15ª Br/Est: Mais dez campeões!

Por SÍNDICO | Em 18 de Maio de 2013

Eis a 15ª rodada brasileira dos estaduais, organizada pelo Síndico do PHD, com jogos disputados em 19mai13.

  1. Cruzeiro 2×1 AtléticoMG, domingo, 19mai13, 16h,  Belo Horizonte, Mineirão (62.000), jogo de volta das finais do Mineiro 2013, 44.254 pagantes, 45.198 presentes. R$1.774.410, gols de Dagoberto, 17 e 33, Rosaldinho, 78, todos de pênalti. Cocota bicampeã.
  2. Santos 1×1 Corintiãs, domingo, 19mai13, 16h, Santos, Vila Belmiro (16.000), jogo de volta das finais do Paulista 2013, 14.740 pagantes, R$867.256, gols de Cícero, 26, Danilo, 28. Corintiãs campeão.
  3. AméricaRN 1(4)x1(5) Potiguar de Mossoró, domingo, 19mai13, 17h, Currais Novos, Barretão (10.000), jogo de volta da final do Potiguar 2013, 5.959 pagantes, R$99.460, gols de  Índio Oliveira (A), 37, Chiquinho, falta, 75. Potiguar campeão.
  4. CRB 0(4)x1(3) CSA, sábado, 18mai13, 16h, Maceió, Rei Pelé (18.000), jogo de volta das finais do Alagoano 2013, 15.000 pagantes, R$, gol de Elyeser, 79. Pênaltis: CRB: Denilson (Gol), Paulo Sérgio (Gol), Johnnattan (Perdeu), Marcos Vinicius (Gol) e Schwenck (Gol). CSA: Alex Henrique (Gol), Adalberto (Perdeu), Diego Clementino (Gol), Everaldo (Gol) e Anderson Oliveira (Perdeu). CRB, bicampeão.
  5. Vitória 1×1 Bahia, domingo, 19mai13, 16h, Salvador, Brarradão (35.000), jogo de volta das finais do Baiano 2013, 32.514 pagantes, R$972.630, gols de Dinei, 18, Fernandão (B), 65. Vitória campeão.
  6. AtléticoGO 2×2 Goiás, domingo, 19mai13, 16h, Goiânia, Serra Dourada (45.000), jogo de volta das finais do Goiano 2013, 34.678 pagantes, R$540.215, gols de Ednei, 5, William Matheus (contra), 47, Walter, 69, Neto Baiano, 84. Goiás bicampeão.
  7. Paysandu 3×1 Paragominas, domingo, 19mai13, 16h, Belém, Olímpico (45.000), jogo de volta das finais do Paraense 2013, 29.996 pagantes, 32.655 presentes, R$304.400. gols de Rubran (Par), 2, Raul, 10, Rafael Oliveira, 28, João Neto, 43. Paysandu campeão.
  8. Chapecoense 1×0 Criciúma, domingo, 19mai13, 16h, Criciúma, Arena Condá (10.000), jogo de volta das finais do Catarinense 2013, 12.171 pagantes, R$209.680, gol de Rafael Lima, 12. Criciúma campeão.
  9. River 2×2 Parnahyba, domingo, 19mai13, 16h, Teresina, Lindolfo Monteiro (6.000), jogo de volta das finais do Piauiense 2013, 5.128 pagantes, R$57.690, gols de .Parnahyba bicampeão.
  10. Aracruz 1×2 Desportiva, domingo, 19mai13, 16h, Aracruz, Municipal (Bambu) (5.000), jogo de volta das finais do Capaixaba 2013, 5.000 pagantes, gols de Leo Oliveira, 47, Regílson (A), 63, Anderson Sorriso, 88. Desportiva campeã.

Lugares: 252.000. Pupagante: 199.440. Média: 19.944. Ocupação: 79%.

Clubes: Série A: 8. Série B: 5. Série C: 1. Série nenhuma: 6. Estaduais: 10.

25 comentários para “15ª Br/Est: Mais dez campeões!”

  1. Ricardo_Rodrigues disse:

    11. Ceará x Guarany de Sobral, domingo, 19mai13, 16h, Fortaleza, Arena Castelão (60.897), jogo de volta das finais do Cearense 2013, pagantes, R$, gols de . Ceará joga pelos empates de 0x0 ou 1×1, Guarany pelos demais empates, Quem vencer campeona.

