Arquivo da Categoria ‘Dicas’

Eu, sociofuteboleiro

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Somos três sociofuteboleiros, aqui em casa. Todos Tríplice Coroa. Além disto, eu e minha patroa somos sócios dos clubes sociais, que não frequentamos há 20 anos, mas pagamos a anuidade religiosamente.

Chegou a hora de renovar o SF. Liguei pro clube. Não houve aumento da mensalidade, que se mantém em R$220. Desconto só pra quem é conselheiro: 50%. Pros demais sócios, nada.

O clube devia fazer uma mediazinha com os abnegados das piscinas também. Estimularia o crescimento dos dois programas. Ou muito me engano?

Descobri também que sou possuidor de 47.400 cruzeiros na pontuação do programa. Pergunto a quem vive vasculhando o site do SF: isto é muito ou pouco? Dá direito de levar o Raposão num encontro do blog?

E vc, caro leitor e fiel torcedor, já renovou sua anuidade? Não? Por quê? Não sobra tempo pra mais nada além de cornetar, reclamar, rogar praga e fofocar? Pois trate de criar vergonha e faça a coisa certa: renove, já!

Filmes que vi, revi e recomendo (II)

sábado, 1 de agosto de 2015

Segunda parte da minhas lista dos melhores filmes:

  • 1927 O CIRCO (Chaplin)
  • 1939 NO TEMPO DAS DILIGÊNCIAS (Ford)
  • 1940 VINHAS DA IRA (Ford)
  • 1941 RELÍQUIA MACABRA (Huston)
  • 1946 PAIXÃO DE FORTES (Ford)
  • 1952 CARNAVAL ATLÂNTIDA (Burle e Manga)
  • 1954 AS FÉRIAS DO Sr. HULOT (Tati)
  • 1955 FÉRIAS DE AMOR (Logan)
  • 1955 LADRÃO DE CASACA (Hitchcock)
  • 1955 RIFIFI (Dassin)
  • 1957 QUANDO VOAM AS CEGONHAS (Kalatozov)
  • 1957 TRONO MANCHADO DE SANGUE (Kurosawa)
  • 1958 UM CORPO QUE CAI (Hitchcock)
  • 1960 A AVENTURA (Antonioni)
  • 1960 O SOL POR TESTEMUNHA (Clément)
  • 1960 SE MEU APARTAMENTO FALASSE (Wilder)
  • 1961 BONEQUINHA DE LUXO (Edwards)
  • 1961 VIRIDIANA (Buñuel)
  • 1963 A PANTERA COR DE ROSA (Edwards)
  • 1963 MOSCOU CONTRA 007 (Young)
  • 1963 O BANDIDO GIULIANO (Rossi)
  • 1963 O LEOPARDO (Visconti)
  • 1963 OITO E MEIO (Fellini)
  • 1963 UM DIA, UM GATO (Jasny)
  • 1964 007 CONTRA GOLDFINGER (Hamilton)
  • 1964 OS REIS DO IÊ IÊ IÊ (Lester)
  • 1967 A BELA DA TARDE (Buñuel)
  • 1967 O ESTRANGEIRO (Visconti)
  • 1968 UM CONVIDADO BEM TRAPALHÃO (Edwards)
  • 1970 A ESTRATÉGIA DA ARANHA (Bertolucci)
  • 1972 ROMA (Fellini)
  • 1972 SOLARIS (Tarkovski)
  • 1973 A NOITE AMERICANA (Truffaut)
  • 1973 AMARCORD (Fellini)
  • 1973 O DIA DO CHACAL (Zinnemann)
  • 1974 VIOLÊNCIA E PAIXÃO (Visconti)
  • 1975 DERSU UZALA (Kurosawa)
  • 1976 NOVECENTO (Bertolucci)
  • 1979 APOCALYPSE NOW (Coppola)
  • 1979 MANHATTAN (Allen)
  • 1984 GAIJIN (Yamazaki)
  • 1985 QUANDO PAPAI SAIU EM VIAGEM DE NEGÓCIOS (Kusturika)
  • 1986 POR VOLTA DA MEIA NOITE (Tavernier)
  • 1991 URGA – UMA PAIXÃO NO FIM DO MUNDO (Mikhalkov)
  • 1995 Mr. HOLLAND, ADORÁVEL PROFESSOR (Herek)
  • 2001 NOVE RAINHAS (Bielinsky)
  • 2001 O FILHO DA NOIVA (Campanella)
  • 2003 BOM DIA, NOITE (Belocchio)
  • 2003 VALENTIN (Agresti)
  • 2007 TROPA DE ELITE (Padilha)

