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Torcida Celeste manda Iespien tomate cru

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

SÁ, o presidente do Cruzeiro, deu entrevista à 98 FM detalhando os arranjos com o BMG, o banco que irrigou o caixa do clube pra esse monte de contratações caras.

Disse que o parceiro terá percentual dos atletas celestes pra recuperar seu investimento no futuro.

A IESPIEN, aquela emissora de comunistas que trabalham pro Mickey e sentam no sofá com o Lula, caiu matando. Entrevistou até advogado pra dizer que o Cruzeiro está fora da lei.

Torcedores celestes, que sempre babsaram ovo dos mesarredondistas da emissora, se revoltaram e criaram a hashtag #VaiTomarNoCuESPN.

Bombou. Está liderando os trending topics do Twitter.

Dá pra encarar?

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Matéria do ILISP: 

Os homens dominarão os esportes femininos disfarçados de “mulheres trans”

Vanessa Rodrigues 

Em fevereiro de 2017, Tiffany Abreu, de 33 anos, foi a primeira “mulher trans” brasileira que conseguiu autorização da Federação Internacional de Volei para atuar em um time feminino. Tiffany atuava em um time da Itália, o Golem Volley, e em uma das partidas marcou 28 pontos, sendo “a” melhor “jogadora” em quadra. Agora, irá atuar na brasileira Superliga feminina de vôlei, no time de Bauru. Tiffany nasceu Rodrigo, sempre atuou em campeonatos masculinos, tem 1,94 metro de altura e “virou” Tiffany há um ano, quando atuava em um time da segunda divisão belga. Atento ao potencial de Tiffany jogando contra mulheres, o técnico da seleção brasileira de vôlei, José Roberto Guimarães, já admite que “ela” pode fazer parte do time nacional.

Em março deste ano, Laurel Hubbard, “mulher trans” de 39 anos, venceu uma competição de levantamento de peso feminino na Austrália. Laurel quebrou quatro recordes ao levantar 268 quilos, 19 quilos a mais do que a segunda colocada, na categoria para mulheres que pesam mais de 90 quilos. Oito meses depois, no Mundial de Halterofilismo, Laurel levantou 275 quilos e ganhou a medalha de prata. Laurel nasceu Gavin, competiu contra homens e chegou a bater o recorde júnior da Nova Zelândia (na categoria para atletas com mais de 105 quilos) levantando 300 quilos. Para não competir com Laurel, a melhor halterofilista neozelandesa, Tracey Lambrechs, perdeu 17 quilos a fim de competir na categoria até 90 quilos.

Em 2013, a “mulher trans” Fallon Fox lutou contra Alanah Jones por uma organização de MMA com menor expressão (Championship Fighting Alliance) e a venceu sem grandes dificuldades. A participação de Fallon Fox foi bastante criticada pelo público e por outras atletas do MMA como Ronda Rousey, Miesha Tate e a brasileira Bethe Correia. Para Ronda – que se negou a lutar contra Fallon – a “mulher trans” possuía uma vantagem injusta sobre as mulheres. O presidente do Ultimate Fighting Championship, principal organização de MMA, Dana White, concordou com Ronda: “A estrutura óssea é diferente, as mãos são maiores, a mandíbula é maior, tudo é maior. (…) Eu não acredito que alguém que ‘era um homem’ deveria lutar contra uma mulher”.

O assunto é alvo de debates inclusive entre as vertentes do próprio movimento feminista. Feministas “transativistas” chamam suas oponentes de “feministas radicais trans excludentes” e “transfóbicas”, chegando ao ponto de classificar como “transfobia” a afirmação “as verdadeiras mulheres menstruam” porque exclui “mulheres trans”. Por outro lado, feministas que consideram que as “mulheres trans” continuam sendo homens – com base na anatomia e na biologia –-acusam as “transativistas” de colocar “sentimentos de gênero de homens abusivos” acima das reais mulheres permitindo que ocupem “espaços exclusivos para mulheres” como um verdadeiro “Cavalo de Troia”.

A briga entre feministas por causa das “mulheres trans” chegou às páginas dos jornais quando feministas picharam o banheiro feminino da Unicamp com frases destinadas como “não deixe que os machos invadam nossos espaços”, “ser mulher não é calçar nossos sapatos” e “vou cortar sua pica”. Os argumentos das feministas continuaram online: “mulheres trans são estupradores em potencial porque têm pinto” foi um dos principais.

