Arquivo da Categoria ‘Cornetagem’

Não faltam nomes

terça-feira, 26 de maio de 2015

Dúvida: será que Luxemburgo, Scolari e Drubscky terão dificuldade de pegar o seguro desemprego, após esse arrocho que a Dillma está dando nos trabalhadores brasileiros?

Além deles, estão no mercado, Abelão, Roth, Ney, Cristóvão, Mancini e Ancelotti. Qual deles os inimigos do Marcelo Oliveira escolheriam pra treinar o Cruzeiro. Votem!

Cornetada livre

quinta-feira, 21 de maio de 2015
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Cornete, comentarista. Escreva qualquer assunto.

Escrete pra jogar no Almeidão

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Repórter do Estadão descobriu contratos secretos, segundo ele, da CBF com a promotora de jogos da Seleção.

E produziu uma reportagem investigativa, segundo critérios da imprensa esportiva brasileira.

Eu considero apenas patético o que os comentaristas dizem sobre o tal contrato.

Reclamam que o técnico do Brasil não pode convocar quem bem entender.

Pra receber US$3 milhões, a CBF tem de levar seus melhores jogadores. Caso contrário, só cata US$1,5 milhão.

Ficamos assim, então: com Neymar, o escrete canarinho ganha o dobro do que se o astro for o Yuri Mamute, o Henrique Dourado ou o Pimentinha.

Graças a Deus, alguém está atento e decidido a proteger a história da Seleção mais vezes campeão do mundo.

Salve a tal empresa, de cujo nome não me recordo.

Mas é importante observar que o repórter não cotejou o contrato maldito do Brasil com o de outras seleções.

Será que Portugal fatura a mesma cota, com ou sem Cristiano Ronaldo? Argentina, com ou sem Messi? Bélgica, com ou sem Hazard?

Se for, sugiro à CBF assinar com a empresa do Roni que pagou R$1 milhão ao Cruzeiro pelo jogo de Cuiabá e levou rasteira com a presença dos reservas, tomando prejuízo considerável.

Além dela, mais nenhuma empresa vai topar as condições dos comentaristas esportivos brasileiros.

E, pra quem exige liberdade completa pro treinador nacional, escalo um time desafiador:

  • Deola, Apodi, Réver, Edcarlos e Anderson Pico; Pierre e Donizete; Camilo e Ganso; Henrique Dourado e Yuri Mamute.

Numa boa: não lota nem o campo do Tombense, com seus minguados 3 mil lugares.

A resposta

sábado, 16 de maio de 2015

MARCELO OLIVEIRA, técnico do Cruzeiro, na coletiva após a vitória sobre o Sumpaulo:

“Não se pode duvidar nunca da honestidade de quem trabalha no Cruzeiro. Mas também não dá pra ser técnico no Brasil e ficar preocupado com críticas. Funciona dessa forma, não é um privilégio meu, nem do Felipão, nem do Muricy, que foi tricampeão brasileiro, nem de ninguém. Funciona assim. Quando as coisas estão bem reguladas, o time está ganhando e os resultados são bons temos apoio, quando as coisa não vão bem, surgem as críticas, muitas construtivas, poucas de perseguição mesmo. Estas a gente ignora, porque conhece as pessoas que as fazem. Então, tenho que concentrar no trabalho, procurar acertar o time”.

O pessoal que acusa o técnico de perder por ser atleticano se dá por satisfeito com a resposta?

Se não se dá, o que o cara tem de fazer pra não ser esculhambado como foi ao ser contratado e, novamente, neste ano?

Os melhores do jogo

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Traduzindo o sentimento dos leitores e comentaristas do PHD, revelo os nomes do jogo.

  1. BENECY e VALDIR, grandes diretores de futebol.
  2. MARCELO OLIVEIRA, rei dos matamatas.
  3. WILLIAN, que vale muito mais do que o Cruzeiro gastou pra contratá-lo.
  4. MAYKE, um cara que só pensa em BH e não tem a mínima máscara.
  5. TIME CELESTE, que tem vergonha na cara e caráter de vencedor.
  6. ADÍLSON BATISTA, que trouxe Henrique pro Cruzeiro.
  7. GPT, que entende tudo e mais alguma coisa de futebol.
  8. MENA, lateral competente, ala eficiente.
  9. MINEIRÃO, grande casa de shows, que valeu cada centavo investido nele.
  10. FÁBIO, goleiro de sorte e expert em pênaltis.

Isto é o que vc pensa, caro leitor. Agora, o que vai escrever pra mostrar que não enfiou as dez carapuças, não sei.