  2. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Faltou aí a decisão do módulo II do campeonato mineiro. URT x Democrata e Patrocinense x Minas, todos com chances, disputam hoje quem sobe para a divisão principal. Demoooooo!1

  3. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Missão difícil a nossa. Vamos entrar com a obrigação de atacar um time que tem como uma de suas melhores jogadas o contra ataque. Partimos pra cima do a. mineiro no primeiro jogo, quando deveríamos ter jogado recuados e agora somos obrigados a atacar novamente, repetindo a estratégia. Deve ser tudo que o Cuca deseja.

    • regibsb disse:

      Acredito que o Cruzeiro precisará fazer um truncado, catimbado e de pouca velocidade, tudo que o rival não quer na decisão. O rival deseja resolver o jogo no primeiro e depois administrar a vantagem. O rival precisará pensar algumas vezes antes de participar de qualquer disputa de bola, medo de ficar fora da Libertadores e Copa pode influenciar os atletas. Nada de violência, mas pressão total! A definição do título precisa levada até o último instante da partida …

  4. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Não gosto deste discurso de jogador, dizendo que “vai comer grama”. Primeiro, pela mentira, ele não vai comer. Segundo, porque ele devia é prometer que vai entrar concentrado e jogar bola. Entrar em campo correndo o tempo todo, dando pancada e sendo expulso pode caracterizar o “comer grama” mas não resolve nada.

  5. Eduardo Arreguy Campos disse:

    Até o torcedor tem que saber se posicionar em um jogos destes. O incentivo pode virar vaia facilmente. E podem ter certeza que o a.mineiro conta com isso. Vai cozinhar o jogo desde o início, contando que com o passar do tempo a torcida perca a paciência com o Cruzeiro. Cabe ao torcedor que vai ao campo não cair na armadilha, incentivando sempre, em qualquer circunstância. E principalmente depois do jogo, mesmo que o resultado não seja favorável. Não podemos jogar fora o trabalho feito até hoje

  6. jfabio disse:

    O que você acham de uma troca com o Grêmio, do Kleber, por Ananias e Paulão Caveirão + o empréstimo do Luan até o fim do ano? Não seria um bom negócio para todo mundo?

  7. Carpe Diem (Renato Faria) disse:

    EMOCIONANTE… Tem que ser o POST de DOMINGO: http://www.youtube.com/watch?v=_fwnyezlyZQ

  8. regibsb disse:

    Brasiliense campeão.

