Chaves: “alto nível de concentração”

Por SÍNDICO | Em 10 de agosto de 2018

PITACOS acerca do FLAMENGO 0-2 CRUZEIRO, no Maracanã, Rio de Janeiro, 08ago18qua21h45, ida das oitavas da Libertadores 2018:

MANO MENEZES: Todos os jogos precisam de uma boa estratégia. Não é possível entrar num jogo grande sem saber o que você quer fazer. Hoje, iniciamos marcando alto, porque era importante não deixar o Flamengo controlar o jogo. Isso incendeia o torcedor, empurra seu time pra trás e vc perde o controle do que pretende fazer. Trabalhamos taticamente pra obter o que queríamos. Mudamos um pouco o posicionamento da equipe, do Thiago, do Robinho. A equipe se portou bem dessa maneira. Barcos perdeu um pouco da condição física. O jogo era de contrataque e, nesse aspecto,  Raniel entra bem nos jogos, tem mais força de arrancada, velocidade de deslocamento. Robinho foi até o limite, Rafinha entrou na direita. Depois, o Thiago precisava sair, estava esgotado. A opção era manter um meia mais ofensivo, mas pelo o que o Flamengo queria fazer, Cabral era o cara mais adequado. O Flamengo colocou dois atacantes em cima dos nossos dois zagueiros. O interessante era ter um volante centralizado com o Henrique pra fazer a cobertura. Depois, inverti o Rafinha pra esquerda porque o Pará entrou e estávamos sofrendo. Arrascaeta estava cansado, coloquei de atacante por dentro e trouxe o Raniel pra beirada. Os jogadores se comprometeram muito em fazer o que idealizamos. 

SOUZA: Que noite! O Cruzeiro soube aproveitar bem a ausência do Paquetá e uma arbitragem isenta pra abrir imensa vantagem. Neves e Rafinha poderiam ter aumentado o placar, mas só de o Arrascaeta não ter perdido aquele gol no início e a defesa ter cortado uns vinte cruzamentos já ficou de bom tamanho.

CLODOÁLIA NOBRE: Arrascaeta foi o melhor! Galvão, o pior! Torceu descaradamente pelo flamengo, conseguiu nem disfarçar, mas teve que engolir!

LEONARDO MATARELLI: Vitória sensacional, maiúscula, de um time que sabia muito bem o que precisava fazer. Lucas Silva fez, talvez , sua maior partida no Cruzeiro. Foi o melhor dentre os melhores.

MATHEUS CHAVES: Taticamente, o Cruzeiro foi o mesmo de sempre, incluindo os períodos de marcação adiantada já vistos em outras partidas. Dois diferenciais explicam sinteticamente a vitória: nosso nível alto de concentração e a partida ruim do time carioca.

JOÃO COSTA: O gol do Arrasca, logo no início, fez desmoronar a suposta organização flamenga. As linhas do meio e defensiva funcionaram quase à perfeição e, na frente, apesar do gol, Neves foi a única nota dissonante. Jogo pra ser incluído na galeria das Páginas Heroicas Imortais.

DOUGLAS VELLOSO: O Cruzeiro fez uma partida de excelência. Dosou a marcação adiantada com a marcação em linha, entregando a bola ao Flamengo. As coberturas das ofensivas laterais do time carioca foram bem executadas. A consciência defensiva do time foi claramente desenhada pra enfrentar o Flamengo. No ataque, o campeão mineiro desmontou a equipe carioca com concatenações rápidas de Robinho, Neves e Arrascaeta. Henrique e Lucas fizeram partida primorosa, ocupando todo o espaço da intermediária e ainda soltando a bola verticalmente, quando possível. Dedé e Leo, firmes por cima e por baixo, sempre bem posicionados e assessorados pelos laterais que fizeram excelente partida. Enfim, um belíssimo jogo.

66 comentários para “Chaves: “alto nível de concentração””

  1. SÍNDICO disse:

    NÚMEROS: Posse: Flamengo, 62% —– Passes certos: Flamengo 500x 232 —– Passes errados: Flamengo 45×36 —– Efetividade nos passes: Flamengo 92%x87% —– Finalizações: Flamengo 13×9 —– Desarmes: Cruzeiro 19×10 —– Faltas: Cruzeiro 14×8 —– Escanteios: Flamengo 13×3.

  2. SÍNDICO disse:

    MANO: “A gente não se ilude, as dificuldades vão existir, temos um grande adversário pela frente, adversário que tem capacidade de criação muito grande. Lá, terão o Paquetá de volta, um jogador importantíssimo. Mas também teremos Romero e outras ideias para pensar o jogo do Mineirão”.

