Arquivo da Categoria ‘Comentários’

Confins está ficando cada vez mais longe de vc

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O Campeonato Brasileiro acabou há três semanas e nenhuma contratação causou furor, impacto e, nem mesmo, cócegas no mercado.

Oswaldo Oliveira e Alexandre Mattos, no Palmeiras. Doriva no Vasco. Fabiano no Cruzeiro. Pratto será das frangas… Pfui…

Ah, sim, tem o Tite, com toneladas de marketing embarcado, tentando descolar o pouco mais de 50% do que esperava ganhar dos gambás. E o Real Madrid cozinhando Cruzeiro e Lucas Silva em fogo brando.

País devagar, quase parando, a presidente trocando keynesianos fracassados por neoliberais de carteirinha no Ministério da Fazenda e o Bank of America mandando  seus clientes investidores esquecerem Brasil e Rússia. Este é o panorama.

A boa notícia, caro leitor, é que vc não gastará tempo e combustível pra buscar etiquetas no aeroporto. Gostou?

Marola atinge o futebol

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Dillma Rousseff se meteu a ser ministra da fazenda de si mesma e atolou o país. A ponto de ter que inventar o “superavit negativo”, que fez aprovar no Congresso ao preço de R$748 mil por cabeça de deputado adquirido.

Pior. Péssima gestora, levou a maior empresa brasileira a perder metade de seu valor e se meter em encrencas inimagináveis, dentro e fora do país. Some-se a isto tudo, o pé no freio da economia chinesa e o resultado é um pibinho de envergonhar presidente paraguaio.

Depois de toda lambança, a presidente reeleita com a descarada compra de votos do bolsa família, apelou prum economista “neoliberal”, como dizem os militontos,  pra comandar a economia. E lá vem corte orçamentário pra equilibrar as contas.

OK, mas o que isto tem a ver com futebol? Perguntem aos patrocinadores e cartolas brasileiros, jamais aos termocéfalos. No popular: a grana miou, escafedeu-se, entrou em recesso, deu um tempo, mandou os gastadores verem se ela está ali na esquina, vazou na brachiaria e por aí vai.

Capiscaram? Fred por R$750 mil? Beque argentino com espírito de Libertadores? Vão esperando. É bom lembrar que presidente de clube pode ser responsabilizado pela quebra da instituição. Ainda não rolou, mas uma hora rola. E GPT é advogado militante. Conhece o riscado.

Se encaixar uma lei, zera tudo

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O ex residente do Botafogo reclamou que é impossível administrar um clube com 100% da renda penhorada.

A Justiça não deixa a Cocota botar as mãos no dinheiro da venda do Bernard, embora a presidente da república tenha dado sinal verde pra liberação do tutu.

Grêmio e Corintiãs estão encrencados pra pagar seus estádios.

O Flu está à espera da fatwa de seu patrocinador pra voltar à segundona.

Fla e Vasco devem até os calções.

O Cruzeiro dá prejuízo há três anos.

Tá feia a coisa. Só vejo uma saída. Uma lei criando o “superávit negativo” dos clubes, como a que a Dillma conseguiu passar no Congresso.

O custo é de R$748 mil por deputado da base aliada. Se os clubes fizeram uma vaquinha, dá pra encaixar.

Dagol é o cara do RapoCota

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Cornetas se mobilizam pra organizar a barca do Cruzeiro, após o tremendo vexame das finais da Copa do Brasil.

Quase todos eles incluindo Dagoberto em suas listas. Sou contra.

Dagol, ao lado de Henrique, Leo, Egídio e Ceará são dos poucos do elenco que encaram o RapoCota como tem de ser: com alma e fúria.

Até os craques do time, Goulart e Ribeiro, entram em campo como se estivessem enfrentando o Campolina, time do Evandro em sua cidade natal, Esmeraldas.

Ou o Valeriodoce da Beth. Ou o Botafogo do Leo Anchieta. Jogam despreocupados, sem pensar na torcida.

Dagol, não. Mesmo entrando tarde, com o jogo perdido e os craques da companhia andando em campo, ele foi pra cima das frangas. Como tem de ser. Como tantos herois do clássico já ensinaram.