Estou à disposição para esclarecimentos.

Filmes que vi, revi e recomendo (I)

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Matheus Chaves e Bruno RJ7L me pediram lista de bons filmes, no post da entrevista.

Aqui vai uma lista de com alguns que vi, revi e indico.

Sem ordem de preferência.

  • 1925 EM BUSCA DO OURO (Chaplin)
  • 1927 A GENERAL (Keaton)
  • 1938 ALEXANDRE NEVSKI (Eisenstein)
  • 1939 A REGRA DO JOGO (Renoir)
  • 1939 E O VENTO LEVOU (Fleming)
  • 1939 O MÁGICO DE OZ (Fleming)
  • 1941 CIDADÃO KANE (Welles)
  • 1942 CASABLANCA (Curtiz)
  • 1944 IVAN, O TERRÍVEL (Eisenstein)
  • 1948 LADRÕES DE BICICLETA (De Sica)
  • 1951 RASHOMON (Kurosawa)
  • 1952 CANTANDO NA CHUVA (Donen)
  • 1952 MATAR OU MORRER (Zinnemann)
  • 1952 UMBERTO D (De Sica)
  • 1952 VIVER (Kurosawa)
  • 1953 A UM PASSO DA ETERNIDADE (Zinnemann)
  • 1954 JANELA INDISCRETA (Hitchcock)
  • 1954 OS SETE SAMURAIS (Kurosawa)
  • 1954 SHANE (Stevens)
  • 1954 SINDICATO DE LADRÕES (Kazan)
  • 1955 VIDAS AMARGAS (Kazan)
  • 1956 RASTROS DE ÓDIO (Ford)
  • 1957 A PONTE DO RIO KWAI (Lean)
  • 1957 MORANGOS SILVESTRES (Bergman)
  • 1957 O SÉTIMO SELO (Bergman)
  • 1959 INTRIGA INTERNACIONAL (Hitchcock)
  • 1959 QUANTO MAIS QUENTE MELHOR (Wilder)
  • 1960 PSICOSE (Hitchcock)
  • 1962 LA DOLCE VITA (Fellini)
  • 1962 LAWRENCE DA ARÁBIA (Lean)
  • 1962 O HOMEM QUE MATOU O FACÍNORA (Ford)
  • 1962 O SOL É PARA TODOS (Mulligan)
  • 1963 ACOSSADO (Godard)
  • 1963 OS PÁSSAROS (Hitchcock)
  • 1965 BLOW UP (Antonioni)
  • 1965 DOUTOR JIVAGO (Lean)
  • 1967 A PRIMEIRA NOITE DE UM HOMEM (Nichols)
  • 1968 2001: UMA ODISSEIA NO ESPAÇO (Kubrick)
  • 1970 A CONFISSÃO (Gravas)
  • 1970 SONHOS DE UM SEDUTOR (Ross)
  • 1971 LARANJA MECÂNICA (Kubrick)
  • 1972 O PODEROSO CHEFÃO (a trilogia) (Coppola)
  • 1977 ANNIE HALL (Allen)
  • 1982 E.T. (Spielberg)
  • 1986 CURTINDO A VIDA ADOIDADO (Hughes)
  • 1987 A ERA DO RÁDIO (Allen)
  • 1988 CINEMA PARADISO (Tornatore)
  • 1993 MADADAYO (Kurosawa)
  • 1996 KOLYA (Sverák)
  • 1998 CENTRAL DO BRASIL (Salles)

Atacame de preguntas!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Enquanto vcs se divertem discutindo futebol e literatura nos posts do França e do Chaves, estarei de plantão pra responder a questões sobre

  • futebol, política, cinema, música, imprensa, diabetes, filosofia, turismo, álcool, mulheres, putaria, pintura, Beagá, ecologia, sonhos, segurança pública, dietas, piadas, Antigo Testamento, culinária, exercícios físicos e fotografia,

assuntos que domino como ninguém mais.

