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Final portenha na Libertadores

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

River passou pelo Grêmio: 0x1 e 2×1. Boca passou pelo Palmeiras: 2×0 e 2×2. Libertadores terá final argentina. E final inédita.

E não me venham com esse nhenhenhém de Conmebol, var e juízes que “hablan castellano”. Foi tudo resolvido no campo.

Destaque pras coletivas pós-jogo. Scolari, bem, Portaluppi, mal, chorando feito criança.

Grohe e Luan também foram corretos. Saíram da cartilha do boleiro e falaram coisa com coisa.

Marc: “2/3 dos gols, após expulsões do Dedé”

sábado, 6 de outubro de 2018

PITACOS acerca do CRUZEIRO 1-1 BOCA, Mineirão, Belo Horizonte, 04out18qui21h45, volta das quartas da Libertadores 2018:

MANO MENEZES: Quando nos tocou enfrentar o Boca nas quartas, sabíamos que seriam jogos grandes, difíceis pela qualidade do adversário, mas que tínhamos condição de passar. Eu só gostaria que o jogo fosse apenas dentro de campo que se determinasse o vencedor. Porque aí estaríamos parabenizando o adversário como sempre fizemos em todas as situações em que perdemos. Mas não foi isso que vimos nos 180 minutos. O fato foi tão absurdo que, numa decisão inusitada, a Conmebol liberou o Dedé pro segundo jogo. Isso é assumir o erro grosseiro que aconteceu lá. O jogo naquele momento quando Eber Aquino expulsou Dedé na Bombonera era 1×0 pro adversário, já era um placar diferente em relação ao que seria aqui, aí acabamos tomando o segundo gol. Viemos aqui pra um jogo de superação, pois reverter 2x 0 contra uma grande equipe é difícil. Nós nos entregamos, fizemos um jogo não de muitas oportunidades, mas de oportunidades pra vencer. Mas, pra nossa surpresa, desde o início houve faltinhas aqui, condescendência com paralisações, e na minha opinião fizemos um gol legal no 1ª tempo. Um gol mal anulado. E saímos dessa forma. É isso que me deixa chateado. Não tenho nada que reclamar da equipe, a equipe se entregou, tem suas limitações porque todos tempos. Mas mesmo tendo essas limitações, poderíamos ter passado do adversário se as coisas tivessem transcorrido dentro da normalidade. Mas vamos tocar a vida depois disso. Sempre falta algo, senão teríamos passado. Mas hoje poderíamos ter feito mais que não teríamos passado. O problema está aí. Não se pode tirar coisas tão graves em 180 minutos pra fazer de conta que elas não aconteceram e discutir parte técnica. Temos que discutir parte técnica quando as coisas forem normais e elas não foram normais. O torcedor do Cruzeiro foi brilhante, não temos nada a reclamar, somente elogiar. Ele nos ajudou muito e até entendeu as dificuldades. E a entrega dos jogadores foi na mesma proporção. Foi por isso que ele aplaudiu a equipe na final. O torcedor não comemorou, porque quando se perde, time grande não comemora. Mas aquilo ali foi um gesto de carinho. E esse gesto vai nos dar força no primeiro jogo da final da Copa do Brasil pra tentarmos fazer o resultado em casa”.

OLÉ: No final do 1º tempo, um cruzamento chegou à área, e Dedé levantou a perna, mas não pareceu intervir no campo de ação de Rossi. O goleiro do Boca errou, deixando a bola flutuando. O Cruzeiro marcou o gol, mas o árbitro alegou falta de Dedé. Eles queriam devorá-lo. Erro do juiz.

DEDÉ: Não foi lance pra expulsão, nem pra cartão amarelo. Lance normal. Infelizmente, a gente vê que muitas coisas não acontecem só dentro de campo. Acho que fiquei marcado. Sofri falta em toda jogada que eu fiz, de bola na área. Teve uma jogada em que o goleiro errou o tempo de bola e o zagueiro puxou minha cabeça. Precisei abaixar a cabeça. Nesse lance, eu não consegui arrematar por ter sido puxado. Eu falei com o juiz pra ele prestar atenção em mim. Ele disse que a próxima vez que eu fosse na área ele ia me advertir. Aí no lance seguinte o goleiro socou, eu trombei de ombro a ombro, ele me deu amarelo. O goleiro se jogou, simulou que eu tinha dado a mesma cabeçada sem querer no goleiro do jogo de ida, fez o drama dele, e o juiz me deu amarelo.

