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Sete, sete: Sóbis será um sucesso? Sabe-se lá…

segunda-feira, 11 de julho de 2016

SOBIS foi relacionado pro jogo desta segunda, contra o Cap, às 20h, no Mineirão.

Não creio que Bento o ponha pra jogar 90 minutos. Precaução. Mas isto é só um palpite.

Preocupante é imaginar que uma contratação tão cara pode dar errado.

Segundo comentaristas alemães do PHD, o futebol brasileiro não presta. E foi nele que Sobis se criou.

Pior, ele vem de outro futebol que também não presta, o mexicano.

Como se sabe, tal qual o Brasil, o México também andou levando, recentemente, uma goleada de sete.

E, como quem perde de sete está irremediavelmente condenado a ser um nada, Sobis também pode estar com nada.

Melhor, nesse caso, teria sido contratar mais um argentino. Ou muito me engano?

Um 7 com efeito diverso

domingo, 19 de junho de 2016

O 7xo do Chile sobre o México na Copa América Centenário não é nada além de um acidente de percurso. Nenhum mexicano vai pedir passaporte chileno por conta desse jogo.

Ao longo da história, a Argentina já apanhou de 5xo da Colômbia, em Buenos Aires, e da Bolívia, por 6×1, em La Paz, pelas eliminatórias, e de 6×1 da Tchcoslováquia na Copa de 1958.

A Alemanha já tomou 8×3 da Hungria, em Copa, a Inglaterra levou de 6 da mesma Hungria em Wembley. E nada disso foi motivo de chilique, esta marca registrada do caráter brasileiro.

Jamais ocorreu a um argentino, inglês e alemão, querer virar colombiano, boliviano, tcheco ou húngaro. Como tantos brasileiros quiseram ser alemães depois da goleada na Copa 2014.

E o mais engraçado é que os alemães jamais aceitariam cidadãos tão covardes, frágeis emocionalmente e despersonalizados em seu meio. Em caso de dúvida, experimentem pedir um passaporte a eles.

Agora, vai!

terça-feira, 14 de junho de 2016

Quando saiu a escalação do Brasil pro jogo contra o Peru, foram vastos os elogios.

Galvão, Ronaldo, Casão, Luiz Carlos, Roger e Noriega ficaram extasiados. Finalmente, um time pra jogar bunitim!

“Lucas Lima é diferenciado”, “Gabigol é liso”, “Não tem volante de contenção”, “Toque de bola vai melhorar” e cousa e lousa, vibraram em uníssono os palpiteiros da Globo e da SporTV.

Deu chabu. A seleção perdeu. Os comentaristas, como sempre fazem, tiraram o deles da reta e despejaram a culpa no técnico Dunga.

A galera, é claro, ecoou as críticas, E a CBF, obviamente, jogou pra platéia e demitiu o técnico.

Agora, vai! E amos também começar a elogiar a Alemanha pela visão de longo prazo, pelo trabalho planejamento sem esses imediatismos tropicais.

O Brasil é pura diversão. E descompasso. Imprensa e torcida brasileiras vivem pacatamente 50 anos atrás.

Brasil 0x1 Peru: La mano de Diaz

domingo, 12 de junho de 2016

BRASIL contra o Peru, em busca de vaga nas quartas de final da Copa América Centenário.

ZERO HORA contou como foi o jogo.

O início da partida foi truncado, com encontrões, bola mascada e muitas saídas de bola. Quando os jogadores brasileiros abriam caminho até o gol peruano, encontravam um defensor adversário pronto para o embate corpo a corpo, e vários deles caíram em lances dentro da área, como Daniel Alves, aos quatro minutos, Gabriel, aos seis, e Willian aos nove, Philippe Coutinho aos 18.

Em todas, o juiz mandou o jogo seguir. Tanta trombada não demoraria a gerar polêmica: aos 23 minutos, Lucas Lima se adiantou para roubar a bola do peruano Ramos, que, atrasado no lance, derrubou o jogador brasileiro dentro da área. Pênalti que o juiz não marcou.

Apesar da marcação, o Brasil conseguiu se infiltrar na área do adversário criando boas chances, em especial com a movimentação de Filipe Luís, Willian e Gabriel. Em todas elas, o Brasil parou nas mãos do goleiro Gallese, em dia de excelente atuação. O primeiro tempo se encerrou com o árbitro Andrés Cunha equiparando o jogo dos pênaltis não marcados, ao não assinalar uma falta de Renato Augusto sobre Flores em uma dividida dentro da área.

