Arquivo da Categoria ‘Libertadores’

Arrascaeta, Dedé, Lucas e Mano, os destaques

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

ATUAÇÕES dos protagonistas do FLAMENGO 0-2 CRUZEIRO, no Maracanã, Rio de Janeiro, 08ago18qua21h45, ida das oitavas da Libertadores 2018:

TORCIDA CELESTE ocupou todo o espaço a ela destinado e cantou alto o jogo todo. Fez o que toda torcida brasileira faz quando seu time está bem: muita farra. A do Flamengo, idem: perdendo, vaiou.  (Síndico)

FÁBIO, perfeito. Neutralizou as tentativas flamengas, que a defesa celeste não cortou. (Síndico) —– Fez uma defesaça no primeiro tempo e esteve bem nos outros lances. Sofreu com as inúmeras cobranças de escanteios do Flamengo, mas quando não interceptou a bola, contou com a sorte. (Ernesto Araújo)

EDÍLSON marcou bem, atacou pouco. Como pedia a estratégia. (Síndico) —– Discreto no apoio, mas foi decisivo num lance onde tirou uma bola dos pés do jogador do Fla junto à trave. (Ernesto Araújo) —– Não fez uma partida ruim, mas pecou no posicionamento e por isso levou duas bolas nas costas. Além disso, fez um pênalti bobo que o árbitro não viu. (Matheus Chaves)

DEDÉ cortou dezenas de bolas altas e outras tantas rasteiras. Só não acertou os esticões. O que não fez muita diferença. (Síndico) —– Rebateu inúmeras bolas com sua inesgotável energia dentro da área. Mas foi bastante incomodado por Uribe. (Ernesto Araújo)

LEO anulou o ataque flamengo. Bom nas rebatidas, nas coberturas e nas disputas diretas. (Síndico)

EGÍDIO fez uma partida impecável na defesa, mas foi pouco ao ataque. (Síndico)

HENRIQUE criou dificuldades imensas pra Diego Ribas e demais meio-campistas flamengos armarem o jogo. Foi quem mais protegeu a bequeira e o mais competente na saída de bola. (Síndico)

LUCAS marcou, ocupou espaços, armou, fez uma partida impecável. (Síndico)

ROBINHO deu passes para dois gols. Um Arrascaeta aproveitou, outro Neves desperdiçou. Correu bastante, cansou, saiu mais cedo. (Síndico) —– Melhor do jogo. Tem carregado o piano não é de agora. Defendeu por ele e por Neves. Foi o armador mais incisivo do time. Deu passe para o gol do Arrascaeta. (Fernando Henrique)

NEVES perdeu um gol, fez outro. Correu muito, criou pouco. (Síndico) —– Começou muito bem, fez bom primeiro tempo, dando sequência às jogadas. Começou a jogada do primeiro gol derivando da direita para o meio e descolando ótimo passe para o Robinho dentro da área. (Bruno Barros)

ARRASCAETA fez um gol, como se estivesse brincando no quintal de casa. Criou jogadas, movimentou-se. deu trabalhão à defesa flamenga. (Síndico) —– Jogou o fino. E as matadas de bola na biqueta da chuteira?! Chamou Everton Ribeiro para dançar duas vezes. Fez gol, criou o lance do gol que Neves perdeu de maneira bisonha, deixou Rafinha e Raniel em boas condições, participou do segundo gol. Matou a pau. (Bruno Setelagoas)

BARCOS, pesado e sem inspiração, não incomoda a defesa flamenga. Saiu mais cedo, o que fez o time melhorar. (Síndico) —– Jogou tempo demais fora da área e não foi produtivo fazendo essa função. (Ernesto Araújo)

RANIEL entrou na etapa final e deu mais força ao ataque. Conseguiu uma ótima fibalzação que, por pouco, não vira gol. (Síndico) —– Revigorou o ataque do Cruzeiro e teve até oportunidade de gol. (Ernesto Araújo)

RAFINHA correu demais iniciou a jogada do segundo gol e perdeu um na frente do arco flamengo. (Síndico) —– Entrou bem. No lance do segundo gol é ele que corre até a linha de fundo pela direita e não deixa bola sair fazendo o passe para dentro da área, jogada que seguiu com a “preparada” de Arrascaeta para o arremate de Lucas e o desvio Neves. Mas perdeu um gol feito ao se enrolar com a bola e não conseguir chutar corretamente. (Ernesto Araújo)

