Cláudio Arreguy e seus 10 ídolos azuis

Por SÍNDICO | Em 21 de maio de 2010

Cláudio Arreguy, editor de esportes do Estado de Minas está lançando o livro Os Dez Mais do Cruzeiro.

No oitavo livro da Coleção Ídolos Imortais, o jornalista Cláudio Arreguy apresenta Os dez mais do Cruzeiro. É um livro que conta a saga de grandes craques do futebol brasileiro, motivo de orgulho para o torcedor da Raposa. Aqui estão as histórias de ídolos como Tostão, Dirceu Lopes, Joãozinho, Raul, Natal, Sorín, Alex, entre outros. Todos gênios da bola que ajudaram a transformar o Cruzeiro em uma das maiores potências esportivas do Brasil. É uma obra que não pode faltar na estante de nenhum amante do bom futebol. (Maquinária Editora)

Os Dez Mais do Cruzeiro - Capa

Pra quem não o conhece ou ainda não tem o livro, aí vai a história do autor e do livro.

  1. Identidade – Cláudio Marcelo Arreguy Corrêa, 08out55, Belo Horizonte. Vivi nos bairros Santa Efigênia, Funcionários, Santo Antônio, Gutierrez, Barroca, Serra e, depois de 17 anos fora (oito no Rio e nove em São Paulo), novamente no Gutierrez.
  2. Família – Pais: João Batista de Assis Corrêa (já falecido), que era jornalista, e Maria do Carmo d’Ávila Arreguy Corrêa, professora. Irmãos: Paulo (artista plástico), Cristiana (advogada), Geraldo (técnico de escolinha de vôlei em Brasília), João Batista (publicitário em Goiânia), Fabiana (jornalista) e Cássio (jornalista). À exceção do Paulo (cruzeirense como eu), os demais são atleticanos.
  3. Escolas – Instituto de Educação (jardim de infância e primário), Arnaldo e Anchieta (ginásio e científico) e Fafi-BH, hoje Uni (faculdade).
  4. Futebol – Joguei pelada até 24 anos, quando passei a ter problema na coluna. Recuperado, pela antiginástica, voltei aos 34, no Rio. Depois de um ano, parei. Gostava de jogar no meio-campo, mas, peladeiro, estava em toda parte.
  5. Curriculo – Comecei em 1977 na sucursal mineira do Jornal do Brasil. Em 1982, fui o primeiro repórter da sucursal a cobrir para o JB uma Copa do Mundo, na Espanha (Prêmio Esso de jornalismo esportivo pela cobertura da equipe). Em 1985, fui convidado a me transferir para a sede, no Rio, onde trabalhei por oito anos. Cobri a Copa de 1986, no México, e vários jogos nacionais e internacionais da Seleção Brasileira. Fui ainda redator e repórter especial. Em 1994, mudei-me para São Paulo, como subeditor de esportes do Estado de S. Paulo, onde fiquei até 2000, tendo feito a cobertura de minha terceira Copa, na França, em 1998. Em abril de 2000, deixei o Estadão para ser editor executivo do site Netgol.com, que fechou em 31 de dezembro de 2001. Em junho, integrei a retaguarda da Copa da Ásia na Agência Estado e fui um dos precursores do programa Loucos por Copa, da ESPN Brasil, posteriormente chamado Loucos por futebol. Em agosto de 2002, retornei a BH, como editor de Esportes do Estado de Minas. Participei do Loucos até março de 2005, quando não tive mais como conciliar as duas funções, com viagens quinzenais a São Paulo.
  6. Desafio – O grande desafio, sem dúvida, foi conquistar outros mercados, onde a concorrência é muito maior e nem sempre quem chega de fora é bem recebido por todo mundo. Felizmente, consegui e deixei amigos em todos os empregos, dos quais saí sempre a convite. Foram tantas matérias marcantes, que fica difícil listar uma. Mas fico com a da despedida do Dirceu Lopes do futebol, em dezembro de 1979. O JB deu uma página e me enviou a Uberlândia, onde o craque jogou um tempo em cada time, num amistoso entre Uberlândia e Cruzeiro. E cito uma matéria que não foi minha, mas do grande repórter Oldemário Touguinhó, passada por ele a mim pelo telefone, no dia em que a Seleção Brasileira des embarcou na Itália, antes da Copa de 1990. O Lazaroni pregava que o futebol vivia um novo tempo, de marcação, pegada, ocupação de espaços, e um jogador que simbolizava essa nova era seria o Dunga. Escrevi a matéria, que abriu o caderno de esportes do jornal do dia seguinte, e abri a clássica manchete em uma linha de 42 batidas: Lazaroni decreta a era de Dunga no futebol. No dia seguinte, o jornal saiu repercutindo a declaração do técnico entre ex-jogadores e personalidades, e o termo Era Dunga pegou.
  7. Prêmios – O Esso por equipe, pelo JB, em 1981 (crise de falta de público nos estádios do Brasil) e em 1982 (Copa do Mundo da Espanha).
  8. Ídolos na imprensa – Eduardo Simbalista, que me contratou para o JB; Gutemberg da Motta Silva, que me ensinou muitas coisas quando eu era foca; João Máximo, o cara com melhor texto com quem trabalhei e me levou para o Rio; Fernando Calazans, redator de primeira, com quem dividi a função, colunista dos melhores e o melhor padrinho que minha filha poderia ter; Vicente Senna, o editor que mais me impressionou pela visão de páginas; Oldemário Touguinhó, o maior repórter que conheci; Roberto Benevides, outro grande texto, dono de ótima visão de páginas, que me levou para o Estadão e, posteriormente, para o site; e José Trajano, pela facilidade incrível em criar programas esportivos de qualidade. Sem contar o Tostão, qu e já era ídolo como craque.
  9. Por que trocou o jornalismo do Eixo pelo de Beagá? Porque estava sem emprego e recebi boa proposta do Estado de Minas.
  10. Ídolos no futebol – Pelé, Garrincha, Tostão, Dirceu Lopes, Gérson, Rivellino, Beckenbauer, Reinaldo, Zico, Maradona, Cruyff, Romário e Ronaldo.
  11. Maiores jogos do Cruzeiro – Cruzeiro 6×2 Santos, Cruzeiro 3×2 Santos, Cruzeiro 3×3 Atlético, Cruzeiro 5×4 Internacional e Cruzeiro 2×1 São Paulo (Copa do Brasil de 2000).
  12. Leitura assídua – Já tive a fase de romances latinos (Garcia Marques, Vargas Llosa, Manuel Puig, Juan Rulfo), a das biografias (Nelson Rodrigues, Garrincha). Leio romances variados e sempre gostei de policiais. Desde os noir (Chandler, Hammet), aos ingleses (Agatha Christie em especial), sou vidrado em Simenon (li recentemente os dois de Todos os contos de Maigret), adoro o italiano Andrea Camilleri, o espanhol Manuel Vasquez Montalbán, o cubano Leonardo Padura Fuentes, o norueguês Jo Nsebo e os brasileiros Rubem Fonseca e Luiz Alfredo Garcia-Roza
  13. O que anda lendo atualmente? Acabei de ler a trilogia Millenium, de um sueco (Stieg Larsson, falecido há alguns anos), e achei sensacional: Os homens que não amavam as mulheres, A menina que brincava com fogo e A rainha do Castelo de ar.
  14. Por que escreveu um livro sobre os dez maiores nomes da história do Cruzeiro? Recebi um convite do jornalista carioca Roberto Sander, um dos donos da Editora Maquinária, que muito me honrou. Trata-se de uma série, que já teve publicados os 10 mais de Flamengo, Fluminense, Botafogo, São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Internacional. Peguei o do Cruzeiro e indiquei um amigo, Arnaldo Vianna, para fazer o do Atlético. Como tenho boa memória, guardo muita coisa em casa sobre futebol, achei que seria uma experiência fascinante. Como de fato foi pesquisar tudo o que podia sobre o assunto, comandar a eleição (10 jornalistas, entre eles o autor, votam seus 10 ídolos e os 10 mais votados têm a história contada dentro de uma abordagem jornalística) e pôr no papel o resultado de tudo isso. agora, só para esclarecer: são 10 ídolos, não 10 craques. Se fossem os craques, a lista, creio, seria um pouco diferente. O Zé Carlos, por exemplo, teria de entrar. Mas não acho que ele tenha sido propriamente um ídolo. E nenhum votante emplacou seus 10 ídolos. Eu mesmo votei em dois diferentes em relação ao resultado final.