Se, além de todas as lambanças que cometeu nestas finais, GPT dispensar Dagol, estará passando, ele também, recibo de moleirão.

E, desde já, exijo Dagol no primeiro clássico de 2015. Ele e mais dez.

Afloradas sensibilidades

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Acabou! Acabou! Foi tetra! Ficou tetra! Agora é Libertadores. E, com ela, mais chororô de jeca:

  • Altitude, calendário, lebrões velhos, chuva, vento, alambrado, língua espanhola, Conmebol, Globo, CBF, grama ata, grama baixa, grama seca, grama molhada, iluminação fraca, torcidas fanáticas, pré temporada insuficiente, aeroportos, saudade da família, correria dos adversários, foguetes na janela do hotel, motorista que não conhece o caminho do estádio, chuveiro sem água, falta de arroz com feijão, policiais ferozes, banco de reservas perto da torcida, retranca, morrinho artilheiro, tamanho das canchas, raça uruguaia, catimba argentina, violência paraguaia, racismo peruano, gritaria chilena, ditadura venezuelana, viagens longas, estádios pequenos, Chikungunya que assola a Venezuela, imprensa mineira, imprensa do Eixo do Mal, futebol de força. terremoto, bola oficial muito leve (ou muito pesada), mau olhado, quebranto, espinhela caída, nariz entupido, frieira, cobreiro, constipação, comida esquisita, times copeiros, chulé, caspa, gonorreía, ou melhor blenorragia etc.

Haja paciência e tolerância com esses milionários da bola e suas afloradas sensibilidades.

Alegüagüagüá!!!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Caro leitor, que euforia, hem? Vc está certo. Como torcedor padrão, V. Sa. deve mesmo comemorar, antes, durante e depois das duas conquistas que estão chegando.

Bote pra quebrar! Zoe os rivais, compre as faixas, beba todas, estufe o peito, durma de olhos abertos, dê uma a mais na patroa alegando seu estado de espírito propício pra coisa, nestes dias.

Agora, se algo sair fora do esperado, comporte-se estoicamente. Absorva, sem ressalvas, as armadilhas do futebol. Não vá mandar a conta pra jogadores, cartolas, treinadores, árbitros , jornalistas e adversários.

Eles não combinaram, nem tampouco te prometeram nada. Seu acordo de resultados é unilateral. Pronto, agora, volte aos folguedos ingenuamente infantis que tanto te divertem. E, como diziam seus pares de outrora: Aleguaguaguá!

Dá um desconto, GPT!

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Gilvan erra ao obrar R$1 mil para as frangas assistirem à decisão da Copa do Brasil, n Mineirão.

Futebol é business. Faturar é fundamental. E o melhor bolso pra ser explorado, neste momento, é o das frangas, que estão eufóricas e dispostas a gastar os tubos pra acompanhar a Cocota.

Vinte mil ingressos a R$600 pra torcedoraa emplumda seria o ideal. Numa só noite, elas pagariam um ano do JB no Cruzeiro.

De resto, é bom lembrar que futebol se decide na cancha. Torcedor é paisagem. Jogador experiente nem repara na presença dos fanáticos.

Sem lotação, sem castigo

terça-feira, 18 de novembro de 2014

O Globo Esporte começou, hoje, uma série de reportagens sobre impunidade no futebol.

Chamou atenção o caso dos 12 mafiosos e 12 gueiloucos detidos, com porretes, tacos de beisebol e artefatos perfurocortantes, quando se dirigiam ao ponto de encontro de uma batalha campal adrede combinada.

Apenas três bandidos não aceitaram fazer acordo com o Ministério Público pra receberem castigos alterativos. Preferiram processos criminais.

Dos 21 que aceitaram a moleza de ficarem seis meses sem ir a estádios, apresentando-se duas horas antes e saindo duas depois no Batalhão de Eventos da Polícia Militar, só dois compareceram. Algumas vezes, não todas, bem entendido.

