Flávio Carneiro, cruzeirense de aço

Por SÍNDICO | Em 27 de março de 2010

Sabarense rima com Cruzeirense. Não é à toa, que o Flávio Carneiro é Cruzeiro. Neste espaço, é o cruzeirense que veio da terra do Esquadrão de Aço.

  1. Identidade: Flavio Veloso Carneiro, nascido em 16jul64, em Belo Horizonte, criado em Sabará, vivendo em Sete Lagoas.
  2. Família: Meu pai, médico aposentado, se chama Agostinho, minha mãe, Delcy, sempre cuidando dos três filhos, pelo jeito, jamais vais e aposentar.
  3. Formação: Até a 8ª série, no Colégio Estadual Paula Rocha, em Sabará. O Científico, fiz no Imaculada Conceição, em Beagá. Na UFMG, formei-me em Educação Física.
  4. Trabalho; Sou sócio da H&C Distribuidora (CamelBak, MET helmets, Land Rover bikes etc), importadora de produtos esportivos e também da Endurance, loja esportiva, que fica no Gutierrez, em Beagá, e tem filial em Sampa.
  5. Hobby: .Jogo futebol, assisto futebol, leio sobre futebol ou comento futebol no PHD.
  6. Paixão pelo fut: Desde que me entendo por gente, gosto de futebol. Como passei minha infância no interior e morava numa casa com uma boa área livre, sempre joguei futebol com os amigos, desde muito novo.
  7. Times: Comecei a jogar aos 12 anos na Escolinha do Ivo, no Siderúrgica de Sabará. Sempre com a camisa 1. Defendi Siderúrgica, Botafogo, Ferroviário e Vila Rica, pelos quais conquistei 4 títulos de campeão amador. Na categoria master, tenho 3 títulos sabarenses, O último, em 2009, defendendo o gol do Tartarugão, formado por veteranos do Siderúrgica. Fui também bicampeão universitário mineiro e disputei 7 copas Itatiaia.
  8. Por que Cruzeiro? Nunca sofri pressão pra torcer por um ou outro clube, embora meu pai seja cruzeirense. Posso dizer que sou Cruzeirense de nascença, tenho sangue azul!
  9. Como começou a doença? Não me lembro de nenhum fato específico que justifique a escolha, mas acho que o fato do meu pai e alguns dos meus melhores amigos de infância serem cruzeirenses ajudaram na escolha do multicampeão.
  10. Primeiro jogo entre profissionais: Foi um Cruzeiro x Esab, em Sabará. Eu era da  escolinha do EC Siderúrgica e entrei em campo como mascote do Esab, ao lado do goleiro Bocaiúva. Meu maior ídolo, Raul Plassmann, jogou e me deu autógrafo nessa partida.
  11. Esab 0x2 Cruzeiro, domingo, 15mai77, 16h, Estádio Eli Seabra Filho, na Praia do Ó, Sabara, pela 5ª rodada do 1º turno do Campeonato Mineiro de 1977 – Público 5.194 – Renda: Cr$164.430,00 – Juiz: Joaquim Gonçalbes – Gols: Eli Carlos, 35 do 1º tempo; Eli Carlos, 35 do 2º – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Ozíres e Vanderlei Lázaro; Zé Carlos, Eduardo Amorim e Erivelto (Lívio Damião); Eli Mendes, Eli Carlos e Joãozinho (Valdo). Tec: Zezé Moreira / Esab: Bocaiúva, Márcio, Getúlio, Luiz Antônio e Helvécio; Ananias, Paulinho e Helinho; Dílson, Albeneir e Edu (Geraldino). Tec: Carlos Alberto Silva – Notas1. Ananias jogou no Cruzeiro com o nome falso de Fuiz Fábio até ser descoberto e os jogos do campeonato em que ele participou em 1976 terem sido anulados. 2. Bocaiúva e Albeneir foram revelados nas divisões de base do Cruzeiro. 3. O Esab Esporte Clube, fundado em 01mar70, por Mr. Leif, presidente da subsidiária brasileira, sediada em Contagem, da fábrica sueca de soldas Elektriska Svetsnings Aktiebolaget, tinhas cores amarelo e preto e durou 8 anos. Desapareceu devido ao seu crescimento que estava desviando as atenções da empresa. Nesse período, o clube venceu duas vezes a Copa Itatiaia, disputou campeonato estadual de profissionais em 74, 75 (decidiu o 1º turno com o Cruzeiro) e 76. Entre seus jogadores mais famosos, estão os ídolos celestes, Natal Baroni e Evaldo Cruz, ambos em fim de carreira.
