Leandro Mattos: “O 10 encheu os olhos!”

Por SÍNDICO | Em 17 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do São Paulo 2×2 Cruzeiro, no Morumbi, São Paulo, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 15ago10:

  1. Juca Kfouri, em seu blog: No Morumbi, o São Paulo abusou do direito de perder gols contra o Cruzeiro. Fez 1 a 0 com o menino Casemiro, no primeiro tempo, mas tomou o empate no segundo, de Wellington Paulista, num gol chorado, buscado, pouco comum. No fim, Thiago Ribeiro, quase de bola e tudo, aumentou o castigo e virou para 2 a 1, num resultado que não era o que o jogo tinha sido, razão pela qual, o empate em 2 a 2, com Ricardo Oliveira, nos minutos derradeiros, amenizou a dor tricolor, num belo jogo de futebol.
  2. Marcelo Bechler no blog do Lédio Carmona: O empate e a lição: O Cruzeiro começou o jogo contra o São Paulo tomando a iniciativa do jogo: finalizou três vezes em quinze minutos e tinha Montillo organizando bem a equipe. A primeira finalização do time paulista foi com Cléber Santana, cara-a-cara com Fábio aos 15 minutos, em bola que o goleiro fez grande defesa. A partir daí a equipe de Sérgio Baresi se encontrou. Encurtou o espaço que tinha o camisa 10 adversário, não deixava o Cruzeiro armar e pressionou até o final do primeiro tempo. Antes do gol do Casemiro, o time paulista já havia perdido outras duas boas chances com Ricardo Oliveira e Fernandão – em outra excelente defesa de Fábio. No segundo tempo, Cuca voltou com Caçapa na vaga de Diego Renan. Com o meio-campo mais avançado, o Cruzeiro trocava mais passes, não esticava a bola para Thiago Ribeiro pelo lado do campo ou Wellington Paulista entre os zagueiros. Roger entrou na vaga de Everton e o passe melhorou, e o time passou a jogar ainda mais próximo. As estatísticas apontam 105 passes do time mineiro no primeiro tempo e 211 no segundo. O dobro de passes de uma equipe que apostou na bola curta e assim chegou a dois gols, o segundo em jogada de Wellington Paulista para Roger e depois Montillo lançar Thiago em diagonal para marcar. A imagem mostra o fluxo de passes do Cruzeiro no segundo tempo: Montillo era o jogador mais procurado e Thiago Ribeiro deixou o lado do campo para jogar mais próximo do gol. O antídoto de Sérgio Baresi era o contragolpe com Fernandinho na vaga de Marlos e Jorge Wagner para dar o passe longo que Carlinhos Paraíba não conseguia. O gol de empate sai em jogada pela direita, por onde a equipe paulista mais tentou no segundo tempo – como mostra a imagem abaixo. Cuca poderia ter protegido melhor sua defesa no final do jogo, recompondo o setor que foi sacrificado para tentar buscar a vitória. O empate soa como castigo ao Cruzeiro que vencia até os 45 minutos do segundo tempo, mas não é injusto pelo que produziu o São Paulo na etapa inicial. Enquanto Sérgio Baresi tenta manter o São Paulo competitivo sem Hernanes e Dagoberto, o que Cuca pode levar como lição é que o time que troca o dobro de passes no segundo tempo é bem melhor. O Cruzeiro da bola curta e que joga de maneira compacta é o que pode brigar entre os primeiros colocados no campeonato brasileiro.
  3. Marcos Guiotti, em seu blog: O Cruzeiro fez um primeiro tempo sofrível contra o São Paulo. Pouca posse de bola, marcando de longe e dando espaço para os laterais do São Paulo avançarem. O Segundo foi completamente diferente. Um time mais disposto, forte na marcação e criando melhor com a entrada do Roger. Montillo se mostrou para o jogo. Tem boa bola parada e é inteligente. Consegue ver o jogo. Acho que vai dar muito certo no time do Cruzeiro. A bobeira no final do jogo não pode acontecer. Jogador não pode ter vergonha de dar um bico na bola.
