Birner: “Foi um jogo desgastante para o Cruzeiro”

Por SÍNDICO | Em 18 de maio de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 2×2 Avaí, no Mineirão, pela 2ª rodada do Brasileiro, em 16mai10:

  1. Patric, lateral-direito do Avaí: O Cruzeiro ficou com um a menos no 1º tempo. Por isso, abrimos uma vantagem boa. Só que voltamos com outro espírito no 2º tempo. Vamos conversar para não acontecer isso de novo. Infelizmente, não saímos com uma vitória daqui.
  2. Emerson, beque do Avaí: Quase perdemos. Mas acho que temos que ter tranquilidade porque empatar aqui no Mineirão não é um mau resultado, mesmo podendo vencer.
  3. Marcinho Guerreiro, volante do Avaí: Infelizmente não mantivemos o padrão de jogo do 1º tempo. Entramos com a mesma dedicação para fazer o terceiro e sabíamos que iríamos sofrer pressão. Num todo está bom. Arrancamos um empate e está de bom tamanho. Não podemos deixar a equipe adversária crescer, mas não precisa mudar muita coisa.
  4. Péricles Chamusca, treinador do Avaí: Foram dois tempos distintos. No 1º,  conseguimos a vantagem e tivemos oportunidade ampliar. Sabemos das características do Cruzeiro, uma equipe que nunca desiste e eles foram alertados. Mas o Cruzeiro voltou para o 2º tempo com um volume muito forte e a gente não conseguiu controlar essa pressão. Perdemos nossa vantagem e, quando conseguimos nos equilibrar no jogo, já estávamos sem a superioridade numérica e também no placar. Desde que encaixamos Emerson Nunes nessa função, a qualidade técnica da nossa equipe foi acrescida. A saída dele não estava nos planos, mas nós temos que estar prontos para sempre que sair algum atleta manter a qualidade da nossa equipe e isso não aconteceu. A gente sabe que precisa trabalhar nossa equipe para controlar o jogo e vamos intensificar o trabalho no aspecto tático.
  5. Leonardo Silva, beque do Cruzeiro: Foi o que todo mundo viu. Foi um lance de jogo, adiantei a bola, fui tentar recuperá-la, ele chegou primeiro e acabou que houve o contato. Não foi nada intencional. Foi uma situação de jogo, na qual tentei uma opção e ela não deu certo. Nada que preocupe ou tenha que fazer polêmica. Ninguém conversou ainda de multa. É uma situação que vamos conversar, mas, a princípio, estamos preocupados mais em trabalhar. Não sou jogador violento, procuro sempre a bola. Foi uma situação que vamos procurar evitar daqui para frente, ser mais cauteloso. Foi uma situação de jogo e não vamos preocupar em ser multado.
  6. Gil, beque do Cruzeiro: Tivemos que nos desdobrar no 2º tempo. Tivemos que dar o máximo possível para conseguir esse resultado. Nós tomamos uma bronca do professor, mas é assim mesmo. Sabíamos que a partida seria difícil e depois tivemos garra e determinação.
  7. Fabrício, volante do Cruzeiro: Queríamos os três pontos, mas pela situação, com um a menos, a gente chegou ao empate e acho que criamos muitas oportunidades. Foi bom pela determinação de todo mundo e este um ponto valeu muito. Alguns jogadores que não estavam rendendo no 1º tempo, tomaram uma chamada do Adilson no intervalo e vieram com tudo no 2º tempo.
  8. Henrique, volante do Cruzeiro: O 2º tempo foi a cara do Cruzeiro, o que nós queríamos também para o 1º tempo. Infelizmente, não foi possível. O Adilson colocou bem o que precisava deu uma bronca na gente e por isso a reação no segundo tempo.
  9. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: No 2º tempo, começaram a aplaudir a gente. Diferentemente do 1º.  Mas também pelo 1º tempo que fizemos, merecíamos era levar uns tapas (riso). Mas valeu o empenho, a determinação, a força de vontade. O que eles queriam tá aí, a raça. Vamos botar esse segundo tempo em campo na quarta-feira para vencer em São Paulo.