EDÍLSO: Choro do Thiago Neves foi de decepção por não conseguirmos fazer o que planejamos. Jogamos muito bem, nos doamos ao máximo, mas infelizmente não conseguimos. A torcida nos apoiou, está de parabéns, só temos a elogiar. O sentimento é de decepção por não fazermos o que planejamos.

CLAUDINEI VILELA: Teve um gol anulado, um pênalti desmarcado e um jogador expulso. Neves teve chances de marcar e errou, Menso com uma menos, o time criou chances, Raniel perdeu uma na cara do gol. O Boca fez o jogo dele, depois de conseguir um 2×0 na mão grande em casa. O juiz foi condescendente com a cera. Dó “perigo de gol” deve ter marcado uns trinta. Arbitragem péssima nos 180 minutos! Mesmo assim Cruzeiro jogou o suficiente pra vencer, Não deu e a vida segue.

MARC BSB: O Cruzeiro tomou dois a dos três gols, após as expulsões do Dedé. O Boca não é melhor e nem foi melhor. Levou a classificação por conta dos erros de arbitragem.

BRUNO SETELAGOAS:  O Juiz cozinhou o jogo. O time celeste lutou, foi no coração, mas faltou bola. Valeu!

MOEMA FOX: Zeeeiiiroooo, na alegria e na tristeza!  ó a transmissão, não posso opinar quanto ao impacto da arbitragem. Era missão difícil, poderíamos ter vencido, não fizemos os gols, uma pena. Cruzeiro sempre, independentemente, do resultado.

JOTA DIAS: O time celeste não jogou bem, mas lutou e teve chance de pelo menos levar para os pênaltis.

SÍNDICO: Se o Dedé marcasse um gol cobrando tiro de meta, o juiz anularia. Dedé, na opinião dele não devia estar em campo, então, qualquer participação dele seria ilegal. Não houve arbitragem, mas sim uma tremenda sacanagem.

Cruzeiro 1×1 Boca Juniors: Juiz decidiu

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

CRUZEIRO contra Boca Juniors, neste 04out18qui21h45, Mineirão (62 mil), Belo Horizonte, volta das quartas da Libertadores 2018.

CLASSIFICAÇÃO: Cruzeiro foi o 1º de seu grupo (Racing, Vasco, LaU) e passou pelo Flamengo (2×0 e 0x1) nas oitavas; Boca, 2º do seu grupo (Alianza, Junior, Palmeiras), passou pelo Libertad (2×0 e 4×2).

CRUZEIRO Fábio – Edílson, Dedé, Leo, Egídio – Henrique, Lucas – Robinho, Neves, Rafinha – Barcos. T: Mano Menezes.

BANCO: Rafael, Manoel, Romero, Cabral, Raniel, Sassá, Rafinha.

AUSENTES: Murilo (lesionado).

PENDURADO: Neves.

ARBITRAGEM: Andrés Cunha, Nicolás Tarán, Mauricio Espinosa (Uruguai). VAR: .

BOCA: Rossi; Buffarini, Izquierdoz, Magallán, Olaza; Barrios, Nández, Pérez; Pavón, Villa, Zárate. T: Guillermo Barros Schelotto.

BANCO: Bustillos (G), Goltz (B), Gago (V), Más (L), Cardona (M), Tevez (A), Ábila (A).

AUSENTES: Andrada (cirurgia), Jara, Benedetto (lesionados).

PENDURADOS: Ninguém.

TEMPO em Beagá às 18h: nublado, temperatura 24º, vento 11 Km/h, umidade 65%.

TRANSMISSÃO: Fox.

CRUZEIRO 1×1 BOCA JUNIORS, 04out18qui21h45. TEMPO nublado, temperatura 25º, vento 11 Km/h, umidade 90%. LOCAL: Mineirão (62 mil), Belo Horizonte. MOTIVO: volta das quartas da Libertadores 2018. TRANSMISSÃO: Fox. PÚBLICO: 48.925 pagantes, 56.764 presentes, R$2.652.600, média R$54. ARBITRAGEM: Andrés Cunha, Nicolás Tarán, Mauricio Espinosa (Uruguai). VAR: Leodán González (Uruguai). AMARELOS: Pérez, Egídio, Dedé, Rafael, Pavón. VERMELHO: Dedé, 81. GOLS: Sassá, 57, Pavón, 93. CRUZEIRO: Fábio; Edílson, Dedé, Leo, Egídio; Henrique, Lucas (Sassá, 57); Robinho, Neves. Arrascaeta (Rafinha, 75); Barcos (Raniel, 62). T: Mano Menezes. BOCA: Rossi; Buffarini, Izquierdoz, Magallán, Olaza; Barrios, Nández, Pérez (Gago, 72); Villa (Cardona, 86), Pavón, Zárate (Ábila, 80). T: Guilhermo Schelotto.

