Idéias, comportamentos, ídolos, emoções

Por SÍNDICO | Em 20 de agosto de 2010

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Recomendação para o fim de semana: colunas do Cruzeiro.Org. Confiram a amostra grátis:
  • Jorge Schulman, em Minas veste azul: Aproveitei também para conversar brevemente com o Gerente de Marketing, Marcone Barbosa. Estaremos agendando uma breve entrevista, sem intermediários da imprensa, para conhecer suas idéias e propostas para amenizar a ausência do Mineirão, fechado para reformas de modernização para a Copa 2014. Nesse tema, já sabemos da campanha “Minas Veste Azul” orientada ao conjunto de torcedores do interior mineiro, sabendo-se que a nossa torcida é infinitamente superior em todos os cantos do estado. Particularmente, aposto na fidelidade e bom coração dos filhos de “tierra adentro”, como dizemos na Argentina, para alentar e acompanhar os jogadores e as cores do nosso clube.

  • Wilson Flávio, em Torcida, time e cartola:  Um clube de futebol envolve torcida, time, cartola e outros grupos que cada um separa ao seu modo. Para muitos, torcedores e cartolas, por exemplo, são como água e óleo, não se misturam, não se comparam. Outros já gostam de associar o time em campo ao comportamento da torcida. Bem ou mal, às vezes suspeito que seja tudo a mesma coisa. Cada um no seu posto, o presidente de um clube costuma ser reflexo de sua torcida. O comportamento de um time em campo também.
  • João Chiabi Duarte, em  O bom sangue argentino no Cruzeiro: Eu penso que o Cruzeiro precisava ter um jogador que chame a responsabilidade sobre si, que seja um ídolo dentro das 4 linhas ou melhor jogando na linha, porque, na meta temos a nos defender o melhor goleiro do Brasil há pelo menos 3 anos (desde que voltou daquela contusão após a final do Campeonato Mineiro de 2007) que é Fábio. Questionado por alguns poucos, que não se cansam de falar mal dele ante à primeira falha, Fábio vai fazendo história no clube e no coração dos verdadeiros cruzeirenses, como exemplo de bom jogador, de bom profissional e de homem de caráter. O fato de ser evangélico ainda reforça mais os seus princípios de ética, mas, sabendo respeitar quem pensa diferente dele.
  • Lílian Alcântara, em Onde foi parar o clássico?: Um domingo de clássico não é coisa normal. Acordamos cedo, colocamos o escudo sobre o peito e seguimos para a missa rezada por um juiz e seus dois coroinhas, comungamos a palavra gol, oramos por 11 heróis em campo, esquecemos todas as desavenças, perdoamos nossos irmãos –desde que torçam pelo mesmo time que nós– e “bora” cantar as odes ao clube.

31 comentários para “Idéias, comportamentos, ídolos, emoções”

  1. Naldo disse:

    Boa idéia esta do JS de colocar parte dos textos da galera do Cruzeiro.org para dicutido aqui, até porque, me parece que o pessoal gosta mais de ler e comentar aqui no PHD.

    • Naldo disse:

      Ninguem ama mais o time que a sua torcida. O amor do torcedor para com seu time só tem paralelo na relação pais e filhos. Portanto, qualquer projeto para melhora, crescimento, aprimoramento, prioridade, tem que passar pelo interesse da torcida, pois ela faz o time andar, sobreviver, superar adversidades, ressurgir das cinzas. Temos que ter uma diretoria que saiba separar a passionalidade das necessidades reais, que viva a realidade, que sabe que tem que pagar contas no fim do mês, mas que nunca perca o amor e deixe de levar em consideração a paixão de uma grande torcida.

    • Jorge Santana disse:

      Bom é ler a coluna toda e discutir com outros leitores. O trecho postado é só pra chamar a atenção para os textos publicados no Org.

      • Naldo disse:

        Eu, geralmente leio, mas pouco comento.

      • Naldo e blogueiros;
        Acho muito importante a iniciativa do JS, abrindo as portas ao debate do que geralmente se publica nas colunas. É uma maneira de integração e de abertura para se olhar o site como um todo, não apenas de “cuidar o próprio quintal”. A maioria de nós escreve e participa no blog, por que não na reciproca?

      • Naldo disse:

        Caros amigos Chiabi e Schulman, na verdade ando sem tempo de sequer ler atualmente. A correria tá terrível.

  2. Naldo e Amigos,
    Quando as pessoas lêem e comentam a gente consegue trocar idéias e saber o que pensa a torcida a respeito do tema.
    Quando as pessoas lêem e não comentam quem escreveu pensa que o tema foi mal abordado ou não despertou interesse.
    É assim que funciona comigo… pelo menos.
    Um abraço – JDuarte

  3. Kimbundo disse:

    1. Acho o marketing do Cruzeiro ruim, mas não é pior que dos outros times de futebol. O problema é que os clubes são administrados de forma muito amadora com decisões tomadas com puta intuição ou politicagem. 2. “o presidente de um clube costuma ser reflexo de sua torcida”, perfeito. 3. Fábio é um exemplo de garra e superação, entrou pra história do Cruzeiro. Porém, sua religião não dá a ele mais ou menos ética. Eu sou inclinado ao candomblé e não me julgo mais ou menos ético por isso. Ser ético e opção religiosa são coisas independentes. 4. Clássico deveria ser proibído, ao menos que o Cruzeirão sempre ganhasse. É o pior jogo para se perder.

