Beagá em blocos

Por SÍNDICO | Em 4 de março de 2019

BEAGÁ em blocos:

  • Baianas Ozadas, Havaianas Usadas, Banda Mole, Monobloco, Esquenta Mas Não Sai, Pena do Pavão de Krishna, Magnólia, Chama o Síndico, Beiço do Vando, Samba Queixinho, Baianeiros, Pula Pirata, Levada Loka, Alalaor, Balai lama, Funk You, Estrela da Morte, Xibiu, Trem na Cabeça, Garotas Solteiras, Tim Doidão, Seu Vizinho, Lá Vem o Negão, Miolo Mole, Rastaxé, Torresmo, Corte Devassa, Cordão do Calango, Ei Sumida!, Pinto no Lixo, Putz Grilla, Reciclado, Inimigos do Fim etc

Gilberto Dimenstein, o censor do carnaval, deve estar odiando.

O-di-an-do!!!, segundo seus seguidores.

22 comentários para “Beagá em blocos”

  1. SÍNDICO disse:

    PARADA do Carnaval de Beagá: 1. O Que É, o Que É? (Gonzaguinha) — 2. O Teu Cabelo Não Nega (Lamartine Babo) — 3. Morena Tropicana (Alceu Valença) — 4. Bandeira Branca (Max Nunes / Laércio Alves) — 5. Festa do Interior (Moraes Moreira / Abel Silva) — 6. Máscara Negra (Zé Keti) — 7. É Hoje (Didi e Mestrinho) — 8. O Amanhã (Didi) — 9. Explode, Coração (Chagas, Arizão, Bala, Guaracy, Trindade) — 10. Balancê (Braguinha) — 11. Banho de Cheiro (Allceu Valença) — 12. W Brasil (Jorge Ben).

  2. SÍNDICO disse:

    Procurador é maior autor de sambas-enredo no Rio. Baeta Neves, o Didi, morto em 1987 aos 52 anos, levou 24 músicas à avenida. Autor de clássicos como “É Hoje” e “O Amanhã” chegou a brigar com a mãe, que discordava de seu envolvimento com o samba (FÁBIO GRELLET, Folha).
    Figura constante nos tribunais do Rio de Janeiro nos anos 1970, o procurador da República Gustavo Adolfo de Carvalho Baeta Neves morreu em 1987 e não deixou obras como jurista. Mais de duas décadas após sua morte, porém, não há Carnaval em que as músicas que ele compôs não ecoem pelas ruas e salões de todo o país.
    Autor de clássicos como “O Amanhã” (“A cigana leu o meu destino, eu sonhei”) e “É Hoje” (“A minha alegria atravessou o mar e ancorou na passarela”), Baeta Neves -ou Didi, como ficou conhecido- é o maior vencedor de disputas de sambas de enredo da história do Carnaval carioca, dizem pesquisadores.
    Em 52 anos de vida, levou 24 sambas ao desfile -16 na União da Ilha, 4 no Salgueiro e 4 no bloco Boi da Freguesia, que deu origem à escola Boi da Ilha.
    O que hoje soa como motivo de orgulho era, nos anos 1950, uma vergonha para sua família. “Ele brigou com a mãe e nunca mais falou com ela”, conta Alberto Mussa, sobrinho do compositor e autor, em parceria com Luiz Antonio Simas, do livro “Samba de Enredo – História e Arte”, recém-lançado pela editora Civilização Brasileira.
    A família do sambista havia sido muito rica, mas perdeu a fortuna quando o pai dele morreu, com apenas 35 anos, em 1937. Nessa época, Baeta Neves tinha apenas dois anos e sua família se mudou do Méier, onde chegou a ter motorista particular, para a ilha do Governador, onde ocupou um porão.
    Aos 19 anos, em 1955, o compositor venceu sua primeira disputa de samba-enredo, na União da Ilha. Para amenizar broncas em casa, assinou usando o apelido Didi. Enfrentando o preconceito da família, ele continuou concorrendo e quase sempre vencendo. Em 1967 e 1968 concorreu também no Salgueiro e venceu, mas não assinou a autoria, ainda hoje atribuída apenas a Aurinho da Ilha.
    Em 1971, casado com uma mulher que também criticava seu envolvimento com o samba, segundo Mussa, Didi se afastou do Carnaval. A decisão não durou mais que sete anos.
    Antes da folia de 1978, já com outra mulher e após abandonar o cargo de procurador, ele voltou à ala de compositores da União da Ilha. Mas as regras da ala exigiam um ano de “carência”, em que ele não poderia disputar o samba. Por isso, diz Mussa, “O Amanhã” foi assinada apenas por João Sérgio.
    Em 83 concorreu na Ilha e no Salgueiro, ambas do Grupo Especial. Embora não figurasse como autor no Salgueiro, a notícia se espalhou e o samba de Didi foi descartado pela Ilha. Mas ele venceu no Salgueiro. Nos dois anos seguintes, voltou a vencer a disputa na Ilha.
    Em 1987, Didi voltou a vencer no Salgueiro. Vítima de um derrame e portador de cirrose, não pode ir à escola na noite da escolha do samba. Morreu em abril, sem deixar filhos.
    Quatro anos depois, o compositor virou enredo da União da Ilha. O samba que o homenageou diz: “Hoje eu vou tomar um porre, não me socorre, que eu tô feliz”. “É um retrato fiel da rotina e do espírito dele”, afirma o sobrinho.