Recomendo ao caro leitor, o que ouvi de um guia turístico no Chile: “Señor, atacame de preguntas!”

Top 5: Livros

terça-feira, 28 de julho de 2015

Escolher cinco entre milhares é tarefa complicada, ainda mais quando o assunto é literatura.

Para elaborar a lista dos melhores, realizei um recorte temporal: livros escritos ou publicados nos últimos cinco anos. Esse recurso permite fugir um pouco dos cânones da literatura e faz com que esse Top 5 seja mais sugestivo, já que é boa a chance de muitas pessoas não terem lido as humildes indicações abaixo.

Vamos então ao Top 5 dos melhores-livros-escritos-ou-publicados-nos-últimos-cinco-anos.

  • ‘Graça infinita’, de David Foster Wallace (Cia das Letras): uma montanha de 1.136 páginas a ser escalada pelo leitor. Publicado nos EUA em 1997, o livro ganhou tradução para o português somente em 2014. Impossível de resumir em poucas linhas, o livro aborda o individualismo, o entretenimento e faz uma crítica caricatural da sociedade ocidental, especialmente dos EUA. Custou-me longas horas de leituras, mas fez valer cada minuto.
  • ‘Judas’, Amós Oz (Cia das Letras): pra quem gosta de história e geopolítica, o livro trata do conflito Israel x Palestina sob seu enfoque mais óbvio, o da religião. Amós Oz usa seus personagens para, metaforicamente, representar o nascimento do cristianismo aos olhos de seu maior símbolo de traição: Judas.
  • ‘Guia Politicamente Incorreto da Filosofia’, de Luiz Felipe Pondé (Leya): ironia fina e bem-humorada à serviço da desconstrução dos pilares do pensamento politicamente correto. Os militantes de ‘esquerda’ no Brasil deveriam, ao invés de vomitar releituras de Marx, pregar a bunda na cadeira e decorar essa obra de Pondé.
  • ‘Inferno’, de Dan Brown (Arqueiro): lista de melhores que se preze tem que ter ao menos um best-seller. O autor de ‘O Código Da Vinci’ usa a mesma fórmula de seus livros anteriores para apresentar o universo de Dante Alighieri, em diversas referências a ‘Divina Comédia’. Leitura fácil, divertida e viciante.
  • ‘O Capital no Século XXI’, de Thomas Piketty (Intrínseca): para quem não é economista, estatístico ou matemático, esse livro é um achado (meu caso). Piketty mostra, por meio de uma rica pesquisa estatística, os mecanismos que criam ou ampliam a desigualdade no mundo. A leitura demanda atenção, mas o talento do autor é justamente transformar um assunto árido em algo trivial.

Obrigado pela oportunidade.

Abraços.

Matheus Chaves 

Top 5: Cervejas

sábado, 11 de julho de 2015

Dizem que a cerveja é a bebida mais sociável do mundo, embora eu goste de apreciá-la sozinho também.

Fazer um Top 5 de Cervejas é uma tarefa simples, principalmente porque não exige muita ciência na elaboração da lista: é saborear e escolher.

O único critério que utilizei para esse Top 5 foi meu paladar, então não esperem encontrar uma dissertação para cada cerveja, com aqueles comentários sobre lúpulos, aromas e notas de num-sei-o-quê.

