Arquivo da Categoria ‘Miscelânea’

O novo livro do Olivieri

sábado, 20 de junho de 2015

Novo livro do ANDERSON OLIVIERI: “2003: o ano do Cruzeiro – Diária da Tríplice Coroa”

RELEASE

Brilhante, irretocável, apoteótico, perfeito. São muitas as formas de definir o ano de 2003 na história do Cruzeiro Esporte Clube. Assim como são muitos os feitos reluzentes que ainda embalam o orgulho cruzeirense de ter visto Alex, Deivid, Aristizábal e cia. darem aula ao Brasil de futebol-arte. Afinal, quem não se lembra do gol de letra do camisa 10 no Maracanã, em plena final da Copa do Brasil? Ou do gol de Deivid, o da virada, no clássico contra o rival, pelo Mineiro? E da cavadinha do atacante colombiano no pênalti cobrado contra o Santos, naquele jogo que sentenciaram à época como “final antecipada do Brasileiro”? Ah, é claro que o cruzeirense se recorda…

Mas um ano perfeito, tríplice coroado, não se faz apenas de acontecimentos inesquecíveis e eternos como esses. Há, em cada um dos 365 dias, uma história a ser contada; um fato a ser revelado; uma proeza a ser propagada. E foi com a finalidade de esmiuçar 2003 em sua essência que Anderson Olivieri – autor também de “Anos 90: Um campeão chamado Cruzeiro” e “20 Jogos eternos do Cruzeiro” – escreveu este “2003: O ano do Cruzeiro”. Assim, passeando pelo dia a dia daquele ano azul que terminou com estrela amarela no peito, o leitor encontrará, nas 224 páginas desta obra, todos os detalhes que fizeram de 2003 o ano da Raposa.

A pré-temporada em Araxá; o amistoso humanitário em prol dos desabrigados pelas fortes chuvas de janeiro; os efeitos do início da guerra do Iraque na montagem do elenco; a viagem à paupérrima Caicó, no interior potiguar, para partida da Copa do Brasil; a presença de todos os funcionários da Toca da Raposa na delegação que foi ao Rio para a final contra o Flamengo… São várias as histórias de bastidores narradas com a mesma emoção dos grandes eventos, como as conquistas invictas do Mineiro e da Copa do Brasil e o triunfo retumbante no Brasileirão.

Não bastando a riqueza de conteúdo, a obra conta ainda com texto de orelha de Alex, a estrela-maior daquela constelação de time; prefácio de Mauro Beting, um dos mais renomados jornalistas esportivos do Brasil; e, na contracapa, declarações exclusivas de Tostão, Fernando Calazans, Cláudio Arreguy e Henrique Portugal, cruzeirense integrante da banda Skank. Enfim, “2003: O ano do Cruzeiro” é um livro imprescindível para quem quer conhecer literalmente o dia a dia do ano em que a imagem do Cruzeiro resplandeceu.

SERVIÇO

Lançamento: Brasília. Data: 22jun15, segunda-feira, 19h. Local: Restaurante Carpe Diem. Endereço: 104 Sul. Presença: Roberto Gaúcho.

Os 5 dias que abalaram o futebol mineiro

segunda-feira, 8 de junho de 2015

LUXEMBURGO chegou, discursou e venceu as frangas.

Parte da torcida já pede sua canonização. Pelos seguintes milagres:

  1. Injetou sangue nos olhos dos jogadores.
  2. Acabou com o buraco entre volantes e meias.
  3. Acabou com o buraco entre volantes e beques.
  4. Ensinou Fábio a se posicionar corretamente.
  5. Tirou Arrascaeta do time.
  6. Deu treino secreto.
  7. Garimpou o talentoso Allano na base.
  8. Descobriu os pontos falhos da Cocota.
  9. Aposentou Valdir e Benecy.
  10. Tirou GPT da letargia
  11. Abriu os portões do campo do América pra torcida celeste.
  12. Deu entrevistas prenhes de sabedoria.
  13. Deu credibilidade ao Jaeci.
  14. Revogou a proibição de vencer as frangas no Horto.
  15. Provocou orgasmos múltiplos nos torcedores mais carentes.

Isto tudo em apenas 5 dias!

Nem Lair Ribeiro é fão toda assim!