HISTÓRICO: 16 jogos, 6 vitórias do Cruzeiro, 6 do Boca, 4 empates, 17 gols do Cruzeiro, 17 do Boca. Os dois clubes decidiram a Libertadores de 1977, que o Boca conquistou nos pênaltis.

Liberta: River, Grêmio e Palmeiras nas semifinais

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

RIVER passou pelo INDEPENDIENTE: 0x0 no Libertadores de América, 3×1 em Nuñez. GRÊMIO passou pelo TUCUMÁN: 2×0 no José Fierro e 4xo no Humaitá. Os dois farão uma semifinal.

PALMEIRAS venceu o COLO COLO no David Arellano por 2×0 e no Allianz. também por 2×0. BOCA venceu o CRUZEIRO na Bombonera, por 2×0, e amanhã tenta conformar sua vaga no Mineirão. Esta será a outra semifinal.

E eu assisti Botafogo 2/4×1/5 Bahia, no Engenhão, pela Sul-americana. bahia disputará as quartas contra o paranaense, que passou pelo Caracas, na Baixada, por 2×1.

Caso Dedé, uma decisão política

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

DEDÉ, anistiado pela Conmebol, jogará contra o Boca. Bom pra ele e pro Cruzeiro. Pro futebol, cada vez mais político, é ruim.

Essa obsessão por acabar com o erro vai levar o futebol dos gramados pras salas com ar condicionado.

Em breve, nenhuma partida de futebol acabará mais aos 90 ou 100 minutos. Ou 120 minutos, somadas as interrupções pra conferir lances no monitor.

No presente caso, a Conmebol fez política. Limpou sua barra com o futebol brasileiro, sua maior fonte de renda.

Souza: “Que garfada!”

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

PITACOS acerca do BOCA JUNIORS 2-0 CRUZEIRO, Bombonera, Buenos Aires, 19set18qua21h45, ida das quartas da Libertadores 2018:

MANO MENEZES: Faltou-nos profundidade no 1º tempo. Numa jogada de área, a bola sobrou pro Perez, que fez uma assistência bem feita, e sofremos o gol. Logo depois, com o ambiente favorável ao adversário, cometemos dois ou três erros em sequência e perdemos um pouco do controle. Foi nosso pior momento. No 2º tempo, fiz a inversão, pus Rafinha pela direita e Robinho por dentro, o time melhorou. Perdemos uma chance com o Rafinha, quando a bola esteve pra entrar. Mas pelo nosso 2º tempo, podemos fazer o resultado lá, traduzir o domínio em gols, criar chances pra tentar os gols de que precisamos. Depois da expulsão, recompusemos com os jogadores que estavam em campo pra ver como o jogo ia se encaminhar. Sofremos o gol, que não foi por falta de um zagueiro, mas por um erro feio, uma bola que não se cabeceia pra dentro. Mas lá dentro talvez você avalie diferente. Segurei uma alteração um pouco, sem saber quem poderia ir até o final. Optei por tirar o Rafinha, deixar o Robinho, era um ou outro. São decisões que se toma lá dentro.

FERNANDÃO ÁVILA: O Boca teve uma chance no 1º tempo, a do gol. Se Rafinha tivesse a qualidade que o Zárate teve pra finalizar a jogada, ou clarividência que Pérez teve pra passar a bola, poderíamos ter empatado aos 47. Depois do gol perdido, o jogo caminhava pra um 1×0 definitivo. Mas aconteceu a expulsão. Ao contrário da maioria, acho que o Mano acertou ao não recompor imediatamente. Não se queima a regra 3 num jogo desse tão cedo. Ficar com dois a menos por conta de uma lesão poderia piorar o quadro de pressão suportável do mandante. Edílson, porém, cometeu uma pixotada indesculpável pra um jogador experiente. Lamentável levar o 2º gol dessa forma. Agora, é preciso reconhecer que o Cruzeiro não fez um grande jogo. Suas referências técnicas, à exceção de Dedé, estiveram mal tecnicamente e a derrota por dois gols poderia acontecer, mesmo sem a expulsão. Mas o fato é que houve a expulsão. Houve a injustiça e aí há um fato pra nos inspirar: a raiva. Ela pode ser canalizada pra uma revanche. A injustiça pode nos guiar à próxima fase, o tal certo por linhas tortas. Afinal, um 2×0 inapelável, sem um fato dessa importância, seria mais difícil de reverter.