Apesar de o Brasil, e Minas Gerais especialmente, ser um celeiro de excelentes cervejas artesanais, a lista ficou recheada de gringas, artesanais ou não. Vamos a ela:

  • Leffe Blonde: cerveja tipo Pale Ale, fabricada na Bélgica. Excelente, mas pelo sabor forte, não dá pra ‘garrar no golo’ com ela (ainda bem, porque é cara…).
  • Colorado Ithaca: cerveja tipo Imperial Stout, brasileira. Tenho uma queda pelas Colorados (não o time ou torcedores, frise-se) de modo que fica difícil escolher a melhor. A Ithaca é de malte, lúpulo e rapadura queimada e vale a degustação.
  • Bells Hopslam: cerveja tipo India Pale Ale, dos EUA. Cotada como uma das melhores do mundo.
  • Paulaner Hefe-Weissbier Naturtrüb: cerveja tipo German Weizen, da Alemenha. Uma das poucas cervejas de trigo que gostei. Pra quem curte, acho obrigatória.
  • Corona Extra: cerveja tipo Standard American Lager, fabricada no México. É figura fácil na geladeira lá de casa, principalmente porque é bem leve, refrescante e agrada bastante a patroa para beber eventualmente durante a semana ou sexta-feira a noite.

Tive que pesquisar os tipos das cervejas, pois não sou grande conhecedor, só bebedor.

Exceção à Bells, que não sei se vende aqui em BH, todas as outras encontramos facilmente em lojas especializadas.

Recomendo o Posto da Mamãe para comprar e levar pra casa. Se for sair, sugiro Haüs München ou Café Vienna.

Obrigado pela oportunidade.

Abraços.

Matheus Chaves

Top 5: Vinhos

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Antes de mais nada, não sou enólogo nem sommelier. Na melhor das hipóteses, sou um bom degustador de vinhos.

Isso dito, não esperem desse post as rebuscadas análises de taninos, corpo, aroma, notas e outras frescuragens que só os entendidos podem fazer.

Além disso, tem a questão do custo-benefício: escolhi vinhos acessíveis ao trabalhador médio brasileiro, o que deixa os vinhos fodões de R$10.000 fora da lista.

Sem mais delongas, eis o Top 5 de Vinhos, com a indicação de uva predominante e país de origem (já adianto que não deu pra escolher um vinho catarinense em homenagem ao Tolentino).

  • Toro Loco – Tempranillo – Espanha
  • Crucero Reserva – Syrah – Chile
  • Carmine Granata Malbec Gran Reserva – Malbec – Argentina
  • Jacobs Creek Shiraz Cabernet Savignon – Shiraz e Cabernet Sauvgnon – Austrália
  • Casillero del Diablo – Carménère – Chile

Em BH, exceção feita ao Toro Loco, que compro pela internet (wine.com.br), os demais podem ser encontrados no Verdemar, SuperNosso, Casa Rio Verde etc.

Obrigado pela oportunidade.

Abraços.

Matheus Chaves

Vá e leve sua mulher sapiens

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Programas pra esta sexta-feira, 26jun15:

  • 18h às 22h, no BHBar, Savassi, lançamento do livro do ANDERSON OLIVIERI. As dúvidas podem ser postadas aqui. Ele as responderá no decorrer do dia.
  • 20h30, Na Sala Minas Gerais, Rua Tenente Brito Melo, esquina de Gonçalves Dias, no Barro Preto, concerto da Filarmônica de Minas Gerais. No programa, BERLIOZ (Abertura O Rei Lear), SAINT SAËNS (Concerto pra violino nº 3 em mi menor, OP 61, com a violinista Liza Ferschtman) e FRANCK (Sinfonia em ré menor).
  • 20h30, no SporTV, Colômbia x Argentina, quartas de final da Copa América.

O dinâmico leitor poderá escolher dois dos três programas e se divertir a dois, com a mulher sapiens amada ao lado.

P.S.: Dois grandes cruzeirenses fazem aniversário hoje: ALEXANDRE MINARDI, coordenador ada equipe de atletismo do Cruzeiro, e BRUNO PONTES, comentarista do PHD. Saúde a ambos.