  9. CRB derrota CSA nos pênaltis e conquista bicampeonato Alagoano (Marcelo Alves e Jessica Pacheco, Primeira Edição, 18mai13) Galo perdeu no tempo normal por 1×0 e empatou a prorrogação por 0x0
    O CRB conquistou o título do Campeonato Alagoano após derrotar o CSA nos pênaltis por 4 a 3 – depois de perdido no tempo normal por 1 a 0 com gol de Elyeser e empatado a prorrogação por 0 a 0. Marcaram para o CRB nas penalidades Denilson, Paulo Sérgio, Marcos Vinícius e Schwenck, enquanto que Johnnathan teve a cobrança defendida por Flávio. Pelo lado do Azulão, converteram as cobranças Alex Henrique, Diego Clementino e Everaldo, enquanto que Adalbeto e Anderson Oliveira tiveram seus pênaltis defendidos pelo Goleiro Thiago.
    1º TEMPO
    O enredo do jogo começou igual à etapa inicial da primeira partida da final do Campeonato Alagoano disputada no último dia 11 – em que o CSA perdeu por 4 a 2 para o CRB, mas em um clima mais tenso. Como entrou em desvantagem precisando da vitória no tempo normal, o CSA impôs o ritmo no jogo, lançando-se ao ataque. Com mais posse de bola, o Azulão empurrou o CRB para seu campo, encurrando-o com jogadas pelas laterais. O Galo sentiu a pressão imprimida pelo Azulão nos minutos iniciais e recuou a marcação. Acuado, o time regatiano aguardava o erro azulino para subir ao ataque.
    Diante do enredo inicial da partida, o CSA foi quem primeiro levou perigo ao gol adversário. Após falta sofrida por Diego Clementino, Rodolfo mandou a bola por fora do canto direito do goleiro Galatto. Em seguida, o CRB descontou com Ewerton Luiz. O volante fez grande jogada pelo meio e tocou para o meia Jairo, que fintou Adalberto, mas mandou a bola por cima do gol de Flávio.
    Minutos depois, Paulo Sérgio aproveitou falha de Rogerinho e alçou a bola na grande área azulina. Schwenck subiu e apenas raspou a bola. Mas por trás de Schwenck, o atacante Carlão cabeceou de peixinho, levando perigo ao gol do arqueiro Flávio.
    Na sequência, o goleiro Galatto foi afastar um lance de perigo, acabou caindo no campo reclamando de dores na região da virilha perna direita. O arqueiro regatiano foi atendido, mas continuou na partida.
    Aos 27 minutos, o CSA perdeu grande chance com Diego Clementino que mandou a bola na trave do goleiro Galatto, mas o árbitro já havia assinalado impedimento. Minutos depois, João Victor penetrou na grande área azulina, mas na hora do arremate foi travado pelo volante Robson.
    Na sequência, o atacante Everaldo perdeu a bola no meio campo cedendo contra-ataque ao CRB. Walter Minhoca recebeu a bola e tocou para o meio da grande azulina. A defesa do Azulão interceptou o lance, mas a bola parou no pé de do atacante Schwenck. Sozinho de frente para o gol, o camisa 9 do CRB mandou por cima do gol do arqueiro Flávio.
    Em seguida, o CSA tentou aplicar um contragolpe contra o CRB, mas foi parado com falta. No momento da cobrança, Rodolfo e Jairo se desentenderam. O volante azulino deu uma cabeçada no meia regatiano, que caio no campo, levando as mãos ao rosto. Diante do fato, o árbitro Periclés Bassols puniu os dois atletas com cartão amarelo.
    Sem condições de permanecer na partida, o goleiro Galatto pediu para ser substituído e deu vaga ao arqueiro Thiago. Galatto deixou o campo no carrinho maca, chorando e aos gritos de apoio da torcida regatiana.
    Percebendo que o CSA diminuiu o ritmo nos minutos finais do primeiro tempo, o CRB adiantou a marcação e passou a jogar no erro azulino.
    Nos 45 minutos da etapa inicial, o Galo teve a chance mais clara com o meia Jairo. Que recebeu bola na pequena área do Azulão, fintou o zagueiro Leandro e o goleiro Flávio, deixando-os no caído no chão. Mas no momento de empurrar a bola para o fundo do gol, a defesa do CSA se recompôs, evitando o gol do regatiano.