  10. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O 1º tempo foi complicado, porque jogamos com um a menos e a equipe estava um pouco perdido na marcação. No 2º, o Adilson conversou com a gente para apertamos a marcação lá na frente e por isso conseguimos o empate e poderíamos até ter conseguido a virada. Você não pode começar o jogo mais ou menos e espera o intervalo para tomar uma dura, voltar e jogar. Temos que ter consciência que a gente não pode perder o jogo para nós mesmo. Perdemos o primeiro tempo para nós mesmo, a gente entregou a bola para o adversário e em uma dessas perdemos um jogador expulso. É complicado jogar com um a menos em um campo deste tamanho, mas no segundo tempo reagimos. Os torcedores têm que acreditar na vaga pelo segundo tempo que fizemos. Jogamos com um a menos, conseguimos diminuir e conseguimos o pênalti assim, porque só depois o goleiro foi expulso. Então, isso serviu para mostrar que é possível, desde que a gente jogue com este espírito, desde o início do jogo.
  11. Adilson Baptista, treinador do Cruzeiro: Foi a ambição, a determinação, a superação. Crescemos de produção, jogamos melhores e merecíamos até um outro resultado, em função de uns dois ou três lances que a gente esperava que fosse marcado, o gol anulado. Mas tem que destacar o segundo tempo, diante das dificuldades. Parabéns aos atletas. A gente perdeu dois pontos até em função do primeiro tempo, um pouquinho de desatenção. E aí com a expulsão, ficamos sobrecarregados, cometemos alguns erros, a gente se expôs, tomamos o segundo gol, a intenção já era mexer, mas estava faltando pouco para o intervalo. Invertemos o Fabrício e o Paraná, o Elicarlos ficou para marcar com o Henrique e os três tiveram liberdade na frente (Gilberto, Thiago Ribeiro e Wellington Paulista).
  12. Juca Kfouri, em seu blog: Noite de empates: Wellington Paulista havia perdido um gol feito nem bem o jogo começava no Mineirão. Mas o Cruzeiro ficou com 10  logo aos 17, graças a expulsão de Leonardo Silva, autor de um carrinho, melhor dizendo, de um caminhão criminoso. Sete minutos depois Pará abriu o placar para o líder Avaí, em belo corte na defesa mineira. Por pouco, aos 39, Patric não fez 2 a 0, coisa que ficou a cargo de Roberto, aos 45, com um toque de classe sobre o goleiro Rafael. Registre-se que o Cruzeiro estava com o que tem de melhor e Fábio, por exemplo, só não jogou por estar machucado. O Cruzeiro voltou com Thiago Heleno no lugar de Diego Renan. E logo aos 7 minutos do segundo tempo,  um cruzamento precioso de Thiago Ribeiro encontrou a cabeça de Wellington Paulista, que diminuiu, também porque o goleiro Zé Carlos não conseguiu cortar a bola alçada na segunda trave. Aos 12, Thiago Ribeiro desperdiçou o gol de empate de maneira incrível. Mas o Cruzeiro encurralava o time catarinense, mesmo com um a menos. Até que, aos 14, o goleiro Zé Carlos fez pênalti em Gilberto e foi expulso. Wellington Paulista cobrou e empatou: 2 a 2. Aos 23, o Cruzeiro virou com Henrique, mas o bandeirinha inventou um impedimento. Crime! Aos 28, na trave, com Wellignton Paulista. Aos 32, travessão! Guérron já estava no lugar de Elicarlos quando Thiago Heleno acertou o travessão. Só que, em seguida, Roberto, do Avaí, respondeu cabeceando na trave mineira. Lá e cá, mais lá do que cá.
  13. Lédio Carmona, em seu blog: Empate geral no Mineirão: Cruzeiro e Avaí se enfrentaram no Mineirão e fizeram aquele clássico jogo do empate. Não só o 2 a 2 no placar, claro. As duas equipes empataram em quase todos os aspectos. Primeiro o futebol. O Avaí fez um ótimo primeiro tempo. Aproveitou as fragilidades do time misto celeste e abriu 2 a 0, com Pará e o bom Roberto, surpreendendo muita gente. Não pelo time catarinense em si, que já tinha mostrado na primeira rodada que continuava competitivo. Mas pelo fato de que dava um baile no time mineiro em pleno Mineirão, o que é raro. Já o Cruzeiro acordou e só mostrou futebol na segunda etapa. Viu que poderia empatar e foi no embalo de Wellington Paulista, que volta e meia resolve fazer uma boa partida e marcar gols. Hoje fez dois, apesar de ter perdido um incrível na primeira etapa. 