  15. Cruzeiro de Todos os Tempos – Raul; Nelinho, Perfumo, Piazza e Sorín; Zé Carlos, Dirceu Lopes e Tostão; Jairzinho, Palhinha e Joãozinho.
  16. Quando e como pesquisou e escreveu o livro? Li tudo o que pude sobre o clube: livros do Plínio Barreto, do Jorge Santana, do Canor Simões Coelho (sobre o Tostão), do Tostão, do Raul, do Armando Nogueira. Esmiucei os arquivos do Estado de Minas, que tem muita coisa do Globo, do JB, do Estadão, da Folha, da revista O Cruzeiro. Usei muito o Almanaque do Cruzeiro e entrei em tudo quanto é site (já fizera a história dos grandes clubes do país quando o Netgol estava sendo montado e tenho comigo os arquivos). Conversei muito com o Plínio Barreto. O Marcone Barbosa, assessor do Cruzeiro, me arrumou alguns números. Curiosamente, optei por não fazer entrevistas específicas com os retratados. Ao falar com o Joãozinho pelo telefone a respeito, percebi que, muitos anos depoois, eles têm um certo distanciamento daqueles tempos, ao passo que as declarações que busquei nos jornais tinham a emoção do momento. Recorri a alguns deles apenas para tirar uma ou outra dúvida. E guardo na cabeça muitos papos nostálgicos que tive com Tostão, Piazza e Nelinho, por exemplo, que me foram muito úteis. Depois de tudo lido e mastigado, gastei três meses escrevendo, reservando duas horas por madrugada, com alguma disciplina.
  17. Livro – São 176 páginas, a editora é a Maquinária e o preço é R$ 32,00 (trinta e dois reais).
  18. Lançamento – Na livraria Leitura do BH Shopping, terça-feira (18/5), a partir das 19h.
  19. A quem vc dedicou o livro? Aos que votaram, aos eleitos, aos grandes craques celestes não eleitos, a meu diretor de redação (pela liberação das fotos), ao pessoal do Gedoc (arquivo) do jornal, a meu subeditor Benjamin Abaliac  (pela leitura criteriosa e apontamentos sobre determinados fatos), ao Marcone (pela ajuda com estatísticas do clube), a minha mãe (pela leitura como revisora), a minha mulher (pela ajuda nas pesquisas) e a minha filha (pelo apoio).
  20. Próximo projeto – Tenho um, proposto pelo Sander, que não posso revelar, porque tenho de convencer determinado personagem.
  21. Escrever um livro sobre o Cruzeiro não provocou patrulhamento dos atleticanos? O presidente do Atlético, ao se queixar à direção do jornal de uma crítica que, segundo ele, eu teria feito sobre o pai dele (garanto que não fiz e lamento que tenha sido entendido assim o episódio do túnel extra no Mineirão, que contei à ESPN Brasil), reclamou que eu estava escrevendo um livro sobre o Cruzeiro. Coisa que algum atleticano da imprensa certamente contou a ele. Os torcedores rivais têm de entender que fiz um trabalho em cima de personagens, não às expensas de um clube.
  22. O que vc acha das críticas da galera cruzeirense à mídia mineira, em especial ao Estado de Minas e à Rádio Itatiaia, que os torcedores consideram despudoradamente atleticanos? Como os diretores do jornal são atleticanos, isso sempre é usado quando o torcedor cruzeirense entende que nossa abordagem privilegiou o Atlético. Assim como os atleticanos, por saberem que sou cruzeirense, usam isso nas reclamações quanto às abordagens celestes. As pessoas têm de entender que não faço o jornal sozinho. Tenho três subeditores (um atleticano e dois torcedores do Fluminense, um dos quais acaba de ser substituído por uma atleticana) e converso sempre com eles sobre nossa proposta para o dia. Que é submetida ao comando da redação, em duas reuniões diárias. Adotamos vários critérios para abrir a edição, como quem joga primeiro (se quarta ou quinta, se sábado ou domingo), quem joga em casa ou fora, quem está mais bem colocado na tabela, se alguém está com técnico ou algum jogador estreando, alguém está em crise etc. Mesmo tomando todos os cuidados, infelizmente, não estamos isentos de um eventual erro de avaliação.
  23. Histórias que estão no Livro – Tem uma do Tostão. O Roberto Abdala Moura, o oftalmologista que o operou, sempre visitava o craque durante a Copa do México, examinando o olho do Tusta depois de cada jogo. Antes da final, no vestiário do Azteca, os jogadores fizeram a oração, juntamente com a comissão técnica, e o doutor Moura foi convidado a falar algumas palavras. Isso a poucos minutos de o time entrar em campo e ser campeão do mundo. O próprio médico me contou isso. Outra, também no capítulo do Tostão, é sobre o jogo de estreia do Cruzeiro no Robertão, em 7 de setembro de 1969. Enquanto o craque fazia dois gols na vitória por 3 a 0 sobre o Fluminense, no Maracanã, nas imediaçõesdo estádio, o embaixador americano Charles Burke Elbrick, que estava sequestrado, era libertado. O episódio é o retratado no filme O que é isso, companheiro? Mas, no filme, do Bruno Barreto, o jogo é mudado para um Flamengo x Vasco. Com imagens do Paulo César jogando pelo Fla, três anos antes de o craque trocar o Botafogo pela Gávea. E uma terceira história é do Piazza. Ele levou o terceiro cartão amarelo contra o Santos e não poderia disputar o jogo-extra que decidiu o Brasileiro de 1974 contra o Vasco. Quando o jogo foi transferido do Mineirão para o Maracanã, naquele episódio nebuloso, o Piazza, ao reclamar com a direção do Cruzeiro, soube que poderia jogar, pois seu cartão não fora “relatado” na súmula pelo Armando Marques. Pois o mesmo Armando apitou a final e anulou gol legítimo do Zé Carlos, no fim, que levaria a partida para a prorrogação. Ao se queixar do juiz depois do jogo, o Piazza, que me contou isso, ouviu do Armando: “O senhor faça o favor de  ficar quieto. O senhor nem era para estar nesse jogo!”. Sobre esse infausto jogo, o Dirceu Lopes, e isso também está no livro, ouviu do bandeirinha Oscar Sólfaro: “Pô, Baixinho, garfaram o teu time”.
  24. Termocéfalo ou golfista? Eu era torcedor de arquibancada e de ver depois a saída dos jogadores.
  25. Que reação você espera dos leitores desta entrevista? Que eles a curtam, mas curtam, principalmente, o livro, que conta 10 histórias humanas, de 10 ricos personagens.
  26. Eduardo Arreguy Campos é torcedor do Cruzeiro e simpatizante do Democrata ou o contrário? Quando éramos meninos, os pais deles me levavam muito ao Mineirão, pois eu não tinha permissão para ir sozinho. O Eduardo, que não vejo há muitos anos, é cruzeirense, estou seguro. Como vive há muitos anos em Governador Valadares, deve ser simpatizante do Democrata. Mas ele, como toda a família dele, é Cruzeiro.

