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Mariana: “Vira e mexe, o garotinho me pede pra cantar o ‘Vamos, vamos, Cruzeiro’!”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros acerca do Atlético-MG 0x1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Mariana, no PHD: Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!
  2. Elias Guimarães, no PHD: Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!
  3. Matheus Reis, no PHD: Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda. Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.
  4. Claudinei Vilela, no PHD: Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio. O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.
  5. Evandro Oliveira, no PHD: Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí. Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O  que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas”. Menos, né!
  6. Naldo Morato, no PHD: Gostei muito da coletividade. Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem. O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.
  7. André Kfouri, em seu blog: No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol.
  8. Juca Kfouri, em seu blog: Galo brilha de novo. E perde mais uma vez: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.
  9. Lédio Carmona, em seu blog: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa. O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (…) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.
  10. Mauro Beting, em seu blog: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste. O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.
  11. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0). No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.
  12. Mário Marra, em seu blog: Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol. Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.
  13. PVC, em seu blog: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12. À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4×0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 — o jogo do Fábio, de costas — o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5×0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.
  14. José Roberto Torero, em seu blog: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.
  15. Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.

Cruzeiro 3×0 Tupi: Amistoso de 15 minutos

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Em Sete Lagoas, às 20h15, com transmissão da TV Alterosa e do Portal UAI, Cruzeiro e Tupi, de Juiz de Fora, jogarão amistosamente, com portões fechados.

Será a estréia do treinador Alexi Stival, o Cuca, no comando do time azul-estrelado, que só não terá o zagueiro Leonardo Silva, que passou por cirurgia recentemente. Outro beque, Thiago Heleno, também está contundido..

Lances + importantes do 1º tempo

  • 20h15 – Ônibus do Tupi ficou retido num engarrafamento na BR 040. Jogo vai atrasar.
  • 20:27 – Após viajar mais de seis horas, Tupi chega à Arena do Jacaré e começa o aquecimento.
  • 20h30 – Trezentos alunos de escolas estaduais e municipais assistirão a partida convidados pela Prefeitura de Sete Lagoas.
  • 20h50 – A promessa de 4-3-3 não se concretiza. O Cruzeiro vai jogar no 4-2-2-2.
  • 20h52 – Cruzeiro com uniforme tradicional à direita das tribunas. Tupi todo de branco.
  • 20h53 – Começa o jogo. Cruzeiro dá a saída.
  • 30 seg – Roger Galera, no meia direita,  passa a Jonathan, que entra na área, corta o marcador e chuta rasteiro. Bola entra no canto direito do arco do Tupi. Cruzeiro 1×0.
  • 05 – Wellington Paulista lança Thiago Ribeiro, Rizzo se antecipa e desfaz a jogada.
  • 06 – Wellington Paulista chuta da entrada da área, bola bate na zaga e volta para o centroavante, que acerta uma bomba. Bola entra no ângulo direito do arco do Tupi. Cruzeiro 2×0.
  • 07 – Um dos comentaristas da Alterosa atende pelo nome de Vibrantinho. Meu Deus, como fala besteira! Só consegue repetir lugares comuns de torcedores. E o narrador não sabe o nome dos jogadores do Tupi. A transmissão da Alterosa traz boas imagens, mas vê-se que é improvisada.
  • 11 – Thiago Ribeiro disputa a bola com Fabrício Soares, dentro da área, pela direita, e cruza. O goleiro sai na cobertura do beque e o arco fica vazio. Wellington Paulista, no segundo poste, sobe e cabeceia livre, pras redes. Cruzeiro 3×0.
  • 13 – Vibrantinho comentando nem como piada serve. Dirceu Lopes, embora não tenha bocabilidade de microfonista, ao menos fala com o conhecimento de quem foi um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro.
  • 15 – Gramado da Arena do Jacaré é melhor do que a maioria dos gramados dos estádios sul-africanos nos quais se joga a Copa do Mundo.
  • 18 – Robson desarma Gilberto e chuta da meia lua. Bola passa raspando o travessão.
  • 19 – O locutor da Alterosa não sabe o nome dos jogadores do Tupi. E eu não sei o nome dele. Empatamos!
  • 20 – Roger Galera cruza da direita, defesa corta.
  • 22 – Sidinei chuta de fora da área, Fábio encaixa.
  • 23 – Rizzo dá uma lenhada em Thiago Ribeiro no meio de campo e recebe cartão amarelo.
  • 24 – Faltas: Tupi 4×3.
  • 25 – Thiago Ribeiro divide com goleiro, bola sobra para Diego Renan, que passa a Thiago Ribeiro. Impedido, o atacante toca pras redes. Não vale.
  • 26 – Muller recebe lançamento nas costas da zaga, entra livre na área obrigando Fábio a defender a bola a seus pés.
  • 28 – Michel Lima cruza da direita, Muller cabeceia, Fábio defende.
  • 29 – Robson recebe na entrada da área e chuta por cima do travessão.
  • 30 – Trinta minutos, trinta vezes Vibrantinho citou Adílson Baptista.
  • 31 – Impedimentos: Tupi 4×3.
  • 32 – Thiago Ribeiro lança Jonathan, que é desarmado pela zaga.
  • 38 – Marcel chuta cruzado, Fábio defende.
  • 39 – Michel chuta de fora da área, por cima do travessão.
  • 40 – Finalizações: Tupi 7×6.
  • 42 – Fabrício Soares desarma WP e recua pra Gonçalves que dá um chutão pra fora da área.
  • 43 – Roger Galera cruza da esquerda, Thiago Ribeiro conclui, bola fica nas redes, pelo lado de fora.
  • 45 – André cobra escanteio pela direita, Caçapa desvia pra novo escanteio. Nova cobrança, bola fica com Roger Galera, fora da área.
  • 46 – Fim de 1º tempo. Após 15 minutos de entusiasmo, quando pegou o Tupi desarvorado após a epopéia pra chegar a Sete Lagoas, o Cruzeiro diminuiu o ritmo e o time de Juiz de Fora conseguiu alguns arremates importantes.
  • Fabrício Soares: “O atraso na viagem atrapalhou oi Tupi, mas o amistoso é importante para preparar o time para o jogo contra o Madureira.”
  • Wellington Paulista: “Estava triste, mas não desmotivado. Coma chegada do Cuca, voltei a fazer meus golzinhos.”
  • Cleber Mendes, no PHD: “Opa, o grande Dirceu Lopes, o Dez de Ouros comentando? Já estou acessando o Superesportes só pra ouvir seus comentários. Ver e ouvir o ídolo Lopes comentando na transmissão é emocionante.”
  • Frede Amaral, no PHD: “Depois o povo não sabe por que a Globo é líder de audiência. Que lixo de transmissão!”
  • Diogo Lara, no PHD: “Poxa, a transmissão não está tá tão má. Tem câmera do impedimento e até microcâmera nos gols.”