Caça à onça

quinta-feira, 4 de junho de 2015
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ONÇA

AS CAÇADAS DE PEDRINHO começa no Capoeirão dos Taquaraçus, quando o Marquês de Rabicó escuta um miado que mais parece rugido. Só podia ser onça pintada. E das grandes! Apesar do medo, a turma do Sítio do Picapau Amarelo cria coragem e, comandada por Pedrinho, a tropa composta por ele, Emília, Narizinho, Marquês de Rabicó e o Visconde, partem pra caçada. A notícia se espalha e a bicharada pressente que, depois da onça, será a vez dos demais. Convoca-se uma assembleia e fica decidido: o Sitio terá que ser atacado. No meio da confusão, aparece outro animal, um rinoceronte que escapou de um circo no Rio de Janeiro, e vai parar justamente no sítio de Dona Benta, onde recebe o nome de Quindim. O livro tem causado polêmica, devido às caçadas de animais silvestres, o que atualmente é proibido. Tentaram até tirá-lo de bibliotecas e livrarias. Besteira. Quando foi publicado, caçar bichos não era crime. Além disto, fica a lição da revolta dos bichos, que pode levar os jovens leitores a refletirem sobre o tema. O livro, de 1933, é ampliação do conto Caçada à Onça, que Monteiro Lobato publicou em 1924. Na nova versão, logo depois do conto original, vem Caçada ao Rinoceronte. Apesar das caçadas serem do esperto e corajoso Pedrinho, quem mais se destaca é a boneca Emília, chave da ação. Ela cria situações inesperadas. Negocia rinoceronte, tem solução pra tudo e é destemida. O caro leitor deve conferir. É leitura rápida e gostosa. E quem se aventura pelo Sitio do Picapau Amarelo uma vez, volta sempre, eu garanto.

O Império perdeu a paciência

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Manchetes do site da VEJA sobre as prisões de cartolas do futebol mundial:

  • Ex-presidente da CBF e outros dirigentes da Fifa são detidos na Suíça por corrupção
  • José Maria Marin foi preso em operação conduzida a pedido dos EUA; cartolas são acusados de envolvimento em subornos
  • Romário comemora a prisão de Marin: ‘Ladrão tem de ir para a cadeia’
  • Romário já articula no Senado criação da CPI da CBF
  • Fifa nega envolvimento de seu presidente e mantém eleição
  • J. Hawilla admite culpa no esquema e aceita devolver US$151 mi
  • Del Nero defende Marin e culpa gestão de Ricardo Teixeira
  • ‘Dia triste’, diz rival de Blatter
  • CBF diz que apoia investigações
  • Luís Figo: ‘A Fifa não é transparente’
  • Hawilla está de tornozeleira
  • Cartolas presos podem pegar até 20 anos de cadeia
  • Copa de 2014, no Brasil, também é alvo de investigação dos EUA. De acordo com a procuradora-geral Loretta E. Lynch, americanos estão “determinados a acabar com a corrupção no mundo do futebol”

A Justiça americana resolveu botar ordem no mundo.

O chavista Diosdado Cabello, vice-presidebte da Venezuela, está sendo investigado por tráfico de drogas.

O governo argentino já foi pro por calote. A Petrobras está na mira.

E, agora, o castelo do futebol começa a desmoronar.

O Império perdeu a paciência

O passado te condena

terça-feira, 26 de maio de 2015
Tem quem sinta saudades. Eu não.

Conte um conto

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Escreva sobre o que te der na telha. Mas nada que a assuste.

Cerveja: a partir de agora, nem dentro, nem fora!

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Quem ainda reclama de não poder tomar cerveja dentro do Mineirão, agora não vai poder tomar fora também.