  3. SÍNDICO disse:

    JOGOS NA LIBERTADORES: Fábio (70), Henrique (59). Paraná (44), Raul (40), Jonathan (31).

  4. CHIABI disse:

    ARRASCAETA foi decisivo. Mas, vários outros tiveram atuações exuberantes, como Lucas Silva, Robinho, Egídio, Dedé, Léo e Fábio, que sempre aparece quando o time precisa. Edilson fez uma de suas melhores atuações com a camisa do Cruzeiro… Neves lutou demais. Barcos não desafinou. Raniel e Rafinha entraram bem no jogo. Cabral fez o que a situação pedia. Mano foi perfeito. Henrique ontem fez uma partida espetacular, jogando com muita inteligência, se posicionando muito bem , cortando a linha de passe do Flamengo. Num dia que ninguém desafinou o Cruzeiro venceu, convenceu e por pouco não goleou.

  5. SÍNDICO disse:

    MelhorDoJogo => ARRASCAETA [[[23]]] Sá, Chiabi, Marc, Galvão, Braga, Guibreis, Setelagoas, Wallace, Soalheiro, Clodoália, Morato, Dourado, Walery, Julim, Olivieri, Machado, Taísa, Marcoalex, Zuloobas, Fivestars, Rosan, Penido, Pedro —– DEDÉ [[[15]]] Nem, João, Bitencourt, Aracanjo, Rezende, Klauss, Palmeira, Dedé, Maury, Edgard, Carvalho, Milani, Legionário, Wagner, Vanda —– LUCAS [[[13]]] Furletti, Matarelli, França, Arreguy, Velloso, Chaves, Gil, Viana, Velame, Talentim, Marcus, Vilela, Nascimento —– EGÍDIO [[[4]]] Rocha, Walfrido, Schrier, Filipe —– ROBINHO [[[1]]] Síndico —– LEO [[[1]]] Muzzi —– HENRIQUE [[[1]]] Barnabé —– FÁBIO [[[2]]] Ivana, Lulu —– MANO [[[12]]] Burian, Polaco, Monica, Bastos, Blank, Jotaeme, Avelar, Talentim, Clemenceau, Anchieta, Domênico, Barros —– PITANA [[[2]]] Bitarães, Magalhães —– TORCIDA CELESTE [[[3]]] Diogo, Romarol, Celeste.

  6. zulooba disse:

    Tds falaram bem, só discordo de um pequeno trecho: Neves destoou. Pra mim, ele foi decisivo, participou de forma decisiva do 1º gol e fez o 2º. Errou gol feito mas não se abateu com isso, lutou, correu, mostrou personalidade e cresceu no momento decisivo. Anda devendo, sim, destoou, não, jogou bem, nota 8.

    • Bruno 7L RJ disse:

      Vários elogiaram-no no post do jogo e avaliações. Ainda não é aquele TN, mas foi bem melhor do que os demais jogos pós Copa. Nota 8 é exagero IMO. Nota 6,5 para passar de ano.

  7. mrr disse:

    Euforia tomou conta da razão. Alto nível de concentração? Um time que cedeu aquela quantidade absurda de escanteios? Onde o Flamengo só não fez dois gols por infelicidade ou ruindade dos atacantes? Sinceramente, vi exatamente o mesmo futebol do Mano, time retrancado tentando sair em contra-ataque sem nenhum jogador de velocidade? É o tal Manobol, pois quem poderia imprimir essa velocidade se encontravam no banco Raniel e Rafinha!

    • Matheus Chaves disse:

      Vamos desenhar: taticamente o time manteve o padrão, alternando momentos de marcação sob pressão no primeiro tempo com linhas recuadas principalmente no segundo tempo. Com a marcação bem encaixada, restou ao Flamengo buscar alternativas alçando bolas na área e, obviamente, conseguindo escanteios. Praticamente todos os jogadores muito focados no objetivo de barrar o ataque carioca e sair em contra-ataque. Isso deu certo especialmente na segunda etapa, com as entradas de Raniel e Rafinha. Não por acaso, tivemos chances de fazer o terceiro e o quarto gol justamente em lances de bola esticada em contra-ataque. Mais óbvio impossível.

      • Bruno 7L RJ disse:

        Tu é um lorde mesmo, meu camarada.

