Posts com a Tag ‘Apertura’

O Bom Montillo

sábado, 3 de julho de 2010

O Cruzeiro contratou o meia argentino Walter Damián Montillo, da Universidad de Chile, por R$6,2 milhões.

O atleta de 1,71m e 71Kg, nasceu em Lanús, Buenos Aires, e formou-se na base do San Lorenzo, clube no qual se profissionalizou em 2002.

Em 2006, ele foi contrado pelo Monarcas Morelia do México. No ano seguinte, voltou ao San Lorenzo, mas quase não foi escalado pelo treinador Ramon Diaz.

Desde 2008, ele defende a La U, que ajudou a levar às semifinais da Libertadores 2010.

Montillo conquistou a Sulamericana de 2002, com o San Lorenzo, e o Apertura chileno de 2009, com a La U. E foi titular a Sub20 argentina no Mundial dos Emirados Àrabes, em 2003, deixando Javier Saviola no banco.

Ao longo da carreira, o camisa dez fez 23 gols em 217 partidas. Sua fama no Brasil deve-se ao gol marcado contra o Flamengo na atual Libertadores, que levou seu time às semifinais.

O torcedor não receberá um aeroportuário, mas também não deverá sofrer com um jogador tosco. Montillo sabe conduzir a bola e servir os atacantes.

E o melhor a fazer é apoiar e não vaiar o novato ao primeiro passe errado como fazem os cretinos teleguiados.

Quem sonha com jogadores mais famosos, tem duas alternativas: associar-se e colocar dinheiro no clube ou escolher um time rico pra torcer. Ou existe uma terceira via?

Uruguai 2×1 Coréia D: Rumo ao penta!

sábado, 26 de junho de 2010

Às 11h, no Estádio Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth, Uruguai e Coréia Democrática abrem as oitavas de final da Copa 2010.

Oscar Tabarez escala o time charrua num 3-4-1-2 com Forlan na armação a Suarez e Cavani no ataque. Este é o trio que pode levar a Celeste Olímpica ao pentacampeonato mundial.

Hu Yong, técnico coreano, adota o 4-4-2 e tem em Park Jisung, meia-atacante do Manchester United, o pensador da equipe. Mas é bom os orientais prestarem muita atenção em Chu Yong, um atacante de chute forte.

O juiz será o alemão Wolfgang Stark e o estádio deve receber, no máximo, 2/3 dos 42 mil espectadores que comporta. (mais…)

Sudáfrica 0x3 Uruguai: Pretoriazo

quarta-feira, 16 de junho de 2010

No Loftus Versfeld, em Pretória, Sudáfrica x Uruguai abrem a 2ª rodada da fase de grupos da Copa duelando por uma vaga no Grupo A.

Carlos Alberto Parreira escalará os anfitriões num 4-2-3-1 em que os destaques são os meias Modise, Pienaar e Tshabalala. Se estes caras derem o máximo de si, o Pé de Uva pode conquistar sua 1ª vitória em mundiais dirigindo seleções estrangeiras. 

Oscar Tabárez mandará os orientais num 4-4-2 elementar e torcerá pra Suárez (Ajax) e Forlán (Atlético Madrid), no ataque, e Muslera (Napoli), no gol garantirem seu emprego.

O suíço Massimo Busacca é quem comandará a fuzarca, que os uruguaios aprontarão se a vaca deles estiver indo pro brejo.

Deu no diário esportivo digital uruguaio Ovación:

Uruguay goleó a Sudáfrica y sueña con la clasificación

Gonzalo Larrea

De la mano de Diego Forlán, que metió un golazo y fue la gran figura de la cancha, Uruguay goleó 3 a 0 a Sudáfrica y tras 20 años volvió a festejar en los mundiales. Con el triunfo, la celeste lidera el Grupo A y sueña con la clasificación.

Con autoridad, y una superioridad total en cancha, Uruguay se llevó hoy un triunfo trascendente y vital ante el dueño de casa que lo deja a un paso de los octavos de final.