  4. Mauro Beting, em seu blog: Montillo estreou como se estivesse completando a centésima partida pelo Cruzeiro. Deu o gol da virada mineira para Thiago Ribeiro, em bela conclusão, aos 37. Mas os velhos problemas defensivos cruzeirenses ajudaram Fernandinho a mais uma vez escapar até a linha de fundo, e servir o artilheiro Ricardo Oliveira para empatar, aos 45 minutos. Fazendo justiça a um jogo de nove chances paulistas contra sete mineiras. De um São Paulo que mostrou mudanças, jogadas ensaiadas por Baresi, mas dificuldades para impor seu jogo diante de um Cruzeiro que vai lutar pelo G-4. Algo difícil para este São Paulo. O interino-efetivado-como-interino Sérgio Baresi estreou mudando muita coisa. Sem alternativas, escalou dupla de zaga que não havia atuado junto – Renato Silva e Samuel. Usou esquema raro no São Paulo dos últimos tempos – 4-3-1-2 -, prendendo Casemiro na cabeça da área, soltando um pouco mais Cléber Santana pela direita, segurando o travado Carlinhos Paraíba pela esquerda, deixando Marlos para articular, adiantando Fernandão para encostar, pela esquerda, em Ricardo Oliveira. O Cruzeiro usou o mesmo 4-3-1-2. Mas com um meio-campo menos talentoso e mais marcador, com Fabrício e Everton. Porém, com um Montillo iluminado, armando ataque de bom nível. O primeiro tempo igual só teve Casemiro para abrir o placar, aos 39, num cruzamento de Jean, que usava o sugestivo nome de um sócio-torcedor tricolor: Djalma Santos. Cuca retornou com três na zaga, adiantou Rômulo pela ala direita, improvisou Everton do outro lado. Mas só achou o empate, com Wellington Paulista, aos 21, três minutos depois da entrada ousada de Roger no lugar de Everton. Com um meio-campo mais criativo, o Cruzeiro foi um tanto melhor. Mas pregou no fim, e quase levou a virada tricolor. Mais uma vez faltou algo ao São Paulo. E vai ser preciso recuperar muita coisa no BR-10. Para o Cruzeiro, como no BR-09, faltou atenção no fim. Mas faltam menos coisas se comparadas ao rival paulista.
  5. Mário Marra, em seu blog: São Paulo e Cruzeiro diferentes: Sérgio Baresi assumiu e revigorou a base do São Paulo. Relacionou vários meninos e fez despertar o grupo titular. É óbvio que o novo treinador aproveitou a série de lesões para mexer com a meninada. Do outro lado estava o favorito. Sim, o Cruzeiro era um time melhor e em paz. O estreante Montillo foi notícia durante toda a preparação para o jogo. Cuca também tinha desfalques, mas tinha a força do conjunto contra um atribulado, mas remoçado, Tricolor. Surpreendente foi ver que Baresi havia conseguido transformar o lento Carlinhos Paraíba em um jogador leve pela esquerda. Por lá, em cima de Rômulo, o São Paulo passou a criar muito. Júnior César saía com Paraíba e forçava Thiago Ribeiro a recuar bastante. Diego Renan não subia muito, mas dava liberdade para que Everton atacasse. O meio do Cruzeiro tinha a troca constante de Fabrício e Henrique, as escapadas de Éverton e o toque inteligente e refinado do argentino Montillo. Fernandão jogava de costas e Ricardo Oliveira era perigo constante. A movimentação de Fernandão era pouca, mas suficiente para tirar Gil da área. Em uma das muitas jogadas de Paraíba, Marlos e Júnior César, Rômulo foi batido e fez falta. Casemiro, que marcava bem e mostrava muita disposição, aproveitou bobeada da zaga para fazer o primeiro gol do jogo. Segundo tempo: O vestiário fez bem ao Cruzeiro. Cuca deixou Diego Renan de fora e voltou com três zagueiros. Caçapa, que acabara de entrar, fez a sobra. Edcarlos foi para a esquerda e Gil fez a direita. Rômulo, que poderia ter saído, passou a apoiar mais. Éverton esticava o time como quase um lateral pela esquerda. Montillo conseguia se desgarrar de Casemiro e o São Paulo foi perdendo o encanto. Era nítido que se Sérgio Baresi apostasse na velocidade para anular a sobra, o