Cruzeiro na Venezuela

Por SÍNDICO | Em 3 de maio de 2019

MANO MENEZES relata experiência na viagem do Cruzeiro à Venezuela:

  • “O futebol funciona como um ilha fora da realidade. Ficamos num hotel, com gerador próprio, pra não faltar eletricidade. Em volta, era um escuro absoluto, sem iluminação pública, nem nas casas. Vimos isso quando fomos treinar e voltamos um pouco mais tarde. A cidade estava deserta, quase não se via gente na sua. Muita gente foi embora da cidade. Só no departamento de Lara, segundo informações que recebemos, 400 mil pessoas mudaram-se pra outros países, fugindo das dificuldades. Estão passando muitas dificuldades, inclusive os próprios funcionários do hotel. A gente fez uma campanha interna pra ajudar um pouco, dentro das condições que a gente podia. A remuneração deles é de cinco dólares mensais. É o salário mínimo. O que é praticamente nada, e eles só se alimentam uma vez por dia”.

E é exatamente isto que a esquerda brazuca quer fazer com o Brasil. 

51 comentários para “Cruzeiro na Venezuela”

  1. SÍNDICO disse:

    E, como se nada disso bastasse, agora os ditador joga blindados contra pessoas desarmadas.

  2. SÍNDICO disse:

    MINEIRO terá de jogar contra Zamora, em Barinas, na terça. Ordens da Conmebol.

  3. mrr disse:

    Discordo apenas da última frase do texto.

  4. Tolentino disse:

    Histeria marcatista é osso. Nem com a direita no poder os histéricos da conspiração comunista dão um tempo.

    • Matheus Penido disse:

      Direita e esquerda é coisa de otário. Prefiro dividir entre pessoas normais e defensores fanatizados de facínoras. Em qual definição vc se encaixa?

    • SÍNDICO disse:

      MACARTISMO e não marcatismo. Até pra falar asneira tem que caprichar, Talentim.

    • SÍNDICO disse:

      Sobre conspiração, converse com um venezuelano. Diga a ele que tá tudo bem, que vc garante três refeições pra família dele amanhã. Com idiotas como vc, fica fácil entender tantos genocídios praticados pelos comunistas ao longo dos últimos 120 anos.

      • Ernane Siqueira disse:

        O livro negro do comunismo aponta para mais de 100 milhões de cadáveres produzidos ao longo dos anos. Esse é o regime que se diz defensor dos pobres e das minorias.

      • SÍNDICO disse:

        Stalin, Castro, Pol Pot, Guevara, Mao Zedong, Sendero Luminoso, Farc, Eln, Maduro, Ortega…

  5. SÍNDICO disse:

    VENEZUELA, sob o comunismo, tem 1,5 milhão de milicos e sicários, 2.000 generais. Mais do que a Otan. O dobro dos Estados Unidos. Todos eles ricos. Tem 48% de desemprego, Pib 50% menor em relação á época democrática, não tem luz, são 30 mil assassinatos por ano. Exilados chegam a 5 milhões, 85% do povo na pobreza, inflação de 10.000.000%. E, pra piorar, faltam comida e remédios.

  6. SÍNDICO disse:

    A crise que assola o futebol na Venezuela (Gabriel Dias, Jovem Pan, 25mar19) A Venezuela vive uma profunda crise política e econômica sob o governo de Nicolás Maduro. Milhares de venezuelanos deixam o país após a hiperinflação que atinge os mais pobres, que hoje, são cerca de 87% da população. O drama no futebol não poderia ser diferente do enfrentado no dia-a-dia da população. Faltam as mínimas condições para disputar jogos de futebol e são escassos os serviços de traslados, viagens, hospedagens e medicamentos.

    • SÍNDICO disse:

      O Zúlia Futebol Clube tornou-se uma das primeiras equipes da Venezuela a anunciar, na semana passada, que não irá disputar nenhuma partida oficial da Federação Venezuelana de Futebol (informação postada no twitter pela equipe em 11 de Março de 2019), até que “haja condições minímas para a prática de futebol”.

    • SÍNDICO disse:

      Só em 2017 os venezuelanos perderam, em média, 11 quilos. Um dos jogadores do Caracas Futebol Clube, Ricardo Andreutti, conversou com a reportagem da Jovem Pan. O Caracas disputou a primeira fase da Copa Sul Americana 2019 e acabou eliminado pelo Atlético PR. Andreutti conta sobre o desrespeito dos responsáveis pelo futebol local: “Não podemos esperar por uma gestão de diretoria em nosso futebol, não tomam cartas do assunto. No momento, pretendem que siga o torneio como se não houvesse nada acontecendo no país. Não é assim, é muito difícil se locomover entre as cidades, não há água nem luz. É horrível jogar partidas assim, nos colocam em uma situação muito crítica.”.

