Arquivo da Categoria ‘Mineiro’

Futebol pra todos

quinta-feira, 12 de abril de 2018

MORRINHÃO pode esperar, afinal, serão seis meses de chatices nas mídas e nos estádios.. Por ora, eu quero é esticar as comemorações dos estaduais. Que renderam boas histórias.

  • CRUZEIRO remontou um placar negativo de 0-3 pra campeonar pela 39ª vez.
  • NÁUTICO, após ser rebaixado pra Série C, depois de  anos de fila, campeou, com recorde de público de jogos entre clubes na Arena Pernambuco. Com ajuda do Central, que arrastou 5 mil d=torcedores de Caruaru a São Lourenço da Mata.
  • BOTAFOGO, com um elenco de forma, campeou milagrosamente no Rio. Marcou gol aos 95, saiu atrás nos pênaltis e foi buscar seu 22º caneco, na marra.
  • GRÊMIO foi buscar seu 38º caneco, depois de passar várias rodadas na zona de rebaixamento.
  • BAHIA correu atrás do Vitória desde a primeira rodada e só ultrapassou o rival no pleiofe final. E levantou a taça fora de casa, pra maior deleite de sua torcida.
  • CSA perdeu na ida por 1×0 e remontou com um 2×0 heroico na volta.
  • CORINTHIANS perdeu os três jogos de ida dos pleiofes e venceu os três de volta. E ainda pode curtir a ira espumante do rival, que não aceitou a derrota final.
  • REMO venceu duas vezes o Papão. Com Givanildo Oliveira retomando a pole position dos técnicos campeões de estaduais.

Figueira, Paranaense, Serra, BotaBelo, Abc, Ceará, Moto, Cuiabá, Sobradinho, Rio Branco, Operário também têm suas boas histórias pra contar.

Finalmente, um registro necessário: estádios lotados em todos os quadrantes do País. Com festa, muita festa!

Falta só o caro leitor contar como foi a sua própria festa e a festa em sua cidade. Vamulá!

Dedé e Leo, a muralha

terça-feira, 10 de abril de 2018

ATUAÇÕES dos protagonistas do CRUZEIRO 2×0 ATLÉTICO-MG, neste 08abr18dom16h, no Mineirão, Belo Horizonte, jogo de volta das finais do Mineiro 2018:

TORCIDA CELESTE acreditou que o título antecipado do rival citadino tinha sido apenas um primeiro de abril, compareceu em bom número, apoiou o time o tempo todo e fez uma festa enorme no final (nas cadeiras, na esplanada, na Praça sete e nas ruas e avenidas da cidade). A turma que vaticinou o título emplumado recolheu-se em silêncio obsequioso.

FÁBIO foi premiado com uma tarde de sossego, depois de tantas defesas espetaculares durante o campeonato. Assistiu a conquista de sua área, envolvendo-se apenas quando foi preciso dar instruções aos companheiros de defesa.

EDÍLSON entrou sem as melhores condições físicas, serviu pro primeiro gol, anulou Otero, foi agredido pelo venezuelano, levou amarelo e saiu no intervalo, com o dever cumprido.

EZEQUIEL entrou na metade da etapa final pra defender e foi só o que fez.

DEDÉ, impecável no jogo aéreo e nas rebatidas, deu vários sustos na torcida, quando tentava sair jogando. Foi um gigante na parte anímica, o que é fundamental e decisões. Quanto às falhas técnicas, estas não ficarão na memória do torcedor, que tem uma inquestionável empatia com ele.

LEO, o melhor beque do campeonato, foi preciso na marcação. Um destroyer afundando as jangadas alvinegras. Os jornalistas o deixaram de fora da seleção do campeonato, o que diz muito sobre a má qualidade do trabalho que a imprensa mineira tem feito.

EGÍDIO, firme na defesa, anulando Luan, e disponível pra atacar. O primeiro gol começou com uma investida sua seguida de cruzamento da esquerda.

HENRIQUE mostrou a seus críticos o valor de um líder, de um histórico, de uma referência na hora de decidir. Começou na volância, virou lateral pra equipe ter ua meia ofensivo a mais e voltou pra volância, quando era preciso garantir o placar. Tudo isto, sem cometer erros, nem distribuir as voadoras, tão ao gosto dos torcedores arcaicos.

