Áustria 0x3 Brasil: Na ponta dos cascos

Por SÍNDICO | Em 10 de junho de 2018

BRASIL  contra Áustria, em Viena. Último amistoso preparatório pra Copa da Rússia.

ÁUSTRIA 0x3 BRASIL, 10jun18dom11h. TEMPO nublado, temperatura 26º, vento 12 Km/h, umidade 48%. LOCAL: Ernst Happel (50 mil), Viena, Áustria. MOTIVO: amistoso. TRANSMISSÃO: Globo e Sportv. PÚBLICO: 48.500. ARBITRAGEM: Viktor Kassai, Oszkar Lemon, Zsolt Varga (Hungria). AMARELOS:  Schöpf, Prödl, Neymar. GOLS: Jesus, 35, Neymar, 62, Coutinho, 68. ÁUSTRIA: Lindner; Dragovic, Prodl, Hinteregger; Lainer, Baumgartlinger, Grillitsch (Zulj), Alaba; Schopf (Hierlander), Schlager (Burgstaller); Arnautovic. T: Foda. BRASIL: Alisson; Danilo, Thiago (Marquinhos), Miranda, Marcelo (Filipe); Casemiro (Fernandinho); Paulinho, Coutinho (Taison), Willian, Neymar (Douglas); Jesus (Firmino). T: Tite.

5 comentários para “Áustria 0x3 Brasil: Na ponta dos cascos”

  1. SÍNDICO disse:

    ESTÁDIO Ernst Happel, cinco estrelas na classificação Uefa, ex-Praterstadium, foi inaugurado em 1931, remodelado em 1986 e renomeado em 1992 pra homenagear o jogador e técnico austríaco,Erns Happel, o maior ídolo do futebol local. Tem capacidade pra 50 mil espectadores e sedia jogos da seleção nacional e dos dois maiores clubes do País, Rapid e Áustria..

  2. SÍNDICO disse:

    FINAIS DISPUTADAS NO PRATER/HAPPEL
    1964 Internazionale 3×1 Real Madrid Final da Champions League
    1970 Manchester City 2×1 Górnik Zabrze Recopa da Europa
    1987 Porto 2×1 Bayern Final da Champions League
    1990 Milan 1×0 Benfica Final da Champions League
    1994 Internazionale 1×0 Salzburg Final da Copa Uefa
    1995 Milan 1×0 Ajax Final da Champions League
    2008 Espanha 1×0 Alemanha Final da Eurocopa

  3. zuloobas disse:

    Que Brasil, o que? Ushuauau.

  4. matheus t penido disse:

    3 a 0 Brasil. A vida dos secadores da Selenike está igual ao sobrenome do técnico da Áustria.

  5. GE disse:

    Áustria 0x3 Brasil. PRIMEIRO TEMPO. Tite diz que dominar é ter a posse de bola. Já controlar o jogo é não deixar o adversário finalizar. Foi a segunda opção que ditou a atuação da Seleção no 1º tempo. Bem postado e quase sem ser ameaçado, o Brasil finalizou 8 vezes e buscou variações para furar a linha de 5 defensores da Áustria. Numa delas, Paulinho infiltrou pelo meio e quase abriu o placar. Mas o gol acabou saindo num lance de sorte: Marcelo chutou, a bola desviou na defesa e sobrou livre pra Jesus tocar na saída do goleiro. SEGUNDO TEMPO. Se a atuação no 1º tempo já tinha sido boa, no segundo ela foi ainda melhor. Nem mesmo as alterações diminuiram o ritmo da Seleção, que soube aproveitar bem os espaços dados pelos austríacos –principalmente depois das substituições do técnico Franco Foda em busca da virada. Sem a linha de 5 defensiva e tentando jogar mais adiantada, a Áustria virou presa fácil. Quando perdia a bola, o Brasil conseguia recuperá-la rapidamente na maioria das vezes (o perde e pressiona que Tite tanto fala) e criava chances. Assim chegou ao segundo gol com Neymar, após linda jogada dentro da área, e ao terceiro com Philippe Coutinho.