Arquivo da Categoria ‘História’

Séries

sábado, 29 de abril de 2017

Pra relaxar antes do RapoCota:

  1. Alfa, Beta, ______, Delta e Épsilon.
  2. Barone, Mendes, Cruz, ______ e Oliveira.
  3. Felix, Carlos, ______, Wilson e Everaldo.
  4. Humberto, ______, Emílio, Ernesto e João.
  5. Guaicurus, Caetés, Tupinambás, Carijós e _____.
  6. Oscar, Marcel, Israel, Gerson e ______.
  7. Laimbeer, Edwards, Rodman, Dumars e ______.
  8. Jagger, Richards, Jones, ______ e Watts.
  9. Portela, ______, Salgueiro, Mangueira e Grande Rio.
  10. ______, Tombense, Uberlândia, Joinville e São Paulo.

Completem pra cada serie ficar perfeita.

O vencedor receberá um prêmio virtual.

Higuaín: “Ronaldo, o melhor de todos os tempos”

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

GONZALO HIGUAÍN, 29 anos, centroavante da Seleção Argentina e da Juventus, não cita Maradona nem Messi, quando se trata de escolher o melhor atacante da história do futebol.

Pra ele, Ronaldo Fenômeno foi o maior de todos. Higuaín disse ao canal europeu Premium Sport:

  • “Messi é o melhor jogador da atualidade. Mas, quando eu era pequeno e acompanhava o futebol italiano, onde jogavam grandes atacantes como Trezeguet, Batistuta e Crespo, descobri o melhor de todos os tempos: Ronaldo”.

Falando sobre o início de sua carreira, o centroavante destacou Roberto Carlos, Raúl e Van Nistelrooy como os colegas que mais o ajudaram a se adaptar ao Real Madrid, onde jogou entre 2006 e 2013.” [Fonte: Estadão]

Há 54 anos, Minas conquistava Brasileiro de Seleções

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

MARCOS PINHEIRO

Neste 30Jan, comemora-se o 54º aniversário da conquista do Campeonato Brasileiro de Seleções de 1962 por Minas Gerais. O troféu está no Museu do Futebol do Mineirão, sem qualquer explicação adicional para os visitantes.

Minas Gerais estreou nas quartas-de-final, contra o Paraná, em 10jan63, mas a competição havia começado em 04nov62, que é seu ano oficial de referência, conforme escrito no próprio troféu. O segundo jogo da final contra a Guanabara foi em 30jan63.

Já foi bastante comum no futebol brasileiro a competição de um ano terminar no ano seguinte. O Mineiro de 1937, por exemplo, terminou em Abr38. A 1ª fase do Brasileiro de 1988 terminou em dezembro, os jogadores entraram de férias e o campeonato recomeçou no final de janeiro já nas quartas-de-final. O atacante Careca, do Cruzeiro, que estava voando no ano anterior, voltou das férias com mais de 100 Kg pra enfrentar o Internacional.

No caso do título mineiro, como o escrete estreou e terminou a competição em 1963, é comum se dizer que o torneio foi em 1963, mas na verdade Minas campeonou em 1962, assim como o título brasileiro que o Bahia conquistou em 1989 foi o de 1988.

Detalhe interessante é que a placa colada ao troféu menciona ser o “XXV Campeonato Brasileiro de Futebol”, mostrando que a CBD continuava ignorando o campeonato brasileiro que ela mesma organizou em 1922. Nesse ano, por ocasião das comemorações do Centenário da Independência, a entidade realizou, no Rio de Janeiro, o “Campeonato Brasileiro de Futebol”, com esse nome. A competição foi um sucesso e a única coisa que deu errado pra CBD foi São Paulo, cuja federação, à época, vivia às turras com a CBD, ter campeonado. Pra diminuir a conquista paulista, em 1923, a CBD voltou a organizar a competição, chamando-a de “1º Campeonato Brasileiro de Futebol”, alegando que a competição do ano anterior era experimental, e portanto não contaria. De nada adiantou os protestos paulistas, que voltariam a vencer a competição em 1923.