CABRAL tem fama de trocar de roupa, conforme o jogo: terno nas vitórias, macacão sujo de graxa nas derrotas. Seu futebol varia conforme o nível de desespero de seus críticos, mas a verdade é que ele capricha nos passes e sabe se colocar no caminho da bola. Por isto, parece que é tudo muito fácil e que ele não se esforça tanto. Nesta decisão, quem teve olhos pra ver viu o fino da bola que ele joga.

ROBINHO não entrou pilhado, como seria de se esperar. Optou por se colocar à disposição pra criar e facilitar as jogadas ofensivas. E foi assim que fez o serviço pro gol do título.

NEVES fez o gol do título. É o bastante numa decisão. Mas deu trabalho, não precisando de jogar de falso nove e ficando a alguns metros da área pra criar jogadas.

ARRASCAETA preocupou-se em reter e tocar a bola, sem pressa, reduzindo o ritmo do jogo. Tudo dentro da cartilha de segurança do técnico.

SOBIS fez o que está no manual de instruções do falso nove: movimentou-se pra abrir espaços, marcou a saída de bola, embora sem muita convicção, e deu alternativa de passes pra quem estava coma bola. Só não incomodou o goleiro adversário, o que ficou por conta dos meiatacantes. MANCUELLO entrou na etapa final pra dar mais volume de jogo ao time. Depois do segundo gol, com a prioridade passando a ser a posse de bola e a marcação, teve que se adaptar a um jogo mais defensivo e não fez feio.

RAFINHA entrou na parte final do jogo, pra fazer o que não fizera no jogo de ida: ajudar o meiocampo a cortar as rotas das frangas. E cumpriu a obrigação, recompondo com dedicação. No ataque, nada produziu, pois o time estava mais interessado em segurar a bola do que em buscar o terceiro gol.

MANO escalou um time pra amedrontar o adversário, com Arrascaeta, artilheiro de clássicos, e Edílson, chutador de escol. Fez os gols necessários pra conquistar o título, mexeu pra segurar o adversário, manteve a partida sob controle e comemorou como um calouro no fim da partida. Com razão, pois um longo e bem-sucedido trabalho ameaçava ruir pela falta de tirocínio do torcedor mais inexperiente do planeta, o cruzeirense, que passou a semana irado por conta de dois resultados inesperados.

CRUZEIRO controlou a partida e construiu o resultado sem pressa. Tão sem pressa, que deixou a torcida apreensiva, com medo de levar um gol casual, que colocasse tudo a perder. Afinal, pra quem estava fora da cancha, nada mais natural do que se aproveitar do fato de estar com um jogador a mais em três quartos da partida. Mas o time preferiu impedir o adversário de jogar do que ele mesmo jogar dm busca de um placar mais folgado. Deu certo.

ATLÉTICO-MG ficou desnorteado com o gol tomado cedo demais e apelou feio, perdendo seu melhor jogador, expulso na metade da etapa inicial. A partir de então, cuidou de segurar a pequena vantagem e incomodou pouco a defesa celeste. Na etapa final, quando tomou o segundo gol, foi ao ataque, mas aí faltou inspiração e técnica pra mudar o destino do campeonato. Seu destaque foi o volante Adílson, um jogador de força, o que mostra a pouca qualidade de seu futebol na hora de decidir.

ÁRBITROS tiveram excelente atuação, controlando um jogo catimbado, com jogadores emplumados muito nervosos. Marcações precisas, expulsões e cartões bem aplicados. O chororô da Itatiaia, do presidente do técnico das frangas foi o de praxe nas circunstâncias. Sem fundamento.

MelhorDoJogo => DEDÉ [[[34]]] Itatiaia,  Arreguy, Ivana, Ianni, Marcoalex, Silvercan, Palmeira, Soares, Chiabi, Gil, Luizito, Maury, Drumond, Claudio, Morato, França, Rocha, Carvalho, Soalheiro, Vanda, Dinho, Olivieri, Aguiar, Andreluiz, Zullobas, Klauss, Andrade, Walfrido, França, Souza, Rosan, Julim, Raé, Nanayoski, Maura —– LEO [[[19]]] Maurício, Wallace, Vasconcelos, Galvão, Rossi, Seteagoas, Viana, Jottar, Veloso, Romarol, Burian, Braga, Luizanton, Wallace, Moema, Síndico, Patricia, Dudu, Pedro —– ARRASCAETA [[[10]]] Uol, Renato, Fivestars, Walterson, Dias, Barreto, Gesoco, Ivana, Chaves, Anchieta —– HENRIQUE [[[4]]] Velame, Dourado, Romarol, Barnabé —– EDÍLSON [[[3]]] Wagner, Schrier, Diogo —– MANO [[[5]]] Celeste, Paulo, King, Estevão, Moniquete, Magalhães, Monica —– ADÍLSON [[[1]]] Ccc.