  3. SÍNDICO disse:

    Carnaval em BH tem morte em bloco e tiroteio em região nobre (Lucas Pavanelli, do R7, Record TV Minas 04mar19) O segundo dia do Carnaval de BH terminou com uma série de ocorrências. Um homem foi morto no Castelo, uma mulher foi estuprada após um bloco na Praça da Estação, e um jovem foi esfaqueado durante a madrugada. A polícia ainda registrou disparos na Savassi, que atingiram três pessoas. Numa rua tranquila e residencial no o Castelo Marcos Thiago Muniz Faria, 18 anos, foi espancado até a morte enquanto se divertia em um bloco de Carnaval. Segundo testemunhas, Marcos teria passado mal e vomitado próximo a uma mulher. Nesse momento, o companheiro dela, identificado como Leonardo Henrique Amormino Costa, também de 18 anos, teria ido tirar satisfações com o outro jovem e eles entraram em luta corporal. Marcos Thiago teria sido espancado e bateu a cabeça no chão. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a vítima não resistiu aos ferimentos. Na Savassi, entre Professor Moraes e Santa Rita, três pessoas foram baleadas no bloco Filhos da Puc. Segundo a Polícia Militar, um rapaz de 18 anos, que não teve o nome revelado, estava acompanhado da mãe e de alguns amigos quando se desentendeu com um homem não identificado. O suspeito estava armado e atirou na barriga do rapaz. Próximo dali outras duas pessoas foram baleadas. Uma mulher de 33 anos tomou um tiro na pernas e um rapaz de 19 foi atingido no pé. A suspeita da PM é a de que o mesmo atirador tenha acertado as duas vítimas, fugindo do local. Os feridos foram levados ao PS João XXIII. Segundo a PM, os tiros aconteceram em circunstancias distintas e por razões não esclarecidas.

  4. Ismail disse:

    Carnaval de Belo Horizonte está bem legal, bem democrático. O único porém é o cheiro de urina pelas ruas.

    • SÍNDICO disse:

      Minha filha desistiu do Putz Grilla, que saiu na Savassi, porque o cheiro estava insuportável.

    • Antes fosse somente o cheiro de urina… Sai em três blocos ano passado e foi terrível. Decidi que não sairia em nenhum este ano. Fui ontem (04Mar) na Savassi e centro entre 10h e 15h… De boas? Vocês que defendem o carnaval em BHZ estão DOIDOS!!! PS: Ou odeiam a cidade! 😉

    • Leonardo Matarelli disse:

      O problema é se por uma dessas coisas da vida, o senhor precisar sair do camarote…

  5. SÍNDICO disse:

    CLAUDINEI VILELA, coitado, mora num buraco que não tem futebol, nem carnaval. É só fumaça e shopping.

  6. SÍNDICO disse:

    TOUCHÉ! Deu na Itatiaia: “Policiais franceses que passam o Carnaval em BH são esfaqueados durante a folia na região Leste”.

    • MILITANT DE GAUCHE disse:

      Ils ont le bœuf! S’ils étaient à Rio, ils ne feraient même pas de stage à l’hôpital. Ils sont allés directement à Caju.

  7. Sabaquá quando como melado se lambuza… Ô pobreza d´alma !