2 a 2, tudo igual. Empate também nas expulsões. Leonardo Silva deu uma tesoura incompreensívelmente criminosa e foi muito bem expulso. Já Zé Carlos foi para o chuveiro após Gilberto simular pênalti. Leonardo Gaciba entrou na onda. Para não dizer que houve injustiça nos erros de arbitragem, Henrique fez o gol que seria da virada celeste, totalmente em condições. Inexplicavelmente, o bandeirinha anulou. Empate em gols, expulsões, erros, atuações… Não tinha placar mais justo no Mineirão. O Avaí consegue um importante ponto fora de casa, contra um adversário da tradição do Cruzeiro. Já o time mineiro e sua torcida focam na partida de volta contra o São Paulo, na Libertadores. Conseguirá reverter esse placar tão adverso? Acho que nem os Deuses de Futebol poderão cravar uma resposta…
  14. Mauro Beting, em seu blog: Para variar, um cruzeirense expulso no início do jogo, numa bobagem inominável de Leonardo Silva. Henrique foi para a zaga, que permaneceu escancarada. Adilson não quis recompô-la. E, mais uma vez, nos contragolpes, o Cruzeiro sofreu com o bom momento do Avaí. Uma atuação sonolenta, onde a única ação foi a lamentável do zagueiro expulso. Na segunda etapa, com o recuo catarinense, e o pé calibrado de Thiago Ribeiro no primeiro cruzamento para Wellington Paulista, o Cruzeiro diminuiu, e chegou ao empate em pênalti discutível em Gilberto. Com a expulsão do goleiro Zé Carlos, o Cruzeiro se atirou. Deveria ter virado num lance muito mal interpretado pelo assistente, que anotou impedimento inexistente de Henrique. Houve um pênalti para discutir numa mão na bola/bola na mão do catarinense Emerson. E houve, enfim, uma entrega cruzeirense que pode animar para a tarefa dificílima no Morumbi.
  15. Mário Marra, em seu blog: Pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, Cruzeiro e Avaí fizeram um jogo de dois tempos distintos: Na primeira etapa o jogo foi da equipe catarinense. O time comandado por Péricles Chamusca envolveu com facilidade a equipe celeste. No início o Cruzeiro começou pressionando, perdeu oportunidades e teve o domínio do jogo. Aos 17 minutos um lance mudou a partida: Leonardo Silva, após carrinho violento, foi expulso de campo. Com um jogador a mais, a equipe catarinense conseguiu impor seu ritmo de jogo e dominou o meio-de-campo. O destaque do Avaí foi o jogador Pará; o ala é habilidoso, apóia muito bem o ataque e aos 25 minutos abriu o placar. O jogador invadiu a grande área, driblou Elicarlos e estufou as redes do goleiro Rafael. O Cruzeiro sentiu o gol sofrido e, prejudicado pela expulsão, pouco conseguiu criar. Jogando com um homem a menos em campo, perdendo o jogo e sendo dominado pelo adversário, o time celeste acabou sofrendo o segundo gol. O atacante Roberto recebeu lançamento, aos 45 minutos, invadiu a grande área, encobriu o jovem goleiro Rafael e marcou o segundo do Avaí. Segundo tempo; a vez dos treinadores: Adilson Batista: Com a desvantagem de dois gols, ao Cruzeiro só restava atacar e Adilson mexeu na equipe. Diego Renan deixou o campo e deu lugar ao zagueiro Thiago Heleno. Com a alteração, o técnico recompôs a defesa e o time pôde partir para cima do adversário. Péricles Chamusca: A confortável vantagem de dois gols deu tranqüilidade à equipe do Avaí. A proposta catarinense para o segundo tempo era a de se defender e explorar os contra-ataques, mas a estratégia de Chamusca não funcionou: aos cinco minutos o Avaí perdeu uma de suas principais armas, o ala Pará deixou o gramado lesionado. O jogador era o principal responsável pela saída de bola da equipe catarinense e sua ausência foi muito sentida. A raça e a determinação de Thiago Ribeiro e Fabrício foram fundamentais para a recuperação celeste. Cada jogador assumiu sua responsabilidade. Thiago Ribeiro e Wellington Paulista se movimentaram