A recaída da “rádia”

segunda-feira, 9 de abril de 2018

ITATIAIA teve recaída de sua velha doença emplumada. Depois do jogo, cortou a coletiva do técnico campeão pra dar voz ao chororô do presidente e do técnico derrotados.

E arranjou um comentarista de arbitragem, que se estivesse em campo teria expulsado meia dúzia de jogadores do campeão. Estava atacado o palpiteiro!

Depois, durante a viagem de volta do estádio, ouvindo a “rádia”, cheguei a ter dúvidas sobre quem havia sido campeão, tamanho o tempo dedicado a elogiar e a justificaras as aves abatidas pouco antes.

Cruzeiro 2×0 AtléticoMG: Quanto tá valendo, tá valendo!

domingo, 8 de abril de 2018

CRUZEIRO contra Franga, neste 08abr18dom16h, no Mineirão (62 mil), Belo Horizonte, jogo de vvolta da final do Mineiro 2018.

CLASSIFICAÇÃO: Cruzeiro foi o 1º na fase de classificação, com 29 pontos; Franga, a 3ª, com 22. Nas quartas, Cruzeiro passou pelo Patrocinense, Franga pelo Urt. Nas semifinais, Cruzeiro passou pelo Tupi, Franga pelo América.

RANKING da CBF: Cruzeiro é o 1º, com 15.288 pontos, Franga, a 5ª, com

CRUZEIRO: Fábio — Edílson, Dedé, Leo, Egídio — Henrique, Cabral — Robinho, Neves, Arrascaeta — Sobis. T: Mano Menezes.

BANCO: Rafael, Ezequiel, Manoel, Digão, Hermes, Lucas, Mancuello, Rafinha, Raniel, Sassá, Marques, David.

AUSENTES: Fred, Bruno, Romero, Murilo (lesionados).

ARBITRAGEM: Luiz Flávio de Oliveira, Marcelo Van Gasse, Miguel Ribeiro da Costa, (SP)

ATLÉTICO-MG: Victor — Patric, Leonardo Silva, Gabriel, Fábio Santos — Adilson, Elias — Luan, Cazares, Otero — Ricardo Oliveira. T: Thiago Larghi.

BANCO: Cleiton, Michael G, Xavier, Danilo L, Felipe, Bremer B, Arouca, Yago, Blanco V, Andrade M, Guedes, Erik A.

AUSENTES: Uilson, Clayton (lesionados); Maidana (doping), Carlos (preparação física).

TRANSMISSÃO: Globo pra MG, menos Juiz de Fora (com Rogério Correa, Bob Faria e Márcio Rezende Freitas), Premiere (com Jaime Júnior e Henrique Fernandes).

CRUZEIRO 2×0 ATLÉTICO-MG, 08abr18dom16h. TEMPO nublado, temperatura 24º, vento 11 Km/h, umidade 61%. LOCAL: Mineirão (61 mil), Belo Horizonte. MOTIVO: Jogo de volta das finals do Mineiro 2018. TRANSMISSÃO: Globo e Premiere. PÚBLICO: 44.253 pagantes, 49.906 presentes, R$1.590.673, média R$36. ARBITRAGEM: Luiz Flávio Oliveira, Marcelo Carvalho Van Gasse, Miguel Caetano Ribeiro Costa (SP). AMARELOS: Edílson, Leo, Neves, Robinho, Egídio, Cabral, Ricardo, Patric, Erik. VERMELHOS: Otero, 21, Patric, 88. GOLS: Arrascaeta, 4, Neves, 52. CRUZEIRO: Fábio; Edílson (Mancuello, 46), Dedé, Leo, Egídio; Henrique, Cabral, Robinho (Rafinha, 67), Neves, Arrascaeta (Ezequiel, 75); Sobis. T: Mano Menezes. ATLÉTICO-MG: Victor; Patric, Leonardo, Gabriel, Santos; Elias (Guedes, 78), Adilson;  Otero, Cazares, Luan (Blanco, 58) Cazares, Otero; Ricardo Oliveira (Erik, 58). T: Thiago Larghi.