O Campeonato Brasileiro de Futebol continuaria acontecendo anualmente até 1944 (não houve edições em alguns anos), quando passou a a ser disputado de dois em dois anos e, a partir de 1959, de três em três. Após a edição de 1962, não houve novas edições até que em 1987 se tentou ressuscitar a competição. Minas, por ser campeã, entrou direto na semifinal e na final o Rio de Janeiro, representado pelo Americano de Campos, ganhou o título. Quatro anos depois, em 1991, houve a última edição da competição. Após uma primeira fase sem os estados mais importantes e com baixíssimo interesse do público, a competição não teve continuidade, terminando sem definição do campeão.

Na verdade, desde a década de 50, com o início do Rio-São Paulo, era crescente perda de interesse do público pela competição entre seleções estaduais. Desinteresse que se acentuou com o início da Taça Brasil em 1959.

  • CAMPEÕES: 1922, São Paulo — 1923, São Paulo — 1924, Distrito Federal — 1925, Distrito Federal — 1926, São Paulo — 1927, Distrito Federal — 1928, Distrito Federal — 1929, São Paulo — 1931, Distrito Federal — 1933, São Paulo (FBF) — 1934, Bahia (CBD) e São Paulo (FBF) — 1935, Distrito Federal (CBD) e Distrito Federal (FBF) — 1936, São Paulo (CBD) — 1938, Distrito Federal — 1939, Distrito Federal — 1940, Distrito Federal — 1941, São Paulo — 1942, São Paulo — 1943, Distrito Federal — 1944, Distrito Federal — 1946, Distrito Federal — 1950, Distrito Federal — 1952, São Paulo — 1954, São Paulo — 1956, São Paulo — 1959, São Paulo — 1962, Minas Gerais — 1987, Rio de Janeiro — 1991, não concluído.

Até que 2016 não foi tão ruim

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Este foi o desempenho do Cruzeiro em 2016:

  • APROVEITAMENTO de 56% em 66 jogos, com 32 vitórias, 15 empates, 19 derrotas, 94 gols marcados, 74 sofridos e 111 pontos.
  • JOGOS: 2×0 RioBranco — 1×1 Criciúma — 0x0 Urt — 2×1 Tombense — 1×0 Tupi — 3×4 Fluminense — 1×0 Tricordiano — 1×1 América — 1×0 Caldense — 2×1 Paranaense — 3×0 Uberlândia — 3×2 Villa1×0 Franga — 2×0 Guarani — 3×2 Boa — 0x2 América — 0x0 Campinense — 0x0 América — 3×2 Campinense — 2×0 Londrina — 0x1 Coritiba — 2×2 Figueira — 1×4 Santa — 1×1 América — 1×0 Botafogo — 0x1 Sumpaulo — 3×2 Franga — 0x1 Flamengo — 0x2 Grêmio — 4×0 Ponte2×1 Palmeiras — 2×3 Chape — 2×2 Vitória — 2×1 Vitória — 0x3 Paranaense — 0x2 Fluminense — 2×1 Vitória — 1×2 Sport — 0x2 Santos — 4×2 Inter — 1×1 Corintiãs — 2×2 Coritiba — 2×1 Figueira — 2×0 Santa — 5×2 Botafogo — 2×0 América — 0x2 Botafogo — 0x1 Sumpaulo — 1×1 Franga — 1×0 Botafogo — 1×2 Flamengo — 1×2 Corintiãs — 1×0 Grêmio — 2×0 Ponte — 0x0 Palmeiras — 0x0 Chape — 4×2 Corintiãs — 1×0 Vitória — 0x2 Grêmio — 0x1 Paranaense — 0x0 Grêmio — 4×2 Fluminense — 1×0 Sport — 2×2 Santos — 0x1 Inter — 3×2 Corintiãs.
  • PERFORMANCES: Mineiro: 3º lugar, apesar de ter feito a maior pontuação — Primaliga: desclassificado na fase de grupos — Copa do Brasil: desclassificado nas semifinais — Brasileiro: 12º lugar — RapoCota: 2 vitórias e 1 empate.