muito, Henrique e Fabrício se desdobraram no meio-de-campo, aceleraram o jogo, e aos sete minutos o Cruzeiro conseguiu diminuir. Wellington Paulista, de cabeça, marcou o gol que incendiou a partida. A pressão, que já era grande, ficou ainda maior. O Avaí ficou acuado em seu campo de defesa, o Cruzeiro dominou totalmente a segunda etapa e aos 13 minutos veio o segundo gol. Gilberto, na grande área, recebeu lançamento e foi derrubado pelo goleiro Zé Carlos. Como já havia recebido cartão amarelo no primeiro tempo, o goleiro catarinense recebeu o segundo amarelo e foi expulso de campo. Na cobrança da penalidade, Wellington Paulista assumiu sua responsabilidade e, com um chute no meio de gol, empatou o jogo. Com os gols, a equipe do Avaí desmoronou. Só o Cruzeiro atacava e a virada parecia cada vez mais próxima. Aos 25 minutos o Cruzeiro foi prejudicado pela arbitragem. Henrique, em posição legal, marcou o terceiro gol celeste, o lance foi mal anulado e o placar não foi alterado. Durante a segunda etapa, o Avaí pouco criou e teve apenas duas chances para desempatar a partida. A pressão celeste foi grande até o fim da partida. Welington Paulista, Thiago Ribeiro e cia. perderam um caminhão de gols. Aos 42 minutos tivemos mais um lance polêmico: após finalização do ataque celeste, a bola tocou na mão de um dos defensores catarinenses que, de acordo com o árbitro, não teve a intenção de cortar a trajetória da bola. No final o placar foi justo. O empate foi um bom resultado para o Avaí, que se comportou muito bem no primeiro tempo. Para o Cruzeiro, pelo segundo tempo, a vitória seria mais justa, mas se considerarmos o fraco futebol apresentado pela equipe na primeira etapa, o empate ficou de bom tamanho.
  16. Vitor Birner, em seu blog: Leonardo Silva jogou apenas 17 minutos no Mineirão. Acabou expulso por Leonardo Gaciba após forte entrada de carrinho. O árbitro acertou.  A missão do Cruzeiro, que começou melhor e pressionando o adversário, se tornou mais difícil desde então. O Avaí, que também atuou com 11 contra 10 desde o 1° tempo na sua estreia contra o Grêmio PP, tirou proveito e abriu o placar aos 24, em jogada de categoria de Pará. Raros lances terminaram em conclusão ao gol. Os dois times disputaram 1° tempo truncado e chato. Pouco antes do intervalo, Roberto recebeu livre e ampliou. O maior mérito da equipe do Avaí estava em algumas saídas velozes com o ala esquerdo Pará, e também na consistência de seu trio de zaga, que nunca esteve no mano-a-mano com o rápido ataque cruzeirense. Para os 45 finais, Adílson Batista tirou Diego Renan, colocou Thiago Heleno e remontou a sua zaga. Abriu Gilberto para a esquerda e contou com os incansáveis Henrique e Marquinhos Paraná no meio de campo. A Raposa voltou agressiva, marcando em cima, atacando de maneira incisiva, e, em 15 minutos, mudou o rumo das coisas. Aos 8, Wellington Paulista diminuiu o placar, de cabeça. Sete minutos depois, e Gaciba assinalou pênalti do goleiro Zé Carlos em Gilberto. Concordo com a marcação. Nem tanto com a expulsão do goleiro. Wellington converteu. Antes dos 20 minutos, o duelo estava empatado em gols e número de jogadores no gramado. Prato cheio para a blitz com a cara do time de Adílson. O Cruzeiro foi senhor do confronto daí em diante, teve volume suficiente para virar, mas desperdiçou tudo que criou. Falhou nas conclusão das jogadas. Aos 26, Henrique teve gol mal anulado pela arbitragem. Ele não estava impedido. O time da casa acertou a trave numa de suas melhores oportunidades, ao passo que a equipe catarinense carimbou o poste de Rafael na sua única boa descida. Com Guerrón e Fernandinho para os 10 minutos finais, a aposta final da Raposa resultou em bombardeio à meta catarinense. Outra vez, faltou pontaria. A torcida estava impaciente. Os espaços foram corretamente encontrados. O gol da vitória, não. Jogo desgastante para o Cruzeiro.