CABRAL entrou para ajudar a marcar quando o Flamengo partiu para o desespero e foi o que fez. (Síndico) —– Não entrou bem e assustou Fábio num lance bisonho. (Ernesto Araújo)

MANO nada fez de diferente do habitual. Talvez um pouco mais de pressão na saída flamenga no começo da partida. Depois, foi defesa compacta e especulação no ataque. Deu certo e o jogo ficou muito parecido com os quatro a zero no Vasco. O placar até poderia ter sido o mesmo. (Síndico) —– Nem a marcação adiantada do início foi novidade. Vamos nos lembrar de que o Cruzeiro tem o melhor ataque da Libertadores. O segundo tempo foi mais Mano impossível, com a diferença de que no final o contra-ataque encaixou melhor. (Matheus Penido)

CRUZEIRO começou com marcação alta, fez um gol cedo e defendeu-se bem. Ma etapa final, manteve-se firme na contenção e, no fim, liquidou fatura. Fez uma partida de supera;cão, especialmente, na defesa, mas nada espetacular, como a torcida apegoa nas redes. (Síndico) —– Até mesmo a pressão na saída de bola á deu caras em outras oportunidades. O encaixe desta marcação e a péssima partida de um dos volantes rubro-negros fez a bola queimar nos pés do time carioca e nos deu amplo domínio da intermediária ofensiva em boa parte do primeiro tempo. O mesmo não se viu no segundo tempo, como era de se esperar. Recuados, apostamos nas bolas mais longas para matar o jogo e fizemos isso com sucesso: 4 finalizações perigosas e 1 gol. (Matheus Chaves) —– A pressão na saída de bola do início do jogo deu o resultado sonhado pelo Mano: 1 a 0 no placar. O resto da partida se desenhou a partir daí. No primeiro tempo o Cruzeiro atacou mais, mas também deixou o Flamengo criar algumas chances especialmente pelo lado esquerdo da defesa celeste. Na segunda etapa Mano fechou a casinha e o Flamengo veio para cima. Com o passar do tempo os cariocas perderam a calma, passaram a se enrolar com a bola, Raniel entrou bem e o Cruzeiro passou a atacar com perigo. Fez o segundo e poderia ter feito até 3 ou 4 a 0. (Matheus Penido)

FLAMENGO tentou decidir logo de cara, mas deixou espaços e tomou gol cedo demais. Continuou pressionando, teve dez escanteios antes de o Cruzeiro ter um, mas parou no troio final celeste, que cortou todas as bolas cruzadas. Na etapa final, aumentou o número de atacantes, mas continuou sem criar chances claras. (Síndico)

ÁRBITROS não cometeram erros. Leonardo Gaciba disse que Neves deveria ter sido expulso por um carrinho. Pitana optou pelo amarelo. “Pãos ou pães é questão de opiniães”, escreveu Guimarães Rosa. (Síndico)

MelhorDoJogo => ARRASCAETA [[[28]]] Uol, Sá, Chiabi, Marc, Vaconcelos, Reis, Galvão, Braga, Guibreis, Setelagoas, Wallace, Soalheiro, Clodoália, Morato, Dourado, Walery, Julim, Olivieri, Machado, Taísa, Marcoalex, Zuloobas, Soeiro, Fivestars, Rosan, Penido, Dudu, Pedro —– DEDÉ [[[18]]] Nem, João, Bitencourt, Aracanjo, Rezende, Klauss, Palmeira, Dedé, Maury, Edgard, Carvalho, Milani, Legionário, Wagner, Vanda, Pinheiro, Gonçalves, Patrícia —– LUCAS [[[13]]] Furletti, Matarelli, França, Arreguy, Velloso, Chaves, Gil, Viana, Velame, Talentim, Marcus, Vilela, Nascimento —– EGÍDIO [[[4]]] Rocha, Walfrido, Schrier, Filipe —– HENRIQUE [[[2]]] Amaral, Barnabé —– ROBINHO [[[2]]] Efeagá, Síndico —– LEO [[[1]]] Muzzi —– FÁBIO [[[2]]] Ivana, Lulu —– MANO [[[13]]] Burian, Polaco, Monica, Bastos, Blank, Jotaeme, Avelar, Talentim, Clemenceau, Anchieta, Domênico, Barros, Cabral —– PITANA [[[2]]] Bitarães, Magalhães —– TORCIDA CELESTE [[[4]]] Diogo, Romarol, Celeste, Márcio.

