Arquivo da Categoria ‘Copa 2018’

Fernandinho, um cara bem-sucedido

domingo, 8 de julho de 2018

FERNANDINHO, além dos 52 jogos pela Seleção Brasileira, tem os seguintes títulos na carreira de futebolista:

  • Brasileiro 2001, Paranaense 2001, 2002, 2005, Copa Sesquicentenário Paraná 2003, Copa Paraná 2003. Ucraniano: 2005, 2007, 2009, 2010, 2011, 2012, Copa da Ucrânia 2007, 2010, 2011, 2012, Supercopa Ucrânia 2008, 2010, 2012, Liga Europa 2008, Copa Liga Inglesa, 2013, 2015, 2017, Inglês 2013, 2017, Mundial Sub20 2003, Superclássico Américas 2014.

São 27 títulos. Quantos têm os pobres diabos que o ofenderam? Nenhum! São apenas uns escrotos prenhes de ressentimento, preconceito e burrice. Fracassados que deviam se limitar a lamber a chuteira do craque.

Rússia 2-3×2-4 Croácia: nas semi, 20 anos depois

sábado, 7 de julho de 2018

VANTAGEM dos russos é jogar em casa. Croatas levam a  melhor nos quesitos técnica, tática e experiência.

RÚSSIA 2-3×2-4 CROÁCIA, 07jul18sab15h. TEMPO: céu limpo, temperatura 23º, vento 6 Km/h, umidade 83%. LOCAL: Fitsch (48 mil), Sochi. MOTIVO: quartas de final da Copa do Mundo. TRANSMISSÃO: Globo, Sportv, Fox. PÚBLICO: ARBITRAGEM: Sandro Meira Ricci, Emerson Carvalho, Marcelo Van Gasse (Brasil). AMARELOS: Lovren, Vida, Gazinskiy. Pivaric. GOLS: Cheryshev, 30, Kramaric, 39, Vida, 100, Fernandes, 114. PÊNALTIS: Smolov (goleiro),  Brozovic (gol), Dzagoev (gol), Kovacic (goleiro), Fernandes (fora), Modric (gol), Ignashevich (gol), Vida (gol), Kuzyaev (gol), Raktic (gol). RÚSSIA: Akinfeev; Fernandes, Kutepov, Ignashevich, Kudryashov; Kuzyaev, Zobnin; Samedov (Erokhin, 53), Golovin (Dzagoev, 101), Dzyuba (Gazinskiy, 79), Smolov. T: Cherchesov. CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko (Corluka, 96), Lovren, Vida, Strinic (Pivaric, 73);  Rakitic, Modric; Kramaric (Kovacic, 87), Rebic, Perisic (Brozovic, 62), Mandzukic. T: Dalic.

Inglaterra 2×0 Suécia: semifinalista, 28 anos depois

sábado, 7 de julho de 2018

DISCIPLINA tática, força física e técnica razoável das equipes farão deste um jogo equilibrado.

INGLATERRA 1×0 SUÉCIA, 07jul18sab11h. TEMPO ensolarado, temperatura 24º, vento 6 Km/h, umidade 48%. LOCAL: Cosmos (45 mil), Samara. MOTIVO: quartas de final da Copa do Mundo. TRANSMISSÃO: Globo, Sportv, Fox. PÚBLICO: ARBITRAGEM: Bjorn Kuipers, Sander Van Roekel, Erwin Zeinstra (Holanda). AMARELOS: Maguire, Larsson, Guidetti. GOLS: Maguire, 30, DeleAlli, 59. SUÉCIA: Olsen, Krafth (Jansson, 85), Lindelöf, Granqvist, Augustinsson; Ekdal, Claesson, Larsson, Forsberg (Olsson, 65); Toivonen (Guidetti, 65), Berg. T: Andersson. INGLATERRA: Pickford, Walker, Stones, Maguire; Trippier, Lingard, Henderson (Dier, 85), Dele Alli (Delph, 77), Young; Sterling (Rashford, 92), Kane.  T: Southgate.

As quedas, justas e injustas

sábado, 7 de julho de 2018

O BRASIL já foi eliminado sendo superior e sendo inferior aos adversários em outras copas.

