Cruzeiro na Libertadores: 1976, a conquista (III)

Por SÍNDICO | Em 20 de março de 2010

Mauro França e Jorge Santana

Com a classificação confirmada, Felício Brandi articulou e trouxe para Belo Horizonte a reunião da Confederação Sul-Americana que definiria a composição dos grupos e a tabela das semifinais.

O evento, realizado no final de abril, contou com a presença dos presidentes da CBD, Heleno Nunes, e da CSA, o peruano Teófilo Salinas. Ao final do encontro, Felício havia conseguido todos os seus objetivos.

O principal deles, evitar o confronto com os times argentinos nessa fase, como havia acontecido em 1975. Dessa vez, os adversários seriam a LDU, do Equador, e o Alianza Lima, do Peru. No outro grupo, Peñarol, River Plate e Independiente.

A tabela também foi favorável ao Cruzeiro, que jogaria primeiro fora de casa, decidindo a vaga no Mineirão. O diretor de futebol Carmine Furletti resumiu a expectativa geral, em entrevista à revista Placar:

  • “Se a gente não ganhar agora, nunca mais”.

À exceção de um amistoso disputado em Brasília logo após os 2×0 sobre o Inter, o Cruzeiro vinha se dedicando exclusivamente à Libertadores.

Isto porque o regulamento da Taça Minas Gerais, então em disputa com 22 times divididos em 2 grupos, previa que o último campeão mineiro estava automaticamente classificado para a semifinal. Dessa forma, o time ficou desobrigado de fazer 10 jogos pelo torneio estadual.

Atlético e Uberaba se classificaram para as finais. Um sorteio com cheiro de cartas marcadas definiu o time do Triângulo como adversário do Cruzeiro na semifinal. O Cruzeiro venceu por 4×2 em 18abr76, no João Guido, em Uberaba, perante 27 mil espectadores.

Uma semana depois, Cruzeiro perdeu por 2×1 para o Atlético perante 101 mil torcedores, no Mineirão.

Neste jogo, Cafuringa, que jamais marcava gols, abriu o placar para o Clube de Lourdes, aos 14 do 1º tempo. Palhinha empatou para o Cruzeiro, aos 30 do 2º, levando a decisão para a prorrogação.

Pela primeira vez, desde que chegara ao Cruzeiro, 11 anos antes, Raul Plassmann sofreu um gol de pênalti –Piazza sobre Reinaldo- do rival citadino. O autor foi Toninho Cerezo, indicado a força pelo treinador Barbatana, após os atacantes riscados terem se recusado a encarar a maldição.

No bate-boca, seguido e empurra-empurra, Palhinha, Jairzinho e Reinaldo foram expulsos. No final, Felício Brandi não se fez de rogado, segundo a revista Placar:

  • “Tudo bem. Nós queremos é a Libertadores”.

O Cruzeiro ainda fez uma partida pela 1ª fase do Campeonato Mineiro antes de embarcar para Quito.

 A LDU, campeã equatoriana, vencera o Alianza Lima por 2×1, em casa, no jogo de abertura do grupo.

A altitude foi um problema considerável. O treino recreativo na véspera da partida foi paralisado na metade. Osíres, com tonteiras e vômitos, foi vetado. Outros jogadores também passaram mal.

No domingo, 09mai76, a LDU começou pressionando na base da correria e mandou duas bolas no travessão nos primeiros 25 minutos. Mas o time celeste se impôs e abriu o marcador aos 33. Palhinha recebeu de Joãozinho, dentro da área, ajeitou e acertou o ângulo de Maesso.

Aos 5 do 2º tempo, Palhinha recebeu de Jairzinho, driblou seu marcador e chutou no canto abrindo 2×0. Aos 13, Palhinha foi ao fundo, cruzou e Jairzinho ajeitou com o peito pra Joãozinho soltar uma bomba: 3×0.

Daí em diante o time administrou o resultado e a LDU diminuiu aos 30, com um pênalti duvidoso convertido por Polo Carrera, o melhor dos equatorianos. No final da partida, o exigente Zezé Moreira, resmungou:

  • “Não creio que o Cruzeiro possa jogar pior do que aqui”.