      • BrunoBarros disse:

        É um lorde mas tá equivocado. Não manteve o padrão. Principalmente no primeiro tempo. O Cruzeiro nem fez a marcação pressão à vera, quando o time todo sai pra apertar o adversário, inclusive os zagueiros. Fez na verdade uma meia pressão quase o primeiro tempo inteiro, não ficando atrás da linha do meio de campo quase o tempo todo que era a postura tática usual do Cruzeiro com o Mano. Além disso, com a bola nos pés os jogadores, principalmente TN e Robinho procuraram trocar de posicionamento, à exemplo do lance do primeiro gol, coisa também pouco vista, ou nunca, em jogos anteriores. Na segunda etapa sim. O time fez praticamente o que vinha fazendo, marcando atrás da linha de meio campo. E até mesmo pela vantagem no marcador e a consequente exposição do adversário conseguiu descolar bons contra-ataques. A verdade é que o Cruzeiro jogou bem também por mudanças táticas, não foi só o bom desempenho individual dos jogadores. Aliás, esse bom desempenho veio a reboque.

      • Bruno 7L RJ disse:

        Digo pela paciência de detalhar o ponto de vista que motivo o comentário, Xará. No post do jogo eu tbm discordei um pouco do Chaves.

      • Matheus Chaves disse:

        Ambos os senhores estão enganados. É possível encher uma mão com exemplos de partidas em que o desenho tático foi o mesmo e o resultado não foi bom. Nas boas ou nas más, me incomoda o completo descaso na avaliação do desempenho do adversário. Queiramos ou não, aqueles outros 11 jogadores em campo interferem no desenrolar da partida tanto quanto os nossos. Pensem nisso.

      • BrunoBarros disse:

        Eu sei Xará, tô falando da visão tática do jogo do Chaves. E gostaria também de saber esse tanto de jogo que o Cruzeiro fez a mesma coisa. Principalmente fora de casa.

      • Bruno 7L RJ disse:

        Mas aí é aquela questão do ovo e da galinha: o adversário jogou mal pq o Cabuloso jogou bem ou o Cabuloso jogou bem pq o adversário jogou mal?

      • Matheus Chaves disse:

        Barros, de cabeça: Vasco (4×0), Frangas (2×0) e Palmeiras (3×3). A razão tá contigo quando você diz que não é o comum aquela “bagunça organizada” que originou o primeiro gol, mas ela ocorre vez ou outra e muitas vezes não dá em gol. Meu ponto é simples de entender: a boa performance do time neste jogo tá menos no banco de reservas e mais dentro de campo. Isso também vale nas derrotas, quase sempre.

      • Matheus Penido disse:

        Concordo com o Chaves.

      • Matheus Chaves disse:

        Seven, as duas coisas não são excludentes. Dois exemplos: 1- um dos volantes rubro-negros estava mais perdido que cego em tiroteio no campo e isso ajudou no domínio inicial da partida que conseguimos e 2- Edílson deu espaço nas suas costas (dele, ok?) mas o Marlos Moreno aproveitou pouco para utilizar porque não estava em uma noite muito inspirada.

      • Matheus Penido disse:

        No primeiro tempo, Ribeiro inverteu uma bola pro Marlos pegando Edilson e toda a defesa do Cruzeiro de calças na mão. O colombiano livre e de frente pro crime errou o domínio e a pelota foi parar na lateral. Acontece e os treinadores só podem torcem nesse tipo de situação.

      • BrunoBarros disse:

        Sim, o imponderável pertence ao futebol. Mas muito mais decisivo é o que o time faz conscientemente. A proposta de jogo, a forma que o time é treinado pra jogar. Isso define mais do que lances pontuais. Jogar bem sempre te deixa mais perto da vitória, isso não vai mudar. Sobre os jogos citados concordo que contra o Palmeiras foi bem parecido. Contra o Atlético precisando reverter o resultado em casa natural que fosse pro abafa no início, coisa que o Cruzeiro não fez contra o Flamengo, não foi a mesma coisa. Contra o Vasco foi muito mais um time cirúrgico nos contra-ataques do que qualquer outra coisa. Começou o jogo nua postura mais parecida com o posicionamento do Cruzeiro no segundo tempo contra o Flamengo. Pra mim, a postura de jogo mesmo que vi nos primeiros 25 minutos principalmente desse último jogo não tinha visto até então. Tomara que eu esteja errado mesmo, e que o time faça ainda mais atuações, se não do mesmo nível, pelo menos com a mesma proposta.

      • Bruno 7L RJ disse:

        Segundo o Mano, a marcação foi mais forte do Cuellar pois é que faz a transição do Flamengo.