106 comentários para “Cláudio Arreguy e seus 10 ídolos azuis”

  1. Jorge Santana disse:

    Por favor, tratem bem o entrevistado. Sem ofensas nem agressões verbais desnecessárias. Ao debate civilizado!

  2. Kimbundo disse:

    Parabéns pelo livro! A torcida agradece!

  3. Dylan disse:

    mal posso esperar pra ler. A bibliografia sobre o Cruzeiro já é altamente qualificada e está crescendo. Conforme eu disse antes, achei a lista ótima, só trocaria o Natal pelo Zé Carlos, mas o autor tem razão, O mestre Zelão nunca chegou a ser ídolo.

    • A definição / esclarecimento sobre a distinção entre ídolo x craque é perfeita. O processo de escolha dos “dez mais” é justo e correto e não centrou exclusivamente na opção de ídolos do autor. Só senti falta de um possível ídolo que atendesse aos palestrinos. O nome do Niginho é a melhor referência que eu poderia citar. Mas os anciões do Blog (JS e outros) Poderiam falar melhor sobre este ídolos que não vimos jogar. Eu diria que como “Os 10 mais dos Tempos Modernos ou Era MIneirão”, fica perfeito.

      • Dylan disse:

        mas o Niginho tá na lista…

      • Hugo 5erel0 disse:

        E no meu avatar.

      • OK. É que no release, omite-se três (Piazza, Niginho e Nelinho) para completar os DEZ. Uma falha IMPERDOÁVEL pois todos os três são determinantes para divulgação e venda do livro. Piazza, inclusive, está no TOPO da minha lista atual de ídolos pelo que representou, pelo que representa e representará para a História do Cruzeiro. Vendo a relação completa é que vi que era o Niginho um dos “outros”.

  4. Valorizo e respeito muito o trabalho do Arreguy, a despeito de ser cruzeirense, pelo fato de que, por opção, teve a coragem de voltar para a mídia FORA DO EIXO.
    Destaco a passagem: “…Mesmo tomando todos os cuidados, infelizmente, não estamos isentos de um eventual erro de avaliação…” e digo que: Arreguy, estes “erros de avaliação” não são tão eventuais e ocasionais assim como você depreende.
    Em todo caso, parabéns pela entrevista e nossos agradecimentos por nos brindar com mais uma obra que espelha a belíssima história do Cruzeiro.
    Como resposta aos invejosos, você poderia ter acrescentado que escolheu escrever sobre o Cruzeiro pois temos HISTÓRIA. Os outros tem dificuldades em escolher até dez ídolos.

    • Elias, ¨não tá morto quem luta e quem peleia¨ disse:

      Um “ídolo” deles está aposentando. 4 mineiros, 1 centenário e 2 comebolas. Só Alex em 2003 ganhou mais que eles em mais de 101 anos de sofrimento e ranger de dentes…

      • crossineto disse:

        Há algum tempo comecei a pensar que os rivais do Cruzeiro estariam fora de Minas, hoje o Galo começa a incomodar de novo. Sinal de tempos de vacas magras… Que venha o tri brasileiro pois não estou acostumado com um jejum tão prolongado…

  5. Frede disse:

    Muito boa a entrevista! Se soubesse teria comparecido no lançamento.

  6. Mauro França disse:

    Mais um livro obrigatório para o torcedor cruzeirense. Parabéns, Arreguy, pelo trabalho. É claro que todo mundo tem a sua lista de ídolos. A do livro nasceu de uma votação (faltou o voto do Jorge) e ficou representativa. Eu trocaria apenas o Natal pelo Zé Carlos, ou até pelo Douglas, mas isso é detalhe. O que importa é a qualidade do trabalho.

    • Mauro França disse:

      E a entrevista está excelente.