Cruzeiro 3×1 LDU, domingo, 09mai76, estádio Atahualpa, Quito, semifinais da Libertadores 1976 – Público: 50.000 pagantes – Juiz: Angel Coerezza (Argentina) – Gols: Palhinha, 33 do 1º tempo; Palhinha, 5, Joãozinho, 13, e Carrera, 30 do 2º.  – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Darci Menezes e Vanderlei Lázaro; Wilson Piazza e Eduardo Amorim (Zé Carlos); Roberto Batata (Isidoro), Palhinha, Jairzinho e Joãozinho. Tec: Zezé Moreira / LDU: Walter Maesso, Moreno (Ramiro), Luis De Carlos, Villena, Ramiro Tobar; Juan Carlos Gomez, Jorge Tapia; Oscar Zubia (Aguirre), Ruben Jose Scalise, Polo Carrera e Gustavo Tapia. Tec: Leonel Montoya. – Notas – 1. A LDU foi rebaixada à 2ª divisão equatoriana em 72. Na volta à 1ª, em 75, foi campeã nacional. 2. Maesso, Zubia, Gomez e De Carlos eram uruguaios; Leyes, que jogou apenas a 2ª partida, e Scalise, argentinos. O técnico Montoya era colombiano. 3. Jorge e Gustavo Tapia, Tobar e Polo Carrera defenderam a Seleção equatoriana na Copa América de 75. 

De Quito o Cruzeiro seguiu pra Lima. Na quarta-feira, 12mai76, o Alianza armou um forte bloqueio defensivo e parou o ataque celeste no 1º tempo e nem a expulsão de Velasquez, aos 38, abriu uma brecha em sua retranca.

O 0x0 persistiu até os 17 minutos do 2º tempo, quando Roberto Batata, deslocado pelo meio do ataque, recebeu de Palhinha, ajeitou e, da entrada da área, bateu no ângulo do goleiro peruano. Porteira aberta, os gols saíram naturalmente.

Aos 26, Joãozinho recebeu passe de Jairzinho nas costas do lateral, fechou para a área e, na saída do goleiro, deu um lindo toque de cobertura para marcar o segundo. Aos 31, Vanderlei foi expulso depois de cometer falta dura no centroavante Suarez.

A expulsão não abalou o time que marcou o 3º, dois minutos depois. Foi uma obra-prima, registrad a no livro Páginas Heróicas:

  •  “O que ele marcou em Lima, contra o Alianza, até os adversários aplaudiram. Num escanteio, quase todo o time peruano foi para a área do Cruzeiro. Raul saiu bem, defendeu e entregou a bola a Joãozinho, no bico da área. O ponteiro disparou. Os adversários foram todos atrás dele. “Ganhei a corrida, passei pelo goleiro e toquei para o gol vazio. Pra minha surpresa, a torcida aplaudiu de pé”. Joãozinho jamais tocava a bola para os lados ou para trás. “Atacante tem que partir pra cima da defesa; é isso que ensino ao meu filho.”

Cruzeiro 4×0 Alianza Lima, quarta-feira, 12mai76, Lima, Peru, semifinais da Libertadores 1976 – Público: 35.000 – Juiz: Ramon Barreto (Uruguai) – Expulões: Velasquez, 38 do 1º tempo e Vanderlei, 31 do 2º – Gols: Roberto Batata, 17, Joãozinho, 26 e 33, Jairzinho, 42 do 2º – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Osires (Darci Menezes) e Vanderlei Lázaro; Wilson Piazza e Eduardo Amorim; Roberto Batata (Isidoro), Palhinha, Jairzinho e Joãozinho. Tec: Zezé Moreira / Alianza: Jose Manuel Gonzalez Ganoza, Moises Palacios, Javier Castillo, Salvador Salguero, Julio Ramirez; Santiago Ojeda e José Velasquez; Manuel Lobaton, Suarez, Cesar Cueto e Freddy Ravello (Carlos Gomez). Tec: Marcos Calderon. – Notas – 1. Com esta base, o Alianza foi campeão peruano em 75, 77 e 78. 2. Velasquez, Cueto, Ganoza, Ojeda e o técnico Marcos Calderon foram campeões da Copa América-75. Os dois primeiros jogaram as Copas de 78 e 82. 3. Cueto e Ganoza foram ídolos históricos do clube. O goleiro é o recordista de jogos (475). 4. Teófilo Cubillas, considerado o maior jogador da história do futebol peruano, foi revelado pelo Alianza. Jogou as Copas do Mundo de 70, 78 e 82.

A viagem de volta foi cansativa. A delegação desembarcou na Pampulha no final da manhã de quinta-feira, 13mai76. Na bagagem, veio a classificação para a final muito bem encaminhada.

Roberto Batata foi para casa, almoçou e, com saudades da esposa e do filho, resolveu buscá-los em Três Corações, a 300 km de Belo Horizonte, no Sul de Minas. Sérgio Carvalho, da Placar, conta o que ocorreu em seguida:

  • Às 11h do dia 13, quinta- feira, o Cruzeiro chegava enfim, festivo, a Belo Horizonte. Roberto Batata foi para casa. A mulher e o filho estavam em Três Corações. Almoçou, telefonou para o pai, Geraldo Monteiro: – Vou buscar Denise em Três Corações. Ouviu uma advertência, quase um pedido: – Por que não telefona e pede a ela que venha de ônibus? Você está cansado, meu filho. Mas Roberto já fizera coisa parecida, muitas vezes. No fim de um jogo, de volta de uma viagem, pegava o carro e ia para Juiz de Fora – quando Denise , morava lá – ou Três Corações, onde está sua família. Ligou o Chevette verde, entrou na Fernão Dias. No quilômetro 182, perto de Santo Antônio do Amparo, a 111 quilômetros de Três Corações, Roberto saiu de sua pista. Vinham dois caminhões. Bateu no primeiro. Perdeu o controle. E bateu de frente no segundo. E foi o fim. Instantâneo. Explicação? Foi driblado pelo sono diziam.

