Só Fábio honrou a camisa

Por Jorge Angrisano Santana | Em 7 de junho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético Goianiense 2×1 Cruzeiro, no Serra Dourada, pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 06jun10:

  • Fábio – O único a levar o jogo a sério.
  • Jonathan – Lento, desmotivado.
  • Gil – O melhor da defesa, embora não tenha encontrado Tiuí no 1º gol rubronegro e estivesse longe demais do teatro das operações no 2º.
  • Leonardo Silva – Abaixo do padrão habitual. (Síndico) Partida para confirmar a fase ruim. Ainda teve uma lesão que o deixará de molho por quase um mês. (Matheus Reis)
  • Diego Renan – Sem cobertura, sobe e leva bola nas costas. (Síndico) Precisou de cobertura mesmo quando não subiu ao ataque. (Dudu) Pra quem pede o time cheio de jogadores da base, olhe para o Renan. Uma coisa é você entrar num time estruturado, jogando um futebol vistoso. Quando é assim, rende como rendeu ano passado. Quando o time tá bagunçado, sofre como todo mundo e tem tudo pra se queimar com os tropeiristas. Para atleta vindo da base render bem,  tem de ser lançado num time estruturado. (Matheus Reis)
  • Fabrício – Sem inspiração. (Síndico) Sentiu a ausência do amigo e treinador Adílson. E não há pecado nisso. (Mathues Reis)
  • Fabinho – Semi-aposentado, foi dispersivo na proteção à zaga e previsível nas subidas ao ataque. Com ele, a linha de volantes trava. Mas com a proteção do repórter Artur Morais, ídolo de 9 em cada 10 cruzeirenses, será titular absoluto e incontestável até cair na compulsória.
  • Henrique – Lento, sem pegada, completamente diferente do jogador da partida contra o Santos. (Síndico) Quando os dois companheiros da meiuca vão mal, ele acompanha. (Matheus Reis)
  • Pedro Ken – Correu pra lá e pra cá e nada aconteceu.
  • Roger Galera – Lamentável. (Síndico) Para os microfonistas e cornetas, era a solução para todos os problemas. Ciscou daqui, dali, e não fez absolutamete nada que prestasse. O único ritmo que adquiriu até agora foi o das baladas. (Mauro França)
  • Thiago Ribeiro – Embora muito abaixo de seu padrão em 2010, foi quem mais correu e tentou criar oportunidades, do meio pra frente. (Síndico) Lúcido dentro e fora de campo. Mas quando seu destaque é na entrevista, tem algo errado. (Matheus Reis)
  • Wellington Paulista – Fez um gol, mandou uma bola no poste e cabeceou outra sem grande perigo. No resto do tempo, caiu, reclamou, caiu, reclamou, caiu, reclamou até ser substituído. (Síndico) Apesar da ruindade, desta vez eu gostei de sua atuação. Finalizou as 3 bolas que recebeu, sendo uma no poste e outra um belo gol, e ainda cruzou uma bola na pequena área que ninguem aproveitou. Em vista dos últimos jogos e da malemolência geral, acho que o saldo foi positivo. (Walterson Almeida)
  • Kieza – Não viu a marca da bola. Se disserem que foi uma Jabulani é provável que ele acredite.
  • Guerrón – Ciscou até perder a bola do gol fatídico. (Síndico) Jogou com a regularidade que lhe é costumeira, a de sempre entrar com a empolgação de um Rocky Balboa e apanhar da bola feito o Maguila. (Grossi)
  • Emerson Ávila – Não conseguiu sequer dar o esporro de intervalo, que tem feito o time melhorar no 2º tempo. (Síndico) Já tirou o corpo. Fez o que o material humano lhe oferecia com a ausência dos “machucados” Paraná e Elicarlos. Não contava com o boicote do time ao futebol. (Matheus Reis)
  • Dimas Fonseca – Foi péssima sua primeira idéia, chupada da Itatiaia, de impedir o ex-treinador de comandar o time em Goiânia. Custou 3 pontos. (Síndico)  Esse Dimas também é brincadeira. Se todos já sabiam que Guerrón seria dispensado, pra quê deixar o cara ir pro jogo!? É demais, é demais. (Emílio)
  • Torcida – Compareceu em bom número, não teve sequer chance de jogar com um time tão desmotivado. Gastou dinheiro, passou vergonha e voltou pra casa na miúda. 
  • Seca-pimeteira – Tá rindo que nem uma hiena.
  • Juiz & Bandeiras – Sem falhas dignas de nota.
  • Atlético Goianiense – Futebol previsível, quadradinho, mas com muita disposição. Tiuí, Pedro Paulo, Ramalho, Ayrton, Keninha, no 1º tempo, e Elias, no 2º, foram os melhores. E Geninho mostrou porque deve ser o próximo treinador do Cruzeiro  e realizar o sonho da torcida menos inteligente e mais teleguiada do Brasil.

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