Rosan: “Jogo foi bom e o resultado não foi ruim”

Por Jorge Angrisano Santana | Em 28 de novembro de 2017

PITACOS acerca do CRUZEIRO 0x1 VASCO, neste 26nov17dom17h, no Mineirão (62 mil), Belo Horizonte, 37ª rodada do Campeonato Brasileiro 2017:

MANO MENEZES: Com exceção do resultado, foi positivo. O Cruzeiro jogou bem, o Vasco chutou duas bolas. Uma foi o gol de cabeça, outra foi a que o Romero tirou em cima da linha num contrataque. Nós criamos oportunidades claras pra empatar e até virar. Mas há dias em que a bola não quer entrar. O adversário teve méritos de se defender com bastante gente dentro da área, como no 2º tempo. E nem foi nem uma maneira eficiente de se defender, pois criamos oportunidades. Mas a bola sempre batia em algum pé e eles seguraram o um a zero do 1º tempo. Não era o que gostaríamos pra terminar o ano em casa. Mas nos faltou um jogador pra cabecear. Tivemos que levantar bola, pois o Vasco nos deu espaço pra cruzar. Faltou o que teria que faltar mesmo com a ausência de três jogadores da posição, como está acontecendo nesta reta final de Brasileiro. Temos dois jogadores com características de área. Até três, se consideramos o Jonata, que ainda é um menino. Mas tanto o Raniel quanto o Sassá teriam desempenho melhor pelas características que têm, principalmente a partir da vantagem do Vasco.

LEO: Criamos bastante, tivemos várias chances, mas o goleiro foi feliz. Tem dia que é assim: o goleiro adversário faz milagres. Nossa equipe suou, se dedicou bastante e tentou a vitória até o final, mas infelizmente ela não veio.

NEVES: O goleiro estava impossível, pegando tudo. O Arrascaeta estava puto da vida, pois ele pegava no contrapé, pegava de todos os jeitos. Mas o Cruzeiro jogou bem, ficou o tempo inteiro em cima, entrando pelos lados, tabelando por dentro. Mas hoje poderíamos jogar o dia inteiro que a bola não ia entrar. O torcedor reconheceu o esforço e o que a gente fez pra tentar vencer.

GLOBO ESPORTE: Foi ataque contra defesa. Mas enquanto o Vasco soube se defender, o Cruzeiro teve dificuldades pra atacar. Em sua primeira finalização, aos 20, o Cruzmaltino abriu o placar. E passou o resto do tempo explorando contrataques. Teve pelo menos duas boas chances pra ampliar. Na maior parte do jogo, o time mineiro teve o controle das ações, mas ter a posse de bola não significa ter grande atuação. Apesar da pressão, o Cruzeiro criou poucas chances claras. E quando esteve perto do gol, parou em Martín Silva, que fez pelo menos duas defesas difíceis.

DOUGLAS VELLOSO: As jogadas ofensivas se resumem a lampejos individuais. Pode parecer clichê, mas o Vasco veio jogar por um bola e conseguiu. E o Cruzeiro? Jogou pelo quê? Precisava e muito de variação ofensiva, de que os jogadores se entendessem pra conseguir algo novo, mas parece que não houve orientação pra tal. Bryan e Romero não quebraram, pois tiveram foco no jogo.

MARCUS OLIVEIRA: Pra vencer é preciso marcar gols. Não importa quanto tempo de posse ou quantas oportunidades são criadas, o que ainda conta é o número de vezes que a bola cruza a risca de gol. Pra isso, as equipes geralmente contam com um especialista na função, o cara que treina durante toda sua vida profissional pra melhor finalizar jogadas. E o Cruzeiro não tem esse jogador!

TREM AZUL: Cadê o Ábila? Jogador raçudo, que leva torcida ao estádio, pois joga e comemora com raça, além de animar o torcedor com excelentes entrevistas! Mas o burro não o quis…

ROSAN AMARAL: O jogo foi bom e o resultado não foi ruim (risos).

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