Roberto Monteiro tinha 27 anos, 281 jogos e 110 gols com a camisa do Cruzeiro.

Milhares de torcedores foram às ruas prestar-lhe homenagem. Torcedores e companheiros de equipe ficaram abalados. Além da técnica, velocidade e do chute forte e certeiro, Batata era brincalhão,  amigo de todos, sempre pronto a ajudar os amigos.

Ainda sob o impacto da tragédia, o time retornou ao Mineirão seis dias depois para enfrentar o mesmo Alianza, justamente o adversário do último jogo de Batata. Na vaga do atacante, Zezé Moreira escalou Zé Carlos, que era reserva, e deslocou Eduardo Amorim, o Rabo-de-vaca, para a ponta-direita.

João Chiabi Duarte, cronista do Cruzeiro.Org, relata o clima dos minutos que antecederam o início partida:

  • Com Piazza à frente, calados e cabisbaixos, os jogadores celestes perfilaram na linha lateral, onde estava estendida uma camisa  azul-estrelada número 7, e fizeram o sinal da cruz. Depois, foram até o meio de campo, saudaram a torcida e começaram a bater bola. Só que aí aconteceu algo sensacional. O capitão do Alianza, Castillo, entregou a Piazza uma placa em homenagem a Roberto Batata e cada jogador peruano abraçou os colegas brasileiros. O estádio foi às lágrimas com a execução de O Silêncio pelo pistonista da Polícia Militar, Antônio Samuel de Oliveira, que, em 1978, seria meu colega no curso básico de Engenharia na UFMG. Durante a execução do Hino Nacional, todos os jogadores do Cruzeiro, a começar pelo capitão Wilson Piazza, choravam. Ele teve que ser amparado por Raul, tal era sua emoção. Eduardo Rabo de Vaca, mal conseguia levantar a cabeça, Nelinho e Joãozinho estavam abalados. Mas, os gritos de “Cruzeiro, Cruzeiro!” vindos das arquibancadas fizeram o time despertar.

Mesmo apático no 1º tempo, o Cruzeiro não teve trabalho para sair na frente. Jairzinho, de cabeça, fez o primeiro aos 14. Cueto, também de cabeça, empatou aos 21. Aos 36, Joãozinho cruzou da esquerda, Jair ajeitou de cabeça e Palhinha, livre na entrada da pequena área, só empurrou para o gol.

No 2º tempo, aos 9, Jair recebeu lançamento longo de Zé Carlos, ganhou do marcador na força, entrou na área e com um corte seco tirou o goleiro da jogada e  bateu rasteiro para o gol vazio. Aos 14, Nelinho, deslocado pela esquerda, recebeu de Eduardo e levantou na área para Jair, entre dois zagueiros, dominar no peito e bater na caída da bola.

Aos 18, Nelinho recebeu lançamento longo de Eduardo, driblou seu marcador, foi ao fundo e cruzou para trás. Palhinha pegou de primeira e acertou o ângulo. Aos 27, Eduardo recebeu de Jair na entrada da área e bateu para o gol. O goleiro fez a defesa parcial e Palhinha apareceu livre para empurrar para o fundo das redes.

Aos 32, Mariano, que substituíra o suspenso Vanderlei, passou para Jairzinho, que arrancou em velocidade da intermediária até a entrada da área e bateu rasteiro no canto direito do goleiro. Nelinho ainda acertou o travessão no último lance, mas o placar ficou mesmo 7×1. Coincidentemente, o número da camisa de Roberto Batata (ainda que na Libertadores ele jogasse com a 14).

O placar deu margem ao surgimento de várias histórias. Os 7 gols teriam sido feitos intencionalmente, como uma última homenagem. Ou que a combinação teria sido feita no intervalo. Enfim, cada jogador e cada torcedor presente ao estádio têm a sua própria versão. O jogo virou lenda.