    • SÍNDICO disse:

      No domingo, 10 de março, Zulia e Caracas entraram em campo no estádio José Pachencho Romero, na cidade de Maracaibo, no estado de Zulia. No entanto, os jogadores decidiram protestar contra os frequentes apagões elétricos e rejeitaram jogar. O jornalista venezuelano da rádio Deportiva AM, Thomaz Cardenás, também conversou com a reportagem Jovem Pan, ele filmou o protesto realizado por ambas as equipes. No vídeo, é possível ver os jogadores de Zulia e Caracas tocando a bola entre si após o apito inicial do árbitro. O protesto ocorreu pela sétima rodada do campeonato.

    • SÍNDICO disse:

      Cardenás explica a atitude dos jogadores: “A decisão que tomaram os jogadores em não disputar a partida de maneira habitual, de se cumprir os noventa minutos, mas, sem eles se atacarem. E ainda assim foram realizadas três substituições e houve uma parada para refrigeração já que a temperatura é muito alta”. No final do protesto, os jogadores deixaram o campo sob forte aplauso dos poucos torcedores presentes no estádio. O narrador Hernán Rodriguez relatou o fato como um ‘capítulo inédito na história’.

    • SÍNDICO disse:

      Gabriel Dias, 21 anos. Formado em Jornalismo pela FIAM em 2017. Narrador de futebol desde dos 12 anos. Passagens pela Equipe Líder da Rádio Tropical FM e Rede Contínua. Chegou à final em cinco prêmios ACEESP de melhor Mídia Web com o canal Rede Contínua. Na Rádio Jovem Pan desde de 2018. Jornalista e Narrador.

  7. SÍNDICO disse:

    A crise que assola o futebol na Venezuela (Gabriel Dias, Jovem Pan, 25mar19) A Venezuela vive uma profunda crise política e econômica sob o governo de Nicolás Maduro. Milhares de venezuelanos deixam o país após a hiperinflação que atinge os mais pobres, que hoje, são cerca de 87% da população. O drama no futebol não poderia ser diferente do enfrentado no dia-a-dia da população. Faltam as mínimas condições para disputar jogos de futebol e são escassos os serviços de traslados, viagens, hospedagens e medicamentos.

    O Zúlia Futebol Clube tornou-se uma das primeiras equipes da Venezuela a anunciar, na semana passada, que não irá disputar nenhuma partida oficial da Federação Venezuelana de Futebol (informação postada no twitter pela equipe em 11 de Março de 2019), até que “haja condições minímas para a prática de futebol”.

    Só em 2017 os venezuelanos perderam, em média, 11 quilos. Um dos jogadores do Caracas Futebol Clube, Ricardo Andreutti, conversou com a reportagem da Jovem Pan. O Caracas disputou a primeira fase da Copa Sul Americana 2019 e acabou eliminado pelo Atlético PR. Andreutti conta sobre o desrespeito dos responsáveis pelo futebol local: “Não podemos esperar por uma gestão de diretoria em nosso futebol, não tomam cartas do assunto. No momento, pretendem que siga o torneio como se não houvesse nada acontecendo no país. Não é assim, é muito difícil se locomover entre as cidades, não há água nem luz. É horrível jogar partidas assim, nos colocam em uma situação muito crítica.”.

    No domingo, 10mar19, Zulia e Caracas entraram em campo no estádio José Pachencho Romero, na cidade de Maracaibo, no estado de Zulia. No entanto, os jogadores decidiram protestar contra os frequentes apagões elétricos e rejeitaram jogar. O jornalista venezuelano da rádio Deportiva AM, Thomaz Cardenás, também conversou com a reportagem Jovem Pan, ele filmou o protesto realizado por ambas as equipes. No vídeo, é possível ver os jogadores de Zulia e Caracas tocando a bola entre si após o apito inicial do árbitro. O protesto ocorreu pela sétima rodada do campeonato.

    Cardenás explica a atitude dos jogadores: “A decisão que tomaram os jogadores em não disputar a partida de maneira habitual, de se cumprir os noventa minutos, mas, sem eles se atacarem. E ainda assim foram realizadas três substituições e houve uma parada para refrigeração já que a temperatura é muito alta”. No final do protesto, os jogadores deixaram o campo sob forte aplauso dos poucos torcedores presentes no estádio. O narrador Hernán Rodriguez relatou o fato como um ‘capítulo inédito na história’.