MATHEUS CHAVES: Roubo à parte, o time celeste se mostrou desatento, cometendo erros não forçados e não aproveitando as falhas do Boca. Edilson, Egídio e Rafinha foram os piores. Mano demorou um tempo inteiro pra corrigir posicionamento do Rafinha e errou ao demorar na recomposição após a expulsão do Dedé. Era pra ter feito uma troca defensiva na hora. Se queria deixar o Henrique de beque, tinha então que ter colocado mais um volante.

BRUNO BARROS: Se Andrada não sai, Dedé provavelmente faria o gol. Ele foi pra cabecear a bola e só não conseguiu porque o goleiro saiu muito bem. O choque foi casual. Não há como ter outra interpretação do lance. Não foi um erro do juiz, foi roubo mesmo. Casinha armada, formação de quadrilha.

EDUARDO BOHRER: A expulsão foi um escândalo. Arnaldo, que costuma ser comedido e moderado nos seus comentários, classificou como um crime. Galvão chamou a atenção pra um fato importante: os jogadores do Boca nem haviam reclamado. Uma vergonha. 

LEONARDO MATARELLI: Time frouxo! Era caso pra abandonar o campo e os caras quase nem reclamaram. Bando de cordeirinhos. Bananas!

FÁBIO SCHRIER: O time celeste jogou bem. Tirando Edílson, os demais foram bem. Houve infelicidade nos lances capitais  teve a expulsão absurda. Henrique foi o melhor.

SOUZA: Que garfada! Até que o Cruzeiro jogava bem no 2º tempo, mas aí o juiz detonou o jogo.

KLAUSS MOURÃO: Dedé foi o melhor. O ridículo fica por conta do Edilson e a nulidade por conta do Barcos,. Jogamos com nove!

Dedé, nos ombros da galera!

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

ATUAÇÕES dos protagonistas do BOCA JUNIORS 2-0 CRUZEIRO, Bombonera, Buenos Aires, 19set18qua21h45, ida das quartas da Libertadores 2018:

TORCIDA CELESTE não lotou o espaço a ela reservado, mas apoiou o time. O que pouco significou na prática, diante do volume da cantoria xeneize.

FÁBIO não teve como evitados gols, deu sorte de uma bola acertar o poste e defendeu as demais que chegaram a seu arco.

EDÍLSON contou coma inestimável ajuda de Dedé para cercar Pavón, errou a rebatida que deu origem ao segundo gol. Afora isto, fez boa partida, buscando o ataque e chutando uma bola perigosa a gol.

DEDÉ fazia uma partida quase perfeito –só havia perdido uma disputa pelo alto, cara Benedetto– até ser expulso injustamente. Foi impressionante sua capacidade de vencer os duelos contra o arisco Pavón, fazendo a cobertura pela direita.

LEO jogou coma segurança de sempre. Um dos poucos jogadores do Cruzeiro em quem se pode confiar.

EGÍDIO não foi ofensivo como em outros jogos. Nem podia, posto que o Boca tem ponteiros de grande qualidade. Fez o que era possível na contenção.

HENRIQUE foi um dos três melhores do time. Marcou, ocupou espaços, saiu jogando com qualidade e atacou, quando foi possível. Jogou com simplicidade e inteligência contra um meio de campo de enorme qualidade. que se dá ao luxo de manter o talentoso Gago no banco.

LUCAS não esteve inspirado contra um tripé de volantes poderoso. Marcou razoavelmente, mas não foi efetivo na criação e no apoio aos atacantes.

ROBINHO começou bem, com bons passes e tabelas, teve seu melhor momento no começo da etapa final com belo passe que quase virou gol de Rafinha. Depois, perdeu força e terminou o jogo apagado.

NEVES fez um bom primeiro tempo, tentando jogadas com os companheiros. Teve uma chance de marcar gol, mas não arrematou bem. No fim, cansou e saiu sentindo dores na perna esquerda.

RAFINHA fez um primeiro tempo ruim que dói na esquerda. Mudou de lado e quase fez o gol de empate no segundo tempo. Daí em diante, contribuiu com correria e marcação.

