Arquivo da Categoria ‘Miscelânea’

Azáfama

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Torcedores aprontando:

  1. Carpedim considera péssimo o elenco do Cruzeiro, mas a cada pré-jogo garante que o time vencerá. Ou por que ele, Carpedim, dará sorte comparecendo ao estádio ou pra não ser chamado de ser antitorcedor.
  2. Comunistas odeiam e perseguem Fábio. É o velho clássico Ateísmo x Espiritualismo. Chato pra cascalho, diga-se.
  3. Até hoje, Dra. Celeste acredita que o Cruzeiro só não aplicou outros 6×1 nas frangas por que o atleticano Marcelo Oliveira não deixou, naqueles 4×1 de 2013.
  4. Raé se encantou com grande atuação de Paulo André contra o Palmeiras.
  5. Luxmburgueses na miuda. Nem os mais entusiastas se animam a defender o ídolo.
  6. Gepetistas de primeira hora também se enfiaram no armário e não dizem nada.
  7. Rosan viu ajuda do juiz Daronco ao Palmeiras no jogo desta quarta.
  8. Adílson Baptista continua assombrando os eternos insatisfeitos com os Simca Zero, anos 2008 e 2009.
  9. Jotta R escreve um ensaio a cada meia hora ofendendo GPT. E todos são interditados por HAL, o Malvado.
  10. Hoje, a vizinha do 703, as duas recepcionistas do prédio da Av Brasil, o doutor, o manobrista e as meninas da loja de biscoitos me fizeram as mesmas perguntas: O que tá acontecendo? Luxa cai? Vamos sair dessa? Fiquei de consultar meus leitores antes de responder. E aí, galera?

Tempo, maestro! Vou ler o Jaeci e volto já.

A fazenda que restou

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Antes da reconstrução dos principais estádios brasileiros pra Copa de 2014, torcedores e jornalistas se orgulhavam das fazendas (assim as chamavam os argentinos) Mineirão e Maracanã, de 110x75m, e Serra Dourada, de 120x 80m.

Diziam que canchas com tais dimensões dificultavam as retrancas e tornavam o futebol mais bonito. Com o que não concordava a Fifa, que mandou reduzir as medidas pra 105x68m.

Como não foi selecionado pra Copa, o Serra Dourado não se submeteu ao recorte e continua tendo o maior gramado do futebol brasileiro, distante, por exemplo, dos 98x65m do campo do América.

O que mudou, mesmo, foi o conceito de jornalistas e, por consequência, dos torcedores. Agora, eles acham absurdas as dimensões do estádio goiano, que consideram cansativo pros jogadores, piorando a qualidade do espetáculo.

Por mim, fica como está. Os treinadores que se virem pra ajustar seus times ao futebol de fazenda.

Atacame de preguntas!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Enquanto vcs se divertem discutindo futebol e literatura nos posts do França e do Chaves, estarei de plantão pra responder a questões sobre

  • futebol, política, cinema, música, imprensa, diabetes, filosofia, turismo, álcool, mulheres, putaria, pintura, Beagá, ecologia, sonhos, segurança pública, dietas, piadas, Antigo Testamento, culinária, exercícios físicos e fotografia,

assuntos que domino como ninguém mais.

Recomendo ao caro leitor, o que ouvi de um guia turístico no Chile: “Señor, atacame de preguntas!”

A safra

sábado, 25 de julho de 2015

Brasil conquistou a Copa das Confederações e ninguém comemorou. “Não fez mais do que a obrigação”, comentaram os infames mesarredondistas.

Perdeu a Copa, eles surtaram: “Safra péssima”, “CBF corrupta”, Scolari burro”, Jogadores descompromissados”e asneiras afins.

Perdeu a Copa América, mas desatinos. Perdeu o Pan, estão todos horrorizados.

E, na esteira dos mesarredondistas, vai o cordão dos torcedores sem tutano.

Tem nada disso. Futebol é muito fácil de se jogar e todo mundo aprendeu. Foi-se o tempo em que o Brasil mandava e desmandava no tapete verde. Agora é lá e cá.

Mas esta história de safra ruim me deixa especialmente intrigado. Será que nenhum clube rico quer contratar jogadores brasileiros, por serem de safra ruim?

ManU, Real, Barça, PSG, ManC, Arsenal, Chelsea, Liverpool, Bayern, Juventus, Milan, Inter, Roma, Hotspur, Galatasaray, Fenerbarche, Schalke, AtlMadrid, Ajax, Napoli, Hamburgo, Everton são os clubes mais ricos do Ocidente, segundo listas da Forbes, Deloitte e Brand Finance.

Pergunto ao internacionalizado leitor: Que brasileiros jogam nesses times? Nenhum? Meia dúzia? Uns dez? Nomes dessa safra imprestável de brasieliros que estão no Top12 do futebol, por favor.