São Paulo poderia até ampliar. Cuca mexeu mais. Fez Roger entrar e a bola ficou mais azul. Aproveitando um cruzamento da direita, Roger forçou o erro da zaga. Na sobra, Thiago Ribeiro obrigou Rogério a fazer difícil defesa, mas na volta Thiago cruzou na cabeça de Wellington Paulista, para empatar. A bola continuava azul. Montillo era perigo constante e o São Paulo passou a asistir. O meia Montillo recebeu na intermediária ofensiva e achou Thiago Ribeiro em alta velocidade. Thiago com um toque tirou Rogério da jogada e fez o gol da virada. Mérito para o argentino e um prêmio para aquele que corre por muitos e fez uma partida próxima da perfeição. O gol mexeu com o São Paulo e Fernandinho foi para o jogo. O jovem Marcelinho, tido como promessa de respeito também entrou. Baresi apostou alto e arriscou ao abrir mão de Casemiro. Perto do fim do jogo, Edcarlos foi driblado por Fernandinho. Caçapa foi no bote errado (se tivesse ficado parado, obrigaria Fernandinho a tentar outro drible) e Ricardo Oliveira cutucou para o gol de empate. Novos tempos: Seria precipitado afirmar que os meninos do São Paulo vão dar um caldo melhor que o que o São Paulo conseguiu em 2010. No entanto, não é cedo para afirmar que o time mais leve é mais perigoso. Seria igualmente precipitado garantir que Montillo trouxe encanto ao Cruzeiro. Entretanto, não é exagero afirmar que ele aparenta mais qualidade no setor que Gilberto e mais participação que Roger. O camisa 10 tem tudo para dar certo. Destaques: Vale destacar, mais uma vez, que Fábio poderia ser titular da seleção brasileira. Thiago Ribeiro é o titular que todo treinador gostaria de ter. Montillo confirmou muito da expectativa criada em torno dele. Casemiro passou no teste e consegue contagiar a equipe. Carlinhos Paraíba mostrou que tem qualidades e pode ser melhor aproveitado. Ricardo Oliveira é muito rápido e perigoso. Jogador que não desiste das jogadas. Treinadores: Sérgio Baresi e Cuca foram bem. Baresi conseguiu criar a competição pela vaga de titular e dirigiu um bom São Paulo no primeiro tempo. Cuca enxergou o jogo do primeiro tempo e tomou a partida no segundo tempo. O jogo foi bem dividido e leal. Placar foi até justo pelo que os times mostraram em campo.
  6. Leandro Mattos, em seu blog: E o 10 encheu os olhos: O domingo foi de emoções fortes para o torcedor estrelado. Depois de sofrer o 1 a 0 na primeira etapa, os 11 de Cuca tiveram personalidade para virar o jogo no Morumbi, diante do São Paulo, mas quando o grito da vitória já estava pronto na garganta, uma bobeada do setor defensivo permitiu o empate aos paulistas. O 2 a 2 manteve a Raposa fora do G-4, mas colada no Botafogo, com os mesmos 21 pontos dos cariocas, mas com cinco gols a menos de saldo. A frustração pelo empate aos 45 do segundo tempo foi, em parte, compensada pela atuação de Walter Montillo. O camisa 10 mostrou inteligência, toques precisos e raciocínio rápido na armação das jogadas. Foram apenas os primeiros 90 minutos, o que é pouco para qualquer avaliação justa e correta, mas a impressão deixada pelo argentino foi a melhor possível. Montillo tem tudo para ser o principal municiador dos homens de frente do Cruzeiro e, de quebra, ainda deixar suas marcas, já que também finaliza com qualidade e tem bom aproveitamento nas bolas paradas.O passe para o gol de Thiago Ribeiro, o segundo do Cruzeiro no embate deste domingo, foi um primor. Se tivesse segurado o triunfo no placar, a equipe de Cuca começaria a semana na terceira colocação da tabela. O objetivo de voltar a pisar no grupo de elite do Brasileirão volta à pauta no próximo domingo, diante do Vitória, no Ipatingão.