BARCOS não passou nem perto de incomodar a bequeira xeneize. Quando muito, cavou faltas, que o juiz desconsiderou. Na etapa final, saiu mais da área, mas continuou inútil em outros setores.

SOBIS não produziu nada de relevante no ataque, mas ajudou a segurar o adversário em seu campo de defesa, evitando uma avalanche.

RANIEL teve pouco tempo e quase ninguém com quem jogar. Não fez diferença.

MANOEL errou uma saída de bola, mas logo controlou a situação. Afora isto, esteve seguro.

MANO manteve a estratégia que deu certo em outros jogos de ida: manter o controle da bola para evitar o bombardeio inicial dos donos da casa. Deu certo durante meia hora. O problema é que o Boca tem jogadores capazes de desferir ataques terríveis quando se aproximam da área adversária. E foi assim que saiu o primeiro gol. Na etapa final, ele adiantou Neves, mandou Barcos se movimentar, criou duas oportunidades de empatar, mas aí veio a lambança do Juiz paraguaio expulsando Dedé. Neste momento, Mano vacilou. Demorou a recompor a bequeira os xeneizes fizerem outro gol.

CRUZEIRO fez o de sempre: reteve a bola, mas não teve ímpeto quando podia contratacar ou quando se aproximava da área adversária tocando a bola. A defesa funcionou bem, mas o ataque, mais uma vez, foi improdutivo. Nem as mudanças táticas do técnico conseguem tirar s atacantes celestes da letargia. No fim das contas, a derrota foi merecida.

BOCA tinha ao menos oito jogadores técnica e fisicamente superiores aos do Cruzeiro e fez valer isto. Demorou a controlar a partida, mas quando fez, tratou de marcar gols, o que é quase impossível para o time celeste. Apesar da ajuda do Juiz na expulsão de Dedé, mereceu a vitória. Quando nada, por ter criado cinco chances de gols contra duas do Cruzeiro. Pérez e Zárate foram os melhores, num time em que ninguém jogou mal.

ÁRBITROS erraram feio. A expulsão de dedo foi uma arbitrariedade sem tamanho. Lance casual, choque de jogo, sem maldade e o idiota da cabine manda o idiota do apito consultar as imagens. Teria sido um absurdo se focasse nisto. mas não, o idiota do apito embora tenha visto que foi um lance casual, expulsou o beque celeste. O Var comprovou, depois de tantas caretices na Copa do Mundo, e mais esta na Libertadores, ser um instrumento inútil, caro e que só faz sentido para burros posarem de “mudernos”.

MelhorDoJogo => DEDÉ [[[35]]] Bastos, Rizzi, Klauss, King, Wallace, Maury, Viana, Diogo, Rezende, Bitencourt, Barros, Zuloobas, Chaves, Jotapê, Anchieta, Wagner, Furletti, Milani, Morato, Marcoalex, Jottar, Magalhães, Avelar, Palmeira, Clodoália, Soalheiro, Rocha, Romarol, Fernandão, Rosan, Monica, França, Moniquete, Patrícia, Dudu —– HENRIQUE [[[2]]] Schrier, Barnabé —– LEO [[[1]]] Síndico —– FÁBIO [[[1]]] Ivana —– PEREZ [[[1]]] Amaral —– BARRIOS [[[1]]] Setelagoas —– ZÁRATE [[[2]]] Luizito, Bohrer.

Boca Juniors 2×0 Cruzeiro: Juiz roubou a cena

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

CRUZEIRO contra Boca Juniors, neste 19set18qua21h45, Bombonera (49 mil), Buenos Aires, ida das quartas da Libertadores 2018/

CLASSIFICAÇÃO: Cruzeiro foi o 1º de seu grupo (Racing, Vasco, LaU) e passou pelo Flamengo (2×0 e 0x1) nas oitavas; Boca, 2º do seu grupo, passou pelo Libertad (2×0 e 4×2).

CRUZEIRO Fábio – Edílson, Dedé, Leo, Egídio – Henrique, Lucas – Robinho, Neves, Rafinha – Barcos. T: Mano Menezes.

BANCO: Rafael, Manoel, Hermes, Romero, Bruno, Raniel, Sobis.

AUSENTES: Arrascaeta, Mancuello (lesionados), Sassá (poupado), Fred (transição) .