Disco arranhado

terça-feira, 21 de julho de 2015

Apelei:

Vou começar a bloquear comentários repetitivos. O PHD dá muito trabalho pra, no fim das contas, se tornar somente a pista de uma dança sinistra de casais que se odeiam. Tem comentarista que nem vale a pena ler, pois já se sabe, de antemão, que só tem um tema, um alvo, um adversário, um desafeto que lhe justifica a existência. É caso pra psiquiatria, não pra futebol. Posto isto, rogo às mulheres do blog que apareçam mais e deixem seus graciosos pitacos. Elas são mais criativas, mais divertidas, menos ranhetas.

Pergunto:

  1. Peguei pesado?
  2. Eu tb sou um mala implicante?
  3. Vc, caro comentarista, se considera um mala?
  4. O que fazer, pra discussão ficar mais criativa, leve e atraente pros leitores do blog?
  5. Ou tá tudo bem, deixa rolar, e dane-se quem não estiver gostando do papo repetitivo?

Contra a MP e a CPI do futebol

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Será que o brasileiro já se deu conta de que mais da metade do que recebe termina nos cofres do estado, na forma de taxas, impostos, contribuições, multas etc?

É daí pra mais. E o retorno? Saúde e educação públicas decentes? Segurança adequada? Boa infraestrutura? Dinheiro do BNDES gasto exclusivamente em obras neztepaiz?

E o desmanche das estatais? E a roubalheira desenfreada, hem?

Pois é esse estado caro, ineficaz, perdulário e desonesto, que agora se mete a regular o futebol, com MP e CPI.

MP esticando prazos pra pagamento de impostos em troca de regulação estatal de entidades e competições esportivas.

CPI pra deputado desocupado palanquear com nosso dinheiro. Caso típico do picareta Romário.

Esporte é atividade da esfera da sociedade civil. Participa e assume as despesas quem quer. Regula quem participa. E quem se julga prejudicado que vá à polícia.

O estado, em todas as suas esferas, que trate de cuidar do que realmente é público e universal.

Portanto, fora, Dillma! Fora, Romário! Fora, bancada da bola! Tirem suas mãos sujas e incompetentes do esporte!

O novo livro do Olivieri

sábado, 20 de junho de 2015

Novo livro do ANDERSON OLIVIERI: “2003: o ano do Cruzeiro – Diária da Tríplice Coroa”

RELEASE

Brilhante, irretocável, apoteótico, perfeito. São muitas as formas de definir o ano de 2003 na história do Cruzeiro Esporte Clube. Assim como são muitos os feitos reluzentes que ainda embalam o orgulho cruzeirense de ter visto Alex, Deivid, Aristizábal e cia. darem aula ao Brasil de futebol-arte. Afinal, quem não se lembra do gol de letra do camisa 10 no Maracanã, em plena final da Copa do Brasil? Ou do gol de Deivid, o da virada, no clássico contra o rival, pelo Mineiro? E da cavadinha do atacante colombiano no pênalti cobrado contra o Santos, naquele jogo que sentenciaram à época como “final antecipada do Brasileiro”? Ah, é claro que o cruzeirense se recorda…

Mas um ano perfeito, tríplice coroado, não se faz apenas de acontecimentos inesquecíveis e eternos como esses. Há, em cada um dos 365 dias, uma história a ser contada; um fato a ser revelado; uma proeza a ser propagada. E foi com a finalidade de esmiuçar 2003 em sua essência que Anderson Olivieri – autor também de “Anos 90: Um campeão chamado Cruzeiro” e “20 Jogos eternos do Cruzeiro” – escreveu este “2003: O ano do Cruzeiro”. Assim, passeando pelo dia a dia daquele ano azul que terminou com estrela amarela no peito, o leitor encontrará, nas 224 páginas desta obra, todos os detalhes que fizeram de 2003 o ano da Raposa.

A pré-temporada em Araxá; o amistoso humanitário em prol dos desabrigados pelas fortes chuvas de janeiro; os efeitos do início da guerra do Iraque na montagem do elenco; a viagem à paupérrima Caicó, no interior potiguar, para partida da Copa do Brasil; a presença de todos os funcionários da Toca da Raposa na delegação que foi ao Rio para a final contra o Flamengo… São várias as histórias de bastidores narradas com a mesma emoção dos grandes eventos, como as conquistas invictas do Mineiro e da Copa do Brasil e o triunfo retumbante no Brasileirão.

Não bastando a riqueza de conteúdo, a obra conta ainda com texto de orelha de Alex, a estrela-maior daquela constelação de time; prefácio de Mauro Beting, um dos mais renomados jornalistas esportivos do Brasil; e, na contracapa, declarações exclusivas de Tostão, Fernando Calazans, Cláudio Arreguy e Henrique Portugal, cruzeirense integrante da banda Skank. Enfim, “2003: O ano do Cruzeiro” é um livro imprescindível para quem quer conhecer literalmente o dia a dia do ano em que a imagem do Cruzeiro resplandeceu.