  7. Rômulo, lateral-direito do Cruzeiro: A gente só tinha acompanhado o Montillo pelos treinos e ele mostrou no jogo que veio para somar muito. Nos ajudou muito, principalmente no segundo tempo e, quando se entrosar mais, será uma arma importante para o Cruzeiro.
  8. Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro: Isso não pode acontecer. Conseguimos virar o jogo, mas, no fim o São Paulo pressionou, empatou e poderia ter até feito o terceiro. Estávamos com a vitória na mão e deixamos escapar dois pontos fora de casa, que seriam muito importantes. 
  9. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: Tentei ajudar a equipe, conseguimos reverter a situação. Mas, no finalzinho, tomamos um gol bobo, um gol evitável e acabamos cedendo o empate. Fico triste porque foi um gol que a gente não poderia tomar de maneira nenhuma. Conseguimos o mais difícil que era fazer os dois gols aqui.
  10. Edcarlos, beque do Cruzeiro: Com os três zagueiros, nós melhoramos. Mas o São Paulo tem jogadores diferenciados. Com a entrada do Fernandinho, abriram as jogadas. Eles também necessitavam do resultado. Mas, no contexto geral, fomos bem, conseguimos parar as jogadas deles. São duas equipes grandes, com grandes elencos. Foi um grande jogo. Agora, vamos buscar o resultado em casa, contra o Vitória.
  11. Fabrício, volante do Cruzeiro: Demos mole. É muito difícil fazer gol, estar na frente. Não podemos dar essa bobeira.
  12. Henrique, volante do Cruzeiro: Eles fizeram um gol de bola parada, em um erro de posicionamento da gente. Temos de corrigir para evitar que isso ocorra de novo. 
  13. Roger Galera, meia do Cruzeiro: Vacilamos numa bola na lateral, deixamos eles girarem e acabamos castigados no final. 
  14. Walter Montillo, meia do Cruzeiro: Estou contente e um pouco triste com o resultado, porque poderíamos ter conquistado os três pontos aqui no Morumbi. É uma lástima termos levado o gol no último minuto, em uma jogada de lateral. Espero que possamos aprender com o erro e buscar a vitoria no próximo domingo. Temos uma semana inteira para nos preparar para o próximo jogo. Temos um grande time, o campeonato é longo e tomara que eu possa me entrosar rápido para ajudar o time a recuperar esses dois pontos que deixamos escapar no Morumbi. Como mandante, esses três pontos são fundamentais.
  15. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: Temos que jogar sempre assim, com muita vontade. Fizemos um grande segundo tempo. Temos que ter mais atenção, tomar cuidado. É complicado, porque conseguimos reagir e não é para qualquer um não. Tinha que ser no contra-ataque, conseguimos virar o jogo na etapa final, quando fomos mais aguerridos e com a bola nos pés pressionando, mas deixamos escapar a vitória no último minuto.
  16. Cuca, treinador do Cruzeiro: No 2º, o Cruzeiro foi bem, empatou, virou e faltou pouco pra gente matar o jogo. Fica a sensação da perda de dois pontos, porque o São Paulo empatou no final, em cobrança de lateral. Não fizemos a falta. É um erro que te custa dois pontos. A gente fica triste nesse aspecto, fica aquele gostinho de quero mais, porque a poderíamos estar no 3º lugar. Mas, por outro lado, ficamos contentes pela reação no 2º tempo. Prefiro enaltecer a garra e a vontade do time, que soube sair de um resultado adverso. Temos que lamentar a falta de sorte, mas enaltecer o grande jogo que a gente fez.
  17. Rogério Ceni, goleiro do São Paulo: Não foi o ideal. Nosso time correu bastante. Mas isso também aconteceu contra o Internacional pela Libertadores. Mas caímos fora por causa do resultado. O time tem algumas limitações e vai precisar conviver com isso
  18. Casemiro, volante do São Paulo: Estava confiante de que faria o gol. O time vem treinando com dois zagueiros indo para a área e eu ficava na sobra. Mas o Baresi disse pra eu entrar, e deu tudo certo. 