No segundo tempo, o Peru voltou com Yotún no lugar de Balbin, e ganhou consistência ofensiva. Logo aos dois minutos, o peruano sofreu falta do capitão Miranda, a centímetros da área brasileira. Flores cobrou por cima da barreira, no canto esquerdo de Alisson, e esta foi, a rigor, a primeira defesa do goleiro.

O jogo prosseguiu com o Peru concentrando o jogo na esquerda da intermediária brasileira. A Seleção pareceu ter cansado, e, embora ainda jogasse bem, se contentava com avanços esporádicos. Gareca fez então outra substituição, esta determinante, colocando Ruidíaz no lugar de Flores.

Quando a superioridade do Brasil de novo se fazia sentir, o recém-chegado Ruidíaz recebeu um cruzamento de Polo e mandou a bola para o gol com a mão, aos 29 minutos do segundo tempo. Com as reclamações do time brasileiro, o árbitro paralisou o jogo por cinco minutos minutos enquanto decidia, em conferência com seus assistentes e (aparentemente) com alguém fora de campo acionado por rádio. Finalmente, após muita espera, validou o gol.

A partir daí, o Peru se encerrou em seu campo e o Brasil aumentou a pressão, mas sem sucesso.

BRASIL 0x1 PERU, 12jun16dom21h30. TEMPO nublado, temperatura 14º, vento 21Km/h, umidade 55%. LOCAL: Gillette Stadium, Foxborough, Massachusetys, Estados Unidos. TRANSMISSÃO: Globo e SporTV.  ARBITRAGEM: Andrés Cunha, Nicolás Tarán e Richard Trinidad, uruguaios. AMARELOS: Lucas Lima, Renato Augusto, Yotún. GOL: Ruidiaz, 74. BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Miranda, Gil, Filipe Luís; Elias, Renato Augusto, Willian, Lucas Lima, Philippe Coutinho; Gabriel (Hulk). T: Dunga.  PERU: Gallese; Corzo, Ramos, Rodríguez, Trauco; Vílchez, Balbín (Yotún), Polo, Flores (Ruidíaz); Cueva (Tapia), Guerrero. T: Ricardo Gareca.

Brasil 7×1 Haiti: Desta vez, a favor

quarta-feira, 8 de junho de 2016

VEJA contou:

Apesar da enorme diferença técnica entre as duas seleções, o Brasil teve méritos na goleada. A equipe comandada por Dunga arriscou tabelas, investiu em jogadas pelas laterais e sempre buscou o ataque.

Phillipe Coutinho marcou o primeiro ao avançar pela intermediária e acertar um chute forte de fora da área. Pouco depois, Jonas recebeu na pequena área e foi generoso: rolou para Coutinho anotar, sem goleiro, o segundo.

A fragilidade do empolgado Haiti ficou evidente no lance do 3×0. Depois de uma boa defesa, o goleiro Placide repôs a bola nos pés de Daniel Alves, que cruzou pra Renato Augusto fazer de cabeça.

Apagado apesar da goleada, Jonas saiu no intervalo para a entrada de Gabigol. Em boa fase, o atacante santista mostrou estrela e marcou o seu aos 58, depois de receber em velocidade e tocar no canto. De cabeça, Lucas Lima -que havia entrado no lugar de Casemiro- fez o quinto.

Aos 69, o Haiti descontou. Alisson deu rebote em chute defensável de Nazon e Marcelin balançou as redes, pra festa da barulhenta torcida do Haiti, em grande número no Citrus Bowl.

Mesmo com o ritmo da partida diminuindo, o Brasil fez mais dois. Renato Augusto ampliou em jogada individual aos 85 e, aos 96, Philippe Coutinho acertou outro bonito chute de longe e decretou o 7×1.