  • 1930. Brasil tinha uma seleção dividida, pelas brigas das ligas nacionais, e não se deu bem.
  • 1934. Brasil compareceu com uma seleção improvisada, que não deu nem pra saída.
  • 1938. Brasil tinha um grande time, que foi desclassificado pela bicampeã. E saiu reclamando da arbitragem.
  • 1950. Brasil tinha um time espetacular, que foi traído pelos nervos contra um Uruguai, que também tinha um timaço.
  • 1954. Brasil caiu nas quartas, diante da Hungria, um dos melhores times de futebol de todos os tempos.
  • 1966. Brasil foi desclassificado na fase de grupos pelo melhor Portugal de todos os tempos. Com Pelé sendo caçado impiedosamente.
  • 1974. Brasil não tinha um grande time e, embora tenha jogado bem, perdeu nas semifinais pra melhor Holanda da história.
  • 1978. Brasil tinha um time razoável, que saiu invicto, no triangular semifinal, por ter saldo de gols inferior ao da campeã.
  • 1982. Brasil era bom, mas a Itália era melhor e venceu o jogo decisivo da segunda fase.
  • 1986. Brasil tinha uma seleção fraca e baleada, que saiu nos pênaltis, após empatar com a França.
  • 1990. Brasil tinha um time razoável, mas cheio de desavenças, que saiu num jogo em que foi superior à Argentina nas oitavas.
  • 1998. Brasil tinha um timaço, mas fez uma péssima final e mereceu a derrota pra França.
  • 2006. Brasil tropeçou nos próprios problemas: jogadores com excesso de peso, treinamentos avacalhados e alguma dose de azar na partida contra a França.
  • 2010. Brasil tinha um time razoável, perseguido pela imprensa, que não aceitava ser tratada com desprezo pelo treinador. Caiu pra Holanda, após fazer ótimo primeiro tempo e ter se desequilibrado emocionalmente no segundo.
  • 2014. Brasil tinha um time fraco, que ficou sem os melhores jogadores na semifinal contra a Alemanha e foi goleado.
  • 2018. Brasil teve uma boa seleção, que perdeu, mesmo sendo superior à Bélgica.

São 21 participações em 21 copas: 5 títulos, 2 vices, 2 terceiros, 2 quartos lugares. Alemanha tem 4 títulos, 4 vices, 2 terceiros. Continuamos no topo.

Brasil 1×2 Bélgica: a Copa perdeu

sexta-feira, 6 de julho de 2018

MELHOR ATAQUE, o da Bélgica, contra a melhor defesa, do do Brasil. Jogo sem prognóstico.

BRASIL 1×2 BÉLGICO, 06jul18sex15. TEMPO parcialmente nublado, temperatura 19º, vento 8 Km/h, umidade 62%. LOCAL Arena (45.000), Kazan. MOTIVO: quartas de final da Copa do Mundo. TRANSMISSÃO: Globo, Sportv, Fox. PÚBLICO: 45.000. ARBITRAGEM: Milorad Mazic, Milovan Ristic, Dali Djurdjevic (Sérvia). AMARELOS: Alderweireld, Meunier, Fernandinho, Fagner. GOLS: Fernandinho, 12 (c), Bruyne, 30, Augusto, 76. BRASIL: Alisson; Fagner, Miranda, Thiago, Marcelo; Fernandinho, Paulinho (Augusto, 71); Willian (Firmino, 46), Coutinho, Neymar; Jesus (Douglas, 57). T: Tite. BÉLGICA: Courtois; Vertonghen, Kompany, Alderweireld; Meunier, Fellaini, Witsel, Bruyne, Chadli (Vermalen, 82); Hazard, Lukaku (Tielemans, 86). T; Martinez.

Uruguai 0x2 França: inapelável!

sexta-feira, 6 de julho de 2018

VOLÚPIA ofensiva gaulesa contra a hermética defesa charrua é o que o ogo promete oferecer. Além disto, haverá o duelo do jovem Mbappé contra o experimentado Suárez, os caras que podem desequilibrar em favor de suas equipes.