Cruzeiro 7×1 Alianza Lima, quinta-feira, 20mai76, Mineirão, semifinais da Libertadores 1976 – Público: 28.235 pagantes Renda: Cr$512.060,00 – Juiz: Luis Pestarino (Argentina) – Gols: Jairzinho, 14, Cueto, 21 e Palhinha, 36 do 1º tempo; Jairzinho, 9, 14, Palhinha, 18, 27 e Jairzinho, 32 do 2º. – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Darci Menezes e Mariano Schimitz; Wilson Piazza e Zé Carlos (Isidoro); Eduardo Amorim (Ronaldo Drummond), Palhinha, Jairzinho e Joãozinho. Tec: Zezé Moreira / Alianza: Jose Manuel Gonzalez Ganosa (Oscar Candia), Moisés Palacios, Javier Castillo, Salvador Salguero, Julio Ramirez; Jaime Duarte, Augusto Palacios; Manuel Lobaton, Suarez, Cesar Cueto e Freddy Ravello. Tec: Marcos Calderon. – NotaMariano Noé Schimitz, nasceu em Cerro Largo-RS e passou, diretamente dos campinhos de pelada, para o time profissional do Internacional de Santa Maria, pelo qual se destacou no Campeonato Gaúcho antes de ser contratado pelo Cruzeiro no início dos Anos 70. Reserva dos laterais Nelinho e Vanderlei, além do clube de origem e do Cruzeiro, ele só atuou pelo Sertãozinho, então na 2ª divisão paulista. Ao encerrar a carreira, ele trabalhou no Ministério do Trabalho, pela manhã, no Projeto Dente-de-leite, criado pelo ex-goleiro João leite, à tarde e na gerência do bar de um cunhado, em Venda Nova, região norte de Beagá, à noite. Esta trabalheira toda teve fim quando, aos 44 anos, devido a uma osteoporose, o lateral campeão da Libertadores 76 submeteu-se a uma cirurgia e passou por longo processo de recuperação até voltar a andar. Embora magoado por não ter conseguido uma oportunidade no clube para seu filho Rafael, que ele diz ser bom de bola, o “alemão” Mariano se manteve cruzeirense de coração e mineiro por adoção.

Com a 3ª vitória, 6ª consecutiva na competição, a classificação para a final estava praticamente sacramentada. A LDU também poderia fazer 6 pontos caso vencesse suas duas partidas restantes, ambas fora de casa, a última delas no Mineirão. Isto pra forçar um jogo extra. 

No dia 26mai76, a LDU foi derrotada pelo Alianza, em Lima, por 2×0. O resultado garantiu a classificação matemática do Cruzeiro à final pela primeira vez, na sua 3ª participação no torneio.

Dessa forma, o jogo com a LDU virou amistoso. No domingo, 30mai76, o Mineirão recebeu 26 mil pagantes e o time manteve o pique com outra goleada.

Nelinho fez o primeiro cobrando pênalti, aos 4 minutos de jogo. Gustavo Tapia empatou aos 11. No 2º tempo, Jairzinho marcou aos 2, Palhinha aos 27 e Ronaldo fechou o placar aos 29.

Cruzeiro 4×1 LDU, domingo, 30mai76, Mineirão, semifinais da Libertadores 1976 – Público: 26.078 pagantes – Cr$484.415,00 – Juiz: Angel Coerezza (Argentina) – Gols: Nelinho, de pênalti, 4, Gustavo Tapia, 11 do 1º tempo; Jairzinho, 2, Palhinha, 27 e Ronaldo, 29 do 2º.  – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Osires (Darci Menezes) e Vanderlei Lázaro; Wilson Piazza (Valdo) e Eduardo Amorim; Silva, Palhinha, Jairzinho e Ronaldo. Tec: Zezé Moreira / LDU: Miguel Angel Leyes, Moreno, Luis De Carlos, Villena, Ramiro Tobar; Juan Carlos Gomez (Rivadeneira), Aguirre; Roberto Sussman, Ruben Jose Scalise (Jorge Tapia), Polo Carrera e Gustavo Tapia. Tec: Leonel Montoya.

A campanha na semifinal foi irretocável. 4 jogos, 4 vitórias, 18 gols marcados (média de 4,5 por partida!) e 3 sofridos.

Àquela altura, o ataque celeste tinha feito 38 gols em 10 jogos e era disparado o melhor da competição. Restava apenas aguardar pelo adversário na final.

83 comentários para “Cruzeiro na Libertadores: 1976, a conquista (III)”

  1. Carlos Campos disse:

    primeiro?

  2. Carlos Campos disse:

    CONQUISTA ÉPICA!

  3. Jorge Santana disse:

    Pra quem perguntou, dias atrás, quem era o Mariano, a resposta está no post e com link pra foto do lateral de origem gaúcha.

    • Mauro França disse:

      Agora só tá faltando o Valdo.

      • Jorge Santana disse:

        Osíres, Valdo, Silva etc. Providenciaremos. Mariano foi um dos homengeados quando o Alvimar lançou o programa Ídolos Eternos, que parece não ter sido levado adiante.