Então, faça o seguinte, escreva em CAIXA ALTA o nome melhor do jogo, pra gente saber o que vc quer que a gente pense que vc pensa.

Antecipando o papo furado

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Com time bom ou ruim, jogando mal ou bem, todos sabemos que no fim, contra bambi, pra gente não tem.

Apesar disto, vamos ao Mineirão pra ver o que dá.

Se der errado, a culpa pode ser dividida em doses iguais entre ZZP, Dimas, Valdir, Benecy, Pacote, Fábio etc.

Importante é deixar bem claro: GPT nada terá a ver com um eventual fracasso, mas será heroi se a classificação vier.

Não tem mágica

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Diálogo esclarecedor de dois cruzeirenses:

  • SCHRIER: “Nesse jogo contra o São Paulo, entendi porque o Gabriel Xavier não é titular. Ele é nulo sem a bola, marca muito mal”.
  • FERREIRA E SILVA: “Ele tem potencial e, assim como o Arrascaeta melhorou na marcação, ele também vai melhorar”.

Lucas Silva também marcava mal, frouxamente. Deu trabalho ao Roth e ao Oliveira. Mas o defeito foi reparado e o clube teve lucro.

Ao contrário do que imaginam os termocéfalos, um time não se faz com varinha mágica ou misturando ingredientes num caldeirão.

Os dois garotos vão aprender. Se os hidrófobos não fizerem com ele o que fizeram com Jefferson, o goleiro da Seleção Brasileira.

Alvo: Mayke

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Mayke está com a cabeça na Europa, anda desmotivado, é mascarado, foguete molhado, enganador e cousa e lousa.

Esta é a avaliação que parte significativa da torcida celeste faz do lateral direito revelado ano passado.

O que nenhum dos pirados se perguntou é se a atual forma de jogar do garoto tem a ver com recomendações táticas ou entrosamento de estilos com os parceiros.

Importante é descer o sarrafo na prata da casa.

Ano passado, o parceiro de Mayke nas jogadas de ponta era Everton Ribeiro… Precisa explicar mais ou ligando o desconfiômetro dá pra sacar a diferença com o que ocorre agora?

Ano passado, o Cruzeiro se expunha mais nos jogos, porque tinha um time entrosado. Com o desmanche, mal tem um time, quanto mais entrosado.

E, não sei se a distinta plateia se dá conta, mas o football é association. Ao menso pra quem não é Garrincha, Joãozinho e uns poucos extraterrestres mais.

Se fosse o lateral direito do Cruzeiro, nesta quadra, Joãozinho talvez saísse driblando da defesa e iria até a área adversária resolver jogos, pouco se importando com tabelas, ultrapassagens e outras mumunhas recomendadas a jogadores normais.

Mayke, porém, não é Joãozinho. Por isto, terá de se adaptar ao jogo de Marquinhos, Arrascaeta e Damião pra render o máximo. E isto pode demorar, pra alegria dos chatos qaue infestam a torcida celeste.

Alvo: Marquinhos

sexta-feira, 8 de maio de 2015

LUAN JOANINHA chegou a Vespasiano, como complemento de elenco. Mas correu muito, esforçou-se e recebeu reconhecimento da torcida emplumada. Ao ponto de muita gente acreditar que ele sabe mesmo jogar bola. Daí ao bom desempenho em campo, que a autoconfiança permie, foi um passo.

MARQUINHOS chegou a Belo Horizonte, como complemento de elenco. Mas correu muito, esforçou-se bastante e recebeu, como retribuição, chacota da torcida celeste. Ao ponto de muita gente acreditar que ele não sabe jogar bola. Daí a ele mesmo acreditar nessa bobagem e se desmotivar, é um passo.

Esta é uma comparação, entre inúmeras possíveis, da torcida celeste com outras galeras brasileiras.

Depois, quando o barco afunda, os chatos, que se autodefinem como exigentes, pedem a cabeça de todo mundo, do presida ao professor, como se isto fosse de uma inteligência invulgar.

Jogar com o time, nos espaços virtuais ou não, que é bom, nem pensar.

Clareza de raciocínio

terça-feira, 5 de maio de 2015

O torcedor tem uma forma de raciocinar bem peculiar.

Algo inalcançável pra qualquer pensador dos últimos dois mil e quinhentos anos.

Cruzeirenses, por exemplo, enxergam assim as responsabilidades.

Benecy foi a Montevidéu e trouxe Arrascaeta. Fez nada demais, quem mandou foi o Gilvan.

Valdir foi a Santos e não trouxe Lucas Lima. Incompetente, não fez o que Gilvan mandou.

No acerto, o diretor de futebol é o Gilvan. No erro, Benecy e Valdir. É case.