Chamado a se explicar, o MP culpou a deficiência de transporte coletivo, que não funciona depois de 23h em alguns bairros, pela inviabilização do castigo.

Faz-me-rir. Quer dizer que a falta de transporte coletivo não tira os vagabundos dos jogos, mas os impede de ir à delegacia?

Então a solução continuará a de sempre: proibir que o cidadão vista as camisas das organizadas ao invés de puni-lo por violência, depredação e não raro assaltos aos torcedores comuns.

Dá pra levar a sério?

Renata e André

sábado, 8 de novembro de 2014

Os cruzeirenses Renata Pâmela e André Oliveira (filho do Evandrão), casam-se, hoje às 22h, na Igreja Batista da Lagoinha, Rua Manuel Macedo, no São Cristóvão (em frente ao IAPI).

Felicidades e meia dúzia de filhos,  são os votos do PHD aos jovens nubentes.

Torcida, o melhor do Cruzeiro no Maraca

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Atuações dos celestes e seus adversários no FLAMENGO 3×0 CRUZEIRO, no Maracanã, Rio de Janeiro, pela 28ª rodada do Brasileiro 2014, às 16h de 12out14:

TORCIDA CELESTE compareceu em grande número e incentivou o time até que a casa caiu de vez.

FÁBIO não teve culpa nos gols.

MAYKE foi o único defensor a não jogar contra o patrimônio durante os 95 minutos que durou o jogo.

DEDÉ fez um gol contra, traído por um desvio da bola e por uma certa afoiteza característica de seu estilo. Afora isto, jogou bem, com raça e precisão.

MANOEL vacilou feio no segundo gol flamengo, quando tinha a posse da bola e podia ter resolvido a parada, mas não o fez e acabou surpreendido pelo argentino Canteros. De resto, andou calculando mal algums investidas contra os atacantes rubronegro, inclusive no lance do terceiro gol.

EGÍDIO foi o melhor atacante, servindo uma bola limpa pra Moreno empatar e aparecendo sempre pra jogadas ofensivas. Na defesa, perdeu a bola que resultou no lance do primeiro gol flamengo.

NÍLTON fez um bom 1º tempo, com marcação forte e apoio decisivo. Saiu pro time receber um reforço ofensivo, que acabou não dando certo.

HENRIQUE, o melhor do time, arrumando a defesa em várias ocasiões complicadas. No apoio, foi discreto.

LUCAS SILVA não repetiu suas melhores atuações, sendo ineficiente no apoio e pouco atento na marcação.

MARQUINHOS correu bastante, foi combativo, mas não conseguiu selecionar e concluir jogadas decisivas, como compete ao um meiatacante.

ALISSON não se escondeu do jogo, mas também não acertou as tentativas de criar jogadas de ataque.

WILLIAN marcou, mas não incomodou a defesa flamenga, o que deveria ser sua mais importante atribuição.

MARCELO MORENO lutou muito, correu, deslocou-se, mas na única oportunidade real, desperdiçou um serviço preciso de Egídio. Se tivesse feito o gol, o jogo teria sido completamente diferente.

MARLONE entrou quando a vaca já estava atolada até o pescoço e não teve como salvá-la, apesar da boa vontade expressa em correria e no chute que obrigou o goleiro flamengo a fazer uma defesaça, no finalzim do jogo.

BORGES jogou pouco tempo, mas não foi omisso. Tentou o gol com obstinação e até sofreu um pênalti, que o juiz não viu.

MARCELO OLIVEIRA armou o time com mais cautela do que o habitual, mas não conseguiu apurar dividendos de sua estratégia, pois os ventos da sorte não sopraram a seu favor. No desenrolar da partida, tentou voltar ao esquema antigo e também não deu certo.

CRUZEIRO foi punido pelo excesso de lambanças de sua defesa. No ataque, criou pouco também.

FLAMENGO começou respeitoso, trancado na defesa, mas como o Cruzeiro estava doando gols a torto e a direito, não se fez de rogado: com apenas 40% de posse de bola, goleou e se distanciou da zona.

COMBO DE ARBITRAGEM teve atuação quase perfeita.