Confiram esta condensação de matéria do HOJE EM DIA, desta quinta, 30abr15:

Em maio, tributos federais sobre refrigerantes, cervejas, energéticos e isotônicos aumentarão 10% em média. O Diário Oficial da União publicou nesta quinta (30) decreto que regulamenta o novo modelo de tributação pro setor. Até agora, o IPI, PIS e a Cofins eram cobrados com base num sistema que cruzava uma tabela fixa de preços, o volume e a embalagem da bebida. Além de ter a complexidade criticada pelos fabricantes, o sistema exigia que a Receita Federal atualizasse periodicamente a tabela de preços que servia de base pras alíquotas. Com o novo modelo as alíquotas serão fixas, e incidirão sobre o preço do produto. As bebidas frias pagarão 2,32% de PIS e 10,68% de Cofins na fabricação e na importação. As vendas no varejo pagarão 1,86% de PIS e 8,54% de Cofins. Cobrado na produção, o IPI corresponderá a 6% pra cervejas e a 4% pras demais bebidas frias. O decreto publicado hoje estabeleceu os conceitos de cerveja especial e chope especial, que pagarão menos IPI e PIS/Cofins. Comerciantes em início de atividade também serão beneficiados com desconto nas alíquotas. A expectativa é de que a mudança gere receitas extras de R$868 milhões em 2015, R$2,05 bilhões em 2016, R$2,31 bilhões em 2017 e R$3,26 bilhões em 2018.

A propósito, afluente leitor, vc sabe quanto te custa um jogo de futebol?

Incluí nos cálculos: ingresso, gasolina, estacionamento, cerveja e tropeiro.

Paraná para oportunistas

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Querem discutir o Paraná, o estado, não craque? Vamos lá!

Eu apoio as medidas do governador Beto Richa. Ponto.

As finanças do estado estão mal. Como, de resto, a de todos os demais estados, devido ao crescimento zero do país.

O estado vive dos impostos que arrecada e, nesta altura do campeonato, está arrecadando com a redução da atividade econômica.

O que não rediz, ao contrário, sempre aumenta são a população e suas demandas.

Num quadro assim, o governo tem de fazer escolhas, quase sempre desagradáveis pra ele e pro povo.

Ao contrário de outros políticos enroladores, o governador Beto Richa adotou medidas duras pra enfrentar a crise, ao invés de posar em academia malhando como faz o maior responsável pela quebradeira geral.

O governador cortou subsídios do transporte coletivo de Curitiba.

Aumentou o IPVA, que era o menor do país, pra 3,5%.

Aumentou o ICMS, que era de 12%, pra 18%, como sempre foi em todos os estados.

E passou os aposentados acima de 73 anos, da folha do estado pro fundo de pensão dos novos servidores, que está superavitário.

Qual foi a medida errada? Seria melhor, petisticamente, passar a culpa pro governo federal do que tomar medidas de emergência?

Qual foi a resposta do PT, por sua interposta agente, a CUT? Decretou greve e partiu pro vandalismo.

Em janeiro, militantes dessa central sindical invadiram a Assembleia Legislativa pra impedir a votação da medida que transfere aposentados pro fundo de pensão.

Agora, os militantes da CUT tentaram repetir a dose, mas o governo obteve, judicialmente, o direito e proteger o prédio da Assembleia. O que só pode ser feito pela força, considerando-se a agressividade dos sindicalistas.

O que fizeram esses militantes, nesta quarta-feira? Tentaram passar por cima da força policial. E apanharam. Como acontece em qualquer lugar do mundo quando autoritários se autonomeiam representantes do povo e desafiam a ordem democrática.

Estou com o governador Beto Richa, embora saiba que aumento de impostos é solução paliativa, emergencial, não dá conta de recolocar a economia nos eixos e, com ela, as contas públicas.

Mais adiante, será necessário reduzir o tamanho do estado. Sem isto, não existe solução mágica. Como tem provado a política econômica e administrativa do inepto governo federal.

Terceirização, a pauta do momento

sábado, 25 de abril de 2015

O PT, pela boca de Felipe Milanez, da Carta Capital diz, com base em relatórios e pareceres da PGR, da CUT, do DIEESE, de juízes do TST e das opiniões do auditor fiscal Renato Bignami e o do procurador do trabalho Rafael Gomes:

