Chaves: “Rafinha tem saído melhor que a encomenda”

Por Jorge Angrisano Santana | Em 7 de novembro de 2017

PITACOS acerca do CRUZEIRO 1×0 PARANAENSE, neste 05nov17dom17h, no Mineirão, Belo Horizonte, pela 32ª rodada do Brasileiro 2017:

MANO MENEZES: O jogo foi disputado dentro do esperado mesmo, a gente precisava voltar a vencer em casa, não sofrer gols novamente, e não o tomamos com o auxilio de todo mundo, principalmente por causa do Fábio. Tivemos maturidade, fizemos um 2º tempo melhor, mais bem posicionado, mudamos um pouco a forma da equipe jogar. Trouxemos o Robinho pra dentro, Neves pela direita e Arrascaeta flutuando mesmo, que é o que ele pode dar pra equipe nesse momento e Rafinha pela esquerda. Depois as alterações em função até por desgaste e uma idéia de dar ritmo para Alisson novamente. Tirei Neves e deixei Arrascaeta, pra guardá-lo pra quarta, já que Arrascaeta vai pra seleção. Teve a estreia de Jonata pra ir se acostumando, pois daqui a pouco vamos usá-lo. Sem duvida nenhuma era importante voltar a vencer.

RAFINHA: Mano falou que o importante era voltar a vencer, independente do resultado, a gente sabia das dificuldades, o Atlético marcou muito forte, mas a gente precisava a voltar a vencer em casa com apoio do nosso torcedor. Foi uma vitória magra, mas importante, pois nos faz subir mais um degrau na tabela.

TREM AZUL: O preço médio do ingresso: foi de R$18. Brasileiro não gosta de futebol, quem gosta são os argentinos, espanhóis, uruguaios, italianos e americanos (como disse o chefe, a média de público de futebol nos EUA é maior do que a do Cruzeiro e nem classificar para uma Copa do Mundo eles conseguem). Brasileiro gosta mesmo é de ver jogos nos bares da Savassi.

MATHEUS CHAVES: Rafinha tem saído melhor que encomenda e fez uma boa partida. O destaque positivo do jogo fica por conta da nova camisa, que é muito bonita e já está encomendada pela minha patroa como presente de Natal. E, ao vivo, a camisa fica ainda mais bonita. A Umbro tem caprichado nos mantos desde que estreou como fornecedora. De resto, time e torcida já estão no ano que vem.

BRUNO FURLETTI: O jogo do Cruzeiro tem sido o mesmo durante todo o campeonato. Então, não vai adiantar pedir novidade ou outro estilo no final do certame. Ainda mais que não temos nenhum atacante de área disponível no elenco.

JOÃO COSTA: Foi um joguinho burocrático. Salvou-nos o passe espetacular do Robinho e a conclusão de craque do Arrascaaeta. De resto, repetição monótona da maioria dos nossos jogos. Posse de bola sem objetivo, totós pra todos os lados, ameaças de gol beirando ao zero. A cartilha Menesiana levada à perfeição. Só não passamos sufoco porque o Paranaense é muito ruim.

ROSAN AMARAL: Só de ver meu Cruzeiro entrar em campo, já considero justo o preço do ingresso. E ver o golaço do Arrascaeta foi um plus luxuoso. Como brinde, o lançamento do Robinho pro gol do Arrascaeta. Passe igual, nem Gerson fez na Copa de 1970!

EDUARDO ARREGUY: Arrascaeta fez o gol do jeito que o Alisson não fez no clássico e que o Ronho fez dois.

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