Lances + importantes do 2º tempo

  • 21h55- Começa o 2º tempo.
  • 00 – Pedro Ken substitui Roger Galera.
  • 01 – Gustavo Sobrinho: “É só o Roger ter uma sequência de 40 jogos que ele pega ritmo de jogo e vai começar a voar em campo.”
  • 04 – Thiago recebe na entrada da área, corta a zaga e chuta à esquerda do arco do Tupi.
  • 05 – Eládio substitui Gonçalves. Leo Salino substitui Michel.
  • 06 – Michel Lima cobra escanteio pela direita, defesa celeste corta.
  • 09 – Denílson passa a Michel Lima que cruza da direita. Cláudio Caçapa cabeceia pra escanteio.
  • 10 – Escanteio cobrado pela direita, não aparece atacante do Tupi pra concluir.
  • 12 – Robert substitui Gilberto.
  • 13 – Maguinho substitui Denílson.
  • 15 – Marquinhos Paraná substitui Henrique. Fabinho substitui Fabrício.
  • 16 – Cassiano substitui Robson.
  • 17 – Jonathan passa a Wellington Paulista, que chuta para o gol mas a bola vai pra lateral da área.
  • 18 – Robert recebe passe de Jonathan, mas não consegue concluir e é desarmado pela bequeira carijó.
  • 19 – Faltas: Tupi 9×7. Udson substitui Muller.
  • 20 – Elicarlos substitui Thiago Ribeiro.
  • 21 – Diego Renan tenta jogada pela esquerda, bola escapa pela linha de fundo.
  • 22 – Javier Reina substitui Diego Renan.
  • 23 – Quem acompanha esse Vibrantinho na Alterosa? Mais de uma hora falando platitudes. Impressionante. Nenhuma análise tática ou técnica.
  • 24 – Michel Lima chuta de longe, Fábio defende.
  • 25 – Robert lança Wellington Paulista, Eládio sai do arco e defende.
  • 30 – Isto não é jogo, não é treino, nem chega a ser uma pelada. É palhaçada. Perda de tempo. Brincadeira de mau gosto.
  • 31 – Rafael Monteiro substitui Fábio. Gilmerson substitui Jonathan. Sebá substitui Wellington Paulista.
  • 33 – Helder substitui Gil. Eber substitui Cláudio Caçapa.
  • 34 – Delano substitui Fabrício Soares.
  • Evandro Oliveira: “Estou na Arena do Jacaré. Houve uns 20 minutos de futebol no 1º tempo. Depois, ficou muito ruim. Tem jogadores no Cruzeiro que não conseguem se explicar. E o time do Tupi é muito ruim!”
  • 37 – Javier Reina chuta de fora da área, bola sai do estádio.
  • 38 – Rodrigo substitui Michel.
  • 40 – Antijogo de futebol. Times completamente desentrosados não conseguem articular jogadas.
  • 41 – Matheus Reis: “Minha nossa! Um internauta pergunta se o Cuca observa as categorias de base. O narrador diz: ‘Ô Sônia, você sabe dizer se o Cuca tem essa visão futurista?’”
    44 – Eber cobra falta do bico da área, pela direita, à meia altura, elo lado da barreira. Eládio defende com dificuldade no canto esquerdo.
  • 46 – Eber invade a área e tenta concluir, mas é abafado por Eládio. Bola sobra para Sebá que, sozinho na cara do gol, chuta no poste direito.
  • 49 – Fim de jogo. Ufa! Deprimente. Fábio voltou da cirurgia pra extrair o apêndice em forma, Jonathan correu bastante e fez um gol, Henrique jogou como se a partida valesse alguma coisa e Wellington Paulista fez dois gols. Foram os melhores do Cruzeiro. Michel Lima com jogadas pela direita e Robson, que deu trabalho à bequeira celeste, foram os destaques do Tupi.
  • Elias Guimarães, no PHD: “De bom: estava com saudades de ver o Cruzeiro jogar. Me pareceu bom o gramado e a iluminação. A torcida fica em cima. De ruim: esse comentarista que nem nome tem, só apelido emprestado do pai. Como dizem aqui no interior: ‘Vai assombrar porco!'”
  • Simone Castro, no PHD: “Ah, segundo tempo muito mexido, totalmente modificado, só para observar e testar mesmo…”
  • Mauro França, no PHD: “Acho que nem pra isso serviu. O Cuca pode observar nos treinos. Testar, só em jogos. Na minha opinião, foi uma tremenda perda de tempo. Uma palhaçada, como o Síndico escreveu. E pra piorar, narração e comentários sem noção.”
  • Cuca, treinador do Cruzeiro, no Superesportes: “Montamos a equipe como a gente imagina. Estivemos bem, fomos compactos, fizemos um bom treino, principalmente pelo começo do jogo, pela grande volúpia, uma vontade de fazer logo o gol. Acabaram acontecendo três em 20 minutos. Aí, lógico, é natural, dar uma relaxada. A equipe adversária também encaixou bem e foi um bom treino. O 1º tempo foi muito bem jogado, foi um bom teste, um bom treino. É lógico que está em ritmo de treinamento e saíram jogadas em velocidade, por um lado, por outro, infiltrações e não tivemos grandes sustos. Foi uma ou outra falha, quanto estivemos atrás, até por mérito do Tupi. A gente sai feliz, contente, porque as coisas estão saindo como imaginamos e a evolução vai acontecer naturalmente. Quarta-feira, estaremos melhores do que hoje e assim  sucessivamente. Lógico que há situações que precisamos melhorar. Podemos corrigir atrás também, passar um pouco mais a linha da bola, pra ficaros um pouquinho mais encorpados. São coisas que naturalmente vão se encaixando. Pra um primeiro treino, em cima de tantos trabalhos que eles estão fazendo, foi muito bom.”