  19. Ricardo Oliveira, atacante do São Paulo: Não podemos desperdiçar mais nenhum ponto dentro de casa, foi um péssimo resultado. Aceitamos a pressão deles e o Cruzeiro acabou gostando do jogo, virando o placar. Felizmente conseguimos o gol e a reação nos minutos finais, ainda tive uma chance de virar o jogo, mas não deu.
  20. Sérgio Baresi, treinador do São Paulo: Não estou saindo do Morumbi satisfeito, gostaria de ter a vitória na estréia, e tenho certeza que poderíamos ter conseguido com mais calma no último arremate. Mas futebol é isso. Não aproveitamos as chances, o Cruzeiro sim. O que mais me agradou foi que o São Paulo teve um poder de reação grande. Não é fácil jogar contra uma equipe qualificada, empatar e ainda ter chance de vencer. Realmente fizemos um 1º tempo bom, o 2º ruim, mas equilibramos. Perdemos o meio, tomamos o gol e depois, de forma lançada, adiantamos mais a linha de frente. Temos que ter o equilíbrio em todos os setores, e com o tempo vamos corrigir isso. Realmente vi que o Carlinhos e o Marlos estavam cansados, e mudei, mas não surtiu efeito. O que deu certo foi o lance individual do Fernandinho, resultando no gol.
  21. Maurício Sangue Azul, no PHD: O 1º tempo do Cruzeiro foi horrível. Não levamos 3 gols por causa do milagreiro se chama São Fábio. Nosso meio de campo foi muito mal no 1º tempo, foi a pior partida do Everton que estava muito bem desde a sua contratação. Pensei que o pior viria no 2º tempo, mas o Cuca arrumou a equipe com a entrada de Caçapa. O time melhorou muito e conseguimos virar o placar. Somente não entendi por que ele deixou tanto tempo o Everton em campo e muito menos a entrada do Robert pra fazer a ala. O cara nem sabe atacar, imaginem subir e marcar??? Cuca poderia ter colocado qualquer outro jogador de meio: Pedro Ken, Marquinhos Paraná ou Fabinho. Nunca o Robert!
  22. João Chiabi Duarte, no PHD: Em que gol o Rômulo falhou? Ah, Eduardo o Carlinhos Paraíba cortou prá dentro e cruzo?! Jogada igual a esta o Thiago Ribeiro fez 400 na partida… Bobagem querer culpar jogador… Acho que Cuca errou ao tirar o WP e colocar o Robert. Poderia ter colocado alguém pra marcar o setor esquerdo que fora enfraquecido com as saídas do Diego Renan e do Roger.. Era o caso de ter colocado o Marquinhos Paraná. Mas, é preciso dar mérito ao atacante do São Paulo, Fernandinho que mais uma vez jogou bem contra o Cruzeiro. Tivemos  chances de vencer, mas parece que o São Paulo escolhe acertar tudo contra o Cruzeiro. E, no fim, quase reviraram o placar.
    Ganhar em casa é importante…
  23. Romarol, no PHD: Inacreditável. Pensei que economizaria uma calculadora. Contra o SPFC não pode ter erro, é sina. Jogamos mal no 1º tempo. No 2º tempo, Cuca fez 2 substituições precisas. O 1º gol foi um sofrimento para bola entrar. Thiago Ribeiro deu um passe de cabeça com muita categoria para Wellington Paulista. Nodesempate,  houve um passe primoroso de Montillo e Thiago Ribeiro fez um gol de craque. Na 3ª substituição do Cuca, eu teria colocado Marquinhos Paraná para o time tocar a bola. O resultado foi justo, embora para entrar no G4 foi péssimo já que tomamos gol nos acréscimos. Mas deu um gostinho de esperança e de dias melhores.
  24. Simone de Castro, no PHD: Ai, ai, empate com gosto de derrota. Custava prender mais a bola, segurar lá na frente, cavar faltas? Os jogadores do Cruzeiro às vezes me parecem inocentes! Que $%#@&^*! Só valeu pela recuperação no 2º tempo!
  25. Jorge Schulman, no PHD: Meu presente de aniversário para Cuca é um relógio, já o defini. Faltando 3 minutos, ganhando de SPFC, ele substitui o WP por Robert, com Marquinhos Paraná e Fabinho no banco de reservas. O primeiro para segurar a bola, o segundo para dar maior consistência na bola aérea. Estou inconformado.