Independente dos argumentos sobre a “ideologia de gênero”, visto que não falamos de construções sociais mas de fatores puramente biológicos e genéticos, é justo que indivíduos que continuam sendo biologicamente homens disputem torneios e competições contra mulheres? Mesmo com tratamento de reposição hormonal para diminuir o nível de testosterona, Tiffany Abreu se destaca, Laurel Hubbard quebrou recordes e Fallon Fox tem uma carreira de vitórias no octógono. Dana White e Ronda Rousey parecem estar certos quando afirmam que há vantagens biológicas das “mulheres trans” sobre as mulheres.

Pelo visto nos próximos anos veremos ainda mais “mulheres trans” quebrando recordes, ganhando espaços em torneios internacionais femininos e ocupando o lugar originalmente destinado àquelas nascidas mulheres. É justo? Levando em conta as evidências que temos, está claro que não.

E aí, minha cara amiga leitora, dá pra encarar?

Goleada completa 70 anos; rebaixamento, 12

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

ESTADO DE MINAS está comemorando, hoje, os 70 anos da goleada do Athletico sobre o Palestra por 9×2.

Mas não está comemorando os 12 anos da queda das frangas pra segunda divisão.

E talvez não comemore, em 12out19, os 70 anos do Corinthians 11×2 Athletico, maior vexame da história do futebol mineiro.

Vexame que só não foi mais amplo porque, diante da ameaça dos mineiros de tirarem o time de campo, caso a maldade no tivesse fim, o juiz anulou seis gols seguidos dos paulistas.

Na bucha, o placar foi 17×2. Com desconto, apenas 11×2.

Sérgio tem a torcida; Wagner, o Conselho

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

HOJE EM DIA fez uma pesquisa eleitoral com os 473 conselheiros do Cruzeiro e descobriu que:

  • 35% não foram encontrados.
  • 21% votarão em Wagner Pires.
  • 15% votarão em Sérgio Rodrigues.
  • 13% não declararam voto.
  • 12% estão indecisos.
  • 4% anularão o voto. 

SUPERESPORTES fez um enquete com seus leitores (8.612 votaram) e descobriu que

  • 76% querem Sérgio Rodrigues como presidente.
  • 24% preferem Wagner Pires.

E vc, caro leitor, em quem votaria? Por quê?

A inspeção e o controle

sábado, 19 de agosto de 2017

Trecho de “A Insustentável Leveza do Ser”, de Milan Kundera:

NOS PAÍSES COMUNISTAS, a inspecção e o controle dos cidadãos são atividades sociais permanentes e essenciais. Um pintor, para ser autorizado a expor, um simples cidadão, para obter um visto para passar férias à beira-mar, um futebolista, para poder jogar na selecção nacional, têm primeiro que recolher os mais variados relatórios e certificados (da porteira, dos colegas, da polícia, da célula do partido, do comité da empresa), que depois são amontoados, sopesados, lidos e relidos por funcionários especialmente afeitos a essa tarefa.

O que vem escrito nos atestados não tem absolutamente nada a ver com a competência de um cidadão para pintar ou jogar à bola ou com um estado de saúde que exija uma estada à beira-mar. Só contêm informações a respeito de uma coisa que é o chamado perfil político” do cidadão (aquilo que o cidadão diz, aquilo que pensa, a maneira como se comporta, se vai ou não às reuniões e aos desfiles do 1º de Maio). Como tudo (vida quotidiana, empréstimos, férias) depende da forma como se é classificado, todos os cidadãos são obrigados (para poderem jogar na selecção nacional, expor os seus quadros ou passar férias à beira-mar) a comportar-se de maneira a serem bem classificados.

Comentários, por favor.

Uma resposta educada

terça-feira, 30 de maio de 2017

TORCEDOR imbecil todo clube tem. Vejam esta resposta do Montillo a alguns botafoguenses da prateleira de baixo:

mon7illo@: Com o respeito que eu sempre trato e tratei na minha vida inteira as pessoas. Se tanto preocupa vcs o dinheiro do clube, fiquem tranquilos que eu nunca roubei e nunca vou fazer isso, o dinheiro desses dois meses que eu fiquei infelizmente machucado e trabalhando a cada dia para poder voltar já está combinado com o sr presidente do clube que eu vou devolver, às vezes seria bom se informar um pouco para não falar mal de alguém que nem sequer conhecem. Eu estou aqui para somar e ajudar, sou um agradecido de defender o Botafogo e sei que com trabalho e dedicação eu vou passar por cima desta etapa que me toca passar. Xingar desde um sofá é muito fácil. O Botafogo está acima de todos nós. Aceito todo tipo de criticas, mas quando falam que eu to roubando não aceito. Tudo o que eu ganhei na minha vida foi trabalhando. Abs

Walter Montillo é um cara educado, respondeu de forma ponderada.