URUGUAI 0x2 FRANÇA, 06jul18sex11h. TEMPO parcialmente nublado, temperatura 24º, vento 29 Km/h, umidade 49%. LOCAL: Arena (55 mil), Nizhni Novgorod. MOTIVO: quartas de final da Copa do Mundo. TRANSMISSÃO: Globo, Sportv, Fox. PÚBLICO: 45.000. ARBITRAGEM: Néstor Pitana, Hernan Maidana, Juan Pablo Belatti (Argentina). AMARELOS: Bentancur, Hernandez, Mbappé, Rodriguez. GOLS: Varane, 38, Griezmann, 60. URUGUAI: Muslera, Cáceres, Godin, Giménez, Laxalt; Torreira, Vecino, Nández (Urretaviscaya, 73), Bentancur (Rodriguez, 59); Stuani (Gomez, 59); Suárez. T: Tabárez. FRANÇA: Lloris, Pavard, Varane, Umtiti, Hernández; Kanté, Pogba, Tolisso (Nzonzi, 79); Mbappé (Dembélé, 87), Griezmann,  Giroud. T: Deschamps.

O gênio chato que vale a pena assistir na Copa

sexta-feira, 6 de julho de 2018

O GÊNIO CHATO QUE VALE A PENA ASSISTIR NA COPA DO MUNDO

Em defesa do brasileiro Neymar da Silva Santos Júnior – e todas as suas travessuras

FRANKLIN FOER, 05jul18, The Atlenatic, CULTURA

Há um jogador transcendente deixado nesta Copa do Mundo, um jogador a quem o olho trilha irresistivelmente enquanto ele atravessa o campo – e, se você já o viu, provavelmente o odeia. Ou pelo menos você está sendo treinado para odiá-lo. Neymar da Silva Santos Júnior, do Brasil, é o tipo de ser humano que os especialistas ingleses e americanos do futebol, educados no culto do estoicismo masculino e propenso a sereios hipócritas sobre fair play, nasceram para desdenhar. E depois de seu desempenho exagerado no jogo que derrotou o México na segunda-feira, o ódio de Neymar viajou um pouco mais do que isso. O jornal brasileiro Globo publicou a manchete precisa: “Neymar encantou o Brasil, mas aborreceu o mundo inteiro”.

Mas aqui está o que supostamente os caracteriza: os críticos de Neymar desprezam suas contorções teatrais no chão após uma brisa acariciar seu pescoço; eles zombam de seus cabelos protéicos, que ele reestilizou quatro vezes nas últimas duas semanas. (Para ser justo, ele começou o torneio olhando, como alguns observadores notaram, como se ele tivesse artisticamente colocado um pacote de ramen cru em seu couro cabeludo.) Quando Neymar toca a bola, ele freqüentemente ignora o fato de que o campo está cheio de colegas de equipe. do mais alto calibre – e essa conveniência ditaria que ele passasse para eles. As palavras que você mais ouve associadas a Neymar são travessuras e adolescentes.

Mas esta Copa do Mundo é um momento para admitir o óbvio: o duopólio de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, que dominou o jogo global na última década, está em sua era tardia. Neste torneio, tanto Messi quanto Ronaldo desapareceram no jogo crucial de seu país. Eles pareciam exaustos e privados da criatividade e audácia que definiram suas carreiras. Nós podemos perdoar isso. A Copa do Mundo é um espetáculo que testa o corpo, chegando ao final de uma longa temporada e ocorrendo em condições de verão inóspitas a um esporte de resistência como o futebol.

No entanto, Ronaldo e Messi já se foram e Neymar está agora com a equipe favorita para vencer a Copa do Mundo – uma equipe que, ao que tudo indica, respeita respeitosamente sua genialidade e sente genuíno prazer em seu sucesso. Contra o México, um dos seus chutes desviados foi batido na rede por seu companheiro de equipe Roberto Firmino. Rompendo com as convenções das comemorações do gol, o Brasil se apressou em abraçar e empilhar em cima de Neymar, em vez do cara que marcou. O mundo pode considerar que Neymar seja mimado, mas seus compatriotas têm prazer em satisfazê-lo.

Quando Neymar recebe a bola, ele costuma fazer uma pausa antes de começar seu movimento. Ele quer congelar o defensor no lugar. Para todos aqueles que o observam, este momento representa um tipo muito específico de ponto de interrogação cinético. Porque quando Neymar toca a bola, tudo é possível. Ele pode se envolver em um ataque imprudente a três defensores – e, embora ele fracasse com frequência, ocasionalmente ele também prevalecerá. Ele poderia implantar um dos muitos truques que ele inventou, como a bola do arco-íris que ele jogou sobre a cabeça de um defensor costa-riquenho. Como o jornalista Tim Vickery, um ótimo explicador do jogo sul-americano, escreveu: “Neymar não é apenas dotado de habilidades espetaculares de bola, ele também é extraordinariamente mentalmente aguçado. Como Jake LaMotta em Raging Bull, há momentos em que ele parece estar vendo coisas em câmera lenta. Enquanto seu marcador é dominado pela velocidade de seu movimento, ele parece ter tempo de sobra para decidir o que quer fazer”.