Sassá: “Graças a deus, tenho feito meus gols”

sexta-feira, 4 de maio de 2018

PITACOS acerca do VASCO 0x4 CRUZEIRO, neste 02mai18qua21h45, em São Januário (24 mil), Rio de Janeiro, pela 5ª rodada, Grupo 5, Libertadores 2018:

MANO MENEZES: A gente sabia que podia fazer um jogo melhor aqui do que fizemos contra lá, quando estávamos num momento ruim, entre os dois jogos das finais do Mineiro. Hoje fomos um time muito superior e nos aproximamos da classificação pras oitavas, que era o nosso objetivo.  Fizemos um 1º tempo muito bom, num jogo que se mostrava difícil, pelas circunstâncias, pelo caráter decisivo, pela dificuldade de ser fora de casa. A equipe está crescendo, está amadurecendo pra jogos assim. 

SASSÁ: Entramos muito focados e não desperdiçamos as oportunidades. Graças a Deus, tenho feito meus gols e estou ajudando o time. Foi uma grande vitória, que será fundamental pra nossa classificação.

THIAGO NEVES: A gente sabia que podia vencer aqui, assim como eles empataram lá.

DOUGLAS VELLOSO: O time celeste mostrou maturidade, com as linhas de defesa muito bem posicionadas, com Rafinha e Arrascaeta dando o primeiro combate nas duas únicas armas do time cruzmaltino, Rildo e Pikachu. As jogadas do Vasco vinham sempre quebradas ou chuveiradas, facilitando pra Leo, Henrique e Dedé. E com velocidade e precisão o Cruzeiro fez o seu placar, sempre buscando o gol e quebrando o paradigma de que todos os jogos serão determinados pelo regulamento da competição. Fábio e Dedé estiveram excelentes, Lucas muito bem e Sassá sempre disposto a fazer o que se espera dele. 

IVAN MONTEIRO: Em muitos momentos, o Cruzeiro jogou como os grandes da Europa. Pensei nisso varias vezes durante a partida. Lembrei-me também do Mano dizendo na semana passada que o Cruzeiro iria resgatar o orgulho do torcedor. E, de fato, estou orgulhoso, pela atuação, entrega e atitude!

AZUL CELESTE: Mano consertou o time quando parou de insistir com o falso nove, Sassá entrou em forma, escalou o Lucas, que tem qualidade e trocou a improdutividade do Robinho pela verticalidade do Rafinha.

CLAUDINEI VILELA: O time celeste foi o mesmo de sempre! Só estava mais descansado e menos pressionado que o adversário.

BRUNO SETELAGOAS: Aplicou-se a redundância! Se a 1ª proteção não atende, a 2ª combate. Se a 2ª não dá conta a 3ª atua. E por aí vai. Um sistema bem protegido tem p,elo menos 2 redundâncias. A defesa azul está assim. Fábio saiu em falso, Dedé estava lá. Bola metida nas costas do Dedé, Léo aparece e corta. A defesa está afiadinha. 

JÚLIA VILELA: Presta atenção, Pai! Salsa foi o melhor do jogo. Ele recompôs, roubou bolas, chutou de fora da área e incomodou os adversários o tempo todo.

MATHEUS PENIDO: Futebol ofensivo tem nome e sobrenome: Mano Menezes!

Arrascaeta e Neves derrubaram o técnico da LaU

sexta-feira, 27 de abril de 2018

ATUAÇÕES dos protagonistas do CRUZEIRO 7-0 UNIVERSIDAD DE CHILE, neste 26abr18qui19h15, Mineirão (62 mil), Belo Horizonte, 4ª rodada, Grupo 5, Libertadores 2018:

TORCIDA CELESTE apoiou em tempo integral. Fez muito barulho o tempo todo. Como devia ser sempre.