Cruzeiro 3×0 Tupi, sexta-feira, 20h15, Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, amistoso com portões fechados devido às obras do estádio – Transmissão: TV Alterosa e Portal Uai (site Superesportes) – Juiz: Carlos Inácio Vítor (FMF) – Bandeiras: Breno Rodrigues (FMF) e Douglas Almeida Costa (FMF) – Amarelo: Rizzo (Tup) – Gols: Jonathan, 35seg, Wellington Paulista, 6 e 11 do 1º tempo – Cruzeiro: Fábio (Rafael Monteiro); Jonathan (Gilmerson), Gil (Helder), Cláudio Caçapa (Eber) e Diego Renan (Javier Reina); Fabrício (Fabinho) e Henrique (Marquinhos Paraná); Roger Galera (Pedro Ken) e Gilberto (Robert); Wellington Paulista (Sebá) e Thiago Ribeiro (Elicarlos). Tec: Cuca / Tupi: Gonçalves (Eládio); Michel Lima, Rizzo (João Júnior), Fabrício Soares (Delano) e Michel (Rodrigo); Denílson (Maguinho), Marcel (Assis), Sammuel (Leo Salino) e Sidinei (Felipe Santos); Muller (Udson) e Robson (Cassiano). Tec: Jordan de Freitas – Histórico – Foi o 58º Cruzeiro x Tupi. O Cruzeiro venceu 37 partidas, empatou 15, perdeu 6, marcou 137 gols, sofreu 48. Desde 1958, pelo Campeonato Mineiro, em 41 jogos, o Cruzeiro venceu 29, empatou 11, perdeu 1. Os dois clubes jamais decidiram um título entre si.

Questo è il nostro personale, Signore Crossi

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Enquanto aguarda o novo comentarista Crossi Neto se apresentar ao distinto público, com ajuda do filho inteligente do blogueiro,  o veterano Ernesto Araújo apresenta ao novato alguns os antigos comentaristas do PHD:

  1. Jorge Angrisano Santana – É o blogueiro. Semianalfabeto, não passa de um testa-de-ferro do filho, que é o autor dos posts. Seu ídolo no futebol é Maradona. Na MPB, é o Chico Taquara.
  2. King Arthur – Tem pouca escolaridade e por isso acredita que tudo no futebol acontece por acaso e nada é premeditado.
  3. Evans Drawn – É vidente (possui uma bola de cristal), cartomante, joga búzios e é dono do polvo do aquário de Oberhausen, Alemanha. No trato pessoal é ameno. Se contrariado, prefere o silêncio e dá a outra face pra ser batida. Um gentleman.
  4. Victor Hugo – Entusiasta da Seleção Brasileira, sente profunda admiração pelo treinador Dunga e ainda não se recuperou da derrota do Brasil na Copa. No plano interno, seu rival é o Santos.
  5. Mouro Francês – Sabe nada de futebol. Mas vira uma fera e destrói automóveis na periferia de Paris quando a Argélia perde alguma partida de futebol.
  6. Céu, ElizabethSimonalisa, e Marina – Belas torcedoras, que não entendem de bola rolando. Preferem jogador bonito ao joga bonito. São especialistas na estética dos jogadores e não dos jogos. Nesta Copa, elegeram Hamsyk, Calamity James e Lúcio como os mais guapos.
  7. J. Durval Chiado – Novato, virou cruzeirense faz pouco tempo e ainda está se inteirando da história do clube. Vive importunando Evans Drawn perguntando quem foram Polenta, Piorra e Carazo, contemporâneos do veterano comentarista.
  8. Bob Gilliard – Amante do cinema iraniano, do jornalismo venezuelano, em matéria de futebol, teoriza até sobre tiro de meta. É portador de paixão incontida pelo treinador Adílson Baptista, adepto do futebol de resultados inspirado no bicampeão mundial de 82 e 86, Mestre Telê.