      • claudio(xina)lemos disse:

        O Douglas foi ídolo de um período pobre de vitorias mas era amado pelos cruzeirenses e odiado pelos frangolinos.

  7. Lembro ao Arreguy que: 1) ter muitos cararejantes como irmãos é perigoso e pode contaminar; 2) ter como parentes o EduarCAMpos e o GilCAMpos é agravante e não atenuante.

  8. Hugo 5erel0 disse:

    Se um dia puder comprar o livro, vou ler com o maior prazer e depois vou doar para uma biblioteca pública.

  9. Beth Makennel disse:

    Cláudio Arreguy, fico feliz em saber que é Cruzeirense e te peço encarecidamente uma coisa. Seja um grande Cruzeirense seja lá onde você for trabalhar. Não faça como muitos que estão ai na mídia e se deixam dominar pelos diretores torcedores do outro clube. Estamos precisando e muito de defensores do Cruzeiro na mídia de MG. Não que seja parcial ao Cruzeiro mas que seja justo e defenda as tantas injustiças tém acontecido na mídia para com o nosso amado Cruzeiro. Presta atenção! Todos os dias meu irmão pega a manchete do EM e a 1ª página com esportes(que outro irmão assinou), e mostra a diferença de tratamento para o Cruzeiro e galo. O Galo tudo eles defendem. Tapam o sol com a peneira. Falam de outra coisa para não falar dos erros e perdas. Exaltam sem limites qualquer vitória. Já …

  10. Claudinei Vilela disse:

    Off.: Recebi uma ligação ontem de manhã, para que reunice o maior numero de cruzeirenses possivel em Itauna para inauguração da tal confraria, projeto que vejo com bons olhos. Só estranhei a organização do evento, pois a data ja seria para este sabado…Coloquei meu telefone, emails, contatos pessoais pra trabalhar, decidimos ir mais longe e aproveitar a data para fazer uma campanha do Agasalho, ja que a comitiva visitaria algumas entidades. Para minha surpresa, a orgnização era bem pior do que eu pensava, ela teve a proeza de desmarcar na vespera, ou seja, hoje. Vamos fazer todo trabalho reverso de cancelamento, lamentando muito que nossa diretoria nao esteja conseguindo nem fazer o feijao com arroz.

    • Simplesmente ridículo a organização do evento Confraria Celeste:

      1 – primeiro manda um e-mail na terça-feira a tarde onde poderiam ser realizado o evento.
      2 – Na quinta anunciam o evento para sábado, e pedem nossa colaboração para conviar as pessoas. Tivemos um trabalho danado mobilizamos um grupo de pessoas, passamos e-mails, telefonemas ,etc.
      3 – Na sexta na véspera do evento desmarcam e simplesemente informam que vai ser em outra data, que com certeza será informada de novo na véspera, pra termos aqule trabalho danado prá divulgar.

    • Arísio disse:

      Vilela e Marra, esse privilégio não foi só com vocês aí de Itaúna não. Já havia estranhado a capacidade de se organizar um evento em tão pouco tempo (me ligaram numa terça informando que a inauguração seria no sábado). E depois? Tamo aqui aguardando até hoje, após 20 dias…

    • Hugo 5erel0 disse:

      Aconteceu a MESMÍSSIMA coisa aqui em Divinópolis. Estava pronto pra sair de casa agora e minha namorada me ligou avisando que a inauguração foi desmarcada. E sem previsão pra nova data. AMADORES!

  11. Celeste disse:

    Parabéns ao Arreguy pelo trabalho e bem vindo a este espaço. Em 2003, ano do Cruzeiro, ele foi o porta voz do nosso time nos programas esportivos da ESPN Brasil.. Com frequência entrava ao vivo, pr telefone, falando das coisas do Maior de Minas.

  12. Beth Makennel disse:

    … Já quando é para o Cruzeiro, as vitórias não são tão exaltadas assim. Nas derrotas, é pura humilhação e desrespeito ao Cruzeiro. Se tém jogo dos 2 times, na 1ª página é sempre o galo em cima e só despois em muito menos páginas e parte da página para falar do que mais honrra e orgulha aos mineiros e a Minas Gerias que é o Cruzeiro Esporte Clube. estranho até hoje, tendo em vista que há uns 2 anos atrás o Juca kfuri em seu programa falou de ex-dirigente do outro clube envolvido no Valerioduto e o EM, nada mencionou a respeito. Agora, provavelmente por manobras de gente despeitado do outro lado da lagôa, mesmo antes de conversar com os Perrelas, um profissional do EM, certamente torcedor do galo, tendencioso, lança coisa séria e desrespeitosa a respeito dos dirigentes do Cruzeiro….

  13. Beth Makennel disse:

    … Tomará você e outros Cruzeirenses chegam a mídia de MG para fazer as coisas de forma séria e responsável. Parabéns!

  14. Othon disse:

    belissimo livro, belissima entrevista, comprei o livro no mesmo dia, na terça feira.
    Parabens pelo trabalho, parabens pelo livro !

  15. Elias, ¨não tá morto quem luta e quem peleia¨ disse:

    Vamos providenciar Serelo. Vou comprar dois!!!

  16. Arreguy,
    O Livro fala sobre os “eleitores” e os votos dados para compor os DEZ MAIS? Se não descreve -ainda não tive acesso a uma livraria com o mesmo, mas estamos (Cruzeiro.Org) negociando com o Pachoal Filho a venda através de sites e paginas- você poderia dizer como foi este quadro e sabermos quais foram os outros ídolos votados? A sacada de ter somente 10 é vital para diferenciar daqueles que teriam a tendencia de montar um time dos sonhos ao invés de mostrar nossos DEZ maiores ídolos.

  17. Beth Makennel disse:

    Onde posso comprar este maravilhoso livro? Quero um.

  18. claudio(xina)lemos disse:

    Meu maior ídolo foi o Joãozinho. Ficava maravilhado vendo aqueles dribles sensacionais, nada iguala.

    • Rogério disse:

      Voce que é conteporaneo, conta pra gente aí Xina, como jogava o Niginho??

    • Beth Makennel disse:

      Joãozinho, o entortador de beques, o bailarino, o travolta dos campos de futebol. Meu maior ídolo de futebol. O que este cara me fazia ser feliz com meu Cruzeiro não esta no gibi. Craque de bola. Garra celeste. Suava e amava a camisa 5 estrelas com muita dignidade. Até acho muito difícil falar de maiores ídolos do Cruzeirense. 10 não comporta a todos. Teria que ser uns 30.