    • Eduardo Arreguy Campos disse:

      Mariano assustava os pontas, de tão feio que era. Foi considerado o jogador mais feio do futebol brasileiro. Há alguns anos atras, veio a GV para um jogo beneficente, junto com vários veteranos do Cruzeiro e do atlético mineiro. Fiquei admirado com a proeza dele: havia conseguido ficar muito mais feio do que antes. Acho que deve ser um tipo de record.

    • Celeste disse:

      Jorge fui eu quem perguntou do Mariano. Não sei se outro comentarista também perguntou. O texto do João Duarte me levou às lágrimas. Essa conquista foi emocionante e dolorida. Obrigada ä você e ao Mauro por nos premiar com esse post.

  4. Celso Libertadores disse:

    Belo relato, mais uma vez! Parabéns, Jorge e Mauro. Essa série está sendo devidamente arquivada e a enviarei a um grande amigo meu, que é Bi-Campeão da Libertadores. E o Pizza vai jogar na final!

  5. Rodrigo-bsb disse:

    mais um belo relato sem dúvida, é como viajar pelas estradas da memória. Mas é engraçado tenho a nitida sensação até hoje de ter sabido da noticia da morte de Roberto Batata num domingo a noite. Comovente o relato do Chiabi sobre a partida contra o Alianaza no Mineirão. Náo sei se os 7×1 foram uma homenagem proposital mas vou guardar isso como verdade pra sempre.

  6. Rodrigo-bsb disse:

    os 3×1 sobre a LDU foram transmitidos pela TV e tenho quase certeza que foi a primeira partida internacional do Cruzeiro pela Libertadores transmitida pela TV. A imagem era péssima.

  7. Ernesto Araujo disse:

    As “notas” ao final da ficha técnica de cada jogo são ótimas. Informação precisa e interessante.

  8. Jorge Santana disse:

    Nesta entrevista, a Salomé 5 Estrelas fala sobre o impacto que sofreu com a morte do Roberto Batata.

  9. Naldo disse:

    Ai entrou a esperteza do Felício Brandi. Alianza Lima e LDU, em vez de Peñarol e Independiente.

    • Jorge Santana disse:

      Se tivessem me consultado, eu teria escolhido Peñarol e Independiente. Quero sempre o grupo mais difícil. Se passarmos de fase na Libertadores, minha escolha seria o Corintiãs.

      • Naldo disse:

        Vai que é sua Jorge… mas o Cruzeiro bateu o River, o Campeão do lado de lá. Mas cá entre nós, o SCCP não faz medo ninguem não, JS.

      • Jorge Santana disse:

        Melhor, juntaríamos o útil ao agradável. Surraríamos o Corintiãs e ainda cartearíamos marra.

      • Eduardo Arreguy Campos disse:

        Naquela época, estaríamos desclassificados. Ninguém saía incólume de dois jogos decisivisos no Uruguay e na Argentina, a catimba era forte demais. Felício e Furlleti foram muito espertos. Enfrentamos só um jogo na Argentina. Que por sinal, perdemos, com muita catimba deles.

      • Mauro França disse:

        Os dois jogos seriam na Argentina, já que River e Independiente tinham que ficar no mesmo grupo. Pior ainda.

      • Jorge Santana disse:

        Pois eu preferia encarar logo os argentinos e, depois, o Peñarol na final. Quem não tem competência, que não se estabeleça.

      • Leo Vidigal disse:

        Como diria aquele argentino da promocao da copa 78 com o Joao Saldanha: ‘Quien puede saber?”…

      • Celeste disse:

        Jorge eu também quero o Corintiãs na próxima fase da LA. O Mano ainda vai se arrepender de ter sido seduzido pelo dinheiro dos manos.

  10. mariana disse:

    Nessa época a Libertadores era vista como um torneio “diferente” como é falado aos quatro cantos hj em dia? Perguntei isso no outro post sobre a libertadores e ninguém me respondeu. Será que é porque eu coloquei no começo da frase: “Queria saber do pessoal mais velho…” rs

    • Celeste disse:

      Mariana sou da turma que está se aproximando dos 50. Me lembro que até então o Santos era o único clube brasileiro a ter conquistado o torneio. E sei também que o time praiano abriu mão do torneio em outras oportunidades para fazer excursões pelo exterior. A presença do Pelé rendia bons dividendos. Além disso a LA não era transmitida pela TV e os gringos quando não ganhavam na bola, ganhavam no apito.

  11. Chaves disse:

    Isso é que era time…. Mas,, tenho uma pergunta, JS e Mauro. O Cruzeiro, em algum dos jogos, sofreu ataque e deixou o adversário ter chances de gol?

    • Jorge Santana disse:

      Ora, se! Sempre fomos meio indígenas.