BRASIL 7×1 HAITI, 08jun16qua20h30. TEMPO ensolarado, temperatura 28º, vento 16 Km/h, umidade 69%. LOCAL: Citrus Bowl (65 mil), Orlando, Florida, USA. MOTIVO: 2ª rodada, Copa América 2016. TRANSMISSÃO: Globo e SporTV. PÚBLICO: 28.241. ARBITRAGEM: Mark Geiger (Estados Unidos), Joseph Fletcher (Canadá), Charles Morgante (Estados Unidos). AMARELOS: Goreau, Casemiro. GOLS: Phillipe Coutinho, 13 e 28, Renato Augusto, 34, Gabigol, 58, Lucas Lima, 67, Marcelin, 69, Renato Augusto, 85, Phillipe Coutinho, 91. BRASIL: Alisson — Daniel Alves, Marquinhos , Gil,  Filipe Luís — Casemiro (Lucas Lima), Elias (Wallace) — Renato Augusto,  Phillipe Coutinho — Willian, Jonas (Gabigol). T: Dunga.  HAITI: Johny Placid — Reginald Goreux, Romain Genovois, Mechack Jerome — Alcénat (Maurice), James Marcelin, Jean Alexandre (Hilaire), Kevin Lafrance, Kim Jaggy — Jeff Louis — Belfort (Nazon). T: Patrice Neveu.

Brasil 0x0 Equador: Estreia sem graça

sábado, 4 de junho de 2016

Brasil estreou na Copa América 2016 empatando como Equador em 0x0.

Site da VEJA contou como como foi.

No primeiro jogo sem titulares dos 7×1 contra a Alemanha, a seleção brasileira empatou em 0x0 neste sábado com o Equador, no Rose Browl, na Califórnia.

Apesar da maior posse de bola durante os 90 minutos e do relativo domínio no jogo, faltou à seleção transformar a grande quantidade de toques em oportunidades objetivas de gol.

A noite de estreia só não foi pior porque a arbitragem anulou um gol legítimo do Equador aos 66 minutos. Em lance bisonho, o goleiro brasileiro Alisson deixou a bola entrar nas redes após cruzamento de Miller Bolaños. Sua sorte foi o bandeirinha ter imaginado que a bola havia saído antes pela linha de fundo.

As melhores oportunidades brasileiras aconteceram no 1º tempo pelos pés dos meiatacantes William e Coutinho, que comandaram as ações do timeoutno início do jogo.

Aos 5, William fez jogada pela direta, cruzou pra Coutinho, que só não marcou por conta da boa defesa de Dreer. Outra boa oportunidade foi aos 25, quando Elias errou na finalização após bom passe de Jonas.

Na volta do intervalo, o Brasil continuou com o domínio de bola, mas as oportunidades ficaram ainda mais escassas. Pra tentar melhorar o poder ofensivo, Dunga trocou Jonas por Gabriel. e depois Willian por Lucas Moura.

A única chance boa do 2º tempo viria dos pés de Lucas. Aos 83 minutos, o atacante cabeceou uma bola, que balançou as redes, mas pelo lado de fora.

A equipe de Dunga saiu vaiada do Rose Bowl. O próximo jogo da seleção brasileira será na quarta, contra o Haiti, às 20h30. (texto condensado)

BRASIL 0x0 EQUADOR, 04jun16sab23h. TEMPO: Céu limpo, temperatura 24º, vento 14 Km/h, umidade 48%. LOCAL: Rose Bowl (92 mil), Pasadena, California, USA. MOTIVO: 1º Copa América 16. TRANSMISSÃO: Globo e SporTV. PÚBLICO: 53.158. ARBITRAGEM: Julio Bascuñán, Carlos Astroza, Christian Schiemann, chilenos. AMARELOS: Casemiro, Elias, Gil, Paredes, Enner, Amovi. BRASIL: Alisson — Daniel Alves, Gil, Marquinhos, Filipe Luis — Casemiro, Elias (Lucas Lima, 86), Renato Augusto — Willian (Lucas Moura, 75), Coutinho — Jonas (Gabigol, 61). T: Dunga. EQUADOR: Esteban Dreer — Juan Carlos Paredes, Arturo Mina, Walter Ayoví, Gabriel Achilier — Jefferson Montero (Fidel Martìnez, 81), Carlos Gruezo, Christian Noboa, Antonio Valencia — Miller Bolaños (Fernando Gaibor, 91), Enner Valencia (Jaime Ayoví, 81). T: Gustavo Quinteros.

Brasil 2×0 Panamá: Mudou o conceito, não o futebol

domingo, 29 de maio de 2016

BRASIL contra Panamá, amistoso em Denver, Colorado, USA.

Por motivo de força maior, o presidente da CBF não pôde estar presente.