Tras un buen comienzo, en el que el equipo de Tabárez salió mejor en ataque pero con fallas en la mitad de la cancha, un zapatazo de Forlán desde afuera del área le dio la apertura a Uruguay y abrió el camino para la victoria y la posterior goleada.

 El delantero del Atlético de Madrid controló el balón y tras dar una media vuelta sorprendió con un disparo que se clavó contra el travesaño, desatando la locura celeste en Pretoria.

El golazo de Forlán “agrandó” a Uruguay, que comenzó a generar oportunidades de gol, una tras otra.

Suárez, Cavani y el propio Forlán contaron con buenas y claras chances en el primer tiempo, pero siempre perdonaron.

Sin embargo, la tónica del encuentro no cambió y siguió siendo la celeste, hoy de blanco, el mejor equipo en cancha, que siguió generando y desperdiciando oportunidades de gol, ante una Sudáfrica sin reacción, que casi no inquietó.

De todos modos, la cantidad de goles errados hizo temer lo peor: Uruguay perdonaba y de a poco los bafana-bafana comenzaron a arrimarse. Como si fuera poco, el suizo Massimo Busacca tuvo un pésimo segundo tiempo, inclinando la cancha a favor del local.

Así, en el mejor momento del equipo de Parreira en el partido, una clara falta dentro el área sobre Suárez de Khune, arquero sudafricano, terminó con un penal a favor de Uruguay.

Una vez más, Diego Forlán demostró su clase al rematar fuerte y arriba, imposible para Josephs, quien debió ingresar ante la expulsión de Khune.

El gol liquidó el partido y vació las tribunas del Loftus Versfeld Stadium de Pretoria, que aún tenía por delante la estocada final. El “Palito” Pereira apareció solo por el segundo palo tras una falla de Josephs y remató, con el arco vacío y abajo del travesaño, para decretar la goleada.

Con el triunfo, el primero de Uruguay en los últimos 20 años, la selección se coloca en la cima del Grupo A a la espera de lo que ocurra mañana entre Francia y México.

Ficha del partido Sudáfrica 0x3 Uruguay: Sudáfrica: Itumeleng Khune – Siboniso Gaxa, Aaron Mokoena (cap), Bongani Khumalo, Tsepo Masilela – Siphiwe Tshabalala, Kagisho Dikgacoi, Reneilwe Letsholonyane (Surprise Moriri 57), Teko Modise – Steven Pienaar (Moneeb Josephs 79) – Katlego Mphela. DT: Carlos Alberto Parreira. / Uruguay: Fernando Muslera – Maxi Pereira, Diego Lugano (cap), Diego Godín, Jorge Ciro Fucile (Álvaro Fernández 71) – Egidio Arévalo Ríos, Diego Pérez (Walter Gargano 90+1), Álvaro Pereira – Diego Forlán – Luis Suárez, Edison Cavani (Sebastián Fernández 89). DT: Oscar Washington Tabarez. / Estadio: Loftus Versfeld (Pretoria) / Arbitro: M. Busacca (SUI) / Amonestaciones: Sudáfrica: Pienaar (6), Dikgacoi (43) / Expulsiones: Sudáfrica: Khune (76)

Lo que pasó en la Argentina

sábado, 29 de maio de 2010

Encerrada a temporada argentina -torneios Apertura 2009 e Clausura 2010-, apurou-se o ascesso e descenso direto e os jogos de promoção.

Caíram, sem escalas, o Chacarita Juniors, dono da torcida mais belicosa do país, e o Atlético Tucuman (nome é destino).  Eles deram lugar ao Quilmes e ao Olimpo (de Bahia Blanca, terra do Jorge Schulman).

Os confrontos da promoção colocaram frente a frente Rosario Central (que meteu 4xo na Cocota, numa final de Conmebol) contra All Boys e Gimnasia y Esgrima (rival citadino do Estudiantes) contra Atlético Rafaela.