Pesquisa: Romarol

48 comentários para “Leandro Mattos: “O 10 encheu os olhos!””

  1. Ernesto Araujo disse:

    Bom comentarista esse Marcelo Bechler. Tenho acompanhado seus comentários na CBN Minas e tenho concordado com a maioria.

  2. walfrido disse:

    O França não tá fácil não. Tem um jornalista querendo falar com ele. Já aviso que tenho 10% dos direitos federativos dele como comentarista…. eheheheee. França, o nome do cara é Marcelo Outeiral. É jornalista e gostaria de algum contato seu. Alguém tem? O email dele é outeiral@globo.com

    • Elias disse:

      Outros 10% se encontram sob minha tutela…investimento sem erro!

    • Mauro França disse:

      Eu mesmo não sou dono de nem 1% do meu passe…rsrsrs. Wal, se puder, passe pra ele meu e-mail: maurofranca@uol.com.br

      • walfrido disse:

        Uai, escreve pra ele, oras. Ele te pediu a 2 posts atrás. Antes do sobre o Mineirão. manda um email pra ele.

      • Mauro França disse:

        Ok, não tinha visto, achei que ele tinha feito o contato com vc. De todo modo, obrigado por me avisar.

    • Frede disse:

      Tenho 33% do passe do Mauro. Tem um grupo de empresários querendo comprar 20%, numa transação que envolveria 60% do passe do Matheus Penido e outros 20% de outra promessa que não posso revelar o nome no momento.

    • Frede disse:

      Também tenho 15% do passe do Síndico e 25% do passe do Walfrido. Elias tenho 20%, ou 20 caixas de original, sei la,…

      • Elias disse:

        Eu tenho UMA caixa de legítimas Originais com o Vei Damas, resultado de mais uma tamancada no ex-clássico. Basta marcar a data pro hômi pagar… rs.

      • Ricardo Malafaia disse:

        Chega! Está na hora de a verdade vir à tona: eu sou o ghost writer do Mauro.

  3. simone b de castro disse:

    Duro foi ver o Cuca ao vivo, no programinha do Flávio Carvalho, dizendo que o jogo estava tranquilo, e por isso pôs o Robert para prender a bola lá na frente. Mas como, se ele não sabe fazer isso? E jogo tranquilo contra o SPFW não existe, Cuca! Mudei de canal, pois gosto do Cuca como pessoa, e não queria ficar com raiva. Ele tem que deixar de ser ingênuo e de ficar ouvindo esses idiotas da imprensa mineira, que acham que todos os times têm que ser igual ao Santos, e que o time do Adilson era retranqueiro, como “insinuaram” os “jornalistas imparciais e entendedores de futebol” do programa…

    • Hermes disse:

      Assistindo o Flávio. Aé né teleguiada.

      • simone b de castro disse:

        Hermes, eu não assisto. Mas eu fico zapeando, e aí vi o Cuca. Fiquei. Só ouvi algumas poucas coisas, mas não deu…Os únicos que assisto mesmo, são o “Jogada de Classe” e o “Globoesporte”…rsrsrs

    • mariana disse:

      Tentei assisti a este treco outro dia. IMPOSSÍVEL. O meu almoço ficou revirando no estomago. Passo longe dessa carniça. Amador é pouco!

    • Moema (MFox) disse:

      Pelo menos por aqui eu tô livre dessas coisas! Apesar que eu assistia muito o Minas Esportes quando era criança – nunca vou me esquecer das propagandas bizarras que passavam no intervalo…

  4. joao novaes disse:

    EXIGÊNCIAS ABSURDAS – Corinthians suspende negociação com Thiago Heleno – O Corinthians, através de nota oficial, informou que as negociações com o zagueiro Thiago Heleno estão suspensas. Segundo o clube paulista, o grupo de investidores que compraram junto ao Cruzeiro os direitos do defensor fizeram solicitações absurdas. Thiago Heleno chegou a fazer exames médicos e, até mesmo, treinar com o Timão. Confira a nota oficial do Corinthians: “Em razão das absurdas exigências formuladas pelos advogados dos investidores que adquiriram os direitos econômicos do jogador Thiago Heleno junto ao Cruzei