56 comentários para “Birner: “Foi um jogo desgastante para o Cruzeiro””

  1. Elias, ¨não tá morto quem luta e quem peleia¨ disse:

    Eu comentei aqui depois do jogo de domingo. Partida prá lá de desgastante, que mereceria uma vitória, com uma virada histórica pelo empenho na segunda etapa. Que só não veio devido detalhes (travessão, poste), má pontaria e um certo homem de uniforme amarelo-com-o-apito-na-bôca que adora aparecer mais que as estrelas do espetáculo!!!!

    • Danilo_VIX disse:

      Desgastante mas os jogadores estão aí para isso. Acho que esse recado foi entendido por todos. Claro que seria evitável, se não fosse a displicência do Leo Silva. Mas acho que isso tudo tem um motivo: acho que os jogadores entenderam o que deve ser feito na quarta-feira, tem que se entregar e jogar como se fosse a última partida (e realmente será, se o pior acontecer). Esse jogo serviu para colocar lenha na fogueira que alimenta a caldeira dos motores dos jogadores do Cruzeiro. No final foi bom.

  2. Amácio Gattuno disse:

    A vitória moral foi do Cruzeiro. Jogando no Morumbi como no 2ºtempo, as chances aumentam.

  3. Jorge Santana disse:

    Vamos conversar sério, cambada: nossa chance é de 1%. E pra que mais do que isto? Se tiver de acontecer o milagre, 1% dá e sobra.

    • Amácio Gattuno disse:

      Segundo o site ChancedeGol, a chance de vitória do SPFC no Mineirão era de 1,1%. Para o jogo de volta, projetaram que as chances do Cruzeiro de vencer são de 33,8%. Vamos vencer e vai ser de goleada!

    • Alan Mendonca disse:

      Concordo com voce JS, nossa chance e muito pequena, ganhar por 2 gols de diferenca nao e tao complicado, mas quando o adversario entra sabendo que pode perder por 1 gol, ele nao se expoe tanto e arma umesquema pra contra atacar. Mas Ricardo Gomes tem tudo pra reedita MArco Aurelio no SEP em 2000.

    • Danilo_VIX disse:

      É igual aquele povo que joga 3.572 jogos na mega sena acumulada… Besteira, só é sorteado um jogo, se o cara ganhar vai ganhar com um bilhete apenas!