Eu desejaria toda a minha proverbial grossura no * desses vagabundos.

Revista de fofocas

quinta-feira, 27 de abril de 2017

EDUARDO BAPTISTA perdeu a calma. Na coletiva, após a vitória do seu Palmeiras, por 3×2, sobre o Peñarol, defendeu-se da acusação de ser maleável e ter escalado Roger Guedes a mando do diretor de futebol Alexandre Mattos.

O alvo de sua ira foi o mesarredondista e blogueiro Juca Kfouri, que havia publicado a historia da maleabilidade do técnico antes da partida em Montevidéu.

Baptista disse que o futebol está virando revista de fofocas. Eu acho que é pior. Tá virando hospício, isto sim. Mesarredondistas e seus seguidores passam o tempo distribuindo palpites, notícias infundadas e criticando jogadores e treinadores sem a menor preparação pra tal.

Assim como a literatura, o cinema e a música popular, o futebol também está chegando ao fim. Foi bom enquanto durou, mas acabou, virou coisa de gente doida. E gente doida é chata pra carvalho!

PHD, 11 anos

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

PHD completa 11 anos, hoje, com 12.002 posts e 827.000 comentários. Muito obrigado aos leitores e comentaristas que animam este espaço cruzeirense. 

Pequetito na pista

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

OSVALDO REIS, o Pequetito, narrador esportivo, foi demitido do sistema Globo de Rádio. Dias atrás, o repórter Bruno Laurence já havia sido desligado do SporTV. O que está acontecendo na Rede Globo?

Um sobrevivente falou

domingo, 4 de dezembro de 2016

ERWIN TUMIRI, técnico aeronáutico, sobrevivente da queda do avião da Lamia, contou ao Fantástico:

  • Avisaram que iríamos pousar, pouso normal. Eu não disse nada à imprensa sobre ter cumprido os protocolos pra situação de risco. Ninguém percebeu que ia cair. Estavam todos prontos pra pousar normalmente. Em nenhum momento, fiquei na posição fetal. A preparação era pra pouso normal.
  • O técnico Caio Júnior estava me ensinando a falar português. Quando disseram “afivelem os cintos, vamos pousar”, todos voltaram a suas poltronas. As luzes se apagaram e começou a vibrar. Pensei que era do pouso, mas não foi. S;o ouvi o barulho, não me lembro de mais nada. Depois me levantei do chão.
  • Foi como num pesadelo, eu nem acreditava. Acordei e pensei: “O que aconteceu aqui?”. O que fiz foi pegar minha lanterna, iluminar e gritar por socorro. Comecei a piscar a lanterna pra que me vissem. Ximena estava a cinco metros de mim, eu estava com o rosto no chão e levantei assustado. Levantei e corri em direção a ela. Ela estava presa e gritando. Quando me viu foi se acalmando e eu disse: “Vamos embora”. Estava no mato, tudo escuro, pensei em ir em direção ao aeroporto. Vi muitos corpos espalhados, mas não tinha o que fazer. Não via sinais de vida e, além disso, me preocupava se o avião fosse explodir e se desmanchar. Por isso, fui me afastando com Ximena.
  • Nós, técnicos, fazemos o pré-voo. Temos uma lista de checagem de tudo que é preciso fazer no avião. A Lamia tem seu gerente, seu pessoal, é outra coisa. Eu faço meu trabalho. Sei tudo o que me ensinaram sobre o avião. Fiz o relatório informando que íamos até Cobija. Na decolagem, voltei a perguntar sobre a escala e o piloto disse: “Não, vamos pra Medellín”.
  • Cálculo de autonomia e carga quem faz é o despachante de voo. É responsabilidade da Lamia. Eles sabiam o peso e o combustível correspondente. Eles me diziam qual era o combustível necessário pra abastecer. Supus que sabiam o que faziam. Acho que pode não ter sido uma boa ideia do piloto ou da pessoa responsável na Lamia ter tomado essa decisão.
  • Poderia me fazer ouvir pelo piloto: “É assim que tem ser e vai ser assim”. Essas decisões não deferiam ser tomadas de maneira tão individual, Deveriam nos comunicar pra onde vamos, o que vamos fazer. A tripulação teria que saber. Eu diria que faltou um pouco mais de liderança ao piloto pra se por de acordo com toda a tripulação.
  • Vou continuar com meu trabalho, continuar me preparando pra não deixar de voar. Quero terminar meu curso de pilotagem, quero ser piloto comercial.
  • Um dia quero ir a Chapecó, conhecer a cidade. Às vezes, sinto como se tivesse sido salvo por eles. Como se eles tivessem dado sua vida pela minha. Por isso, quero conhecer essa cidade.