  12. RapoCota inesquecível: São tantas alegrias, porém, o mais marcante foi aquele da final do Mineiro de 1977, com gols do “Rei”vétria e Joãozinho. Eu não estava no Mineirão, mas a emoção por aquele título foi inesquecível.
  13. RapoCota esquecível: Putz, acho que foi aquela derrota nas quartas de final (ou semi final, não me lembro bem) do Brasileiro de 1999. Nosso time era melhor, mas acabou derrotado nos dois jogos. A recompensa veio depois, com a derrota deles na final, contra o Corinthians.
  14. Maiores jogos: Difícil enumerar, foram tantos… Mas vou citar um jogo maravilhoso, que foi a vitória de 3×0 sobre o River Plate na final da Supercopa de 1991. O River tinha um timaço, mas o Cruzeiro fez uma partida perfeita e não deixou os argentinos verem a cor da bola. Na partida de ida, em Buenos Aires, havíamos perdido por 2×0 e apenas uma diferença de 3 gols nos daria o título, o que acabou acontecendo. Esse foi também o 1º título não estadual conquistado por um clube mineiro no Mineirão, já que os títulos anteriores haviam sido conquistados fora de Beagá.
  15. Cruzeiro 3×0 River Plate, quarta-feira, 20nov91, 21h, Mineirão, 2ª partida das finais da Supercopa da Libertadores de 1991 – Juiz: Hernán Silva (Chile) – Público: 67.279 pagantes, 70.000 presentes – Renda: Cr$218.402 000 – Gols: Ademir Kaeffer, 35 do 1 tempo; Mário Tilico, 7 e 30 do 2° – Amarelos: Paulão (Cru) – Cruzeiro: Paulo César Borges, Nonato, Paulão, Adílson Baptista e Célio Gaúcho; Ademir Kaeffer, Marco Antônio Boiadeiro e Luís Fernando Flores (Macalé); Mário Tilico (Paulinho), Charles e Marquinhos. Tec: Ênio Andrade / River Plate: Comizzo, Gordillo, Higuain, Rivarola e Carlos Enrique; Zapata (Torezani), Hernán Díaz (Berti), Astrada e Borrelli; Medina Bello e Ramón Díaz. Tec: Daniel Passarella – Notas – 1. Daniel Passarella, campeão mundial com a seleção Aregnetina em 78 (titular e capitão) e 86 (reserva) é o atual presidente do River Paltes. 2. Adílson Batista é o atual treiandor do Cruzeiro. 3. Pelo desempenho nessa partida, o centroavante Charles Fabián, revelado pelo Bahia, foi contratado por Diego Armando Maradona pra atuar no Boca Juniors, onde não foi bem sucedido. 4. Macalé também é de Sabará tal qual Flávio Carneiro.
  16. Ídolos: Raul Plassmann, Joãozinho, Alex10 e Sorin foram os principais que vi jogar, mas posso incluir também o Tostão e o Dirceu Lopes que “ouvi jogar”. Outro ídolo eterno foi o presidente Felício Brandi.
  17. Cruzeiro de Todos os Tempos: Raul Plassmann, Nelinho, Roberto Perfumo, Procópio e Sorin; Wilson Piazza, Dirceu Lopes e Alex10; Tostão, Palhinha e Joãozinho. Cruzeiro B: Dida, Maurinho, Luisão, Luisinho e Nonato; Maldonado, Ricardinho, Zé Carlos e Marco Antônio Boiadeiro; Jairzinho e Ronaldo Fenômeno. O time A é mais ofensivo do que o B, mas ambos não perdem pra ninguém! Técnico é o Ênio Andrade.