  9. Genésio Ubaldo – Torcedor cricri, passa os jogos vaiando o Cruzeiro. Só se acalma quando lê as equilibradas análises de seu ídolo Bob Gilliard.
  10. Romário UolBest of Burden do blog. Enquanto todos assistem aos jogos, ele anota lance por lance da partida pra registrar a história do Cruzeiro ao pé da letra. Em sua homenagem, Keith Richards e Mick Jagger compuseram um disos sucessos dos Stones.
  11. Ché Araújo – Nasceu em Rosário, Argentina, e passou os primeiros 40 anos de vida no lombo de uma motocicleta pelas estradas de nuestrolatinoamérica até descobrir sua vocação de jogador de beisebol em Cuba. É o comentarista deste esporte no PHD.
  12. Nhonho Oliveira – Chefe do Departamento Jurídico do blog, vive às turras com Hall, o antispam.
  13. Ares Française Junior –  Blog commentateur plus sophistiqué, vivre dans la ville Sept Lacs où il gère le stade de l’équipe de rugby Démocrate.
  14. Pedro Vinícius Cabral – Argentino de origem portuguesa, radicado em Formiga, torce pelo Vila,  Leixões e Atlético Rafaela.
  15. Euskadi Garrastazu Bordaberry Arreguy – Espírito radical, nasceu em Bilbao e é torcedor ferrenho do Atlético. O local, obviamente. Em Minas, defende as cores do Demo Black & White Panther. Jurista de renome, é reverenciado pelos demais comentarista do PHD, por ser de poucas palavras e muita ação.
  16. Juan Kimbund – Uruguaio radicado na Bahia, é um ás do rodopio. Gravou um CD com 28 solos de berimbau. Em casa, contudo, só toca gaita de fole pra desespero dos vizinhos.
  17. Frede Sobrinho – Funcionário público durante o dia, à noite é garçom na Choperia Pinguim. É um dos líderes dos torcedores radicais que vaiam o Cruzeiro no 7A do Mineirão. 
  18. Wall Free Dow Jones – Corretor de seguros e ações em Nuiorque, foi um dos responsáveis pela bolha imobiliária. Torcia pelo do Red Bull, embora só ingerisse Budweiser. Expulso dos USA por Barak Obama, vive em Essen, na Alemanha, e torce pelo Duisburg, que derrubou da 3ª para 4ª divisão quando começou a frequentar seus jogos.
  19. Edward Scissorhands– Marqueteiro americano da NBA, que vive podando as iniciativas do Departamento de Marketing do Cruzeiro, considerado por ele um lixo. Seu sonho é suceder o Claret e meter a tesoura nos piratas que dão prejuízo ao clube. ZZP, contudo, diz que se não pentear as melenas, ele jamais será contratado.
  20. AgTo, cineasta coreano, que editou o filme da Copa do Mundo 2010. Para agradar o nanico megalomaníaco que fez a encomenda, ele colocou Coréia do Norte e Brasil na final. E os norcoreanos venceram por 2×1 com gols contra de Felipe Mello.
  21. Viejo Damas – Cantor de tangos portenho, que há 39 anos sai dos estádios antes da volta olímpica. Sempre cantarolando Por Una Cabeza.
  22. Charles Mineiro – Sua mania é mudar de nome. Já foi Libertadores, virou Brasileiro, depois, Copa do Brasil, agora é Mineiro. Mas já está pensando em contratar advogado pra se chamar Charles Bimbo. Só não o fez por oposição da patroa.