      • Mauro Franca disse:

        Nessa discussão concordo mais com o Chaves. Especialmente quanto ao fato de que jogos se decidem mais dentro de campo do que fora dele, e que sempre se deve considerar o adversário. Estratégias podem ser bem tratadas antes do jogo e não darem certo, bem como o contrário também. Isso não é raro de acontecer. Contra o Flamengo, a estratégia foi bem traçada, mas deu certo pela execução, que foi bem feita.

      • BrunoBarros disse:

        Entendi seu ponto de vista Mauro, mas tudo isso que você elencou é pressuposto de qualquer avaliação. Ela vem depois, naturalmente. Mas não é o resultado que a define. Não é o fim que define o meio e sim o contrário. Até porque jogar bem não garante vitória. Mas ajuda.

    • Bruno 7L RJ disse:

      Ceder escanteio é parâmetro pra analisar o que, parceiro? Pera lá. Cite os lances das supostas infelicidades/ruindades, pelo menos. Elabore mais porque a primeira vista parece apenas cornetar por cornetar.

  8. Renato Nascimento disse:

    Adianto aqui a minha preocupação para o jogo da volta. Flamengo com Paquetá ganha outra dinâmica. O cruzeiro que não se iluda com a vantagem! O time vai precisar entrar ainda mais focado e o Mano vai precisar repensar a escalação. Eles virão para cima e precisaremos de um contra ataque mais efetivo. Para mim Raniel precisa entrar de cara.

    • BrunoBarros disse:

      Se não machucar ninguém ele vai entrar com o mesmo time.

    • Romarol disse:

      Adianto aqui a minha despreocupação para o jogo da volta. Cruzeiro com Fred ganha outra dinâmica. O Flamengo que não se iluda com a desvantagem! O time vai precisar entrar ainda mais focado e o Barbieri vai precisar repensar a escalação. Eles virão para cima e precisaremos de um contra ataque para golear. Para mim Arrascaeta precisa entrar de cara.

  9. JOAOCOSTA disse:

    Obrigado, chefia. Fiquei, deveras, lisonjeado por teres incluído o meu pitaco entres os destaques.

  10. Luizito Soárez disse:

    “Indignação! Cruzeiro vai à CBF e formaliza reclamação contra arbitragem no Brasileiro” — IDIOTAS

    • Eduardo Arreguy Campos disse:

      Depois da arbitragem do Pitana na quarta feira, todos os times que disputam o brasileirão deveriam reclamar contra a arbitragem nacional no brasileirão.

      • Bruno 7L RJ disse:

        Juiz bão aquele, hein?

      • Tolentino Zen disse:

        Em compensação Daronco e seus auxiliares estragaram o confronto Racing x River com expulsão equivocada de Ponzio e cartões desnecessários. Truncaram o jogo com faltas questionáveis.

      • Matheus Penido disse:

        Menos, menos, menos e menos. A arbitragem de quarta foi muito boa, mas no geral os Juízes da Libertadores erram tanto quanto os do campeonato brasileiro.

      • BrunoBarros disse:

        Penido, os juízes brasileiros erram mais porque passam o jogo inteiro inventando faltas, o que os faz errar muito mais. Quase todos adeptos fervorosos do caicaísmo. Melhorou muito nesse sentido desde 2013, 2014, quando via de regra jogos no Brasil terminavam com 60, 70 faltas, umas 70% inventadas pelo apito nervoso e várias vezes chancelada por comentaristas que gostam de brigar com a imagem. O futebol brasileiro estava por aparelhos nesse sentido. Mas ainda em 2018 essa rapaziada do não me toques ainda faz relativo sucesso, ainda, pasmem, com fãs. Vejo um bom futuro nesse sentido, tá caminhando certo, devagar, mas certo.

      • BrunoBarros disse:

        Meu maior temor em relação ao VAR no Brasil é justamente por isso. No país do “Tudo vira Falta” pode virar uma arma engatilhada na mão de uma criança.

      • Matheus Penido disse:

        Barros, o juiz apito frouxo favorece o jogador malandro que simula faltas, mas se deixar correr demais acaba protegendo o botineiro. Em ambos os casos o jogo fica mais feio. Difícil é achar o equilíbrio, pois apitar jogo de futebol é difícil demais.

      • Matheus Penido disse:

        Barros, o juiz apito frouxo favorece o jogador malandro que simula faltas, mas se deixar correr demais acaba protegendo o botineiro. Em ambos os casos o jogo fica mais feio. Difícil é achar o equilíbrio, pois apitar jogo de futebol é difícil demais.