PENDURADO: Neves

(mais…)

Mano: “Estamos perdendo gols demais”

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

MANO MENEZES: Fizemos um bom jogo. Fora o gol, as chances mais claras foram as nossas. Uma do Barcos, na pequena área. Outra com Thiago, quase em cima da linha. Em outros lances, poderíamos ter acertado no acabamento. Mas o jogo é de 180 minutos, vencemos por 2×1 e passamos. Os jogos são grandes, difíceis. Até agora, só um adversário não foi campeão da Libertadores e hoje eliminamos um campeão do mundo. Esses jogos da Libertadores são contra times de camisa, tradição, experientes em grandes disputas. Isso valoriza a nossa passagem. Algumas coisas acontecem no segundo jogo que têm relação com o primeiro. O fato de termos vencido os o jogo fora de casa criou uma situação diferente pro jogo de volta, mas não administramos, não jogamos o 1º tempo atrás esperando ver o que ia acontecer. Do outro lado também tinha um time de muita qualidade. Em algumas situações, como a do gol, a gente então pensa na vantagem que tem. É preciso ter inteligência pra administrá-la. Mas não gosto desse sofrimento, já estou em idade avançada. Prefiro qcolocar logo a bola pra dentro. Estamos perdendo gols demais. E nem sempre vamos conseguir fazer o resultado fora de casa. É o momento de melhorar. Avançar na competição dá confiança ao torcedor, mas dentro da nossa casa temos que melhorar a produção.

ROBINHO: Durante a semana os torcedores pediram muito nas redes sociais a comemoração viking, inclusive marcando os jogadores. Conversamos sobre isso no jantar do pré-jogo e o Thiago falou: ‘vamos fazer.’ E aí foi daquele jeito que vocês viram, legal, diferente. Espero que possamos repetir isso até a final.

DOUGLAS VELLOSO: O Cruzeiro jogou bem. Segurou o Flamengo, como já se habituou fazer em jogos desse tamanho e com esse regulamento. O jogo volta refletiu e continuou o de ida. Mas não pode se dar o luxo de cperder gols como perdeu. Ficou laro que o time recebei orientação pra recuperar a bola o mais longe possível de sua intermediária e partir com velocidade em passes rápidos e verticais. E teve diversas oportunidades em transformar esse planejamento em gol e tranquilizar a partida. Henrique, Leo e Lucas jogaram o fino. Barcos parecia não saber onde jogar. Os demais jogaram em bom nível.

MARCUS OLIVEIRA: Lucas no 1º tempo e Henrique no 2º foram monstros! Dedé tem sido importante, mas Leo é que merecia uma convocação faz tempo, Barcos destoou, não está no ritmo dos demais. Não pode perder um gol daqueles, meu filho! Isto vale para tambó;em pro Neves.

CLAUDINEI VILELA: Lucas, Henrique, Dedé e Leo foram impecáveis. Dificil escolher o melhor entre eles. Dedé foi monstro demais jogando até de volante porque, como o Flamengo nao tinha centro avante fixo, mudou a referência pra ele na marcacao e ele dava combate fora da área. Leo destruiu tudo, mas o Lucas fez uma partida perfeita. Foi o melhor do jogo!

BRUNO BARROS: Destaco Leo, Neves e Lucas, este o melhor do jogo. Fez uma de suas melhores partidas com a camisa celeste. Pra tirar um dez só faltou dar o passe pro Neves que estava livre, leve e solto na esquerda, naquele lance em que preferiu chutar.

THIAGO FIVESTARS: Time frio e calculista, jogou melhor os dois jogos, passou no limite, como já estamos acostumados. Leo está jogando o fino.

DANIEL CARVALHO: Eficiente fora, ineficiente em casa, o Maior de Minas faz o coração do torcedor sofrer.

Libertadores, quartas: Argentina, Brasil e Chile

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

LIBERTADORES já tem dois confrontos definidos nas quartas: River (0x0 e 3×0 no Racing) x Independente (3×0 e 0x0 no santos) e Tucuman (2×0 e 0x1 no Medellin) x Grêmio (1×2 e 2×1 no Estudiantes).

Cruzeiro, que passou pelo Flamengo (2×0 e 0x1) enfrentará o vencedor de Libertad x Boca, que estão jogando agora em Assunção.

Colo Colo, que despachou o Corinthians (1×0 e 1×2), aguarda o vencedor de Cerro x Palmeiras, hoje em Sampa.

Meu palpite é que as semifinais serão: Cruzeiro x Colo Colo e River x Tucuman.

P.S.: Passaram Boca (2×0 e 4×2 no Libertad) e Palmeiras (2×0 e ox1 no Cerro)