Arquivo da Categoria ‘Mídia’

A mesa redonda das mesas redondas

sábado, 30 de janeiro de 2016

Para o pessoal que dá a vida por uma mesa redonda e deixa até de oferecer serviços sexuais à patroa pra assistir a uma delas, aqui vai a escalação da mesa das mesas:

  • Cereto, Bertozzi, Trajano, Mário Sérgio, Neto e Flávio Gomes. 

Mas, atenção!, é bom fazer um teste de QI antes e outro depois pra ver o estrago que uma coisa dessas produz.

Mãe na zona

sábado, 16 de janeiro de 2016

Eis o que cada clube da Série A (mais o Vasco), imagina faturar em 2016, vendendo lotes publicitários em seu abadá (em milhões de reais):

  • Corintiãs, 53 ….. Sep, 50 ….. Fla, 47 ….. Sumpa, 40 ….. Inter, 33 ….. Santos, 29 ….. Vasco e Flu, 25 …. Grêmio, 22 ….. Bota, 20 ….. Cruzeiro e Franga, 19 ….. Sport, 10 ….. Coxa, 7 ….. Vitória, Figueira e Cap, 6 ….. Chape, 5 ….. Santinha, 4 ….. Coelho e Ponte, 3.

A pesquisa foi realizada por uma enorme equipe de repórteres do GloboEsporte.

Botar a mãe na zona é fichinha perto do que os clubes fazem com suas camisas.

ESPN picareta

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

ESPN põe no ar matéria informando que, em priscas eras, um dirigente do Cruzeiro mandou Joãozinho cair na área. Ele caiu e o juiz marcou pênalti.

A matéria se baseia numa conversa fiada do também picareta Luiz Carlos Alves, uma franga velha e despudorada.

Despudorada por que oportunista. Que jogador brasileiro não se joga na área tentando forjar pênalti? Se é que isto aconteceu, pois o repórter atleticano não se lembra que jogo foi:

  • “Ah, não me lembro, faz tempo, teria que consultar os alfarrábios…”

É  tipo de conversa safada de quem quer tirar proveito do causo contado pelo Benexis. Coisa também típica dos falsos moralistas da ESPN.

Insisto na pergunta: Que jogo foi esse? Todos os jogos do Cruzeiro estão registrados nos arquiv os da imprensa mineira e no Almanaque do Cruzeiro.

Mas querem saber quando os picaretas da ESPN, do Superesportes e quem mais divulgou a safadeza vão me responder? Nunca. Eles só querem sacanear o Cruzeiro. A qualquer custo.

Bola da Caixa

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

A CAIXA Econômica Federal vai ampliar de 15 pra 19 a quantidade de clubes patrocinados por ela em 2016.

O gasto subirá de R$105 Mi pra R$187 Mi. Eis como ficará a distribuição da bufunfa, em R$ milhões:

  • Corintiãs, 30 ….. Fla, 25 ….. Flu, 20 …. Bota, 17 ….. Vasco, 15 ….. Cruzeiro e Cam, 13,5 ….. Sport, 7,5 ….. Vitória, Coxa e Cap, 6 ….. Chape, 5 ….. Figueira, 4,5 ….. Coelho e Santinha, 3.

Vc, marquetólogo leitor, concordas com a relação alcance de imagem/valor determinada pela estatal?

Histórias de juízes frangas

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

TEODOMIRO BRAGA, jornalista e torcedor do América, escreveu esta coluna em 05mai07, no jornal O Tempo:

De Cidinho Bola Nossa a Cléver Assunção

Cléver Assunção foi flagrado na noite de domingo passado, numa pizzaria em Belo Horizonte, jantando alegremente com amigos e familiares. Isto não teria importância alguma se ele não tivesse sido o árbitro da partida disputada horas antes, no Mineirão, em que o Atlético goleou o Cruzeiro por 4 a 0, colocando a mão na taça de campeão mineiro de 2007. A cena do juiz na pizzaria foi filmada pelo celular de um torcedor e fez o vice-presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, levantar suspeitas sobre Cléver.