  5. matheus t penido disse:

    Realmente esse Bechler é bom, analisa o jogo com propriedade e parece não ser adepto dos vícios e lugares-comuns do jornalismo esportivo mineiro. Lédio Carmona foi feliz ao delegar a ele os textos sobe os times mineiros no blog. Mário Marra e Betting, com estilos quase entagônicos, tb são bons. E o Juca continua com um poder de síntese incrível pra comentar partidas.

    • matheus t penido disse:

      Aliás esse Bechler enviou um e mail pra ESPN no dia em que eles entrevistaram o Adilson já como treinador do Corinthians, se identificando como jornalista mineiro. Rasggou elogios ao Bap, ao seu método de trabalho no Cruzeiro e desejou boa sorte. Esse pelo visto não arruma emprego na rádia tão cedo.

  6. Jorge Santana disse:

    Aviso aos blogueiros empresários: os direitos federativos do França estão presos ao PHD.

    • Damas disse:

      O PHD não vai aguentar. A Grobo vai depositar a multa e levar o França. Eu já pevia isto. Uma pena!!!!

      • walfrido disse:

        Armazém Santana!

      • Elias disse:

        Disso eu nunca duvidei. Mas quem quiser levar os direitos do Maurão, tem que indenizar meus dezinhos. Afinal “turco, padre e ju.mento, quando morre é um acontecimento”…rs

    • Celeste disse:

      Sou da turma dos que comungam com Mauro França nesse espaço. Torcer e acreditar sempre. Só discordei dele quando o assunto foi o gramado da Arena do Jacaré. Assim sendo tembém me sinto sócia do passe dele.

  7. claudio(xina)lemos disse:

    João mas eles não falaram quais as exigências eram absurdas, acabou que fiquei sem entender.

  8. Binho disse:

    A negociação com o França melou. A globo desistiu, frente as absurdas exigências do caboclo. Queria jantar com a Juliana, camarim-trailler. olicóporo e os cambau. Acho que ele e THeleno tem o mesmo empresário.

  9. Naldo disse:

    O Montillo parece ter agradado a Gregos e Troianos. 90 minutos é muito pouco para uma avaliação mais precisa, mas a impreção deixada pelo argentino no primeor jogo foi muito boa e deixxou um gostinho de quero mais. O Cuca lamenta o empate no final como todos nós lamentamos, mas fica a lição e a pergunta, o que que o Robert foi fazer em campo com o jogo terminando e o time vencendo na casa do adversário? E o Edcarlos, na próxima dê um rapa para mandar o Fernandinho ao chão. Se fosse expulso e o time levasse os 3 pontos, seria herói.

  10. Como agora está difícil ver uma partida “in loco” do Cruzeiro, devido aos próximos jogos serem em Ipatinga e Uberlândia, fui assistir a abertura da Segunda Divisão do Campeonato Mineiro 2010 (Terceirona), aqui em Itaúna no Estádio Municipal onde jogaram Coimbra x Venda Nova. Fui um dos 95 pagantes. O Venda Nova venceu por 2×1. Coimbra é o time do BMG, que fez uma parceria com o Cachorrão (Itaúna) onde o mesmo utiliza as instalações do Itaúna e utiliza jogadores do Itaúna por empréstimo, bem como a comissão técnica. Técnico é o Guiba, auxiliar técnico Milton (tanque) ambos ex-jogadores do Vila.

  11. O auxiliar técnico do Coimbra, Milton Tanque, será para mim sempre Miltinho irmão do Cizinho, craque natural da minha querida Conceição do Mato Dentro e artilheiro máximo dos encontros entre Raposa e ROSAnas na minha terra em todos os finais de ano.
    Cansou de fazer gols em passes perfeitos deste que vos escreve neste momento. Cruzeirense dos bons. Já o irmão dele, Cizinho (Francisco de Assis), é cacarejante emplumado violento… e sofredor, claro.