A página heróica e imortal da Moema Fox

terça-feira, 22 de junho de 2010

Caros Jorge e Evandro,

Segue meu relato do jogo Cruzeiro x NY Red Bulls. Ficou bem grande, então por favor fiquem à vontade para fazer os cortes/alterações que julgarem necessários.

Peço também que revisem o texto, pois ultimamente ando comentendo diversos erros de português…

Seguem também, em anexo, as fotos que tirei durante o jogo. São poucas, pois como falei minha câmera resolveu parar de funcionar assim que cheguei ao estádio, e meu celular ficou sem bateria…

Apesar de tudo, aí vai uma parte da aventura americana para acomapnhar, em 18jun10, o NY Red Bull 2×4 Cruzeiro

Um forte abraço,
Moema. (mais…)

Caro, porém insuficiente

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Jorge Santana, você poderia postar este texto pra sucitar um debate sobre os limites do elenco do Cruzeiro? Abs, Carlos Eduardo.

Uma análise do elenco do Cruzeiro

Fabio, Rafael e Flávio (Goleiros)
Jonathan e Diego Renan (Laterais)
Leonardo, Gil, Thiago Heleno, Caçapa (Zagueiros)
Fabricio, Marquinhos Parana, Henrique, Elicarlos, Pedro Ken (Volantes)
Gilberto, Roger (Armadores)
Thiago Ribeiro, Wellington Paulista, Eliandro, Robert e Kieza (Atacantes)

Convenhamos é um elenco fraco, qualitativamente e quantitativamente. Possui 21 jogadores. Sem lateriais reservas e com os titulares jogando mal.

Além de fraca, a zaga está a conta do chá. Apesar dos nomes e dos altos salários, nosso meias  são jogadores fora de forma, quase ex-jogadores.

No ataque, falta um jogador diferenciado e que seja perene. Até hoje, Wellington Paulista e Thiago Ribeiro viveram de fases. Ainda que o Ribeiro seja um bom jogador.

Digamos assim em outros tempos,  qualificáveis como titulares do Cruzeiro teriamos: Fabio, Fabricio, Marquinos Paraná e  Ribeiro. Somente quatro jogadores.

Para completar o grupo (mas lembremos para se completar um grupo é necessário qualidade.  Afinal, qualquer um poderá e deverá ser chamado) temos: Rafael, Jonathan, Diego Renan, Leonardo, Thiago Heleno, Henrique, Gilberto, Paulista e Eliandro.