    • Walterson disse:

      1- Alguns times tem ações de marketing muito boas. O Edu Mano já enumerou algumas ações do SPFW, por exemplo. 2- No Cruzeiro, aparentemente, o presidente está desconectado de sua torcida. 3- Tambem conheço evangélico bem fdp. 4- Ultimamente está de acordo.

    • Kimbundo,
      Não é a religião que torna uma pessoa mais ou menos ética. São os atos da pessoa, a sua educação e a forma como encara as coisas que fazem com que a pessoa DEMONSTRE ser ética.
      A religião, seja ela qual for, exige da pessoa que tenha respeito por regras e este é um dos princípios reguladores da ética.
      Walterson,
      Tem católico, umbandista, adventista, evangélico que pode ser chamado de FDP… largar a pecha só nos crentes é covardia
      E o classico não perdeu importância… O time das ROSAnas ainda é o nosso rival principal. E não adianta que não há rivalidade contra Vasco, Fla, Flu, Botafogo, Inter, Grêmio, Corinthians, São Paulo, Santos ou Palmeiras que chegue perto… Não aumentamos os nossos torcedores ao ganhar deles, mas, surrando o galo.

      • Walterson disse:

        João, voce quem disse “…o fato de ser evangélico só reforça isto”, ou seja que ser evangélico é praticamente uma garantia que o cidadão é ético. Foi o que o Kimbundo ressaltou, que ética independe da opção religiosa, e eu só fiz o contraponto.

      • Mas, o evangélico praticante respeita as leis de Deus e por esta razão acaba sendo ético. Ou será que estou falando besteira.
        Em minha opinião o Fábio é evangélico praticante e é ético. Se vocês pensam diferente respeito, ok ?

      • Moema (MFox) disse:

        João, o negócio é que o mundo tá cheio de pessoas que pregam uma coisa e fazem outra. Por isso, sem conhecer a pessoa de perto, não dá pra dizer que ela é ética porque prega X ou Y, nem mesmo que sua ética é reforçada por ela pregar ser A, B ou C. Acho que foi isso que o Kimbundo e o Walterson quiseram dizer.

      • Moema (MFox) disse:

        Quanto ao Fábio, não o conheço além do que é divulgado pela imprensa. Mas, como pessoa pública, parece ser uma pessoa sensata e não me lembro de nenhum evento que o desabonasse.

    • Kimbundo, a politicagem e a intuição são duas formas que confrontam com o marketing. Os resultados são nefastos, especialmente quando nada é possível mensurar a posteriori.

      • Kimbundo disse:

        Schulman, concordo plenamente com você. MFox, também estou de acordo. Como candomblé, eu também respeito as leis de Deus, mas não me julgo mais ou menos ético que ninguém.

  4. OT – Opa.. ganhei um presente do CEC, uma revista do Cruzeiro e parece que vai ser todo mês pois ainda continuo participando do Sócio do Futebol , acredito que continuam contribuindo devem ter recebido também

  5. As colunas sempre leio, raramente comento. O Wilson e Chiabi sempre espetaculares,a do arrentino sempre escritas com coracao. Essa coluna da Lilian ficou muito boa, espero que ela engrene e escreva constantemente no cruzeiro.org

    • Mauricio, é muito importante comentar, assim como resaltou o João. Eu tenho a sensação de estar monologando, caso contrário. Justamente para isso existe essa maravilha de poder comentar. Obrigado pelo feedback.

  6. Mauro França disse:

    Eu discordo radicalmente da idéia de que o clássico perdeu emoção e que não temos rival.

    • Walterson disse:

      Eu discordo de voce, ultimamente não temos tido rival local.

    • Cuné disse:

      Faço coro com Mauro, a sensação de se zoar as cocotas aqui em BSB é imensamente maior após um clássico.
      Ainda mais porque muitas delas pensam que em BSB podem soltar a franga. Eu malho mesmo, encho o saco e tiro onda demais. Talvez por isso o clássico ainda tenha tanta importância pra mim.

  7. Raf Lima disse:

    OT: “Raposa argentina” >> http://bit.ly/cy5kCQ

    • Raf Lima, é mais ou menos o que adiantei e venho falando sobre Montillo e Farias, nem tanto sobre o volante, que chegou a ser comparado, nos seus inícios, com Fernando Redondo. É muito otimismo falar que, se jogar 10% do que era o craque supra citado, temos um bom camisa 5.