros esportes.

Fiquem tranqüilos. O vôlei pouco ou quase nada pediu aos clubes de futebol em sua trajetória no Brasil e ainda assim construiu uma estrutura organizada e profissional de fazer inveja ao futebol onde quase sempre impera a bagunça e a pilantragem.

Espero que o Sada/Cruzeiro siga essa mesma escrita e que tenha vindo pra ficar.

Montes Claros 3×2 Cruzeiro/Sada, sexta, 20mar10, 21h, Ginásio Tancredo Neves, Montes Claros (MG), 13ª rodada, 2º turno da Superliga masculina 2010 – Transmissão: SporTV – Público: 9.000. Cruzeiro/Sada: Bob, Sandro, Bruno Zanuto, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Wallace e o líbero Polaco. Entraram Lucianinho, Murilo, Samuel. Montes Claros: Rodriguinho, Diogo, Lorena, Piá, Acácio, e o líbero Tiago. Entraram: Ezinho, Thiago, Deivid, Wesley.

Ernesto Araújo, 36, cruzeirense, webdesign, nasceu em Belo Horizonte, mora em Santos-SP.

Não é Ronaldinho, é Ronaldão

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Durante a transmissão de Caldense 0x2 Cruzeiro, o comentarista de arbitragem da TV Globo, Márcio Resende de Freitas, disse que o o gramado do estádio de Poços de Caldas tem 90×60 metros.

Esta informação serviu para balizar comentários técnicos sobre o jogo, na TV e aqui no PHD.

Como conheço o estádio, duvidei da informação e, hoje, telefonei para o Secretário de Esportes da Prefeitura, Carlos Alberto dos Santos, pedindo esclarecimentos.

Ele garantiu que as dimensões do gramado são as mesmas do Mineirão, do Maracanã e do Serra Dourada. E ficou de enviar, por e-mail, a ficha técnica do estádio.

No fim da tarde, recebi mensagem da Sra. Margareth Stano com os dados do Ronaldão, estádio bem conservado e adequado para jogos de qualquer campeonato.

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O erro vai bater ponto no RapoCota

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O erro acompanha o esporte. É rematada tolice perder tempo com chororô. Ele não tem o poder de transformar evento esportivo em operação matemática.

Se os chorões quiserem erro zero, terão de pedir a arbitragem do Sumo Pontífice, único ser sobre a terra com o dom da infalibilidade.

O juiz do RapoCota não tem esta sorte. Vai errar. E o perdedor vai berrar.

Se servir de consolo, informo que o apitador do clássico não será Wagner Tardelli. Ao menos, é o que garante o Diretor de Arbitragem da FMF.

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Argentinos e escandinavos

domingo, 31 de janeiro de 2010

Das 72 partidas que jogou em 2009, o Cruzeiro só não foi roubado em uma. Contra o Argentinos Juniors.

E só por ter sido um jogo festivo. Tão sem importância que nem o Estado de Minas ficou sabendo dele.

Fomos roubados por todos os juízes mineiros. Mas isto a gente nem repara, pois é algo vem acontecendo desde 1921.

Mas fomos roubados também por gaúchos, goianos, cariocas, paulistas, argentinos, chilenos, paraguaios etc.

Quem duvidar, pode consultar os registros dos jogos nestas Páginas Heróicas Digitais.

Somos uma potência do futebol! De outra forma não se justifica um complô global deste porte.

E o pior é que este ano a coisa deve piorar, pois o rival citadino tem um chefe de arbitragem informal.

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