  18. História de torcedor: No gol do Geovanni, na final da Copa do Brasil 2000, eu estava com meu relógio novinho nas mãos, pra acompanhar os minutos finais da partida quando, na euforia, um amigo me disse, de brincadeira, pra jogar o relógio fora. Na farra, aceitei a sugestão  e fiquei sem meu relógio preferido, comprado nos Estados Unidos, e que eu não conseguiria substituir por outro igual. O torcedor que o encontrou teve dupla felicidade naquele dia.
  19. Loucura pra acompanhar o Cruzeiro: Não sou de fazer loucura, apenas sou louco pelo Cruzeiro!!!
  20. Melhor sarro tirado da cara dos rivais: Não gosto de tirar sarro dos pateticanos, mas quando sou provocado derrubo qualquer um. Normalmente, uso e-mails pras gozações. Ou aproveito as conversas de boteco. Tirar osn 17 pontos que eles tinham de frente no Brasileiro de 2009 e os dois 5×0 nas finais dos estaduais de 2008 e 2009 foram pratos cheios.
  21. Livro, blog e jornal você recomenda a seus amigos? Tenho vários livros sobre o Cruzeiro e recomendo todos para meus amigos de sangue azul. Os que mais gosto são o “Páginas Heróicas” (sem querer puxar saco do autor), o “De Palestra a Cruzeiro” (Plínio Barreto e Luis Otávio Barreto) e “Jogos Imortais” (Bruno Vicintin). Acabo de comprar o“Rei de Copas” do Alexandre Simões e também recomendo. Os livros do Raul e Tostão também são obrigatórios para quem gosta de futebol.
  22. E aos inimigos? Qualquer livro sobre as Cocotas… Deve ser choro e melancolia da primeira à última página.
  23. Superstições: Não tenho, só acredito em Deus.
  24. O que mais te irrita no futebol? A parcialidade da imprensa esportiva, especialmente a mineira.
  25. Título que te falta no futebol? Mundial de clubes.
  26. Fosse presidente do Cruzeiro, o que faria para garantir o futuro do clube? Sem dúvida o caminho passa por uma aproximação entre clube e torcida. O Cruzeiro tem cerca de 7 milhões de torcedores, mas apenas uma parcela mínima dessa nação participa efetivamente da vida do clube. Programas de sócio torcedor são bem intencionados, mas estão longe de contemplar o interesse de toda a torcida. Esses programas precisam trazer o torcedor pra dentro do clube, mesmo que ele esteja distante de Beagá. Uma boa forma de começar a fazer isso é dando a ele voz ativa no clube, inclusive com poder de veto e de voto. Assim, tudo de bom e ruim que acontecer com o clube será responsabilidade também do torcedor e esse compromisso com a sua própria felicidade pode fazê-lo colaborar efetivamente e se envolver com todos os projetos que possam beneficiar a instituição. O torcedor precisa se sentir dono do clube, não apenas no discurso, mas também na prática. Quem é dono cuida!
  27. Como será o futebol do futuro? Haverá lugar para os times mineiros nele? Não sou pessimista em relação ao futuro do futebol brasileiro e nem do futebol mineiro. Acredito que o Cruzeiro será sempre um protagonista do futebol, pela história que construiu e, sobretudo, pela grande torcida que tem. Estamos num estado importante da federação e somos mais de 7 milhões, que jamais poderão ser desprezados pelo mercado do futebol, apesar disso acontecer em alguns momentos. Acredito que, no futuro, as pessoas que comandam o futebol perceberão que a descentralização será benéfica pra todos, inclusive pros clubes do Eixo, que hoje se beneficiam da centralização. Só espero que o Cruzeiro não tenha jamais dirigentes irresponsáveis, que o coloquem em estado de falência, como já aconteceu com outros clubes no Brasil e no mundo. Sou um otimista e sonhador por natureza.