Brasil vence 2-0 a Panamá en partido amistoso 

Henry Cárdenas, La Prensa, Panama, 29mai16

La selección de fútbol de Brasil se impuso este domingo a la de Panamá 2-0, en un partido amistoso que se desarrolló en el estadio Dick’s Sporting Goods Park de la ciudad estadounidense de Denver.

El enfrentamiento forma parte de la preparación de ambos conjuntos para la Copa América Centenario que se jugará a partir de la próxima semana en Estados Unidos.

El onceno brasileño se fue al ataque de inmediato y abrió la cuenta al minuto 2 por intermedio de Jonas, quien logró eludir la marca panameña y vencer al portero Jaime Penedo.

Brasil dominó con claridad en los primeros 45 minutos creando más peligro, pero sin poder aumentar la ventaja, ante un equipo istmeño que no lograba funcionar para emprender un ataque.

Penedo en dos ocasiones, a los minutos 9 y al 20, tuvo dos buenas intervenciones en el arco para salvar a Panamá.

Llegando a la media hora de esta primera parte, Miguel Camargo consiguió avanzar notablemente y provocó que le hicieran una falta, para un tiro libre. Sin embargo esto no prosperó.

Al minuto 41 la representación panameña logró su primer tiro libre. Tras esa jugada se logró otro cobro similar, pero el remate de cabeza de Felipe Baloy se fue desviado de la portería de Alisson. Así se fueron al descanso con el 1-0 a favor de Brasil.

En la segunda parte, el técnico Hernán Darío Gómez realizó cinco cambios y el equipo canalero se vio más preciso en pases y con más opciones de ataque.

La incorporación de Alberto Quintero, Blas Pérez y Aníbal Godoy le dieron más proyección al conjunto.

Sin embargo, el cuadro brasileño dio pocas oportunidades claras de gol y al minuto 72 marcó el 2-0 con un tanto de Gabriel.

El portero Penedo volvió a ser protagonista en dos ocasiones más, una ante Hulk y la otra frente a un remate de Kaká.

Panamá siguió intentando y una de las pocas que tuvo fue en los minutos de reposición cuando Blas Pérez recibió un pase, pero no pudo controlar el balón frente al arquero brasileño Alisson, quien resolvió la situación. Así terminó el partido.

Este fue la cuarta vez que Panamá y Brasil se enfrentan; la primera fue en 1952 con triunfo de los sudamericanos 5-0.

Luego en 2001, cuando el equipo brasileño se preparaba para la Copa del Mundo de 2002, venció 5-0. En 2014, con Bolillo Gómez en el banquillo, Brasil se impuso 4-0.

Ambos equipos se preparan para la Copa América Centenario que arranca el próximo 3 de junio en Estados Unidos.

Panamá está en el Grupo D junto a Bolivia, Argentina y Chile. Su primer partido es el 6 de junio ante el onceno boliviano.

BRASIL 2×0 PANAMÁ, 29mai16dom22h30. TEMPO nublado, temperatura 18º, vento 12 Km/h, umidade 50%. LOCAL: Dick’s Sporting Goods Park (18 mil), Denver, Colorado, Estados Unidos. MOTIVO: Amistoso.  TRANSMISSÃO: Globo e SporTV. PÚBLICO: 15.000 (est). ARBITRAGEM: Armando Castro,  Jesús Távora, Omar Leiva (Honduras). AMARELOS: Henriquez, Godoy, Willian, Alves, Gil. GOLS: Jonas, 2, Gabigol, 72. BRASIL: Alisson — Daniel Alves, Gil, Miranda, Douglas Santos — Luiz Gustavo (Hulk) — Willian (Lucas Lima), Elias, Renato Augusto, Willian, Philippe Coutinho — Jonas (Gabigol). T: Dunga. PANAMÁ: Jaime Penedo, –Adolfo Machado, Felipe Baloy, Roderick Miller, Luis Henriquez (Valentim Pimentel) — Gabriel Gómez, Amílcar Henrique (Anibal Godoy), Armando Cooper, Valentín Pimentel — Ricardo Buitrago (Cummings), Luis Tejada (Blas Perez),  Camargo. T: Hernán Darío Gómez.