Não foi de todo ruim. Ou muito me engano, caro leitor?

Raul, campeão brasileiro de 1966

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

RAUL GUILHERME PLASSMANN nasceu em Antonia, no Paraná. Começou nos juvenis do atlético Paranaense. Pensando em arranhar dinheiro pra comprar um carro, mudou-se pro São Paulo. Em 1966 chegou ao cruzeiro. Os goleiros da época tinham 1m70. não havia camisa pra seu 1m87. Ele pegou uma emprestada do lateral Neco. Amarela. Chocou. Mas saiu-se tão bem, que virou titular. e fez história. 

  • O 1º tempo terminou 5×0 pra nós. Fiquei meio atordoado. Estava jogando contra meus ídolos. Eu nunca tinha visto o Pelé, só tinha ouvido falar. Eu não estava nervoso, estava ansioso pro jogo começar pra ver os caras de perto. De repente, 5×0. Desci pro túnel e perguntei ao Dirceu Lopes quanto estava o jogo. Depois ainda voltei pra conferir no placar. Pensei que os caras do Santos deveriam estar muito brabos com a gente. Era muita ingenuidade.
  • Na partida de volta, emoção semelhante. O Cruzeiro venceu por 3×2, em São Paulo. Mais uma vez, surpreendeu aos que esperavam vitória do Santos e um terceiro jogo, em campo neutro.
  • No segundo jogo, tinha uma coisa no ar, um negócio estranho. Ninguém me falou nada, mas eu senti que todos pensavam que a goleada tinha sido uma aberração, que se a gente jogasse mais 10 vezes, o Santos ia ganhar as 10. Nosso time era desconhecido. No jogo de São Paulo, quando perdíamos por 2×0 mas completamos o massacre começado no Mineirão e viramos pra 3×2. E olha que o Tostão ainda perdeu um pênalti. Foi uma demonstração de força. Virar sobre o melhor time do mundo, dentro da casa deles. O Cruzeiro tinha chegado. Uma semana depois vi a manchete de uma revista: “Os mineiros no poder”. Pra mim, aquilo era melhor que apenas “O Cruzeiro no poder. Porque o Cruzeiro não fez aquilo só por ele. Fez por Minas. Por isso é que foi grandioso.
  • No intervalo do segundo jogo, vi uns dirigentes querendo marcar o terceiro. Estava 2×0 pra eles e os dirigentes paulistas queriam marcar o terceiro jogo. Pedro Paulo, nosso lateral, colocou todo mundo pra correr do vestiário. Aí voltamos pro segundo tempo, viramos pra 3×2.
  • Zito deu umas pancadas no Natal, que revidou no final do jogo. Zito correu pra cima do Natal, que se escondeu atrás do Pedro Paulo, o jogador mais forte do nosso time. Então, o Natal chamou o Zito, e o Zito correu, é claro.
  • Todo mundo queria saber quem era Tostão, quem era Dirceu Lopes. Passou a ter mais gente nos treinos, vinha gente do Rio, de São Paulo ver os jogos. A frequência de jornalistas começou a aumentar. Piazza e Tostão começaram a ser convocados pra Seleção. Era Minas botando a cara pra fora. A importância foi monumental. Nós éramos, e ainda somos, um grupo muito simples. Em momento nenhum isso mudou. Nós somos o Raul, o Procópio, o William, o Piazza. Somos apenas nós e isso nunca vai mudar.
  • Mais de 100 mil pessoas pagavam pra ver a gente. Era fantástico. De vez em quando, me incomodavam, mas o meu time incomodava muito mais. Ganhei poucos troféus como melhor goleiro do ano. A bola estava do outro lado sempre, e eu aparecia pouco. Via de perto Natal, Evaldo, Tostão, Dirceu Lopes, e alguns adversários ilustres, como na conquista da Taça Brasil de 1966, Pelé, Zito, Edu, Pepe e Gilmar. Me sinto privilegiado porque vi tudo mais perto que qualquer outro ser humano.
  • Muita gente me pergunta se foi o maior time do Cruzeiro de todos os tempos. Claro que foi! E isso não é menosprezo nenhum aos outros times. O Cruzeiro já teve outros grandes times, que ganharam vários títulos importantes. Um monte. O Cruzeiro é uma grandeza, mas aquele é o maior time da história, e isso não é demérito para os outros. Alguém tinha que fazer o trabalho, e nós fizemos. (Depoimento ao Superesportes)