57 comentários para “Flávio Carneiro, cruzeirense de aço”

  1. Ernesto Araujo disse:

    Mais uma bela história de um cruzeirense, esse de aço ! E que beleza ver o ABAP participando de títulos históricos no Cruzeiro !!! Acho que as pessoas se esquecem das coisas… Mesmo sem ser um treinador genial, ABAP compensa isso com dedicação ao trabalho e ao Cruzeiro.

  2. Leo Vidigal disse:

    Legal a trajetória de vida. Isso mostra como o futebol é uma parte importante da nossa história. A final de 77 foi marcante mesmo. E a estratégia de fazer um time A e um time B, bem bolada. Nem sei quantos times precisaríamos fazer, mas como deve-se ser sucinto em um blog… Esse time do ESAB deve ter protagonizado partidas emocionantes. Flávio, você sabe o histórico deles contra o lado negro da força?

  3. Ernesto Araujo disse:

    Esse jogo de 1977 marcou demais os torcedores daquela época. A falação das Flanelas Rosas deve ter sido IMENSA antes do jogo.

  4. Elias, sempre na primeira disse:

    Tive o prazer de conhecer pessoalmente o Flávio num dos encontros do PHD, salvo engano na Cruzeiromania da Savassi. Sem jogar confetes, mais um cruzeirense da prateleira de cima, um cara sensacional para o qual eu passo recibo. Com uma grande vantagem…sempre conspira pró, sempre comenta de maneira cortês e equilibrada. Não me lembro de um comentário depreciativo, agressivo ou de mal com a vida. Flávio, como a grande maioria que comenta aqui, usa este canal prá fazer amigos, crendo eu que esta também seja a principal proposta do nosso estimado amigo e síndico Jorge Santana. Parabéns Flávio!

    • Jorge Santana disse:

      Perfeito. Flávio Carneiro é de uma elgância ímpar em seus comentários. E, sempre sóbrio, busca os aspectos técnicos e táticos do jogo sem recorrer ao xingatório pra expressar discordância com pontos de vista antagônicos.

      • Flavio Carneiro disse:

        Estou emocionado com esses elogios vindo de pessoas tão especiais. Muito Obrigado!!!

  5. Flávio,
    Parabéns pela história. É uma constante a história que cruzeirenses tem para contar, mais do que os torcedores de outros times que nem sabem bem porque torcem Por isso e por aquilo.
    Tive um tio que era conselheiro do Siderúrgica, era bastante conhecido em Sabará (Bené, pateticano convicto), e outro tio que ainda mora perto do estádio na Praia do Ó (João).
    Você trouxe boas lembranças sobre o Esab e a título de informação, Bocaiúva trabalha no MEC em Brasília e foi agraciado com o título de “Ídolo Eterno” pela diretoria do Cruzeiro, juntamente com ROberto César e Júnior Brasília em evento recente aqui na Embaixada Azul

    • Jorge Santana disse:

      Sabará é a terra do João Bomba. Quem não conhece que vá lá tomar uma gela e ouvir histórias no boteco dele.

      • Antes, porém, de ir a Sabará e conhecer a melhor jabuticaba do mundo e o João Bomba (que não é meu tio), deve ler o post-homenagem ao referido cruzeirense.
        http://cruzeiro.org/blog/joao-bomba-cruzeirense-desde-os-tempos-de-borba-gato/

      • Jorge Santana disse:

        Se o João Bomba começar a contar histórias, amanhece sem o ouvinte perceber. Outra figuraça de Sabará é o Alexandre Sanches, historiador do Siderúrgica, que já escreveu aqui no PHD. E tem o meu amigo Jorge Silva, que apesar dos monumentais e semanais churrascos regados a cervas geladas, que oferece aos amigos continua um fiapo.

      • Gustavo Martins disse:

        E talvez o(a) maior cruzeirense de Sabará seja a Dona Inês. Não perde um jogo, é gozadora, divertida. Tem um galo de borracha todo depenado na sacada de sua casa. E agora cismou que quer um outro pra pintar um terno nele e “homenagear” o Luxilique. Se bem que seria melhor pintar o galo de rosa.
        Quanto ao João Bomba, ele é uma figuraça. Trabalho pertinho de seu bar, e de vez em quando passo lá pra uma resenha com ele e com os outros comentaristas que não saem de lá, hehe. Seria legal uma entrevista destas com ele.
        Ah, parabéns pela sua história, Flávio. Abraços

      • Flavio Carneiro disse:

        Sabará é mesmo uma terra muito boa, com muitos e grandes Cruzeirenses. Conheço o João Bomba e o Alexandre Sanches, que tem o apelido de Zebú, duas figuras muito conhecidas na cidade.

  6. Jorge Santana disse:

    E o Esab acabou por excesso de sucesso. A empresa ficou com receio de perder o foco. Ou, ao menos de o cruzeirense Leif perder o foco. E pôs fim à aventura do aurinegro de Contagem.

  7. Marc3lo disse:

    Grande história, parabéns,Flávio!! E corroboro com as opiniões acima de que o F.Carneiro sempre comenta de forma coerente e equilibrada,querendo o melhor pro Cruzeiro invariavelmente.

  8. Raf Lima disse:

    Bela entrevista! E, foi pontual salientar que uma formação é mais ofensiva (Dirceu, Alex10, Joazinho) e outra mais precavida, mas, não menos ofensiva..

  9. Renato-SP disse:

    É muito legal ler esse tipo de post. Parece que a turma da época da Academia Celeste é maioria aqui e por isso sempre aparecem boas histórias como essa. Parabéns Flávio Carneiro, um clássico Cruzeirense. Esse jogo contra o River foi um dos primeiros que assisti no Mineirão. Fomos meu pai, eu e mais 35 pessoas dentro de um fusca, desde o Jardim américa até a Toca III. Ser Cruzeirense é muito bom.