O novo livro do Olivieri

sábado, 20 de junho de 2015

Novo livro do ANDERSON OLIVIERI: “2003: o ano do Cruzeiro – Diária da Tríplice Coroa”

RELEASE

Brilhante, irretocável, apoteótico, perfeito. São muitas as formas de definir o ano de 2003 na história do Cruzeiro Esporte Clube. Assim como são muitos os feitos reluzentes que ainda embalam o orgulho cruzeirense de ter visto Alex, Deivid, Aristizábal e cia. darem aula ao Brasil de futebol-arte. Afinal, quem não se lembra do gol de letra do camisa 10 no Maracanã, em plena final da Copa do Brasil? Ou do gol de Deivid, o da virada, no clássico contra o rival, pelo Mineiro? E da cavadinha do atacante colombiano no pênalti cobrado contra o Santos, naquele jogo que sentenciaram à época como “final antecipada do Brasileiro”? Ah, é claro que o cruzeirense se recorda…

Mas um ano perfeito, tríplice coroado, não se faz apenas de acontecimentos inesquecíveis e eternos como esses. Há, em cada um dos 365 dias, uma história a ser contada; um fato a ser revelado; uma proeza a ser propagada. E foi com a finalidade de esmiuçar 2003 em sua essência que Anderson Olivieri – autor também de “Anos 90: Um campeão chamado Cruzeiro” e “20 Jogos eternos do Cruzeiro” – escreveu este “2003: O ano do Cruzeiro”. Assim, passeando pelo dia a dia daquele ano azul que terminou com estrela amarela no peito, o leitor encontrará, nas 224 páginas desta obra, todos os detalhes que fizeram de 2003 o ano da Raposa.

A pré-temporada em Araxá; o amistoso humanitário em prol dos desabrigados pelas fortes chuvas de janeiro; os efeitos do início da guerra do Iraque na montagem do elenco; a viagem à paupérrima Caicó, no interior potiguar, para partida da Copa do Brasil; a presença de todos os funcionários da Toca da Raposa na delegação que foi ao Rio para a final contra o Flamengo… São várias as histórias de bastidores narradas com a mesma emoção dos grandes eventos, como as conquistas invictas do Mineiro e da Copa do Brasil e o triunfo retumbante no Brasileirão.

Não bastando a riqueza de conteúdo, a obra conta ainda com texto de orelha de Alex, a estrela-maior daquela constelação de time; prefácio de Mauro Beting, um dos mais renomados jornalistas esportivos do Brasil; e, na contracapa, declarações exclusivas de Tostão, Fernando Calazans, Cláudio Arreguy e Henrique Portugal, cruzeirense integrante da banda Skank. Enfim, “2003: O ano do Cruzeiro” é um livro imprescindível para quem quer conhecer literalmente o dia a dia do ano em que a imagem do Cruzeiro resplandeceu.

SERVIÇO

Lançamento: Brasília. Data: 22jun15, segunda-feira, 19h. Local: Restaurante Carpe Diem. Endereço: 104 Sul. Presença: Roberto Gaúcho.

Olacyrize-se

quinta-feira, 18 de junho de 2015

OLACYR MORAIS morreu, depois de uma vida longa, produtiva e divertida.

Ainda adolescente, começou a trabalhar com o pai. Tomou gosto pelo dinheiro e foi abrindo um negócio após o outro até se tornar o maior exportador de soja do mundo.

Encheu o Brasil de dólares e de empregos. E colecionou mulheres gostosas, justo prêmio pra uma cara alfa.

E seus ferozes críticos, o que andaram fazendo durante esse tempo?

Frequentaram assembléias estudantis, desfilaram em passeatas, assinaram manifestos, pegaram diploma de um curso superior qualquer, feito nas coxas, e arranjaram boquinhas no serviço público.

Resumindo: nada produziram, nada conquistaram, nenhum emprego geraram e, como castigo, “comeram” pouco e mal.

Se vc ainda é jovem, olacyrize-se.