Sacchi: “Quando 1 joga contra 11, sempre perde”

sexta-feira, 8 de abril de 2016

ARRIGO SACCHI, ex-técnico do Parma, Milan, Atlético Madrid e Seleção Italiana, coma a palavra:

  • Dunga foi ótimo jogador. Muito inteligente jogando, é também um treinador inteligente. Conhece muito bem o futebol. Trabalhamos juntos pra uma televisão durante a Copa de 2014 e conversamos muito. Quando era jogador, eu tentei contratá-lo pro Milan. Ele atuava no Pisa (1987-1988). Sempre acompanhei a carreira dele com muita atenção. Atualmente, Dunga tem a missão de recuperar prestígio e resultados da seleção Brasileira, que até agora não apareceram. Ele tem ideias claras. Mas você veja: como é que uma nação joga uma Copa do Mundo em casa, chega a uma semifinal com tanto sacrifício, jogando mais ou menos e toma 7 gols? Isso significa que o Brasil inteiro vive um momento difícil e o Dunga também está colhendo essas dificuldades. Paciência é uma grande virtude. Torcida e jornalistas precisam ser pacientes com Dunga, porque em 2014 o Brasil bateu no fundo, chegou ao pior momento da sua história. O time sentiu dificuldades contra todas as seleções que enfrentou. Os jogadores brasileiros interpretam o futebol como jogo individual, mas ele é um esporte de equipe. Quando você joga 1 contra 11, perde e vai perder sempre.

Agora, é a sua vez, etiquetófilo leitor. Conteste-o, se for capaz.

Paraguai 2×2 Brasil: Empate na marra

terça-feira, 29 de março de 2016

O jogo, segundo o ABC Color, de Assunção:

PUNTO CON SABOR A INJUSTICIA

Paraguay perdió dos puntos frente a Brasil al empatar a dos goles en el Defensores del Chaco. La Albirroja dominó gran parte del compromiso y estuvo cerca de quedarse con la victoria. El cuadro brasileño igualó a falta de dos minutos para el final.

En otros tiempos, la selección de Brasil generaba un respeto diferente por las grandes figuras y el buen fútbol que desarrollaban. Hoy en día, la Canarinha depende mucho de sus individualidades, que si bien siguen marcando diferencia, su fútbol asociado ya no es el mismo.

Y Brasil llegó a Paraguay sin Neymar, su principal líder futbolístico y con muchas dudas tras ceder un empate de local ante Uruguay. A estos antecedentes, se le agrega que la Albirroja sumó una buena cantidad de puntos en combos anteriores, dejó una impresión respetable contra Ecuador y en los tres últimos choques frente a los brasileños por Copa América consiguió tres empates (dos de estas igualdades se definieron desde los 12 pasos y en ambas perdió Brasil).

En la previa, Paraguay llegó con la sensación de ser más que el rival de turno. Otro punto a favor de la Albirroja fue el apoyo de la afición que entendió que era el momento ideal para hacer su parte en las gradas del Defensores del Chaco.

El inicio del partido fue bastante intenso. Los dirigidos por Ramón Díaz salieron a presionar bien arriba. William se encargó de hacer el primer tiro peligroso a los 3’ y acá terminó la producción canarinha en ataque porque Paraguay se adueñó de todo durante media hora. Jorge Benítez se retiró lesionado a los 8’ y Roque Santa Cruz tomó su lugar.

La Albirroja le imprimió un ritmo infernal y asfixió a un Brasil desesperado que se defendió como pudo. Derlis González por derecha y Edgar Benítez por izquierda complicaron las bandas brasileñas. El juego aéreo también fue un arma utilizada por la Albirroja.

El poste salvó al cuadro visitante a los 17’ de un cabezazo de Richard Ortiz y del rebote, Gustavo Gómez no pudo definir bien cuando le quedó para su zurda. Alisson le quitó una pelota de gol a Gómez, a metros de la raya de sentencia a los 19’.

El poderío aéreo albirrojo continuó, así como la presión y la intensidad. Brasil se vio sobrepasado con cada pelota quieta local. A los 21’, Paulo Da Silva bajó un balón para Pablo Aguilar y este remató de primera. Su disparo se fue por encima de la portería brasileña.

En uno de los escasos avances brasileños, el arco defendido por Justo Villar se quedó temblando tras el misil de Ricardo Oliveira a los 27’. Posteriormente, Paraguay bajó un poco en cuanto a la intensidad pero en cada avance se respiraba a gol.

Wilmar Roldán, que regaló varias faltas a los brasileños, dejó pasar una clara mano de Miranda dentro del área. Gracias al luchador Darío Lezcano, esta situación quedó olvidada a los 39’, con el ansiado gol.