Em Rafaela, o Atlético (nome é destino, como se verá adiante) fez 1xo sobre o Lobo. Em La Plata, levou o troco: 3×1. Marco Perez, goleador colombiano, avaliado em US$5 mi, fez os dois gols da classificação.

Pelo segundo ano, o Gimnasia escapa da queda, jogando em casa. Ano passado, teve de remontar um 0x3 pra se manter na elite. Um dia a casa cai.

Desta vez, o presidente Walter Gisande foi insultado com gritos de “hijo de puta” vindos da tribuna. Pior: vários referentes da equipe não aguentam mais disputar promoções e querem sair.

O treinador Diego Cocca só fica se o clube contratar reforços. Mas com uma dívida fora de controle, é pouco provável que tal aconteça.

Mais do que certa é a saída do artilheiro colombiano Marco Perez e do volante Rinaudo, destaque do time.

Dramático foi o duelo entre o All Boys e o Central. Na primeira partida, empataram, em Floresta, Buenos Aires, por 1×1. Na segunda, Los Blancos venceram por 3×0, no Gigante de Arroyito, em Rosário.

Desatou-se, então, uma crise sem precedentes na história auriazul. Um torcedor suicidou, outros fizeram passeata e sairam no braço com a polícia.

O presidente Horácio Usandizaga, caudilho político, que remodelou o estádio e prometeu o título nacional, renunciou e sumiu do mapa, ameaçado de morte pelos termocéfalos.

Futebol virou coisa de dementes. Pra muitos torcedores ele já não mais um esporte. São tapados que nunca estão preparados pra rebaixamentos e perdas de títulos que têm como conquistados com antecedência.

De tudo o que li, o mais interessante foi esta reflexão de um torcedor do Boca Juniors na área de comentários do La Nacion: 

  • Todo esto me puso a pensar en por qué nos resulta tan dramático irse a la B, y creo que es en primer lugar porque el el futbol nos enferma, no lo podemos ver como solo un deporte y reflejamos en él todas las frustraciones que tenemos viviendo en este país, y en segundo lugar por la mala organización de nuestro futbol, ya que un equipo que se va a la B tiene más solo una categoría por perder, pierde millones por la tv, miles de socios, baja la calidad en sus instalaciones por falta de mantenimiento, la calidad de sus jugadores por no poder pagar sus contratos, en fin terminan haciendo de un club grande (por su gente e historia e infrastructura) un club más como le pasó a los equipos de Córdoba (pienso en Talleres de Córdoba que ni en el Nacional está). A mi me gusta que suban nuevos equipos a primera porque intento pensar en el futbol como algo más democrático, pero deberíamos luchar para que la riqueza que se genera en el futbol de primera también le llegue a los equipos del Ascenso.

Ele está certo. Pra começar a desatar o nó da estupidez, é preciso reduzir a tremenda desigualdade que está transformando clubes grandes em pequenos.

Se algum dia isto for possível, uma passagem pela B será menos dramática. O futebol brasileiro, infelizmente, está na contramão desta proposta.

E a estupidez permanece latente. A começar por aqui mesmo, nestas Páginas Heróicas Digitais, em que a desclassificação nas quartas de final de Uma Libertadores se transformou num dramalhão digno de novela mexicana.

Troperistas, ciclotímicos e termocéfalos consideram a Série B como território privativo de outros clubes. O que é sintoma de oligofrenia. E prenúncio de desatino.

Menos, galera. Futebol, por mais que tenha se transformado em negócio, continua sendo, na essência, um esporte. E, como tal, sujeito a surpresas, a vitórias impossíveis e derrotas inesperadas.

Camisa rosa tem poder!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

De uns tempos pra cá, torcedores do Estudiantes incluíram a camisa rosa e a bandeira do Atlético-MG entre seus trapos.

Como todo mundo sabe, os pinchas têm um bruxo, que lhes dá proteção com rezas e despachos antes das partidas.

Pois não é que o tal bruxo foi desmoralizado pela camisa rosa e pela alvinegra bandeira? Camisa rosa tem poder! De estraçaiar quem a veste.

(mais…)