    • mariana disse:

      Se esse milagre acontecer, 5a feira não trabalho! Eu acredito!!!

    • Naldo disse:

      Pô Jorge, se você tá otimista assim, quem sou eu para desanimar. Renovam-se as esperanças.

  4. Walterson disse:

    A chance de vitória é de 34%; a classificação é que é de 1%.

  5. Mauro França disse:

    1% basta. Eu acredito.

  6. Mauro França disse:

    O Birner é outro esquecido. O Cruzeiro achou o gol da vitória, mas o bandeira sonegou.

  7. matheus t penido disse:

    JS, se possível libere os meus comentários no post das avaliações individuais. Só pra constar.

  8. matheus t penido disse:

    Sobre os comentários, Marra como sempre esteve bem. Esse cara é mesmo um oásis na mídia mineira.

    • Danilo_VIX disse:

      Acho que os comentários do Mario Marra refletem o que é o time do Cruzeiro e, principalmente, qual deve ser a postura do time para quarta-feira. É essencial impor o estilo de jogo contra os adversários, principalmente quando temos jogadores rápidos na frente, como o TRibeiro, e qualidade de passe, como o do Fabricio, Paraná, e Gilberto (e Róger, também). Acertando o meio de campo (sem deixar buracos), abrindo o jogo com velocidade e calibrando o último passe, o Cruzeiro não faz feio em nenhuma partida, nem no Morumbi. Mas tem que haver sintonia entre meio e ataque.

    • mariana disse:

      Pena que ele anda sumido da CBN, pra mim ele é o que melhor fala de CEC no Brasil. Ele assiste msm os jogos, não fica vendo só os melhores momentos como uns por aí.

      • Rogério disse:

        Só de ver o jogo já é uma grande vantagem, tem comentarista que de Santos, corneta o Cruzeiro no Uruguai.

  9. Kimbundo disse:

    Precisamos de reforços para campeonar. Caso contrário, a LA será a conquista máxima.

  10. Walterson disse:

    Pra variar, Jota Kifura não viu o penalty, no que foi acompanhado pelo Ledio Carmona.

  11. Damas disse:

    Vi o jogo interim e tenho convicção que o resultado foi justo pelo que os 2 times fizeram no 1o. e 2o. tempos. A arbitragem, digo o bandeira que estava na frente do ABap, errou uma série de impedimentos contra os 2 times. O Avaí está com um bom time e o Chamusca tb tá virando ultramoderno. Em tempo: ao ouvir a escalação, o único jogador do Avaí que eu já ouvira falar antes era o Marcinho guerreiro. O futebol brasileiro se renova a cada semestre. Haja vitrine!!!!!

    • Gleyton disse:

      Verdade. Como o próprio Adilson disse para os jogadores, foram eles que se colocaram naquela situaçao com o que não jogaram no 1o. tempo. É aquela história, não existe jogo de um tempo só. No final das contas o resultado foi justo.

  12. Hugo 5erel0 disse:

    Espero que não vire um Harley pra avacalhar com a gente em tudo quanto é jogo.

  13. Gleyton disse:

    Sobre o comentário do JS acima, a realidade nua e crua nos diz que a LA 2010 já era. Veja bem, isto não significa falta de torcida, mas a constataçao de um fato concreto. Se o milagre acontecer, lógico, vou bebemorar todas e mais algumas. Por isto assistirei o jogo de amanha com o coração aberto já consciente de que o mais provável é o pior. O que me preocupa mais é o depois, o que pode acontecer com o time diante da possível saída de jogadores e provável falta de contratações para o resto do ano.

    • JJ disse:

      Postou o que penso.

    • Walterson disse:

      De forma alguma considero o SPFC imbatível. Aliás, acho que as chances de vitótria amanhã são ainda maiores já que o SPFC jogará fechadinho, no nosso erro.