Antes da primeira Copa do Mundo de Neymar, em 2014, a Nike produziu um anúncio que declarava “Ouse ser brasileiro”. O local acenou para a história recente do jogo brasileiro. As expectativas de sucesso pesam muito sobre o Brasil, já que seu sucesso no torneio ajudou a definir a identidade da nação. Depois de ter erguido a Copa do Mundo cinco vezes, ela pode suportar o fato de não vencer desde 2002. Para recuperar suas glórias passadas, a equipe voltou-se repetidamente para treinadores pragmáticos que encheram a equipe com jogadores que trabalhavam dentro de um sistema rígido. . Esse pragmatismo espremeu o núcleo espiritual do jogo brasileiro, dificultando a diferenciação da equipe em relação aos competidores.Neymar, como o anúncio sugeriu, representa o sonho de retornar ao estilo estiloso e improvisado de Pelé, Garrincha e Ronaldo, uma reversão ao que se chama futebol-arte. Isso é um pouco de pressão para colocar em uma pessoa de 26 anos – a pressão não apenas para ter sucesso, mas também a expectativa de que sua performance o colocará em um cânone de grandeza artística. Meu palpite é que essa pressão ajuda a explicar por que Neymar às vezes parece estar forçando o problema. Sua esperteza pode parecer mais artificial do que orgânica.

Desfrutar de Neymar requer perdoar as crises de sofrimento exagerado. Primeiro, precisamos considerar seu físico vulnerável. Ele é improvávelmente insignificante. Quando o joelho de um defensor obstrui o caminho de seu drible, ele é arremessado para o ar e depois flutua para o gramado como uma folha. Ao entrar em contato com o solo, ele participará de seu rolo de assinatura. Para alguém com tão pouca massa, é incrível que ele consiga o impulso de virar tantas vezes. Sim, este é o trabalho de um ator amador, o equivalente futebolístico de uma cena de morte que nunca termina.

Este pequeno melodrama pode ser explicado e justificado. Para parar um jogador com a velocidade e imprevisibilidade de Neymar, seus oponentes devem recorrer a sujá-lo. Qualquer pessoa familiarizada com a história do futebol brasileiro sabe que essa agressão pode ser ruinosa. Custou o Brasil a Copa do Mundo em várias ocasiões. Em 1966, os búlgaros atacaram Pelé, forçando-o a perder jogos – e depois os portugueses fizeram o mesmo, quando ele voltou para a programação. As mesmas táticas foram usadas contra Neymar na última Copa do Mundo, quando o joelho de um defensor colombiano entrou em Neymar, quebrando uma vértebra nas costas. Os médicos disseram a Neymar que ele tinha acabado de escapar de uma lesão que o teria paralisado, e isso o manteve de lado por toda a duração da Copa do Mundo. Não há dúvida de que a lesão arruinou as esperanças do Brasil de vencer a edição de 2014 do torneio, que terminou na catastrófica derrota do país por 7 a 1 para a Alemanha. Sujar um jogador indescritível como Neymar talvez seja uma tática compreensível, mas também é compreensível que Neymar usasse tudo em seu arsenal para chamar atenção para essa agressão. Suas reações exageradas são apelos para as intervenções protetoras dos árbitros.

O truque de Neymar merece absolvição, porque é a própria fonte de sua grandeza. Uma mente que está sempre pensando em como enganar um defensor também está sempre pensando em como enganar um árbitro. Astúcia é o seu estoque e comércio. Desta forma, a descrição do “adolescente” se encaixa. Ele é como o adolescente que encontra uma desculpa engenhosa e improvável; ele é Ferris Bueller correndo para casa. Mas ao contrário de seus oponentes, que desejam infligir dor, seus pecados são essencialmente sem vítimas – especialmente desde que este torneio introduziu árbitros assistentes de vídeo, com suas travessuras constantemente sendo revistas pelo replay. (Árbitros assistentes em vídeo teriam capturado Ferris Bueller antes do final do segundo período.)