    No lance, o lateral-direito Leandrinho que interceptou a bola, acabou machucando o joelho esquerdo. O jogador recebeu atendimento, voltou para o campo, mas ao tocar na bola, voltou a sentir dores no joelho esquerdo e pediu para ser substituído. No seu lugar, entrou o meia Marielson.
    2º TEMPO
    No início do segundo tempo, o CRB teve a chance de abrir um placar em falha do arqueiro Flávio que subiu para segurar uma bola alçada na pequena área em lance de falta e acabou deixando a redonda escorregar. Minutos depois, Everaldo arriscou de longe, levando perigo ao goleiro Thiago.
    Na sequência, o meia Marielson perdeu a bola, cedendo contra-taque regatiano. Paulo Sérgio desceu pela direita e alçou na pequena área azulina na cabeça de Carlão. Sozinho, o atacante subiu, mas mandou a bola para fora. O goleiro Flávio já estava batido no lance e só acompanhou a bola ir para fora.
    Percebendo que o CSA voltou para o segundo tempo e sem o toque de bola utilizado na etapa inicial, o técnico Ademir Fonseca tirou Jairo e colocou Picachu para incendiar a partida. Mas apesar da modificação, o CSA quase abriu o placar com um gol que seria contra. Sorte do CRB que a bola bateu no travessão e foi para fora.
    Na sequência, o Galo aplicou um rápido contragolpe com Picachu que deixou Schwenck frente a frente com goleiro Flávio. Atento, o arqueiro azulino fez grande defesa.
    Diante da dificuldade para sair para o ataque, o técnico Beto Almeida foi para o tudo ou nada, colocando o atacante Anderson Oliveira, no lugar do lateral-esquerdo Rogerinho.
    Acuado, o CSA assistia ao CRB encurralá-lo. Pressionado, o goleiro Flávio seguia fazendo grandes defesas. E mais uma delas aconteceu em um chute à queima roupa de Marcos Vinícius que soltou um petardo do meio da rua.
    Em seguida, CRB teve mais uma chance de gol em uma jogada de falta. Na cobrança, Paulo Sérgio mandou por cima da trave do arqueiro Flávio. Minutos depois, o técnico Beto Almeida tirou o volante Rodolfo e colocou o lateral-esquerdo Fabiano.
    Aos 32 minutos, Picachu deu uma arrancada fintou seu marcador e penetrou na grande área azulina, tocando na saída do arqueiro Flávio. A bola passou pela frente do gol livre, mas não entrou. Em seguida, o técnico Ademir Fonseca colocou o atacante Denilson no lugar de Carlão.
    Mas no futebol há uma máxima que não pode ser contrariada: quem não faz leva. E aos 34 minutos, o volante Elyeser soltou um petardo de fora da área, estufando a rede do goleiro Thiago.
    PRORROGAÇÃO
    No primeiro tempo da prorrogação, o que chamou atenção foi a solidariedade entre os jogadores do CSA e do CRB e o pouco interesse em fazer o gol. Isso por causa, do desgaste físico sofrido por alguns atletas de ambas equipes como os volantes Everton Luiz e Elyeser que caíram em campo sentindo cãibras. Quando um atleta caia em campo, o time adversário jogava a bola para a lateral.
    No segundo tempo da prorrogação, o único lance de perigo foi do CRB, em chute de longa distância de Picachu, que o zagueiro Adalberto interceptou afastando o perigo para escanteio. Minutos depois Diego Clementino recebeu bola, penetrou na grande área, mas no arremate, o zagueiro Audálio colocou a redonda para escanteio.
    CRB 1(4)x0(3) CSA, Juiz: Péricles Bassols (RJ). Bandeiras: Altemir Hausmann( RS) e Fábio Pereira (TO). Amarelos: Ewerton Luiz, Jairo, Walter Minhoca (CRB), Rodolpho, Elyeser, Robson(CSA). Gol: Elyeser, 79. Pênaltis: CRB: Denilson (Gol), Paulo Sérgio (Gol), Johnnattan (Perdeu), Marcos Vinicius (Gol) e Schwenck (Gol). CSA: Alex Henriqu e(Gol), Adalberto(Perdeu), Diego Clementino (Gol), Everaldo (Gol) e Anderson Oliveira (Perdeu). CRB: Galatto (Tiago), Paulo Sérgio, Marcus Vinicius, Audálio e João Victor; Everton Luiz, Johnnattan, Jairo (Pikachu) e Walter Minhoca; Carlão (Denilson) e Schwenck. Tec: Ademir Fonseca / CSA: Flávio, Leandrinho (Marielson), Leandro, Adalberto e Rogerinho (Anderson Oliveira); Robson; Elyeser, Rodolfo (Fabiano) e Alex; Diego Clementino e Everaldo. Tec: Beto Almeida.