      Tostão, Dirceu Lopes, Piazza, Nelinho, Zé Carlos, Evaldo, Raul, Natal, Vanderley, Joãozinho, Palhinha I, Palhinha II, Douglas, Renato Gaúcho, Roberto Gaúcho, Ronaldo, Alex10, Dida, Gomes, Fábio, Ramirez, Perfumo, Adilson Batista, Cris, Luizão, Boiadeiro, Luiz Fernado, Belletti, Serginho, Gilberto, Niginho… e tantos outros ídolos que são aqueles que deixaram a sua marca registrada nas páginas azuis de nossas vidas.

    • Xina,
      Então não deixe de ir ao Encontro que vou te matar de inveja ao narrar alguns episódios quando hospedei o Joãozinho no meu ap aqui em Brasilia por alguns dias.
      Joãozinho é dos meus ídolos o que mais aprecio. Não fico citando um ou outro para não cometer injsutiças com pessoas (mais do que ídolos) como Joãozinho, Dirceu Lopes, Piazza, Sorín… putz! dá até calafrios…
      E pensar que tem time por aí que seus torcedores sequer conhecem a história de seus ídolos.

    • Não me contenho… um caso eu tenho que relatar…
      Estavamos eu e o Joãozinho, nas cadeiras do Serejão vendo o jogo Brasiliense x Vitória (o Joaozinho Neto jogava no Vitória)… um cara chega pra mim e me cutuca perguntando… “… este aí é aquele jogador do Cruzeiro que detonava os laterais???”
      EU disse, sim… e o Joãozinho, meu ídolo que veio ver o filho dele…
      O cara me pediu autorização para conversar com o Joãozinho…
      Hahahahahahahaha
      Alguém pedir autorizaçào para conversar com um de meus maiores ídolos. Nem com Mastercard o cara saberá o que é isso!

  19. Rogério disse:

    Deve ser complicado para um jornalista tabalhar para editores atleticanos, deve ter que engolir muito sapo.

  20. ACRossi disse:

    Parabéns Arreguy, estou curioso para ler mais um livro sobre nossos idolos. Sobre o Niginho, os únicos aqui que poderiam dar um testemunho vivo, seriam o Jorge e o Evandro. Dizem que o JS acompanhou o Niginho desde o inicio da carreira…..abraços

  21. Vinicius Cabral disse:

    Imagino que deva ser um ótimo livro, Arreguy. Parabéns pelo trabalho! E de quebra tive uma dúvida esclarecida por meio da sua entrevista ao Jorge. Sempre me perguntei o motivo de você ter saído da ESPN. Agora está respondido.

  22. Vinicius Cabral disse:

    Meu grande ídolo, dentre os que vi jogar, é o Marcelo Ramos. Mas gostava também do Douglas, Ademir, Roberto Gaúcho e Nonato. E mais recente, o Sorín.

  23. Claudinei Vilela disse:

    Belíssima entrevista. Se o livro estiver na mesma sintonia, com certeza fará grande sucesso.

  24. Beth Makennel disse:

    Ainda tém, Marcelo Ramos, Ademir, Nonato, … tantos e tantos outros mais. Somos realmente felizardos. Temos muitos ídolos no nosso clube.

  25. Beth Makennel disse:

    Sorin, não poderia ter esquecido deste raçudo azul celeste.

  26. Othon disse:

    Douglas, maior idolo que eu tive no Cruzeiro, depois Alex…

    • Vinicius Cabral disse:

      Eu também gostava muito dele. Comecei a acompanhar futebol vendo o Douglas jogar. Mas por tudo o que o Marcelo Ramos nos fez, o tenho em um patamar um pouco acima.

      • Vinicius Cabral disse:

        Só para completar meu raciocínio, o Douglas também fez muito pelo Cruzeiro. Do jeito que me posicionei no comentário acima, fica parecendo que o Douglas não representou muito para o clube. Mas é que tenho aquela final da Copa do Brasil de 1996 como um jogo que nunca me esquecerei. E aquele gol do Marcelo Ramos, bem ao estilo Marcelo Ramos (chutando e caindo) representa muito para mim. Aquela foi uma espécie de batalha entre Davi e Golias.

      • Mauro França disse:

        O Douglas, como o Xina lembrou acima, foi um ídolo numa época de vacas magras, o que o valoriza ainda mais. Depois, quando voltou conquistou uma Supercopa e uma Copa do Brasil.

      • Vinicius Cabral disse:

        Sim, Mauro. É que no meu caso, comecei a acompanhar futebol em 92. Minha referência nos primeiros momentos eram Douglas e Ademir. Gostava muito dos dois. Sempre faziam gols no meu time de botão. Enfim, foram meus primeiros ídolos. Mas eu alterno momentos de boas lembranças e brancos daquela época, devido à minha idade. Por exemplo, me recordo que assisti a Supercopa inteirinha por meio dos compactos do Minas Esportes. Entretanto, não me recordo de quase nada da Copa do Brasil de 93. Só de ter recebido a notícia de que o time havia sido campeão.

      • Vinicius Cabral disse:

        Então, comecei a compreender o futebol (regras, bastidores, bandidagem, etc) mais precisamente em 1996. As coisas eram mais claras para mim, a memória já não falhava, consigo dar maiores detalhes, eu podia ficar acordado até um pouco mais tarde. Enfim, foi o momento em que comecei a acompanhar futebol mais efetivamente. E coincidiu com a época do título da Copa do Brasil de 96 e das grandes atuações do Marcelo Ramos. Como tenho maiores lembranças, acabo me apegando mais a ele.

      • Mauro França disse:

        Eu vi Douglas jogando pela primeira vez em 81, ainda no junior… Coisas de ancião…rsrsrs.

    • Douglas_Sorocaba disse:

      Obrigado, gente, muito obrigado por lembrarem de mim! rsss…

    • Mauro França disse:

      Douglas e Joãozinho, os meus maiores ídolos.

      • Elias, ¨não tá morto quem luta e quem peleia¨ disse:

        Meu maior ídolo chama-se Wilson da Silva Piazza, o eterno capitão. Prá mim, é possuidor de um curriculum sem igual. Campeão da Taça Brasil 1966, campeão da Libertadores 1976, tri campeão mundial em 1970 e 10 títulos estaduais (965, 1966, 1967, 1968, 1969 1972, 1973, 1974, 1975 e 1977) . Esse era o verdadeiro depenador. Com importantíssimas pitadas de caráter, honra, doação, raça e o mais importante, sempre cruzeirense!