  14. Dylan disse:

    a lista dos dez mais do Cruzeiro, segundo o livro do Claudio Arreguyque está sendo lançado: Niginho, Tostão, Dirceu Lopes, Piazza , Raul, Natal, Joãozinho, Sorin, Alex e Nelinho. è uma excelente lista. Eu só mudaria o Natal pelo Zé Carlos.

    • Damas disse:

      Pois eu o trocaria pelo Palhinha (do Barreiro de Baixo). Jogou muito o Velho Palha – lá e cá.

  15. Papatuty disse:

    YES I BELIEVE !!!
    1×3 pra gente… com um gol do Fabrício aos 47 do segundo tempo.
    Haja coração!!!
    E amanhã estarei lá… direto de Salvador!!!

  16. Daniel Carvalho - Porto Alegre disse:

    Não é por esse jogo. Mas temos uma defesa muito claudicante, e não é de hoje. Todo o trabalho do ataque é desfeito em decorrência de uma defesa que toma gol, com facilidade. Estou cético com relação ao jogo de amanhã.
    Entraremos como franco-atiradores. Derrepente acontece. Teremos de lutar muito pra reverter, assim como aconteceu no segundo tempo do jogo contra o Avaí. Força Cruzeiro!!!!

  17. Rogério disse:

    Considero que uma virada amanhã é mais ou menos do mesmo grau de dificuldade do que titulo do Cruzeiro na Copa do Brasil de 96 no Parque Antártica, verdade que saimos daqui com um empate, mas tomamos um gol logo no inicio da partida em São Paulo, o que nos obrigou a fazer dois gols. Se arrancarmos a classficação amanhã, será uma jornada tão épica quanto a de 96.

    • Maykon Schots disse:

      Inesquecível !!! Fui pra Antonio Carlos ver o time no carro de bombeiros … Dida teve a maior atuação de um goleiro que vi.

      sds,

      • Kimbundo disse:

        Também estava na Antônio Carlos! Fui do aeroporto da Pampulha até o centro. Pelas minhas contas, tinha 1 milhão de pessoas nas ruas. Ou seja: metade da cidade! hehe.

      • Rogério disse:

        Lembro que fiquei a noite inteira comemorando e dormir durante boa parte da aula no dia seguinte.

      • Elias, ¨não tá morto quem luta e quem peleia¨ disse:

        Essa foi a maior festa esportiva que eu me lembro em BH…

    • Kimbundo disse:

      Rogério, classificando amanhã eu aposento! Será como em 96! Quando ninguém acredita, o Cruzeiro mostra sua força. Mas não vamos espalhar isso! Fica cá entre nós. Mas minha aposentadoria está marcada!

      • Mauro França disse:

        Mais um motivo pra torcer…rsrsrs.

      • Kimbundo disse:

        Imagina, Mauro! Cruzeiro classificado e você festejando e lembra: Kimbundo aposentado! Eu voltaria apenas com abaixo assinado liderado pelo Evandro.

      • Rogério disse:

        Estamos esperando a classificação e a aposentadoria. rs.rs. rs.

  18. Amácio Gattuno disse:

    A boa notícia é que, até o momento, não há notícia de nenhum desfalque em prefeituras ou entidades classistas. Prá frente, Sucupira!

  19. Beth Makennel disse:

    Esçpero que no contrato tenha a proibição dele jogar contra o Cruzeiro. Tô cançada de ver rejeitados do Cruzeiro querendo aparecer sobre nós.

  20. Romarol disse:

    Gostei foi da fala do Péricles Chamusca, treinador do Avaí: “…Sabemos das características do Cruzeiro, uma equipe que nunca desiste e eles foram alertados”.

  21. LUIZ ANTONIO disse:

    51
    Boa idéia.

  22. Gladiador disse:

    A cornetagem, quer dizer, sugestão de escalação do Jackson Coutinho no outro post é perfeita. Há tempos venho esperando que o Adilson se toque e concretize essa mudança no time.