  1. Salários e benefícios devem ser cortados O salário de trabalhadores terceirizados é 24% menor do que o dos  empregados formais, segundo o Dieese. No setor bancário, a diferença é ainda maior: eles ganham em média um terço do salário dos contratados. Segundo o Sindicato dos Bancários de SP, eles não têm participação nos lucros, auxílio-creche e jornada de 30 horas.
  2. O número de empregos pode cair. Terceirizados trabalham, em média, 3 horas a mais por semana do que contratados diretamente. Com mais gente fazendo jornadas maiores, deve cair o número de vagas em todos os setores. Se o processo fosse inverso e os terceirizados passassem a trabalhar o mesmo número de horas que os contratados, seriam criadas 882.959 novas vagas, segundo o Dieese.
  3. Risco de acidente deve aumentar. Os terceirizados são os empregados que mais sofrem acidentes. Na Petrobras, mais de 80% dos mortos em serviço entre 1995 e 2013 eram subcontratados. A segurança é prejudicada porque companhias de menor porte não têm as mesmas condições tecnológicas e econômicas. Além disso, elas recebem menos cobrança pra manter um padrão equivalente ao seu porte.
  4. O preconceito no trabalho pode crescer. A maior ocorrência de denúncias de discriminação está em setores onde há mais terceirizados, como os de limpeza e vigilância, segundo relatório da CUT. Com refeitórios, vestiários e uniformes que os diferenciam, incentiva-se a percepção discriminatória de que são trabalhadores de “segunda classe”.
  5. Negociação com patrão ficará mais difícil. Terceirizados que trabalham num mesmo local têm patrões diferentes e são representados por sindicatos de setores distintos. Essa divisão afeta a capacidade de eles pressionarem por benefícios. Isolados, terão mais dificuldades de negociar de forma conjunta ou de fazer ações, como greves.
  6. Casos de trabalho escravo podem se multiplicar. A mão de obra terceirizada é usada pra tentar fugir das responsabilidades trabalhistas. Entre 2010 e 2014, cerca de 90% dos trabalhadores resgatados nos dez maiores flagrantes de trabalho escravo contemporâneo eram terceirizados, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Casos como esses já acontecem nos setores de mineração, confecções e manutenção elétrica.
  7. Maus empregadores sairão impunes. Com a nova lei, ficará mais difícil responsabilizar empregadores que desrespeitam os direitos trabalhistas, porque a relação entre a empresa principal e o funcionário terceirizado fica mais distante e difícil de ser comprovada. Em dezembro de 2014, o TST tinha 15.082 processos sobre terceirização na fila pra serem julgados, e a perspectiva dos juízes é de que esse número aumente, porque é mais difícil provar a responsabilidade dos empregadores sobre lesões a terceirizados.
  8. Haverá mais facilidades pra corrupção. Casos de corrupção como o do bicheiro Carlos Cachoeira e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda envolviam a terceirização de serviços públicos. Em diversos casos menores, contratos fraudulentos de terceirização também foram usados pra desviar dinheiro do Estado. Para o procurador do trabalho Rafael Gomes, a nova lei libera a corrupção nas terceirizações do setor público. A saúde e a educação públicas perdem dinheiro com isso.
  9. Estado terá menos arrecadação e mais gastos. Empresas menores pagam menos impostos. Como o trabalho terceirizado transfere funcionários paa empresas menores, isso diminuiria a arrecadação do Estado. Ao mesmo tempo, a ampliação da terceirização deve provocar uma sobrecarga adicional ao SUS e ao INSS. Segundo juízes do TST,  porque os trabalhadores terceirizados são vítimas de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais com mais frequência, o que gera gastos ao setor público.

INÊS GODINHO, do Diário do Comércio, retruca:

  • Empresas contratantes, geralmente com maior porte e recursos, terão mais segurança pra terceirizar. Hoje, muitas deixam de investir e ampliar os negócios (portanto, de criar novos postos de trabalho) pelo temor de sofrerem processos trabalhistas por parte dos funcionários da terceirizada. Isto vem ocorrendo mesmo com parcerias de grandes empresas, como a da Telefonica com a empresa de call Center Atento.
  • Tercerização atende às práticas modernas de produção, caracterizadas pelas exigências de especialização, flexibilidade de prazo, arranjos empresariais e mobilidade que não cabem dentro da atual legislação trabalhista.
  • Pela legislação atual é inviável a formação das longas cadeias produtivas que hoje formam os modernos mercados. Uma montadora, por exemplo, teria que ter dentro dos seus quadros as centenas de especializações necessárias para produzir um automóvel. Ou uma construtora precisaria manter milhares de trabalhadores especializados dentro do canteiro de obras, mesmo que permaneçam ociosos a maior parte da execução do projeto.
  • Terceirização estimula a criação de novas empresas pra atender a necessidade crescente de especialidades. Por outro lado, o cumprimento ao pé da letra da legislação atual funcionaria como um desestímulo ao empreendedorismo e seria impensável em um mercado como o de TI.
  • A Lei da Terceirização obriga as empresas contratantes a fiscalizarem as empresas prestadoras de serviço. Assim, os empregados da empresa contratada terão assegurados direitos e garantias estabelecidos na legislação trabalhista, como horas extras, 13º salário e férias, e as determinadas em acordos e convenções coletivas de suas respectivas categorias profissionais.
  • A Lei da Terceirização iguala as condições das empresas do Brasil às dos países desenvolvidos, nos quais a terceirização se tornou prática corrente. As incertezas trazidas pelo alto risco de processos trabalhistas reduzem as vantagens possibilitadas pela terceirização em termos de qualidade, eficiência, produtividade e competitividade.
  • Além da criação de empregos, a divisão de tarefas que a terceirização permite é fundamental para a formação de preços de produtos e serviços, e portanto, do melhor custo para o cliente final.
  • A nova lei melhora a reputação das empresas que atuam como terceirizadas, que ainda sofrem em razão do preconceito contra esta modalidade de trabalho. A nova legislação delimita claramente as empresas com boas práticas das que atuam à margem da lei.
  • Entre os mecanismos previstos pra evitar calotes está o de a empresa contratada ter capital social integralizado proporcional ao número de empregados e a previsão de um fundo em cada contrato pra garantir o pagamento dos direitos dos empregados.
  • Assegura ao governo o cumprimento claro das obrigações fiscais por parte das empresas que optam por este modelo produtivo. Com esta definição, fica esclarecido o outro grande ponto de conflito sobre a terceirização. Além da polêmica sobre os direitos trabalhistas, também os órgãos governamentais se tornaram fonte de incerteza para os negócios pelos questionamentos que levantam sobre o pagamento de impostos nos processos de terceirização.

CONCLUINDO:

É pra frente que se anda. Se continuarmos parados, não só as empresas, mas também os trabalhadores terão, em breve que sair do Brasil pra ter oportunidade de crescimento.

A legislação brasileira, baseada na Carta del Lavoro, de Benito Mussolini, já fez água há muito tempo. É do começo do século passado. Hoje, perdem empresas e trabalhadores. E a terceirização, que de fato existe, fica na sombra. Com prejuízos pros trabalhadores.

O PT não defende os trabalhadores, defende a seus quadros sindicais, que se locupletam com taxas pagas, obrigatoriamente por trabalhadores, hoje em dia. Um país pouco competitivo interessa ao trabalhador? Onde os jovens vão trabalhar se todo mundo cresce, menos o Brasil?

A ilusão do crescimento na Era Lulla já foi pro brejo. Estava ancorada nas exportações de minério e grãos pra China e nem um pouco pelo crescimento da produtividade e da competitividade brasileiras. Agora, que a economia chinesa começa a desacelerar-se e o minério da Austrália está mais barato que o brasileiro, o Brasil estanca. Não consegue crescer pelos entraves que sua arcaica legislação impõetornando custoso quel quer empreendimento.

O PT é extraordianariamente reacionário. Não é à toa, que cultua modelos falidos como os de Cuba, Venezuela, Coréia do Norte e outras joças. E todo mundo perde com suas políticas. Um partido formado por trotskystas, sindicalistas, padres de passeata, funcionários públicos e parasitas não pode tirar o Brasil do atoleiro. E, do jeito que a coisa vai, com a estagnação econômica, daqui a pouco, nem dinheiro pro Bolsa Família haverá.

Trupico do Lalá e outros blocos

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Blocos. Bons tempos dos blocos das gatinhas, dos blocos de sujos, dos blocos caricatos.

Hoje, a brincadeira é pouca, o embalo é grande e a viadagem infinita.

De bom, os nomes bem bolados:

  • Chama o Síndico, Baianas Ozadas, Simpatia é Quase Amor, Aloprado, Perereca Assanhada, Trema na Linguiça, Suvaco do Cristo, Pescoção, Sargento Pimenta, Mocidade Dependente de Deus, Padecendo na Folia, Perna de Cobra, Siri na Lata, Pula Catraca, Ordináááários, Trupico do Lalá.

Trupico do Lalá, que está nas ruas de Goval, hoje, sob a batuta do Mestre Arreguy.