      • Elias #facts disse:

        Quem usa esse artifício, como se este time (e outros históricos do Cruzeiro) foi imbatível age de má fé, principalmente tentando desvirtuar um bom trabalho que hoje é executado na Toca da Raposa II. Afinal, nem meios de comparação temos. Tremenda sacan@gem, mau caratismo mesmo. Quem viveu o Cruzeiro mesmo na época de ouro sabe que as coisas prá nós NUNCA foram em ritmo de céu de brigadeiro. Tudo no Cruzeiro sempre foi na base da dificuldade, da superação, do empenho, da doação de quem tinha o clube até num conceito maior que a família (Felício, Furletti, Benito, só prá ficar nesses e não cometer injustiças). Já fiquei mais irritado com essas campanhas sórdidas. Hoje nem ligo mais, fico rindo de tanta besteira…

      • walfrido disse:

        Só pra exemplificar, com boa parte dessa “seleção” perdemos 75 e 77.

  12. Jorge Santana disse:

    Mariana, num total de 100 pontos, num ranking imaginário de importância, em 1976, o estadual valia 25, o Brasileiro, 35 e a Libertadores, 40. Hoje em dia, o estadual vale 10, a classificação pra Libertadores, 15, o Brasileiro, 25 e a Libertadores 50.

    • mariana disse:

      Obrigada, JS!

    • Eduardo Arreguy Campos disse:

      Não concordo, não. A libertadores naquela época era vista como uma disputa feita para gringos ganharem. Os times brasileiro viviam de excursões para o exterior nas suas folgas, então os jogos da libertadores eram meio relegados, ninguém dava muita importância. O Cruzeiro é que resgatou o torneio no Brasil. E o estadual naquela época tinha um peso muito maior.

  13. walfrido disse:

    Acho que tenho que rever meus conceitos sobre publicos. 28 mil e 26 mil pra ver essa seleção jogar na fase classificatória numa época de muito menos riscos de brigas, assaltos e etc num tá muito melhor que hj em dia não. Engraçado, não sou dessa época mas tinha uma impressão diferente, talvez por isso eu seja tão contestado. Minha geração começou a ir no estadio no inicio de 80 como criança e 90 como adolescente. Tenho na minha memoria os jogos da Supercopa, mas talvez sejam os jogos mais decisivos, sei lá. Talvez os jogos mais mambaias não tenham levado tanto publico. Merece uma pesquisa.

    • Celso Libertadores disse:

      Intuitivamente diria que o pessoal não aprendeu a atrair mais torcedores.

    • Mauro França disse:

      Mas BH tinha uma população menor. E a Pampulha era “longe”, mais dificild e chegar, não tinha onibus, etc… Era dificil chegar, ainda mais á noite.

      • Celso Libertadores disse:

        Os ingressos eram caros como hoje em dia?

      • Hugo 5erel0 disse:

        Mas a condição econômica da maioria população era outra.

      • walfrido disse:

        Me explica aí sua opinião. Vc acha que os publicos de 13 mil, 18 mil nas libertadores de hj são condizentes com os preços, espetáculo, segurança e etc de hj? E os 26 e 28 mil de 76, tava certo ou cabia mais? Pois nos clássicos é tudo em torno de 90 mil. Não entendo. Será que a distancia e transporte coletivo justificava tanto pra um jogo de Libertadores em 76? Será que segurança publica, preço e sei lá mais o que justificam esses publicos pequenos, na minha opinião, hj em dia?

      • Jorge Santana disse:

        Futebol hoje é coisa da garotada motorizada. Naquele tempo, era de quem tinha trabalho e alguma renda. A garotada ia de geral quando conseguia economizar algum da parca mesada. O preço da Geral, era de 1% do SM, desde os tempos do Magalhães Pinto.

      • Frede disse:

        hoje a geral é menos de 2% do SM.

      • Celso Libertadores disse:

        Eu acho os ingressos hoje em dia bem caros.

      • Celso Libertadores disse:

        Sou contra regular preços de ingressos. Cada time que decida quanto vale seu jogo, de acordo com sua torcida! Mas ver o Mineirão relativamente vazio todos os jogos é sinal que algo não está correto.

    • Walfrido,
      Naqueles tempos não tinhamos :
      1 – Violência nas mesmas proporções
      2 – Tantos eventos esportivos transmitidos ao vivo na TV
      3 – pay per view em qualquer bar que se preze
      4 – as mesmas dificuldades de trânsito que temos hoje.
      Um pouco de cada um destes fatores ajudou a minguar o público nos estádios.
      Sinceramente, 10 mil hoje equivalem a 15 mil na década de 90 ou 20 mil nos anos 80 ou uns 25 mil nos anos 60/70, pela minha percepção.
      Sobre a valoração das competições :
      – Se a Libertadores vale 100
      – A Sul-Americana vale 40
      – A Copa do Brasil vale 60
      – O mineiro vale 30
      – A classificação à Libertadores vale 50
      – O Brasileiro vale 75

  14. walfrido disse:

    E claro, antes que eu me esqueça, post sensacional, de uma importancia histórica e riqueza de detalhes impar. parabéns aos dois!