SERVIÇO

Lançamento: Brasília. Data: 22jun15, segunda-feira, 19h. Local: Restaurante Carpe Diem. Endereço: 104 Sul. Presença: Roberto Gaúcho.

Os 5 dias que abalaram o futebol mineiro

segunda-feira, 8 de junho de 2015

LUXEMBURGO chegou, discursou e venceu as frangas.

Parte da torcida já pede sua canonização. Pelos seguintes milagres:

  1. Injetou sangue nos olhos dos jogadores.
  2. Acabou com o buraco entre volantes e meias.
  3. Acabou com o buraco entre volantes e beques.
  4. Ensinou Fábio a se posicionar corretamente.
  5. Tirou Arrascaeta do time.
  6. Deu treino secreto.
  7. Garimpou o talentoso Allano na base.
  8. Descobriu os pontos falhos da Cocota.
  9. Aposentou Valdir e Benecy.
  10. Tirou GPT da letargia
  11. Abriu os portões do campo do América pra torcida celeste.
  12. Deu entrevistas prenhes de sabedoria.
  13. Deu credibilidade ao Jaeci.
  14. Revogou a proibição de vencer as frangas no Horto.
  15. Provocou orgasmos múltiplos nos torcedores mais carentes.

Isto tudo em apenas 5 dias!

Nem Lair Ribeiro é fão toda assim!

Caça à onça

quinta-feira, 4 de junho de 2015
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ONÇA

AS CAÇADAS DE PEDRINHO começa no Capoeirão dos Taquaraçus, quando o Marquês de Rabicó escuta um miado que mais parece rugido. Só podia ser onça pintada. E das grandes! Apesar do medo, a turma do Sítio do Picapau Amarelo cria coragem e, comandada por Pedrinho, a tropa composta por ele, Emília, Narizinho, Marquês de Rabicó e o Visconde, partem pra caçada. A notícia se espalha e a bicharada pressente que, depois da onça, será a vez dos demais. Convoca-se uma assembleia e fica decidido: o Sitio terá que ser atacado. No meio da confusão, aparece outro animal, um rinoceronte que escapou de um circo no Rio de Janeiro, e vai parar justamente no sítio de Dona Benta, onde recebe o nome de Quindim. O livro tem causado polêmica, devido às caçadas de animais silvestres, o que atualmente é proibido. Tentaram até tirá-lo de bibliotecas e livrarias. Besteira. Quando foi publicado, caçar bichos não era crime. Além disto, fica a lição da revolta dos bichos, que pode levar os jovens leitores a refletirem sobre o tema. O livro, de 1933, é ampliação do conto Caçada à Onça, que Monteiro Lobato publicou em 1924. Na nova versão, logo depois do conto original, vem Caçada ao Rinoceronte. Apesar das caçadas serem do esperto e corajoso Pedrinho, quem mais se destaca é a boneca Emília, chave da ação. Ela cria situações inesperadas. Negocia rinoceronte, tem solução pra tudo e é destemida. O caro leitor deve conferir. É leitura rápida e gostosa. E quem se aventura pelo Sitio do Picapau Amarelo uma vez, volta sempre, eu garanto.

O Império perdeu a paciência

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Manchetes do site da VEJA sobre as prisões de cartolas do futebol mundial:

  • Ex-presidente da CBF e outros dirigentes da Fifa são detidos na Suíça por corrupção
  • José Maria Marin foi preso em operação conduzida a pedido dos EUA; cartolas são acusados de envolvimento em subornos
  • Romário comemora a prisão de Marin: ‘Ladrão tem de ir para a cadeia’
  • Romário já articula no Senado criação da CPI da CBF
  • Fifa nega envolvimento de seu presidente e mantém eleição
  • J. Hawilla admite culpa no esquema e aceita devolver US$151 mi
  • Del Nero defende Marin e culpa gestão de Ricardo Teixeira
  • ‘Dia triste’, diz rival de Blatter
  • CBF diz que apoia investigações
  • Luís Figo: ‘A Fifa não é transparente’
  • Hawilla está de tornozeleira
  • Cartolas presos podem pegar até 20 anos de cadeia
  • Copa de 2014, no Brasil, também é alvo de investigação dos EUA. De acordo com a procuradora-geral Loretta E. Lynch, americanos estão “determinados a acabar com a corrupção no mundo do futebol”

A Justiça americana resolveu botar ordem no mundo.

O chavista Diosdado Cabello, vice-presidebte da Venezuela, está sendo investigado por tráfico de drogas.

O governo argentino já foi pro por calote. A Petrobras está na mira.

E, agora, o castelo do futebol começa a desmoronar.

O Império perdeu a paciência