HISTÓRICO: 465 jogos. O Cruzeiro venceu 159, empatou 125 e perdeu 181, com 599 gols a favor e 653 contra. Pelo Brasileiro. foram 64 jogos. O Cruzeiro venceu 22, empatou 20, perdeu 22, marcou 89 gols, sofreu 83. Os dois clubes já se enfrentaram em 23 decisões do Mineiro. O Cruzeiro venceu 12 (40, 67, 72, 77, 87, 90, 98, 04, 08, 09, 11, 14, 18), perdeu 9 (31, 54, 62, 76, 85, 00, 07, 13, 17) e empatou uma (56). Na  Copa dos Campeões Mineiros 1999, a vitória foi do Cruzeiro. Em fases preliminares, o Cruzeiro foi eliminado pelo rival nas quartas do Brasileiro de 1999 e o eliminou nas semifinais da SulMinas de 2001 e 2002, do Mineiro de 2005 e 2006 e da Copa Montevidéu 2009 e foi eliminado nas semifinais do Mineiro 2015. Na Copa do Brasil, o Cruzeiro perdeu a final de 2014. Foram 238 clássicos no Mineirão. O Cruzeiro venceu 86, empatou 76, perdeu 75, marcou 278 gols, sofreu 255. Pelo Mineiro, foram 270 jogos, com 92 vitórias do Cruzeiro, 69 empates, 109 derrotas, 293 gols a favor, 341 contra. Pela Primaliga, 1 jogo, 1 vitória do Cruzeiro que fez 1 gol e não sofreu nenhum.

Dedé de nada adiantaria

terça-feira, 3 de abril de 2018

O festival de asneiras dos torcedores celestes, depois do RapoCota deste domingo, foi de matar de vergonha. Ou de riso, como queiram.

Destaco uma parte da comédia, a que dá conta de que Dedé, por ser bom nas bolas aéreas, evitaria os três gols nas tais “bolas alçadas sobre a área”. 

Pra fazer isto, ele teria que pular no pé do Ricardo no primeiro gol, na cintura do Adílson, no segundo, ou a três metros de altura no terceiro. Com opção de se abaixar pra encontrar a bola como fez o centroavante das frangas (depois de empurrar o Egídio), posto que a redonda subiu pra carvalho e, subitamente, descaiu.

Dedé, com seus um metro e noventa e tantos de altura, teria sido inútil nos três lances. Simplesmente não eram bolas pra se disputar pelo alto. 

Ao natural, o torcedor é burro pra cacete. Mas consegue ficar pior, quando movido pela emoção. Ele se imagina um entendido universal nas funções do jogo: especialista em goleiragem, becagem, volantagem e por aí vai. E é com essa confiança no taco, que o tresloucado ataca o teclado pra fazer comédia. De muito mau gosto, diga-se.

Agora, me antecipando, como um beque de alta categoria, vou corrigir antecipadamente os péssimos exegetas de posts. Prestem atenção: eu não disse que o Dedé é ruim de bola. Foi isto que vc entendeu, eu sei, mas não foi isto que eu disse. Combinado? 

Neves: “Erramos, mas ainda tem mais um jogo”

segunda-feira, 2 de abril de 2018

PITACOS acerca do FRANGA 3×1 CRUZEIRO, neste 01abr19dom16h, no Independência (23 mil), Belo Horizonte, jogo de ida da final do Mineiro 2018:

MANO MENZES: “O Cruzeiro teve um pouco de falta de atitude em momento importante do jogo. É preciso se impor no momento da dificuldade. Dois ou três pediram calma. Aceitamos demais a situação. O adversários nos venceu com méritos. Quando a gente perde da maneira que perdemos, a primeira coisa é saber reconhecer isso. O jogo vinha parelho até a parada técnica. O adversário voltou da parada técnica e nós ficamos. Tomamos três gols em 8 minutos. Tomamos os gols da maneira que sabíamos que poderíamos tomar. Faltas desnecessárias, descuidamos da marcação. Não adianta a gente individualizar pra um jogador. Não é correto. Sou o responsável pela equipe e o responsável pelos três gols de bola parada. No coletivo, o time deixou espaços importantes. Vamos ter que corrigir. Nosso pior momento foi quando tomamos o primeiro gol e o adversário controlou as ações. Corremos pra todos os lados tentando resolver o jogo e isso custou caro. Tomamos o segundo e o terceiro. Podemos conversar sobre as falhas, mas sempre depende da atitude dos jogadores”.