      • BrunoBarros disse:

        Muito difícil sim, com certeza. Mas um jogo com o árbitro deixando a bola rolar é muito melhor do que outro todo picotado. Em ambos o que é falta tem que ser marcado. O que não é deixa seguir. Bem melhor assim.

      • BrunoBarros disse:

        Em suma, é melhor ele errar em um lance e acertar em dez do que errar 10 e acertar uma.

  11. SÍNDICO disse:

    PITANA campeonou a França, não se esqueçam.

    • BrunoBarros disse:

      Pitana não foi o melhor árbitro da Copa. Mas, como sempre no futebol no mundo todo, as escolhas passam muito mais por questões políticas. Mesmo assim aqui se pretere um ruim pra colocar outro pior. Lá existem melhores árbitros, e essa escolha política não é tão sentida. Achar que é uma questão de estereótipos não condiz com a realidade. Infelizmente é assim. Mas repito, eles vem melhorando nesse quesito ano após ano. Lá pra 2025 a gente chega no lugar certo.

  12. SÍNDICO disse:

    Alemães e japoneses já adotaram o Var? Não? Então, não presta, é babaquice. Nada pode ser útil se é adotado por brasileiro e rejeitado por alemão japonês. Questão de quociente de inteligência, de seriedade e de cientificidade. E brasileiro é um zero à esquerda nestes quesitos. O resto é conversa jogada fora, papo de mesa-redondista estúpido e cousa e lousa.

    • SÍNDICO disse:

      GENERAL do Bolso não falou nada de errado: negros se vangloriam da malandragem (confiram o samba), índios são indolentes (a natureza tropical sempre foi pródiga). Só faltou dizer que portugueses são néscios (fora do oceano, é claro) e os demais imigrantes eram analfabetos e famintos (meus avós inclusive). Nossa salvação sempre foi a macaquice, essa nossa mania de imitar, copiar e adotar modas europeias e americanas. No caso do Var, devíamos desprezar liminarmente os palpites dos jornalistas brazucas, quase todos irremediavelmente otários.

  13. BENNY THE DOG disse:

    Fabio salvando, Edilson preciso, Dedé voando, Leo firme, Gidão mitando, Lucas desossando, Robinho encantando, Henrique seguro, Neves decisivo, Barcos operario, Arrasca transcendendo, Raniel bruto, Rafinha rápido, Cabral contido, Mano sendo Mano, a Nação calando e eu? Orgulhoso!

  14. Polaco disse:

    Boa tarde! Isso aqui sem o Dom Miguelito Cornetino, é de dar sono…FATO!

  15. Saddi disse:

    Vejam o vídeo dos bastidores desse jogo no Youtube LINK Com certeza a teoria de muitos comentaristas daqui vai por água abaixo…

  16. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Repudiar o var é o mesmo que repudiar vacina.

  17. Saddi disse:

    Vejam o vídeo dos bastidores desse jogo no Youtube, é emocionante, além de mandar pras cucuias algumas teorias de muitos comentaristas daqui.

  18. Saddi disse:

    Importância de priorizar campeonato, liderança técnica do TN…

  19. SÍNDICO disse:

    JORNALISMO SÓRDIDO. Manchete da Folha: “Policial Juliane teve seus últimos momentos com bebida, pegação e dança”. E ainda me oferecem assinatura dessa porcaria. Jornalismo brasileiro acabou, depois que criaram os cursos de jornalismo formadores de militantes esquerdopatas.

  20. SÍNDICO disse:

    O MONSTRO DO MARACANÃ. Poucos jogadores brasileiros se salvaram da ira da torcida, após a perda do título mundial de 1950, no Maracanã. Um deles, talvez o único, foi José Carlos Bauer, do São Paulo. O Monstro do Maracanã. Dedé merece o apelido também, após parar o time do Flamengo. Zagueiro espetacular. Foram 14 rebatidas. 14. O Flamengo cruzou 36 bolas. Dedé rebateu 14. Seu time foi pressionado e ele cometeu uma, somente uma, falta. Foi o esteio de um time que mandou no jogo. Muito organizado. Cada um sabendo o que fazer. E Arrascaeta fazendo um grande jogo. No finalzinho, deu um passe perfeito que Rafinha perdeu. Seria o terceiro. Agora, todos sabemos o que virá: Flamengo no ataque e Cruzeiro reagindo. A vaga tem toda pinta azul. (Blog do Menon)