  27. Douglas_Sorocaba disse:

    Quando comecei a gostar do Cruzeiro e acompanhar mais os jogos junto com o meu pai (não nasci cruzeirense, me tornei quando já tinha uns 18 anos), o Nonato era um grande ídolo da torcida. Alguns anos antes, me lembro vagamente do meu xará Douglas arrebentando no meio-campo. Mas eu escolheria o Alex, pelo que ele conquistou em 2003, quando mostrou um futebol refinadíssimo e um grande caráter. O Zé Carlos é o grande ídolo do meu pai, que por sua vez é o meu grande ídolo cruzeirense.

  28. Kimbundo disse:

    Quem puder comprar o livro pra mim, por favor, me avise!

  29. Renato-SP disse:

    Que entrevista bacana. Interessante ouvir alguém de dentro. Existe a chance de comprar o livro em São Paulo? Grande entrevista. Basta remexer um pouquinho na nossa história que a tristeza logo se vai. Parabéns Arreguy.

  30. JOAOCOSTA disse:

    Ótima entrevista. Percebe-se a finesse do entrevistado na resposta à pergunta 22, pois trabalhar num jornal cujos donos, editores e a maioria dos jornalistas são pateticanos deve ser duro para um cruzeirense, não deve ser mole fingir que não vê a parcialidade editorial.

  31. Celeste disse:

    Muitos jogadores marcaram sua passagem no Cruzeiro mas dificilmente entrarão na galeria de melhores da história do time. Jogaram com garra, respeitaram o manto azul estrelado e nunca sairão da mente do torcedor. Só para citar alguns: Evaldo, Toninho Almeida, Vanderlei Lázaro, Revétira, Douglas (este entra na minha seleção), Careca (2 gols em 2 finais contra o time zebrado e um memorável gol contra o Santos),Marcelo Ramos, Adilson Baptista, Nonato, Ademir, Fabinho (Jogou só com uma perna, contra o Grêmio, na LA de 97), Fábio Jr, Geovanni, Cris e Dracena. Do elenco atual temos o Fábio (Nunca vai passar na frente do Raul). Outros entrariam no grupo se ganhassem algo grande pelo time: Paraná, Fabrício, Tiago Ribeiro, Jonathan e Diego Renam.

    • JOAOCOSTA disse:

      Dra. Celeste, dos últimos que a sra citou acho que apenas o MParaná, que parece sempre ter jogado no Cruzeiro, e o LSilva podem vir a merecem essa honraria. O Fábio, já o considero um ídolo.

      • Digo que de 2004 prá cá, NENHUM JOGADOR entra na minha categoria de ídolo. Talvez o Fábio seja o que mais se aproxima desta condiçào, mas a rejeição de grande parte da torcida a ele, me deixa desanimado em incluí-lo na condiçào de ídolo. Ele também não ajuda muito. Ainda esta semana ouvi: “…enquanto o Fábio estiver no gol do Cruzeiro, nunca ganharemos nada…” e garanto que o cara é cruzeirense.

      • Hugo 5erel0 disse:

        O que te faz dizer que “ele também não ajuda muito”?

      • A postura dele em alguns momentos e o fato dele fazer sucesso com a mulherada INCOMODA muito marmanjo. O mesmo não acontecia com o Dida que era mais idolo das criancas

      • Hugo 5erel0 disse:

        E também gostaria de saber o que você considera como “grande parte da torcida” que o rejeitaria. Eu conheço poucos torcedores que o criticam pejorativamente. A grande maioria gosta muito do Fábio e muitos o consideram ídolo.

      • Elias, ¨não tá morto quem luta e quem peleia¨ disse:

        Eu conheço vários daqui que o criticam. Sempre quando o Cruzeiro perde alguma coisa, saem com essa : “Bom goleiro, bom na saída de bola mas “pé frio”…”

      • Eu conheço muitos.

    • Tem jogadores que não entram e nunca entrarão em seleçòes de melhores e talvez nunca figurarão em mais de três listas de ídolos. Conheço torcedor que o maior ídolo é Mário Tilico. Eu tenho alguns jogadores que admiro-os como ídolos mas não conseguiria colocá-los na lista dos DEZ MAIS (a lista do Arreguy tá 100%). EIs alguns (por ordem de lembrança): Vanderley “Fantasminha”; Darci Menezes (eu adorava usar uma camisa 3 que meu pai ganhou dele); Douglas; Perfumo; Dida; Edu Dracena, Renato Gaúcho, ROberto Gaúcho, Boiadeiro, Luis Fernando Flores, Neco, Zé Carlos, Ademir, Careca, Gomes (goleiro da década de 80), Balu, Édson, Seixas, Jairzinho, Edmar, Roberto César… dá para formar uns 100 ídolos, cada um com uma história que justifica esta honraria.

      • Celeste disse:

        Perfeito Evandro. Concordo com todos os citados. Num período de recesso futebolístico poderíamos falar mais desses jogadores.

      • Celeste disse:

        Tivemos também jogadores de um momento só. O Gatti que defendeu um penal num jogo contra os zebrados. Isso foi há uns 3 anos atrás. E o Cruzeiro, depois desse lance, virou o jogo.

      • Mauro França disse:

        Não teria um lugar pro Ricardinho?

      • Pra mim, teria para o Ricardinho, Geovanni e outros… escrevi alguns nomes que vieram à mente e que não tinham sido citados. Como falei, dá pra fazer uma lista de 50 facil facil…
        E também tem o caso de craques, que NÃO entram em nenhuma lista de ídolos pois não os vejo como ídolos como muita gente vê.
        Declino de citar os nomes.

  32. Rogério disse:

    Da minha geração um dos jogadores que mais respeito é o Ricardinho Mosquitinho Azul, uma das maiores decepções que tive com a nossa torcida foi fato de terem vaiado este jogadore em sua segunda passagem no Cruzeiro, Ricardinho foi um dos maiores colecionadores de titulo da história do Cruzeiro, sempre vestiu a camisa com muito orgulho e sempre honrou bastante esta camisa, não merecia o tratamento que teve.