Néstor Ortigoza recuperó el balón y metió un pase mágico que Benítez supo leer, así como contra Ecuador. El “Pájaro” ganó por izquierda y metió el pase atrás al centro del área. Lezcano no desaprovechó esta oportunidad e hizo estallar en júbilo no solo al Defensores del Chaco, sino a todo un país.

La primera mitad se fue con una aguerrida Albirroja, que presionó bien, ahogó al rival y tuvo momentos de buen fútbol. Y Paraguay no pudo tener un mejor inicio del tiempo complementario. Santa Cruz protegió la pelota de tres rivales y asistió a Ortíz. El volante del Toluca habilitó a Benítez quien envió el balón al fondo de la potería de Alisson a los 49’.

Con el 2-0, Brasil tomó protagonismo, más aún después de la salida por lesión del aguerrido Ortíz, quien sufrió una rotura de ligamentos. Jonathan Santana, convocado de urgencia, lo remplazó. La Albirroja comenzó a defenderse la ventaja más atrás, el rival consiguió tener la pelota y el contragolpe se transformó en el principal argumento paraguayo para hacer daño.

Sin ser acciones claras, Ricardo Oliveira demostró que hoy no fue su día. Las pocas que tuvo las envió afuera. El DT albirrojo ordenó el ingreso y el debut de Juan Manuel Iturbe, quien sustituyo a un Lezcano que se fue ovacionado.

El tiempo fue pasando, Brasil no encontró romper la defensa paraguaya. González recibió un manotazo en el área rival pero Roldán no lo vio. Segundos después llegó el descuento brasileño. Villar no controló bien un tiro y Ricardo Oliveira aprovechó el rebote a los 78’ para poner el 2-1.

El gol entusiasmó a Brasil que se fue en busca del empate. Paraguay jugó con la desesperación rival respirando en cada acción detenida. Los últimos minutos fueron sufridos para el cuadro paraguayo porque el adversario creció y llegó a la paridad. Dani Alves igualó a los 91’ y Villar salvó a los 93’.

Lamentablemente, Paraguay no pudo redondear con una victoria el gran partido que desarrolló en una noche en Sajonia que era para el festejo. El desgaste se sintió, la Albirroja no aguantó y el punto sumado tiene sabor a poco y a injusticia por cómo fue el partido.

PARAGUAI 2×2 BRASIL, 29mar16ter21h45. TEMPO: Céu limpo, temperatura 22º, vento 5 Km/h, umidade 83%. LOCAL: Defensores del Chaco (45 mil), Assunção. TRANSMISSÃO: Globo e SporTV. PÚBLICO: ARBITRAGEM: Wilmar Roldán, Alexander Gusmán, Cristián De La Cruz, colombianos. AMARELOS: Samudio, Villar, Gómez, Miranda. GOLS: Lezcano, 40, Edgar Benítez, 48, Ricardo Oliveira, 78, Daniel Alves, 91. PARAGUAI: Justo Villar, Paulo da Silva, Pablo Aguilar, Gustavo Gómez, Miguel Samudio; Néstor Ortigoza, Richard Ortiz Johnathan Santana), Derlis González, Edgar Benítez; Lezcano (Iturbe), Jorge Benítez (Roque Santa Cruz). T: Ramón Díaz. BRASIL: Alisson, Daniel Alves, Miranda, Gil, Filipe Luís; Fernandinho (Hulk), Luiz Gustavo (Lucas Lima), Renato Augusto; Willian, Ricardo Oliveira (Jonas), Douglas Costa. T: Dunga.

Chatice galopante

sábado, 26 de março de 2016

O Brasil começou jogando o fino, marcando gols e assustando os contras das redes e os comentaristas da televisão.

Tabárez deu um jeito na marcação uruguaia, com a entrada de González pra cercar Willian e a fixação de Arévalo Rios entre as duas linhas de quatro.

O Uruguai empatou pra alívio dos contras e dos comentaristas. O Brasil foi pra cima, mas aí todos os espaços estavam fechados.

Na TV e nas redes, contudo, o Brasil foi só piorando, até que lá pela uma da madrugada já estava abaixo da Venezuela, lanterna da competição.

Neymar atingiu o nível de um atacante do Valeriodoce ou do América de Tiotió, exatamente, à uma e eEia da madruga.

E, no entanto, o resultado foi de empate contra um País tetracampeão mundial, que é dono da maior coleção de títulos sulamericanos.