THIAGO NEVES: Três bolas paradas. Na final não pode errar. Erramos, mas ainda tem mais um jogo.

GLOGO ESPORTE: O Cruzeiro voltou pra segunda etapa com muito ímpeto, correndo pra diminuir o prejuízo. O gol celeste saiu aos 82, com Arrascaeta, após bom passe de Neves. A vantagemm atleticana ainda é grande, mas o gol cruzeirense amenizou um pouco a situação.

MATHEUS PENIDO: Escanteios e faltas pras frangas, meio gol. Escanteios e faltas pro Cruzeiro, Robinho ou Neves colocavam na cabeça do primeiro zagueiro ou nas mãos do goleiro. O resumo do jogo foi só esse. Qualquer comentário fora disso é apenas perfumaria.

RAÉ: Não adianta mimimi, jogo decisivo é para cobras e o Cruzeiro tem poucos que sabem ser. Tá cheio de jogador insonso. O Atlético parece o tempo todo que queria mais vencer, jogam com sangue no olho o tempo todo. Aqui essa pasmaceira de murilo, leo, egidio, robinho, henrique, rafinha, raniel. Time frouxo e sem sangue. Não bato palmas pra frouxos.

TALENTIM: Mano nunca ganhou jogo decisivo. Na melhor das hipóteses o Cruzeiro vencerá por vantagem mínima no próximo jogo da final. Na melhor das hipóteses… Rural já era. Mudo de nome, se o Cruzeiro for campeão.

LUIZITO: Três a zero, hurra!!! Rogério Corrêa repetindo o ídolo Ronaldinho Gaúcho: “quando tá valendo, tá valendo!”. Devemos linchar ou trocar de técnico??? Fora, desperdiçador de elenco! 

JOTA JOTA: Três gols de bola parada, hahaha hahahaha hahahaha!!!

SÍNDICO: Chavões e clichês aos milhões nas redes sociais, depois do jogo. É a falta de imaginação no poder!

IVAN MONTEIRO: Estou pasmo!!! Jogo atípico. Mas vou dizer: Cruzeiro será campeão!!! Arrascaeta nos salvou!

Fábio e Arrascaeta mantiveram a chama acesa

segunda-feira, 2 de abril de 2018

ATUAÇÕES  dos protagonistas do FRANGA 3×1 CRUZEIRO, neste 01abr19dom16h, no Independência (23 mil), Belo Horizonte, jogo de ida da final do Mineiro 2018:

TORCIDA CELESTE começou a partida fazendo muita festa, mas foi derrubada nos oito minutos fatais do fim da etapa inicial. Murchou, não soltou um pio sequer até o gol de Arrascaeta, quando vibrou por dever de ofício. Nas redes, muita gente comemora. Os seca-pimenteiras, os que dedicam suas vidas à perseguição de alguns jogadores do Cruzeiro, os covardes, que se borram no primeiro percalço, e as frangas enrustidas fizeram tremendo carnaval.

FÁBIO não teve culpa nos três gols e evitou outros tantos.

ROMERO fez sua pior partida coma camisa celeste. Na defesa, levou baile de Otero, obrigou Leo a acumular as funções de beque e lateral. No ataque, não deu nenhuma contribuição. Sua única jogada digna de registro foi um pontapé num gandulo impertinente no fim do jogo.

LEO foi o melhor da defesa, jogando na dele e salvando a pele de Romero, que estava zonzo à sua direita.

MURILO foi um dos crucificados pelos torcedores irados (e burros). Fez o que era possível contra um adversário inspirado no ataque.

EGÍDIO foi empurrado no lance do terceiro gol. Fez o seu jogo normal, com apoio constante. Na defesa, ganhou e perdeu disputas com Luan e Patric. Pra quem o persegue, esteve mal. Opinião de sempre, conversa batida, papo de aranha.

HENRIQUE foi o único a tentar dar proteção à bequeira e a jogar com lucidez. Não teve como apoiar o ataque. Mas como tem fã clube invertido, seis detratores reclamam de ele não ter dado carrinhos, pescoções, agarres, nem feito lançamentos em profundidades. Tem disso no futebol, um jogo com analistas de galinheiro falando merda a torto e a direito.

CABRAL tentou jogar de forma racional, ocupando espaços e passando bem a bola. Mas sofreu com a inoperância dos meias, que nem defenderam, nem apareceram pro jogo.