  15. simone b de castro disse:

    À medida que fui lendo, fui ficando arrepiada. A gente já sabe a história dessa LA, e principalmente sobre o Batata, mas mesmo assim, é emocionante! Quanto à entrevista da Salomé, outra emoção. Ainda não participava do PHD, li hoje. Alguém sabe me dizer se a Salomé conseguiu viajar com o Cruzeiro?

    • mariana disse:

      Realmente a entrevista com a Salomé é sensacional, o amor dela pelo Cruzeiro é bonito demais!

  16. Binho disse:

    Mais um belo tópico. Uma constelação de craques. Era fâ do Osíres. Salvo engano era zagueiro. Procede ? Sei que apreciava seu futebol apesar de não saber hoje exatamente porque. Não era titular mas sempre que entrava jogava bem. É duro pensar que os reservas do Cruzeiro seriam titulares absolutos hoje em dia em qualquer time do Brasil. Outros tempos. Bons tempos.

    • Jorge Santana disse:

      Vai ver vc gostava das músicas do Luiz Ayrão de quem o Osíres era sósia.

    • Mauro França disse:

      O Osires era zagueiro, veio do Fortaleza, onde era ídolo, com 24 anos. Na verdade, ele e Darci se revezaram na zaga ao longo da competição.

      • Binho disse:

        Obrigado, França. Outro zagueiro que gostava muito, em outra época, era o Zezinho Figueroa, recentemente falecido. Nunca vi alguém dar carrinhois tão certeiros quanto os deles. Eram certeiros e plasticamente bonitos. Ia sempre na bola. Era só o cara não deixar as pernas embaixo que corria tudo bem. hehehe

    • Binho disse:

      Jorge, Luiz Ayrãio é bom pra caramba. Principalmente comparando com esses sambas e pagodes “industriais” de hoje. Mas gostava mesmo era do Roberto Ribeiro. Voz bela e boas canções.

  17. Alex Martins AMC disse:

    Não tem como não ficar emocioado com o trecho rererente ao Roberto Batata, as lagrimas são naturais.Meu pai estava neste jogo, a comoção foi geral, talvez o que se passou ali naquele dia foi primordial para o crescimento doamor que ele sentia pelo Cruzeiro.

  18. Palmeira. disse:

    Muito bom ler e reviver esta bela fase cruzeirense. O time era uma máquina de fazer gols. Acho que os três maiores artilheiros da Libertadores de 1976 foram os Cruzeirenses, Palhinha, Jair e Joãozinho. Ou estou enganado? Outro detalhe: tenho uma memória muito boa para datas e estou certo que o Roberto Batata sofreu o acidente no dia 13/05 e não 14/05. Lembro que era o dia de Nossa Senhora de Fátima.

      • Mauro França disse:

        Palmeira, no Páginas Heroicas Imortais a data é 14/05/76.

      • Palmeira. disse:

        A data correta é 13/05/76. O PHI está incorreto.

      • Jorge Santana disse:

        Site Oficial do Cruzeiro: A carreira de Roberto Batata, que se prenunciava como gloriosa, foi interrompida precocemente e de forma trágica em 14 de maio de 1976. Após uma viagem a Lima, onde o Cruzeiro goleou o Alianza por 4×0 pela semifinal da Copa Libertadores, o atacante, dirigindo seu Chevette, foi direto para Três Corações, no sul de Minas, para matar a saudade da esposa Denise e do filho Leonardo, de nove meses. Mas o cansaço era muito e, no meio do caminho, Roberto Batata sofreu um acidente e faleceu para tristeza da torcida cruzeirense que admirava seu grande futebol.

      • Mauro França disse:

        O Cruzeiro jogou numa quarta-feira, 12mai, em Lima. Daria tempo para voltar e chegar em BH na quinta pela manhã?

      • Palmeira. disse:

        Minha memória, apesar dos 49 janeiros, ainda é boa e me lembro bem daquela data(13/05/76). No “que fim levou” do Milton Neves, também informa o dia 13/05. Vou teimar até que alguém me mostre um jornal do dia. http://terceirotempo.ig.com.br/quefimlevou_interna.php?id=3559&sessao=f

      • Jorge Santana disse:

        Ok, vc venceu, Palmeira. Segundo a Placar: Às 11h do dia 13, quinta- feira, o Cruzeiro chegava enfim, festivo, a Belo Horizonte. Roberto Batata foi para casa. A mulher e o filho estavam em Três Corações. Almoçou, telefonou para o pai, Geraldo Monteiro: – Vou buscar Denise em Três Corações. Ouviu uma advertência, quase um pedido: – Por que não telefona e pede a ela que venha de ônibus? Você está cansado, meu filho. Mas Roberto já fizera coisa parecida, muitas vezes. No fim de um jogo, de volta de uma viagem, pegava o carro e ia para Juiz de Fora – quando Denise , morava lá – ou Três Corações, onde está sua família. Ligou o Chevette verde, entrou na Fernão Dias. No quilômetro 182, perto de Santo Antônio do Amparo, a 111 quilômetros de Três Corações, Roberto saiu de sua pista. Vinham dois caminhões. Bateu no primeiro. Perdeu o controle. E bateu de frente no segundo. E foi o fim. Instantâneo. Explicação? Foi driblado pelo sono diziam.