Esta tem sido uma Copa do Mundo imensamente satisfatória, com mais do que sua parcela de surpresas e finalizações de última hora. E talvez uma grande Copa do Mundo precise de um vilão para todos se unirem. Ainda assim, em vez de juntar-me a um pânico moral contra Neymar, recomendo que aprecie seu espírito de jogo, sua falsidade, até mesmo seu egoísmo – já que Neymar almeja alcançar algo mais que um resultado; ele quer se provar o digno herdeiro de uma grande tradição.

FRANKLIN FOER é correspondente nacional do The Atlantic. Ele é o autor do World Without Mind e como o futebol explica o mundo: uma teoria improvável da globalização. Ele é o ex-editor da The New Republic.

A seleção das oitavas

quarta-feira, 4 de julho de 2018

A COPA deu um tempo. Vamos aproveitá-lo pra homenagear os protagonistas. 

Eis a minha seleção das oitavas:

  • Schmeichel — Fernandes, Mina, Thiago, Filipe — Kanté, Modric – Mbappé, Hazard, Neymar — Cavani. T: Anderson.

Alguns caboclos que jogaram bem ficaram de fora: Haraguchi, Inui, Forsberg, Rodriguez, Subasic, Ospina, Granqvist, Willian, Griezmann, Miranda, Casemiro, Fellaini, Ochoa, Cristiano, Godin, Kane… 

Colômbia 1-3×1-4 Inglaterra: acabou a maldição

terça-feira, 3 de julho de 2018

MULHER bonita decide? Se a resposta for positiva, vencem os sul-americanos, que enfeitam os estádios com suas beldades. Se o jogo for decidido no quesito humos, dá Inglaterra. No mais, impossível fazer qualquer previsão.

COLÔMBIA0 1×1 INGLATERRA, 03jul18ter11h. TEMPO nublado, temperatura 18º, vento 11 Km/h, umidade 62%. LOCAL: Spartack (45 mil), Moscou. MOTIVO: oitavas da Copa do Mundo. TRANSMISSÃO: Globo, Sportv, Fox. PÚBLICO: . ARBITRAGEM: Mark Geiger (Estados Unidos), Joe Fletcher (Canadá), Frank Anderson (Estados Unidos). AMARELOS: Barrios, Sánchez, Mojica, Falcao, Bacca, Cuadrado, Henderson. GOLS: Kane, 59 (p), Mina, 90+2. PÊNALTIS: Falcao (gol), Kane (gol), Cuadrado (gol), Rashford (gol), Muriel (gol), Henderson (goleiro), Uribe (baliza), Trippier (gol),  Bacca (goleiro), Dier (gol). COLÔMBIA: Ospina, Arias (Zapata, 114), Mina, Sánchez, Mojica; Carlos Sánchez (Uribe, 78), Lerma (Bacca, 61); Cuadrado, Quintero (Muriel, 87), Barrios; Falcao. T: Pékerman. INGLATERRA: Pickford, Walker (Rashford, 112), Stones, Maguire; Trippier, Henderson, Young (Rose, 101); Lingard, Deli Ali (Dier, 80), Sterling (Vardy, 88); Kane. T: Southgate.

Suécia 1×0 Suiça: mais um grande jogo!

terça-feira, 3 de julho de 2018

O MUNDO, finalmente, poderá sanar uma dúvida geográfica, que vem de tempos imemoriais: esses países são dois e não um só. No futebol, contudo, a eterna dúvida promete continuar.

SUÉCIA x SUÍÇA, 03jul18ter11h. TEMPO nublado, temperatura 18º, vento 14 Km/h, umidade 60%. LOCAL: Krestovsky (69 mil), São Petersburgo. MOTIVO: oitavas da Copa do Mundo. TRANSMISSÃO: Globo, Sportv, Fox. PÚBLICO: 64.042. ARBITRAGEM: Damir Skomina, Jure Praprotnik, Robert Vukan (Eslovênia). AMARELOS: Lustig, Behrami, Xhaka. GOL: Forsberg, 65. SUÉCIA: Olsen; Lustig (Krafth, 81), Lindelof, Granqvist, Augustinsson;, Svensson, Ekdal; Claesson, Toivonen, Forsberg (Olsson, 81); Berg (Thelin, 90). T: Andersson. SUÍÇA: Sommer, Lang, Djourou, Akanji, Rodríguez; Behrami, Dzemaili (Seferovic, 72); Shaqiri, Zuber (Embolo, 72), Xhaka; Drmic. T: Petkovic.