MANCUELLO entrou mais cedo do que de costume e sem obrigações defensivas. Fez boas jogadas, articulando o jogo com objetividade. Nas circunstâncias, foi uma ótima decisão do Mano apostar em sua habilidade de criador de jogadas.

ROBINHO não foi solidário com os volantes, jogou pra frente o tempo todo e foi contido pela marcação emplumada.

NEVES deu um bom chute a gol, tentou algumas tabelas, mas foi colocado no bolso pelos adversários e não fez a diferença, como nas semifinais.

RAFINHA jogou mal como há tempos não se via. Não criou nada no ataque, ne ajudou na marcação. Deixou Egídio se virar sozinho na marcação e no apoio. Saiu tarde demais, pelo que vinha jogando.

ARRASCAETA jogou apenas um tempo e sem preocupação com a recomposição. Foi só atacante e, assim, acabou fazendo um gol, que dá alguma esperança ao time reverter a tendência no jogo de volta.

RANIEL fez uma péssima partida e demorou a ser substituído. Não foi centroavante, não foi falso nove, não foi armador e nem teve coragem de chutar a gol. Uma lástima.

SASSÁ entrou animadaço e partiu pra cima das frangas. Participou da jogada do gol e deu algum trabalho à defesa emplumada.

MANO manteve a escalação, o sistema de jogo e a estratégia, com a quais seu time vem fazendo bons jogos na temporada, mas viu tudo isto ser abatido por um franco-atirador. Mexeu bem e a tempo e se manteve vivo na competição, com o gol de um dos jogadores que colocou em campo.

CRUZEIRO tentou jogar seu futebol cadenciado, de troca de passes e troca de posições no ataque, mas foi desmontado pelo jogo veloz e incisivo das frangas. Tomou três gols irregulares, mas que também foram fruto da eficiência do rival num fundamento essencial, o chute. Enquanto cobrou faltas e escanteios com petelecos anêmicos, foi bombardeado por Otero, com chutes fortes e venenosos. Pra piorar, os meias não deram uma ajudinha sequer aos volantes e laterais. na etapa final, teve o mérito de não se entregar. Tentou manter seu estilo, mas com ele só conseguiu um gol.

ATLÉTICO-MG praticou seu futebol voluntarioso, com jogadas incisivas, seguidas faltas pra conter os ataques adversários e, sobretudo, com os chutes de um de seus dois ótimos chutadores (o outro nem precisou trabalhar muito). Deu sorte de a arbitragem relevar as irregularidades em seus gols e esteve a pique de fazer outros em jogadas limpas. Mereceu a vitória, com sobras.

ÁRBITROS deixaram passar irregularidades nos três gols das frangas. Lances de televisão e que podem ter passado despercebidos pra um trio de segunda linha. O juiz central se esmerou nos cuidados pra no dar cartões aos pendurados.

MelhorDoJogo => FÁBIO [[[16]]] Lamparina, Vilela, Danilo, Viana, Seixas, Militão, Wagner, Rezende, Rocha, Ccc, Dinho, Bastos, Sobrinho, Romarol, Carvalho, Síndico —– ARRASCAETA [[[14]]] Chaves, Dias, Chiabi, Jotapê, Barreto, Galvão, Bitencourt, Marcoalex, Milani, Gil, Monica, Anchieta, Patrícia, Dudu —– SASSÁ [[[4]]] Schrier, Morato, André, Walalce —– RANIEL [[[3]]] Macaco, Visacro, Gesoco —– LEO [[[2]]] Soeiro, Evans —– EGÍDIO [[[1]]] Barnabé —– MANO [[[1]]] Suárez —– RICARDO [[[1]]] Setelagoas —– OTERO [[[1]]] Geane —– LARGHI [[[1]]] Loçanny.

Satisfeitos com o juiz de fora, sabichões?

domingo, 1 de abril de 2018

Houve um piti generalizado, a partir das quartas de final. Participaram da palhaçada, Itair, Mano e os torcedores paranoicos, todos jurando que o Cruzeiro seria roubado por um juiz mineiro.

Exigiram o tal juiz de fora. A Federação trouxe. E o que aconteceu?Contra o Tupi, o juiz carioca e seus auxiliar número dois anularam gol legítimo de Neves.