      • Mauro França disse:

        Minha pergunta continua: Daria tempo do Cruzeiro jogar na quarta-feira em Lima e chegar em BH na quinta pela manhã?

      • Palmeira. disse:

        Meu prezado e admirado Mauro, deixa de ser teimoso! foi dia 13 maio e eu me lembro muito bem. Quanto ao horário, daria muito bem para chegar ainda pela manhã, haja vista que o Perú é logo ali.Em que pese a credibilidade do site oficial, a minha memória também é oficial…e eu sou mais minha memória, nesse caso.

      • Mauro França disse:

        Palmeira, pelo contrario, acredito em vc e na sua memória. Só queria tirar esta dúvida, ok? Aliás, acredito mais na sua memoria do que nas fontes que vc citou. E obrigado pela correção, coisa que ajuda muito em um trabalho deste tipo.

    • Mauro França disse:

      Quanto aos artilheiros, foram quatro, incluindo Nelinho.

      • Gabriel TFC disse:

        Engraçado, que mesmo não tendo visto o Roberto Batata jogar, pois ainda nem era nascido, sempre fico muito emocionado com os relatos sobre o fato trágico. Eu já ouvi também sobre essas versões dos 7 gols em homenagem ao nº 7 da Camisa do R.B, inclusive do próprio palhinha naquele programa da Rede TV.

  19. Hugo 5erel0 disse:

    Esse post foi tão bom quanto o último. Enviei o texto pro meu pai, que gostava demais desse time.

  20. walfrido disse:

    COMUNICADO IMPORTANTE DA DIRETORIA DA TFC: A partir do jogo de quarta feira 24/3 contra o Deportivo Italia, eles estarão mudando de setor. Ficarão, a partir de então, no 7A próximos a grade de divisa com o portão 9. A decisão foi unanime.

    • walfrido disse:

      Muitos sabem os reais motivos, não vem ao caso debater. Fato é que foi uma decisão corajosa e difícil. Parabéns pela iniciativa e coragem. Sem duvida vai trazer muitos benefícios a longo prazo se comparados aos pequenos transtornos de curto prazo como a troca dos SF para alguns dos integrantes e dos muitos que os acompanham.
      Vai descongestionar o 3 e 6, vai povoar o 7A, vai dar uma sacudida em alguns malas que ficam ali no 7A como o Frede, Sobrinho e Xina. Apoio 100%, mesmo daqui a distancia. Força e vida longa a essa benção que é a TFC no Mineirão.

      • Sobrinho disse:

        Vamo ver se com a presença mais próxima da TFC o Chaves e o Xina cornetam menos o time. Agora a coisa vai ficar feia p pessoal da meiuca ali. Ou eles mudam de lugar para vaiar sozinhos ou vão ser abafados sempre.

      • Jorge Santana disse:

        Putz, logo agora que o Ex-Dylan comprou o SF do 7A!?

      • simone b de castro disse:

        É isso aí! Valeu, TFC! Vida nova ao 7A!

      • walfrido disse:

        Tb acho que vai ser saudavel e vai trazer novo oxigenio pra aquele local normalmente povoado por cornetas de 4 costados.

      • Alex Martins AMC disse:

        Depois da palhaçada daquele jogo contra o Atletico Paranaense em que a Mafia bandida Azul foi pra cima da TFC, sinto que o pessoal ficou inseguro ali apertado naquela grade, não tem para onde fugir, qualquer manifestação contraria a Mafia, poderia surgir uma nova pancadaria.Sempre gostei de ficar juntos deles , mas não sei se será possível trocar o meu SF para o 7A, mas apoio a decisão.

      • Elias #facts disse:

        Pensei nisso aqui em casa outro dia. Prá que bater de frente com que é conhecido como intransigente e violento se no Mineirão temos muitos espaços ociosos?Parabéns TFC!

      • Gabriel TFC disse:

        Respeitamos a CMA, foi um coisa de alguns marginais e não da Torcida que sempre está ao lado do time nos bons e nos maus momentos e em todo o canto do Brasil

    • Leo Vidigal disse:

      Tomara que melhore a situação lá no 7A. Quem sabe assim não troco de lugar.

  21. Frede disse:

    Ansioso pelos relatos da grande final!! rs… Acho que estão escrevendo um livro e divulgando aos poucos no phd!