O juiz disse ter ido ao restaurante confraternizar com ex-árbitros e parentes e negou que ele e os colegas tivessem cantado o hino do Atlético, como foi denunciado à rádio Itatiaia.

No embalo da decisão envolvendo os dois times de maior torcida de Minas, o futebol foi o assunto dominante da semana em todo o Estado e o episódio envolvendo o juiz Cléver Assunção ajudou acirrar o clima de polêmica, que já estava quente em razão do placar elástico do jogo de domingo e a cena bizarra protagonizada pelo goleiro do Cruzeiro no quarto gol do Atlético.

O fato de ter participado de uma confraternização em um restaurante logo após ter apitado uma partida de decisão de campeonato, em que o time perdedor reclamou duramente de sua atuação, foi no mínimo um ato de grande ingenuidade de Cléver Assunção.

Uma ingenuidade que lembra outro antigo companheiro de profissão, Alcebíades de Magalhães Dias, o Cidinho Bola Nossa, que ganhou este apelido por causa de sua performance em um jogo entre o Atlético e Botafogo, em 1949, no Estádio JK.Ao responder à pergunta do beque do Atlético, de quem era a bola, Cidinho respondeu com a mesma ingenuidade com que Cléver foi à pizzaria após apitar o clássico no Mineirão: “É nossa, Afonso, a bola é nossa.”

Cidinho já tinha fama de favorecer o Atlético em suas arbitragens muito antes de 1949. O veterano jornalista Wilson Figueiredo, que era colega de trabalho de Cidinho no Arquivo Público Mineiro, conta que um dia perguntou-lhe por que ele roubava tão desavergonhadamente para o Atlético. “É que eu não resisto!”, respondeu Cidinho com toda a franqueza do mundo.

Há quatro ou cinco anos atrás conheci Cidinho (que por sinal está muito mal de saúde) numa festa de aniversário do ex-presidente do América Afonso Celso Raso. Numa mesa, Cidinho e o ex-árbitro Geraldo Fernandes da Silva discutiam asperamente, chamando a atenção de todos. Estavam brigando para saber “quem deu mais taças para o Galo” nos tempos de juiz da Federação Mineira de Futebol.Nesta disputa poderiam se incluir os ex-árbitros Joaquim Gonçalves, o “Quim-Quim Carijó”, e José de Assis Aragão, o “Aragalo”, cujos apelidos já dizem tudo. E o que dizer de João Félix Júnior, que avisava aos capitães de Cruzeiro e América antes de começar o jogo: “Podem ficar tranqüilos que eu não torço nem para um nem para o outro”.

Seria injustiça deixar de mencionar Fuad Abras, cujo filho, o radialista Roberto Abras, cobre o Atlético para a rádio Itatiaia com a grande paixão pelo clube herdada do pai.

Agora podemos juntar à lista o Cléver Assunção, que vai entrar na história do futebol com aquele árbitro que foi ao restaurante festejar pouco depois de atuar na goleada do Atlético contra o Cruzeiro.

Esfreguem isto na cara das frangas, que andam assanhadas com o causo contado pelo Benexis 9, ao repórter Orlando Augusto.

Carnaval das frangas

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Será que vou ter de encarar sozinho as hordas de frangas da internet?

Vcs vão ficar aí pelos cantos se lamuriando por conta do Caso BeneXis 9, sem reagir às sacanagens que estão fazendo contra o Cruzeiro?

O debate na página do Orlando Augusto, no Facebook, está animado. Apareçam por lá e entrem na batalha.

Luiz Carlos Alves, Chicumaia, Ruy Guimarães e frangas de menor expressão estão tirando lascas do Cruzeiro. Sentados em cima do rabo sujo da Franga, vão fazendo seu carnaval em serem incomodados.

Reajam, pô! Material pra desmascarar essas hipócritas é o que não falta.

Benecy se explicou

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Constrangido, o ex-supervisor de futebol do Cruzeiro, BENECY QUEIROZ, leu nota na Toca II se justificando e pedindo desculpas pelo causo que contou ao repórter Orlando Augusto da Rede Minas.