    • Elias, ¨não tá morto quem luta e quem peleia¨ disse:

      Rogério… tem um boato nos diversos espaços da internet dando conta que pretendem colocar o Sorin prá treinar do Cruzeiro num futuro bem próximo. Sei não… periga acontecer com ele o mesmo que Ricardinho (assino tudo o que vc escreveu acima) Geovanni, Alex10 e outros que penaram na bôca dos “tropeiristas isigentes”. Vaia certa. Burroooo certo…

      • Rogério disse:

        Elias, não gostaria de ver o Sorín de técnico pelo mesmo motivo que voce.

      • simone b de castro disse:

        Deus me livre! Piada, só pode.

      • Ernesto Araujo disse:

        Acho que com o Sorín teriam mais piedade. Adílson é odiado porque, desde o primeiro momento, ninguém o queria. Sua contratação frustrou a torcida que preferia Mano Menezes. Acho que a diferença foi a mesma de que a diretoria anunciar a contratação de Fred e acabar trazendo o Wellington Paulista. Como a idolatria pelo Sorín ultrapassa até o bom senso, talvez o poupem das crueldades que praticaram com o Adilson…

  33. kmp disse:

    Livro obrigatório para todos nós cruzeirenses, e a lista está perfeita, uns podem sentir a ausência de alguns, questionar outros, mas a essência e o significado desses jogadores está mantida. Parabéns ao Arreguy pela empreitada, sempre o admirei pela isenção e profissionalismo, e tbém por ser um “louco por futebol” Abs.

  34. simone b de castro disse:

    Ótima entrevista. Belo livro. Os ídolos escolhidos representam bem a história do Cruzeiro, embora ainda faltem muitos, devido à rica história do clube estrelado.

  35. Hugo 5erel0 disse:

    Meu primeiro ídolo na infância foi o Dida. No Cruzeiro atual só tenho o Fábio nessa condição.

  36. simone b de castro disse:

    Realmente Cláudio Arreguy foi muito elegante na resposta 22. Mas todos nós sabemos que o coração dos presidentes e da maioria atleticana que existe na imprensa ( não só no Estado de Minas), pesa sempre a favor do time de Vespasiano. Põem panos quentes em acontecimentos que, se fossem com o Cruzeiro, seriam exagerados. Fazem o possível para não aumentar ou desencadear uma possível crise no Atlético Mineiro. Infelizmente, isso é claro para todos nós cruzeirenses.

  37. Ernesto Araujo disse:

    Estou com o Rogério ! Ricardinho foi um jogador muito importante na história do Cruzeiro. Marcou mais gols, jogou mais jogos e ganhou mais títulos que o Sorín, mas vive nas sombras. Sorín é fora de série dentro e fora de campo, mas Ricardinho merece um lugar pelo menos ao lado do craque argentino. Mas é assim mesmo… O sonho de uma enorma parcela de brasileiros é ser argentino…

    • Hugo 5erel0 disse:

      Pela forma como tratam o Pelé, muitos brasileiros agem como argentinos.

      • Ernesto Araujo disse:

        Concordo em parte, Serelo. Pelé se envolve demais (e as vezes de forma equivocada) em algumas questões e com isso gera um desgaste desnecessário em sua imagem. Agora a paixão de uma parcela grande de brasileiros pela Argentina é algo flagrante. Não tem nada de errado em admirar outro povo, outra cultura. Mas acho que isso deve ser feito pelos motivos certos. Não pelos motivos que essa parcela da galera o faz.

  38. Ernesto Araujo disse:

    Nunca tive “ídolos” no Cruzeiro. Sempre torci pela instituição, pelo time de maneira geral, sem ficar apegado a um determinado jogador. Até porque comecei a torcer pra valer pelo Cruzeiro numa época em que grandes craques nacionais raramente apareciam na Toca I. Ídolos do passado que nunca vi jogar tinham até mais espaço do que os que estavam em campo. De lá pra cá o Cruzeiro cresceu no cenário nacional e passei a colecionar alguns favoritos (ídolo seria exagero): Dida, Ricardinho, Marcelo Ramos, Alex10 e mais recentemente o odiado treinador Adílson Baptista e o goleiraço Fábio.

  39. matheus t penido disse:

    Parabéns ao Arreguty pelo livro. Sobre a lista minha gde dúvida inicial foi pela exclusão do Zé Carlos, mas foi bem explicado na entrevista. Tirando portanto uma divergencia de um ou outro a lista ficou realmente myo boa, se é que é possível alguma lista com esses caras ficar ruim.

  40. Gabriel TFC disse:

    Tô saindo do trabalho agora, vou direto a uma livraria Leitura procurar um exemplar e me esbaldar nessas páginas heróicas no final de semana.

  41. Heberth Xavier disse:

    Acho que, se jogar o que está jogando, e o Cruzeiro campeonar no Brasileiro… sei não, mas o Fábio entra na lista dos 20 maiores ídolos. Entre os 10 é complicado porque tem o Raul. Mas talvez até mais que o Dida, pela história de superação por que passou o Fábio, sua fase excepcional em um time infelizmente apenas mediano etc. etc. Precisava do grande título, até pra calar a boca dos #$%@ que ainda não o reconhecem.

    • Ernesto Araujo disse:

      Quem fala mal do Fábio deveira ir lá pra pequena área peitar, olho no olho, os atacantes adversários que chegam sempre tabelando com tranquiladade na frente da nossa meta.

    • Hugo 5erel0 disse:

      Acho bobagem não colocar considerálo ídolo apenas por ele não ter um título de expressão. O cara não tem culpa desses elencos ruins que nos impossibilitam campeonar. E o Fácio ganhou 3 Mineiros sendo 2 por 5×0, ajudou a rebaixar as frangas e classificou o Cruzeiro pra 3 Libertadores.

    • Heberth,
      Não vamos confundir ídolos com craques.
      Por que não pode ter ídolos na mesma posição???
      Eu teria três goleiros para colocar entre os 50 maiores ídolos… NO MÍNIMO… Raul, Dida e Gomes (década de 80). Fábio entraria possivelmente… (ainda não fiz a lista dos 50), mas O Fâbio n”ao entraria nos 20, e não são os títulos que definem ÍDOLOS.

      • Gabriel TFC disse:

        Heresia. Falar que a histório do Fábio é maior do que a do Dida no Cruzeiro é brincadeira de mau gosto. Só para recaptular, o Dida simplesmente nos deu uma Copa do Brasil (uma das finais mais emocionantes da história do Cruzeiro), que nos deu vaga para uma Libertadores, que por sinal não seria possível sem Ele. Dida é o cara, sem falar que representou a o Cruzeiro na Seleção por diversas vezes. Talvez tenha sido mais técnico que do que o próprio Raul, mas não tão ídolo quanto ele, principalmente por sua saída conturbada e mal explicada.