(mais…)

Pronto, escalei!

quarta-feira, 25 de abril de 2018

MANO enseba demais pra anunciar o time. Não vou esperar. Aqui vai minha escalação: 

  • Fábio — Edílson, Dedé, Leo, Barbosa — Henrique, Cabral —  Rafinha, Arrascaeta, Alisson — Ábila. 

E a Libertadores come solta.

Ontem, Santos 2×0 Estudiantes. Hoje, Tucumán 3×0 Strongest, Nacional 4×0 Garcilaso, Boca 0x2 Palmeiras, Santa Fé 0x0 Flamengo.

Maioria dos jogos nada vibrante. O que se vê é uma profusão de táticas e estratégias a la Mano.

Lautaro, la bestia negra

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

LAUTARO MARTÍNEZ não foi o primeiro cara a castigar pessoalmente o Cruzeiro.

Sem pesquisar, só de memória, me lembro de Dodô, Petkovic, Neymar, Jesus, Lopes, Tucho…

Cruzeirenses também já açoitaram outros times: Madureira, Revetria, Dirceu, Luan, Alex, Sobis…

É do jogo. Até os seca-pimenteiras sabem. Mas não perdem a oportunidade de pontificar, como se o acontecido se devesse à inobservância de seus conselhos.  

E tem os covardes, os caras que ficam na tocaia, esperando uma derrota pra despejar nas costas dos jogadores que odeiam o fracasso do time.

Ontem, o Cruzeiro poderia ter vencido ou empatado, os números mostram isto. Mas perdeu. Diante de um Lautaro Martínez iluminado, o Maior de Minas não deu nem pra saída. 

Já aconteceu antes, vai acontecer de novo. Contra e favor. Quem não aguenta, não deve descer pro play. Simples assim. Melhor do que descer e ficar choramingando.

Libertadores: Cruzeiro num grupo de iguais

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Sorteio colocou Cruzeiro no Grupo 5 da Libertadores 2018, com Universidad de Chile, Racing e o G3 (Petrolero, Universitário, Wilstermann, Vasco ou Concecpion).

Não dá pra cravar nem passaporte pra Sula (3º lugar), quanto mais vaga nas oitavas.

A torcida, aérea como sempre, vai achar moleza e adiará sua entrada na competição pra 2ª fase.

Se 2ª fase houver, é claro. E, pra haver, o negócio é faturar 9 pontos no Mineirão.

Com o apoio das raposas pingadas que comparecerem aos jogos.

Freitas: “Não é hora de caça às bruxas”

quinta-feira, 11 de maio de 2017

PITACOS acerca do NACIONAL/Paraguai 2/3 x1/2 CRUZEIRO, neste 10mai17qua19h15, Defensores Del Chaco, Assunção, volta 1ª fase da Sulamericana.

MANO MENEZES: Iniciamos bem e depois sofremos um gol de empate numa falha individual. Bola sem risco, poderia ter passado e não passou. No 2º tempo, ajustamos algumas coisas, mas voltamos a falhar individualmente e tomamos o segundo gol. Nas penalidades máximas tivemos duas vezes na frente, com a vantagem, mas não soubemos confirmá-la e perdemos. Durezas do futebol. Vínhamos fazendo temporada boa e num espaço de sete dias tivemos duas derrotas que nos custaram a perda do Estadual e a eliminação na Sul-Americana. Não estava tão nervoso. Treinador precisa trabalhar. Quando as coisas não estão bem, trabalha mais. O Cruzeiro está com um comportamento que não gosto, de sair do jogo com facilidade. Começamos bem, fazendo ultrapassagem pelos dois lados, criando oportunidade, fizemos o gol e daqui a pouco saímos do jogo. O adversário pode ter seus méritos, mas não podemos deixar de jogar. Cometemos erro num setor do campo que entrega a partida. Temos jogadores de qualidade pra não precisar passar por isso. A gente sempre procura encontrar pêlo em ovo quando se tem uma derrota, uma eliminação. Não tivemos problemas a não ser . a de atravessar bola na área. Isso não pode. A questão das disputas de bola, o primeiro cartão do Leo foi muito rigoroso, disputa normal. Zagueiro tem que saber se comportar. Não posso tirar o jogador só porque está com cartão amarelo.