Contra a Franga, o juiz paraense marcou falta inexistente de Egídio no lance que deu origem ao primeiro gol. Gabriel ajeitou de cabeça, pro segundo gol, marcado por Adílson, que estava em posição duvidosa. O bandeira, em cima da linha, não viu. No terceiro, Ricardo empurrou Murilo e o juiz também não viu. Foram três gols irregulares. Acontece.

Vão dizer que o juiz é ladrão. Não é. Ele apenas errou, como erram juízes de qualquer lugar do mundo. Algo que as antas jamais entenderão. Pouca gente percebe, mas o erro de arbitragem nasceu e morrerá agarradinho com o futebol.

Atlético-MG 3×1 Cruzeiro: Derrota pra um chutador

domingo, 1 de abril de 2018

CRUZEIRO contra Franga, neste 01abr18dom16h, no Independência (23 mil), Belo Horizonte, jogo de ida da final do Mineiro 2018.

CLASSIFICAÇÃO: Cruzeiro foi o 1º na fase de classificação, com 29 pontos; Franga, a 3ª, com 22. Nas quartas, Cruzeiro passou pelo Patrocinense, Franga pelo Urt. Nas semifinais, Cruzeiro passou pelo Tupi, Franga pelo América.

RANKING da CBF: Cruzeiro é o 1º, com 15.288 pontos, Franga, a 5ª, com 14.312.

CRUZEIRO: Fábio — Romero, Leo, Murilo, Egídio — Henrique, Cabral — Robinho, Neves, Rafinha — Raniel. T: Mano Menezes.

BANCO: Rafael, Ezequiel, Dedé, Manoel, Digão, Hermes, Lucas, Mancuello, Arrascaeta, Sassá, Sobis, Marques.

AUSENTES: Fred, Bruno Silva (lesionado), Edilson, David (preparação física).

PENDURADOS: Cabral, Henrique, Mancuello, Raniel, Edílson.

ARBITRAGEM: Dewson Fernando Freitas da Silva, Helcio Araujo Neves, José Ricardo Guimarães Coimbra (paraenses), Andrey da Silva e Silva, Djionaltan Costa Araújo (adicionais), Luís Diego Nascimento Lopes (4º A), Rogério Pereira da Costa (analista), Giuliano Bozzano (inspetor).

ATLÉTICO-MG: Victor — Patric, Leonardo Silva, Gabriel, Fábio Santos — Adilson, Elias — Luan, Cazares, Otero — Ricardo Oliveira. T: Thiago Larghi.

BANCO: Cleiton, Michael G, Xavier, Danilo L, Felipe, Bremer B, Arouca, Yago, Blanc V, Andrade M, Guedes, Erik A.

AUSENTES: Uilson, Clayton (lesionados); Maidana (doping), Carlos (preparação física).

PENDURADO: Patric, Leonardo, Gabriel, Santos, Erik, Xavier.

TRANSMISSÃO de AtléticoMG x Cruzeiro, meste domingo, às 16h: Globo pra MG (menos Juiz de Fora), com Rogério Correa, Bob Faria e Marcio Rezende Freitas) e Sportv (menos MG), Premiere e Premiere Internacional, com Júlio Oliveira e Henrique Fernandes.

ATLÉTICO-MG 3×1 CRUZEIRO, 01abr18dom16h.  TEMPO ensolarado, temperatura 27º, vento 8 Km/h, umidade 51%. LOCAL: Independência (23 mil), Belo Horizonte. MOTIVO: ida da final do Mineiro 2018. TRANSMISSÃO: Globo e Premiere. PÚBLICO: 21.215 presentes, 20.307 presentes, R$580.025, média R$29. ARBITRAGEM: Dewson Freitas, Hélcio Neves, José Ricardo Coimbra. AMARELOS: Sassá, Elias, Adilson, Ricardo Oliveira. GOLS: Ricardo, 36, Adílson, 41, Ricardo, 45,  Arrascaeta, 82. FRANGA: Victor, Patric, Leonardo, Gabriel, Santos; Adilson (Arouca), Elias (Yago); Luan (Andrade), Cazares, Otero; Ricardo. T: Larghi. CRUZEIRO: Fábio; Romero, Leo, Murilo, Egídio; Henrique, Cabral (Mancuello); Robinho, Neves, Rafinha (Arrascaeta); Raniel (Sassá). T: Mano Menezes.