Vejam que, agora subimos para nove jogadores, sendo destes cinco formados em casa, classificados mais promessa do que como realidade (casos de Rafael e Eliandro).

Por fim, pergunto-me o que fazem os seguintes nomes no Cruzeiro: Gil, Caçapa (já que não joga, até acho que era um grande zagueiro e nesta turma ai deveria ter vaga), Elicarlos, Pedro Ken, Roger, Kieza, Robert.

De tudo isso teríamos 13 jogadores, sendo 12 medianos e UM que vem fazendo a diferença, o Fábio. Isto é pouco pra um time que busca ser Campeão Brasileiro ou da Libertadores.

Elenco muito fraco pra folha de pagamento, que segundo sites especializados é uma das maiores do país.

Quem discorda?

Carlos Eduardo Marques, 30, cruzeirense, professor da Faculdade de Ciências Jurídicas da FEVALE/UEMG e professor substituto de Antropologia na UFMG, nasceu e mora em Belo Horizonte.

Chegou a hora de fazer regime

quinta-feira, 3 de junho de 2010

João Chiabi Duarte

Parece que Zezé Perrela saiu do estado de letargia e andou fazendo uma análise dos gastos fixos no Cruzeiro. (mais…)

Troféu Guaraná Dolly

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O Troféu Guará é um exercício de política dos jornalistas esportivos de Beagá. A Itatiaia não tem nada com isto.

Se a idéia de instituir o prêmio foi boa, a cabeça dos votantes não é. Eles confundem mérito com média.

Destarte, só nos resta oferecer aos injustiçados, por esqeucimento ou lembrança indevida, o Troféu Guaraná Dolly.

E os vencedores são:

  • Cartola Trapalhão – O Alixandre. Não pagou a conta de água, não ganhou título algum, não conseguiu condução pra ver seu time tomar de cinco num RapoCota, acusou juízes mineiros de complô sem apresentar provas, se deixou clicar com goleiro pelado atrás, demitiu treinador por telefone e terminou a temporada levando uma enquadrada pública do Juca pela contratação do Luxa. Ufa!

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ZZP: “O time foi imaturo na final da Libertadores”

domingo, 25 de outubro de 2009
  • Conformar [com a perda da Libertadores], não vou me conformar nunca. Mas fazendo uma na análise fria, vejo que o time foi imaturo. O Verón fez o que quis em campo. Deu pontapés, intimidou nossos jogadores e até apitou a partida. Faltou maturidade ao Cruzeiro. Foi uma lição dura, sofrida, mas importante para o nosso futuro. (Zezé Perrella, em entrevista ao blog do Cosme Rímoli)

Transferência de responsabilidade. O Cruzeiro perdeu porque o Estudiantes tinha mais time. O que já havia demonstrado nas três partidas anteriores entre ambos pela Libertadores.

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Cristian: “Esse gol vai pros meus pais!”

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Opiniões de protagonistas, de um comentarista do Superesportes e de um blogueiro avaiano sobre o Avaí 2×2 Cruzeiro, disputado na Ressaca, em Florianópolis, pela 27ª rodada do Brasileiro, em 04out09:

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Os 7 pecados capitais de Adílson Baptista

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Leopoldo Moura Jr.

É notória a má vontade da imprensa galinácea para com o técnico do Cruzeiro.

Mas, isso não pode ser impeditivo de críticas por parte da torcida, desde que, evidentemente, tenham fundamento e não sejam sistemáticas – como numa campanha.

Não conheço pessoalmente o Adilson Batista. Aliás, minto, porque o conheci, de passagem, num infeliz episódio.

Foi em 1990. O Cruzeiro havia ganho do Internacional no Mineirão e, após a partida, fui com meus filhos, ainda pequenos, para vermos a saída dos jogadores no hall de entrada, próximo a um corredor que dava para os vestiários.

Não havia nenhum outro torcedor e ficamos ali à cata de autógrafos. O Adilson passou por nós sem dar a menor pelota para a solicitação da minha filha, que estava com caneta e papel na mão.

De pronto, falei para ele:

– Aproveite o período de vacas gordas, porque nas vacas magras ninguém vai lhe pedir autógrafo!

O ponta esquerda Edson, que tinha acabado de dar seu autógrafo, presenciou a cena.

O que veio algum tempo depois (duas contusões gravíssimas do Adilson), me fez lamentar profundamente aquelas palavras.

E fiquei feliz de vê-lo em campo novamente, mesmo que defendendo outras cores.

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