  10. Renato-SP disse:

    OT ligeiro: Vendo as estatísticas do AB em nº de gols:
    2008 – média 1,83
    2009 – média 1,96
    2010 – média 2,59
    Esse treinador é muito retranqueiro!

  11. Bacana a entrevista. Esse jogo em que ele relata a história do relógio americano foi realmente sensacional. Parabéns FC, mais um grande Cruzeirense.

  12. Raf Lima disse:

    Se não for muito incoveninte de minha parte e, se o Síndico liberar, podíamos postar (de forma esporádica) alguns vídeos de temas variados, desde jogos históricos até montagens como as da sessão ‘Galo-Rosa’ e, pq não, vídeos-clips de boa música, enfim, somente pra entreter a turma nos fins-de-semana. Criar um espaço entitulado “Vídeos pra Entreter” (sigla VE:).

  13. simone b de castro disse:

    Parabéns pela entrevistas, Flávio Carneiro! Você disse que é louco pelo Cruzeiro, e o relógio americano é prova disso! rsrsrsrsrs Espero que outro cruzeirense tenha achado e ficado com ele!

  14. Mauro França disse:

    Parabéns, Flávio, pela história, pelos comentarios sempre equilibrados e por jogar no time dos otimistas.

  15. Raf Lima disse:

    Pra iniciar, dois vídeos: VE1: Sobre os hinchas xeneizes no clima do ‘superclássico, demonstrando a paixão do argentino por esse esporte. http://bit.ly/bA1rJt

  16. Jorge Santana disse:

    Por favor, indiquem os próximos entrevistados. Se bem lembro, Naldo, Carlão, Cleber, Geniba, Ex-Dylan, Chaves, Schulman, Renato, Marc3lo, Sobrinho, Frede, Ernesto e Xina ainda não deram depoimentos. Quem mais? Evandro, Radicchi e, smj, Palmeiras, não toparam responder.

  17. Chaves disse:

    O que tenho a dizer do Carneiro é lamentar o fato dele passar pouco por aqui. Um dos caras mais sensatos do blog. Não entra m polêmica, sabe criticar sem xiliques e sem faltar com respeito a jogadores, tecnicos, etc e sabe elogiar sem comparar. Gente fina.

  18. Celeste disse:

    Gostei da entrevista do Flávio. Parabéns. As duas seleções azuis ficaram perfeitas. E acho, que poderia ser montada uma terceira que bateria de frente com essas duas. Afinal grandes jogadores passaram pela história do Cruzeiro.

  19. Ernesto Araujo disse:

    Entrevista o Rodrigo, Ex-Dylan! Vai ser a entrevista do ano !

    • Vinicius Cabral disse:

      A entrevista do Dylan deveria ter mais perguntas que o habitual e, quem sabe, dividida em 3 partes. Cada uma delas iria bombar! Outra idéia seria negociar com a Playboy para que a entrevista com o Dylan seja lançada em alguma edição. hehehe

  20. Hugo 5erel0 disse:

    Grane depoimento, Flávio. Pelas coisas que você escreve aqui já se percebe o teu elevado grau de cruzeiridade. Parabéns, cara!

  21. Naldo disse:

    Mais um bela história de um torcedor Celeste. É sempre bom conhecer um pouco sobre os nossos ilustres colegas. Mais uma bola dentro, do PHD.

  22. Vinicius Cabral disse:

    Flávio, parabéns pelo Cruzeirense que é!

  23. Flavio Carneiro disse:

    Só lamento não ter lido esse post no momento certo, pois gostaria de agradecer a todos os amigos de sangue azul que me elogiaram. Estou um pouco ausente porque acabo de ganhar gêmeos, o que tem tomado todo o meu tempo livre e minhas horas de sono também. Mas nunca deixo de ler todos os posts, mesmo que com algum atraso. Obrigado!

  24. Jorge Santana disse:

    Parabéns pelos gêmeos, Carneiro. Só não vá colocar nome de Wellington e Paulista nos garotos. Nem Marquinhos e Paraná. Tampouco Diego e Renan. Juízo, cara!

  25. Jorge Santana disse:

    Se precisar, a gente faz uma vaquinha e manda um caminhão de fraldas descartáveis de presente.

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