Onde vc estava?

domingo, 4 de dezembro de 2016

Quem pode esquecer?

  • CRUZEIRO 6×1 ATLÉTICO-MG, 04dez11dom17h, tempo bom, Arena do Jacaré (20 mil), Sete Lagoas, 38ª rodada, Brasileiro 2011. Transmissão: Globo e PFC. Público: 18.500 pag, 18.850 pres. R$258.564,50. Arbitragem: Marcelo Lima Henriques (Fifa/RJ), Carlos Berkenbrock (Fifa/SC), Júlio César Rodrigues Santos (Cbf/RS). Amarelos: Roger, Guerreiro, Wellington, Pierre, Richarlyson. Vermelhos: Wellington, Werley, 78. Gols: Roger, 9, Guerreiro, 28, Anselmo, 33, Fabrício, 45, Wellington, 56, Rever, 60, Everton, 90. CRUZEIRO: Rafael Monteiro, Leo Simões, Naldo, Victorino, Diego Renan; Fabrício, Leandro Guerreiro, Charles (Farias); Roger Galera (Ortigoza); Anselmo Ramon (Francisco Everton), Wellington Paulista. T: Vagner Mancini. FRANGA: Renan Ribeiro; Serginho (Magno Alves), Leonardo Silva (Werley), Réver, Richarlyson; Pierre, Fillipe Soutto, Carlos César; Daniel Carvalho; Bernard, André Bebezão. T: Cuca.

A Copa não acabou

sábado, 5 de novembro de 2016

VEJA relacionou nomes dos investigados por esquemas de corrupção dos estádios da Copa:

  • Nacional: José Roberto Arruda, Agnelo Queiroz e Tadeu Filippelli
  • Itaquera: Lula, Dilma e André Sanchez
  • Maracanã: Sérgio Cabral
  • Amazônia: Eduardo Braga e Omar Aziz
  • Dunas: Henrique Alves e José Agripino Maia

Como se vê, a Copa não acabou.

E pensar que o torcedor só se lembra dos sete-um, esquecedo-se de que pode ter havido vários um-sete-um…

É preciso saber viver

sexta-feira, 3 de junho de 2016

MARIANA RESENDE

Recebi de uma amiga, por whatsapp, o vídeo daquele golaço do Everton Ribeiro contra o Flamengo. Imediatamente encaminhei para o grupo da família e escrevi: “Saudade! E pensar que tinha gente que reclamava desse time…”. Um primo logo respondeu “eu era um deles”. Eu me lembrava muito bem disso, perdi as contas de quantas vezes precisei defender o time, que veio a ser bicampeão brasileiro, das sandices e cobranças descabidas que ele fazia. Coisa de louco!

Pra mim, o bicampeonato foi uma festa de família e eu as conheço muito bem. Sou de uma família grande e festeira, meus pais têm nove irmãos cada, um monte de primos, um monte de agregados. É tão bom encontrar aquele tio que você adora, um primo engraçado, conhecer os bebês que acabaram de nascer, os namorados (as), as fofocas… Tem os animados, que contam piadas, dançam, bebem, riem, desfrutam do momento, da oportunidade de estar em família numa festa, ficam até o final. Mas sempre tem aquele parente mala, que só fala de doença, da vida dos outros, da crise, reclama como sua vida é sofrida… Curtir a festa, celebrar? Não dá. Tem problemas demais pra isso. 