O presidente GPT continua calado. O desfecho foi determinado por conselheiros, que se reuniram, ontem, no Barro Preto. Benecy está fora do Cruzeiro.

A história contada por Bené foi uma sandice, mas o silêncio do presidente é injustificável. Preocupante. Colocar uma amizade, ainda que antiga, à frente dos interesses do clube é inadmissível.

Está na hora de modernizar a gestão do Cruzeiro. Chega de gerontocracia!

E por falar em bandalheira…

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

As frangas estão tendo orgasmos múltiplos com a confissão de corrupção do funcionário do Cruzeiro, Benecy Queiróz.

As redes sociais estão atulhadas de piadas contra o Maior de Minas. sendo assim, vale a pena desenterrar um caso já meio esquecido:

IMBRÓGLIO. A vitória do Atlético sobre o São Caetano, na última rodada do Brasileirão do ano passado (2004) por 3×0 e que safou o Galo da degola, foi motivo, já no início de janeiro desse ano, de alguns apontamentos por alguns profissionais da imprensa. Um deles, o colunista Carlos Cruz, do jornal Estado de Minas (ex-membro representante do Atlético no programa ‘Alterosa Esportes’ e atualmente comentarista do ‘Minas Esportes’, da Band), chegou, inclusive, a detalhar uma suposta ação de ‘mala preta’ envolvendo o jogo entre Atlético x São Caetano. Na coluna, publicada em 18jan05, Carlos Cruz contou detalhadamente todo o processo e, para não ser perseguido devido às denúncias, sempre que relatava o nome de jogadores do clube paulista, as letras vinham fora de ordem. (www.novaimprensa.inf.br)

Se for necessário, posso publicar a íntegra da coluna do jornalista atleticano.

Uma bandalha não justifica outra, mas um pouco de refresco na memória emplumada pode fazer bem nessa hora.

Tem gato na tuba da Globo

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Condensado de matéria do site da ESPN:

ESPORTE INTERATIVO ofereceu R$600 Mi pra transmitir em TV fechada os campeonatos brasileiros entre 2019 e 2024. E mais: distribuição da verba seguindo o modelo da Premier League (50% igualitariamente, 25% conforme classificação e 25% conforme audiência), fim dos jogos às 22h e cláusula ‘anti-Corinthians’ pra evitar concentração de jogos de um clube na televisão. Grêmio, Inter, Santos, Flu, Coxa, Cap e Bahia se comprometeram a avançar nas conversas e tratarão a partir da próxima segunda dos detalhes do acordo. O Sport, que compareceu ao primeiro encontro, fechou com a Globo, de acordo com informações de mercado. Fla e São Paulo, que chegaram no fim da reunião desta segunda pra conhecer cifras e modelo ficaram de estudar a proposta. A entrada dos dois é fundamental pra estratégia do Esporte Interativo. Em caso de sucesso, o canal contaria com 9 dos 20 clubes da Série A. Com quase metade dos membros da 1ª divisão, seriam relativizados os problemas que viessem a surgir com o confronto entre seus clubes e os que fecharam com as concorrentes. Corinthians, Vasco e Botafogo, por exemplo, já estão apalavrados com a Globo.

Gostaria de saber a opinião do leitor do PHD, sempre atualizado nos mercados de TV e do ludopédio.

Eu prefiro a negociação individual ou de pequenos grupos. Ela acirra a competição.

Chega daquele modelo do famigerado Clube dos 13, que beneficiava sempre uma “meia dúzia de três ou quatro”.

Pau que deu em Chico não tá dando em Francisco

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Juca passou a vida lutando contra a corrupção no futebol, mas quando o país descobriu que ela é fichinha perto do que a esquerda empoderada faz, ficou furioso com a bateria de panelas dos protestos contra os ladrões.

Mesarredondistas, inspirados na luta do Juca, perseguem incansavelmente Teixeira, Marin, Nero e os caciques da Fifa, mas quando Platini e Beckembauer foram tragados pela onda, calaram-se respeitosamente.

É ou não é um comportamento estranho? Alguém arrisca uma explicação?