CAMPOS FREITAS, no Facebook: Mayke fez um bom jogo, mas pela entregada não merece meu voto como Melhor do Jogo. Henrique leva meu voto. Foi um jogo em que faltou atitude dos jogadores e leitura mais rápida do Mano, que demorou pra fazer as alterações que a ocasiao exigia. Posto isto, é preciso lembrar que o time perdeu importantes referências técnicas como Cabral, Manoel, Robinho e Sobis, jogadores experientes, que sentem menos as adversidades do jogo. Não é hora, pois, de caça às bruxas.

FÁBIO SCHRIER, no Facebook: Só Henrique, Hudson e Rafinha entraram em campo. O melhor foi Hudson. E que belo pivô do Mayke pro gol deles! Tá de parabéns o garoto. Ábila também tentou, com as poucas bolas que mandaram pra ele. Agora, convenhamos, só quatro caras jogando com garra num mata-mata mata, mata a paciência da torcida!

MAURO FRANÇA: Não há uma única explicação para um vexame desses. Acho que o time tentou controlar o jogo, ainda mais com a vantagem no placar, mas as falhas individuais comprometeram. O time se perdeu mesmo com o segundo gol e a expulsão do Leo. Mano mais uma vez errou na estratégia, escalando um time sem força ofensiva, sem velocidade no contra-ataque, animicamente fraco. Desfalques pesaram, especialmente Cabral, que organiza a saída e o toque de bola, além de Robinho e Manoel. Até falei que uma providência seria a troca de Sóbis por Ábila, mas isto foi insuficiente, porque a bola não chega na área adversária e o Ábila fica sozinho. Neves, embora marcando gols, ainda não está em plena forma. Sua situação me lembra o Diego Souza em 2013, quando saiu e entrou o Goulart o time deslanchou. Mas parece que o Neves tem que jogar, é a etiqueta da diretoria. Enfim, o time perdeu competitividade, ficou previsível, fraco no meio de campo, nem um pouco dinâmico. Mano tem que dar um jeito, porque agora a pressão será forte. Óbvio que sou contra a troca de treinador, mas espero uma mudança de rumos. 

CLAUDINEI VILELA: Três dias depois de jogar uma final, o time vai pra uma outra “final”, com uma vantagem do empate, faz 1×0, toma virada em dois erros individuais e ainda perde três pênaltis. A culpa é do treinador?

MATHEUS CHAVES: Só pra lembrar: O gol do Cruzeiro também nasceu de uma falha individual do Nacional.

Sul-americana: Cruzeiro x Nacional do Paraguai

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

CRUZEIRO jogará contra o Nacional do Paraguai na primeira fase da Conmebol Sul-americana. 

O Nacional foi vice campeão da Libertadores em 2014, perdendo a final para o San Lorenzo.

E lá se foi a última pomba…

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Saiu o primeiro finalista da Libertadores 2016. E lá se foi a última pomba brasileira. Em Medellín, Nacional 2×1 São Paulo, num jogo muito bom de se ver.

Não teve compactação, marcação alta, tiki-taka, jogo em 30 metros do campo, goleiro-líbero, marcação por zona em escanteio , centroavante-pivô e modernices afins.

Jogou-se um futebol clássico, com times espalhados pela cancha, jogadas de ponta, toque de bola objetivo, sempre em direção ao gol, principalmente, pelo lado do time colombiano.

Venceu o melhor, embora o tricolor não tenha jogado mal. Saiu-se até bem, mas não o suficiente pra tirar da frente o time que joga o melhor futebol da competição, desde a rodada inicial.

E, pra não perder a ensancha oportunosa, friso que o Campeonato Brasileiro não serve de parâmetro pra nada.

Os melhores de 2015, meio ano depois, perderam tudo que se meteram a disputar: estaduais, regionais e internacionais. Pra desgosto dos mesarredondistas e seus teleguiados.

Tem gosto pra tudo

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Frangas apanharam do Del Valle, por 3×2, num estádio que faz o Alçapão do Bonfim, de Nova Lima, se parecer com Wembley.

Libertadores paga merreca aos clubes e entrega táchiras, melgares, cobressais, trujillanos e arrombados que tais aos telespectadores.

E as transmissões de TV? Até a TV Minas faria melhor. Ainda assim, alguns patetas chamam de rural o caprichado Campeonato Mineiro…

Campeonato Mineiro que paga mais, tem times acima da média da Libertadores, ótimos estádios e transmissões profissionais.