Kieza, o breve

Por Jorge Angrisano Santana | Em 1 de setembro de 2010

O Cruzeiro contratou Kieza, encostado no Flu, por R$4 milhões em parceria com o Grupo Ability, que arcou com metade do investimento.

O centroavante entrou em 4 partidas, fez dois gols, foi pro banco, contundiu-se, foi operado e caiu no ostracismo.

Agora, ele é cedido à Ponte Preta, gratuitamente. E Cruzeiro ainda arcará com uma parte de seu salário.

Está certo isto? Qual é o critério para se fazer uma contratação? Uma vez que ele tenha sido realizada, qual é o prazo que se deve oferecer ao atleta para mostrar serviço?

Esse futebol de alta rotatividade é o mais indicado? Jael, Zé Carlos, Alagoano e outros deveriam ter sido dispensados tão rapidamente quanto o foram?

Quem avalia a contratação? Quem decide a demissão? Treinador? Cartola? Comentarista esportivo? Torcida?

E o dinheiro desperdiçado a cada incorporação mal feita e a cada dispensa abrupta? Será que ele não faz falta?

Enfim, a política de contratações e dispensas do Cruzeiro vai bem, obrigado, e nada há pra ser criticado?

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