Foi isso que aconteceu com esse meu primo aí de cima, ele foi o “parente mala” da festa de 2013/14, determinado a ser o estraga prazer, encontrar defeitos, descontar suas frustrações… Agora se arrepende de ter curtido tão pouco e de ter procurado pêlo em ovo. Eu fui a “parente animada”, desfrutei de tudo que aqueles anos me ofereceram. Quando via aquele time em campo, sabia que a história estava sendo escrita diante dos meus olhos, vivi cada lance, cada gol, cada derrota, cada vitória, cada defesa, cada comemoração intensamente, chorei, ri e cantei até perder a voz. Fiquei até o final da festa, saí com a sandália na mão.

Hoje a festa acabou e, ao contrário do meu primo, eu olho pra trás sem qualquer porém. Tenho certeza que aproveitei cada momento de uma festa histórica e memorável. E o sentimento de ter vivido tudo intensamente e desfrutado de cada segundo é como ser Cruzeiro: é bom demais!!!

Albânia, com chuteira e sem ditadura

sábado, 26 de março de 2016

Ligo  a TV e vejo a reprise de ÁUSTRIA 2×1 ALBÂNIA, no Ernst Happel, Viena, e me recordo do tempo em que o pequeno país dos Balcãs sofria sob uma ditadura comunista.

O Partido Comunista do Brasil, este mesmo que é sócio do PT no governo deztepaiz, tinha no ditador Ender Hoxha, o “pai dos povos” da era pós-Stalin. E seus militantes chamavam a pequena republiqueta de “farol do socialismo”, um exemplo a ser seguido pelo Brasil.

Corria o ano de 1991, quando, folheando uma revista do PCdoB na livraria JM Gomes, no Maletta, li análise de alguma toupeira brasileira garantindo que o regime albanês jamais desapareceria, por atender aos interesses de seu povo. Uma semana depois, milhares de albaneses invadiam a Itália, desesperados e famintos, em busca de asilo. E os que não conseguiram fugir derrubavam a enorme estátua do ditador em Tirana, capital do país.

Mas o que mais impressionou foi o asilo solicitado à Espanha por três jogadores da seleção albaneses, após um jogo amistoso. Entre outras justificativas, diziam ter vontade de se aprimorar no futebol e ganhar a vida com ele. O que seria impossível em seu país, onde havia tanta escassa de recursos que os atletas treinavam usando sapatos velhos.

Hoje, o país tem futebol decente, com jogadores espalhados pela Europa e uma seleção capaz de jogar até melhor que a Áustria, fora de casa. A derrota não diz bem o que foi a partida. Mas tá valendo: o pior já passou pro “povo das alturas”, como se autodenominas os albaneses.

O futebol dos sonhos de Ruy Cabeção

sábado, 19 de março de 2016

RUY CABEÇÃO, ex-lateral do América, Cruzeiro, Bota, Grêmio, Flu, Náutico, Brasiliense etc, falou ao Superesportes, neste 18mar16::

  • “Hoje, tenho comigo que só virei jogador de futebol por dois motivos. O primeiro, foi por causa da categoria de base no América. O América me deu todas as condições de trabalho e acompanhamento pra virar profissional. Sou muito grato ao Coelho. O segundo motivo foi minha passagem pelo Cruzeiro. Eu sou mineiro, tenho uma gratidão enorme pelo Cruzeiro. Tudo o que eu conquistei foi graças ao Cruzeiro. Na época, o clube me mostrou o futebol que eu sempre sonhei: futebol de salário em dia, bem administrado, que trabalha da forma como tem que ser. Todo menino sonha com estádio cheio, torcida gritando o seu nome. O Cruzeiro me proporcionou tudo isso”.

ARMAZÉM PERRELLA, numa época em que não havia Sócio do Futebol, foi uma boa ideia pro clube não dar calote.

Ou muito me engano, caro leitor?