HISTÓRICO: Foi o 464º RapoCota, segundo duvidosas estatísticas ditas oficiais. O Cruzeiro venceu 158, empatou 125 e perdeu 181, com 597 gols a favor e 653 contra. Pelo Brasileiro. foram 64 jogos. O Cruzeiro venceu 22, empatou 20, perdeu 22, marcou 89 gols, sofreu 83. Os dois clubes já se enfrentaram em 21 decisões do Mineiro. O Cruzeiro venceu 12 (40, 67, 72, 77, 87, 90, 98, 04, 08, 09, 11, 14), perdeu 9 (31, 54, 62, 76, 85, 00, 07, 13, 17) e empatou uma (56). Nas duas edições da Copa dos Campeões do Mineiro, a vitória foi do Cruzeiro. Em fases preliminares, o Cruzeiro foi eliminado pelo rival nas quartas-de-final do Brasileiro de 1999 e o eliminou nas semifinais da Copa SulMinas de 2001 e 2002, do Mineiro de 2005 e 2006 e da Copa Montevidéu 2009 e foi eliminado nas semifinais do Mineiro 2015. Na Copa do Brasil, o Cruzeiro perdeu uma final. Foram 235 clássicos no Mineirão. O Cruzeiro venceu 85, empatou 76, perdeu 75, marcou 276 gols, sofreu 255. Pelo Mineiro, foram 269 jogos, com 91 vitórias do Cruzeiro, 69 empates, 109 derrotas, 291 gols a favor, 341 contra. Pela Primaliga, 1 jogo, 1 vitória do Cruzeiro que fez 1 gol e não sofreu nenhum.

Ivan Monteiro: “Boa sorte ao artilheiro!˜

terça-feira, 27 de março de 2018

PITACOS acerca a do CRUZEIRO 2-1 TUPI, neste 25mar18dom11h, jogo de volta da semifinal do Mineiro 2018?

MANO MENEZES: Ainda não tínhamos tomado um susto no campeonato e é bom tomar um susto. Nosso 1º tempo não foi bom por culpa minha. Passei o  Henrique pra esquerda e coloquei o Bruno pela direita. O time ficou um pouco torto e tive que consertar no intervalo. Thiago está ganhando ritmo; os dois gols premiaram aquilo que ele vem vem fazendo. Quanto à lesão do Fred, são coisas do futebol. Precisamos estar preparados. É por isso que os técnicos valorizam tanto os elencos. Agora vamos esperar o resultado dos exames, porque este é o caminho natural

ROBINHO: A gente precisava ganhar, jogo difícil. Tupi nos surpreendeu. Jogo bom e a torcida merecia esta vitória, esta entrega… Cinquenta mil pessoas não é qualquer time que coloca num estádio, né? Principalmente aqui em Minas, né? Vocês sabem que é só o Cruzeiro que coloca cinquenta mil…

THIAGO NEVES: Poderia ter feito três gols hoje, mas o importante é a classificação. Todo mundo quando vem aqui dá trabalho, porque fica mais fechado. A gente começou o jogo mal e isso foi dando confiança ao Tupi. 

LUCAS ROMERO: O Cruzeiro fez um grande jogo, mas eu, em particular, estou um pouco chateado porque errei muito. Jogando de volante ou lateral, tenho que dar meu melhor.

RAFAEL MONTEIRO: Pode ser que não tenha sido nossa melhor partida, mas conquistamos o objetivo que era estar na final. 

WAGNER CPM: A torcida fez seu papel, encheu o estádio, mas se desanimou com o jogo ruim e o futebol protocolar do Cruzeiro.

JOTA JOTA: Mancuello só entra quando o jogo já acabou, Mano tá de brincadeira!

IVAN MONTEIRO: Satisfeito com o jogo, mas muito chateado pelo Fred. Acho que ele foi precipitado em tentar chutar, pois o beque estava muito perto. Parece ate macumba dos galinaceos! Boa sorte ao artilheiro! Que ele volte em breve pra alegrar a torcida celeste.

VANDA ARAÚJO: Queria ter visto o Dedé em campo, mas ele não foi escalado. Queria escolher o Murilo como o melhor, mas o dia era do Thiago Neves, que se superou, superou a todos e foi o nome do jogo.

CINCO ESTRELAS: Não tem como tirar o Leo, do time. Ele ganhou a posição jogando e muito. Bruno Silva não me convenceu até agora, Hudson acrescentava mais ao time. Raniel está com os deuses do futebol olhando pra ele.