    • SÍNDICO disse:

      Gabriel Dias, 21 anos. Formado em Jornalismo pela FIAM em 2017. Narrador de futebol desde dos 12 anos. Passagens pela Equipe Líder da Rádio Tropical FM e Rede Contínua. Chegou à final em cinco prêmios ACEESP de melhor Mídia Web com o canal Rede Contínua. Na Rádio Jovem Pan desde de 2018. Jornalista e Narrador.

  8. Bruno 7L RJ disse:

    Muito triste. Era pra ser um país mega rico. País pequeno, com boa posição logística. Ver uma população nessas condições é triste demais.

  9. SÍNDICO disse:

    GOIÁS: Tadeu, Marcos (G), David Duarte, Yago, Rafael Vaz (B), Daniel Guedes, Jefferson, Kevin, Loyola (L), Geovane, Leo Sena, Yago Felipe (V), Giovanni Augusto, Renatinho, Marlone (M), Kayke, Barcia, Michael, Júnior Brandão, Marcinho (A).

  10. SÍNDICO disse:

    CRUZEIRO: Fábio, Rafael, Eudes (G), Dedé, Leo, Fabruno, Murilo (B), Edílson, Orejuela, Egídio, Dodô, R Santos (L), Henrique, Romero, Jadson, Lucas, Cabral (V), Robinho, Rodriguinho, Neves (M), Fred, Sassá, Rocha, david (A).

  11. SÍNDICO disse:

    COPA DO BRASIL: Fluminense x Cruzeiro, Maracanã, 15mai19qua21h30; Cruzeiro x Fluminense, Mineirão, 05jun19qua19h15.

  12. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Enquanto isso o presidente caçador de comunistas vai sendo desconvidado das festas. Ergonha, viu. De mito para mico.

  13. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Enquanto isso o ministro da educação do presidente caçador de comunistas reduz em 30% a verba para a educação de universidades e institutos federais. Aliás, o governo do “novo”, que fez campanha e apóia o mito, queria reduzir 60.000 vagas na escola integral, só não reduzindo porque a assembleia não deixou. Na Venezuela usam blindados, aqui usam é foice.

    • Bruno 7L RJ disse:

      São dados preocupantes os que envolvem a educação. Mas seu argumento perde força na sua última frase. O senhor parece um cara bem inteligente, mas não adianta se não usar.

    • SÍNDICO disse:

      O PETRALHISMO quebrou o País e ainda tem a cara de pau de reclamar de verbas pras bocas de fumo que controla? Maconha nasce no chão, dinheiro, não.

  14. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Enquanto isso, o presidente caçador de comunistas diz que só aceita a lista tríplice para Procurador Geral se tiver um nome “nosso, e que seja meu peixe”. Qual a diferença da Venezuela?

    • Bruno 7L RJ disse:

      Vc falou bem, apesar da questão não ser tão importante. Mas aí veio a pergunta final e vc peidou na farofa.

  15. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Chegou a cavalaria! :-). Demorou…

    • Bruno 7L RJ disse:

      Arreguy, se está se referindo a mim, está enganado. Mas fazer qualquer tipo de comentário minimamente velado de defesa a Venezuela é muito complicado. Reveja alguns conceitos. Nada contra a pessoa ter dogmas de esquerda, mas defender um governo desses é um pouco complicado, não acha?

      • Eduardo Arreguy Campos disse:

        Quem está defendendo o Maduro, Bruno? Eu estou defendendo o Brasil.

      • Bruno 7L RJ disse:

        Nessa estou contigo. E seus argumentos foram bons, principalmente a questão da educação. Mas frases “ Qual a diferença da Venezuela”, “lá usam tanques e aqui foice”… podem até não ser defesa a regime da Venezuela (posso ter me confundido) mas são no mínimo infelizes.

  16. JOAOCOSTA disse:

    Jorge, pare de fazer proselitismo político neste espaço! Todos, acho, já conhecem sua posição ideológica. Não use este espaço pra fins políticos, não combina contigo.

  17. SÍNDICO disse:

    CINQUENTA JORNALISTAS estão presos na Venezuela. O Arreguy, que não defende o Maduro, vai protestar. daqui a 26 anos, 3 meses e 23 dias. Aguardem.