  42. Gustavo Martins disse:

    Fiquei sabendo da existência do livro no Aqui Esportes do início da semana. E me interessei muito. Amanhã vou a BH e o comprarei. Se ele for do mesmo nível da entrevista, está ótimo.

  43. Arthur disse:

    ARREGUY, parabéns pelo livro. Não me sinto muito confortável sabendo que vc está no ESGALO DE MINAS, pois pra gente qeu está do lado de cá, a força zebrosa jorra por ali, então fica na cabeça da gente o que vc deve passar na hora de fazer as matérias, afinal duvido que 1)vc tenha muita liberade, 2)que vc nãos eja censurado, 3)que tendo uma matéria pronta, dsmanchem, mudem o tópico, o texto, enfim transformem de cor. Não duvido isso pois tive colega meu que era jornalista e largou da profissão EXETAMENTE por isso, estou falando de algo a mais de 25 anos atrás, e sinceramente, duvido que tenha mudado muito. O provincialismo da cocota-layte de BH envelhece mas não perde a pose nem se enterrar…rss

  44. Arthur disse:

    Sobre os ídolos: cada 1 tem os seus. EU tenho conforme a época. TOSTÃO foi meus 8 a 10 anos, DIRCEU até os 14, JOÃOZINHO entrou até os 18. Aí nesse periodo dos 2 vice-campeonatos e da 1.a Libertas, o tiem na minha cabeça era um só, todos da alguma forma ficaram. EU vivi a 1.a Libertas mais do que a 2.a. E depois disso só a 2.a SuperCopa e principalmente a tríplice coroa. Então tenho meus nomes maiores, mas não sei por que alguns do passado ficam mais. Pouca gente lembra do BATATA, as vezes se esquecem do NATAL, do ROBERTO CESAR. ROBERTO GAUCHO e MARCELO RAMOS são outros que entravam em campo para decidir. Fiquei muito triste com a saida de NENÊ e do DOMINGUES. Eram jogadores que deveria ter tido mais chaces.

    • Arthur disse:

      Se tivessem dado a eles, as mesmas chances que deram para MARCINHOS, MAICONSUEIS, em outras apostas e protegidos da Diretoria, teríamos hoje um jogador mais produtivo pra equipe, a´te melhor que K30, WP e GUERÓN. me diz o que este povo produziu, o futebol que eles mostraram. Até GUILHEME jogou mais com o NENE. E também WAGNER, MORENO. Certos jogadores fazem beiço, aprontam, e tá tendo todo mundo de engolir, é expulso com 1 minuto!!! Fala sério! Me diz aí, o NENE ou o DOMINGUES perderiam o tanto de gol que o WP perde? E os chutes sem direção? Grandes apostas!!!! Os nossos ídolos de hoje são quem? FÁBIO! RAMIRES. Agora, K30 isso é ídolo??? Ele conseguiu o que nesses 2 anos pela gente?

  45. Gustavo Martins disse:

    E meus grandes ídolos são Ademir, Ricardinho, Alex e Sorín.

  46. Arthur disse:

    ARREGUY parabéns pelo livro. O comentário que fiz sumiu… espero que achem ele ai no spam…

    • Se algum comentário seu “sumiu”, reescreva pois não existem comentários presos neste momento. A não ser alguns poucos que estão na beira da lixeira.

  47. Naldo disse:

    Valeu a participação do Arreguy, lembro-me muito bem dele no Loucos por Futebol da ESPN. E o livro me parece muito bom tambem. Parabens!

  48. Fernando Rocha disse:

    Nasci em 87, por isso meus ídolos quando criança foram aqueles da década de 90.

    Marcelo Ramos: lembro quando ele era apenas Marcelo, acho que “colocoram” o sobrenome mais tarde. Minha primeira camisa do Cruzeiro foi uma número 7 em homenagem a ele(mais tarde ele parou de usar esse número). Era aquela camisa da Finta de 96, metade azul, metade branca. Até hoje o número 7 é o meu predileto quando vou por em alguma camisa.

    Dida: Como era o mais novo dos vizinhos na minha rua lá em GV, sempre me colocavam no gol nas peladas. Aí não tinha como, cada defesa era um grito “Didaaa!!!!”. Até hoje, com 23 anos, quando jogo bola, estou no gol e faço uma defesa, mentalmente dou o mesmo grito!!!

  49. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Só agora pude ler a entrevista. Muito bacana. Cláudio não deve ter tido vida fácil, torcendo pelo Cruzeiro em um ramo da família Arreguy povoado por americanos e atleticanos.

  50. Fernando Rocha disse:

    Sobre outro ídolo da dec. de 90.

    Trabalhava em uma empresa na Abrahão Caram, embaixo tem uma adega onde vi por várias vezes Fernandinho(do elenco atual) e o saudoso Nonato.

    Outro dia tava tomando uma com a galera do serviço e lá estava Nonato, fiquei louco, cutuquei todo mundo pra mostrar quem estava ao nosso lado. Pena que, das 10 pessoas que estavam comigo, 9 eram frangas e só eu Cruzeirense.

    Aí conversando com um funcionário do estabelecimento, este me disse que certo dia o Nonato estava “chorando” pelo fato do Sorin ser muito mais reconhecido e ter ganhado um jogo de despedida. Em certas partes eu concordo, Nonato jogou muito mais tempo e foi muito mais vitorioso que o argentino.

  51. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Acho que o Cláudio não vai se importar se eu contar um caso que para mim marcou a presença dele no Mineirão, nos tempos de meninice e do qual ele não deve se lembrar. Um dia, o Cláudio me acompanhando, não me lembro em que jogo, meus pais foram para as cadeiras cativas e eu e ele para a arquibancada. De repente estoura uma briga alguns degraus acima de onde estávamos sentados, com pessoas correndo para todos os lados. Devidamente instruído para agir em situações assim, levantei e desci rápido alguns degraus. O Cláudio também correu, mas para meu espanto, para o local da briga, subindo contra a corrente que descia. Tomou alguns empurrões, mas assistiu a confusão de camarote. Acho que ali ele já deixava clara a sua vocação para jornalista, que por sinal, herdou dos seus.

  52. Legal saber que a mídia mineira é na verdade… tricolor 🙂