  10. Brasília 0x1 Brasiliense, sábado, 18mai13, 16h, final do Campeonato Brasiliense 2013. Púlico: 2.130 pagantes. R$12.800. Amarelos: Marcão, Bruno Paraíba, Felipe, Daniel, Vitinha e Luquinha (Brasília) e Fabio Braz, Luan, Baiano, Luís Augusto e Elivelto (Brasiliense). Vermelho: Fábio Braz, 79. Gol: Rodrigo Tiuí, 58 .Brasília: Marcão; Bruno Paraíba, Danilo, Felipe e Breno; Pedro Ayub, Marciel (Miltão, 62), Daniel e Vitinha (Fábio, 82); Luquinha (Paulinho, intervalo) e Giba. Tec: Gauchinho / Brasiliense: Welder; Bocão (Giso, 68), Fábio Braz, Luan e Thiago Crispin; Júlio Bastos, Baiano e Luís Augusto; Romarinho (Rodrigo Tiuí, intervalo), Washington e Iranildo (Elivelto, intervalo). Tec: Márcio Fernandes.

  11. SANTOS 1×1 CORINTHIANS. Vila Belmiro, Santos. 19mai13, 16h. Juiz: Guilherme Ceretta de Lima (SP). Bandeiras: Marcelo Carvalho Van Gass (SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP). R$867.256,62. Público: 14.740. Amarelos: Renê Júnior (S); Cássio, Fábio Santos, Edenilson e Romarinho (C). GOLS: Cícero, 26, Danilo, 28. SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior (Patito, 77), Arouca, Cícero e Felipe Anderson; Neymar e André (Miralles, 58). Tec: Muricy Ramalho. CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Romarinho (Pato, 75), Danilo e Emerson (Edenilson, 58); Guerrero (Douglas, 82). Tec: Tite.

  12. Desportiva Ferroviária vence o Aracruz no Bambu e é campeã capixaba de 2013 (19mai13, Capixaba FC) Em jogo eletrizante, Tiva marca aos 88 e levanta o troféu do Capixabão pela 17ª vez. Se em 2012 o torcedor grená comemorou a volta da tradicional Desportiva Ferroviária ao cenário capixaba, em 2013 a torcida pode festejar o retorno da Locomotiva ao topo do futebol do Espírito Santo. Precisando fazer o que ninguém havia feito neste ano (bater o Dragão no estádio do Bambu), a Tiva cumpriu o seu dever. Em jogo eletrizante, a equipe grená venceu o Aracruz por 2×1, com um gol marcado aos 88 e conquistou o Capixabão 2013. O título veio de uma forma que a torcida grená já vem se acostumando: sofrida. Após um primeiro tempo com poucas oportunidades, Léo Oliveira abriu o placar aos três minutos da segunda etapa. Pressionando e jogando pelo empate, o Aracruz deixou o placar igual aos 18 minutos, colocando uma mão na taça. A torcida tricolor se animou, já ensaiava o grito de campeão, mas a Tiva mostrou que a raça e a tradição poderiam ser soberanas. Aos 43 minutos, o lateral-direito Anderson mandou uma bomba de fora da área, acertou o ângulo do goleiro Paulo Vitor e abriu milhares de Sorrisos pelo Espírito Santo! A Desportiva, que completa 50 anos em junho, volta a levantar a taça do Capixabão após 13 anos. Em 2000, o time grená foi campeão, ainda com o nome de Desportiva Capixaba. O último título sob a administração dos ferroviários foi em 1996. O tempo, agora, pouco importa. Pelo 17º ano, a Locomotiva é a melhor equipe do Estado. As duas equipes entraram em campo com mudanças em relação ao primeiro jogo. Do lado do Aracruz, o zagueiro Luciano ficou de fora e Nino foi escalado na equipe titular. Além disso, o técnico Vevé não pode contar mais uma vez com o atacante Thales, artilheiro do time no Capixabão. Na equipe grená, o suspenso Gilmar deu lugar ao lateral-direito Helder, que foi improvisado no meio-campo. A boa notícia foi a volta do camisa 10 Léo Oliveira. Com a bola rolando, a Desportiva tentava desde cedo buscar seu gol, já que precisava da vitória. No entanto, o time grená saía jogando sem organização e era facilmente desarmado pela defensiva do Dragão. Com a equipe comandada por Vevé marcando atrás, a Tiva encontrava espaço no meio campo, mas os dois principais armadores – Carlos Vitor e Léo Oliveira – eram anulados. Quando encontrava espaço para jogar, Carlos Vitor era o grená mais perigoso. Aos 34 minutos, ele saiu em velocidade pelo meio e bateu fraco para a defesa de Paulo Vitor. Três minutos depois, o meia cortou a marcação e arriscou de fora da área, mandando próximo do gol tricolor. Aos 43 foi a vez de David chegar com perigo. O zagueiro recebeu na área, tirou do marcador e chutou. Paulo Vitor saiu bem na defesa. Fechado, o Aracruz encontrava nos contra-ataques a forma mais eficiente de atacar. E aos 46 minutos quase levou a vantagem para o intervalo. No último lance da primeira etapa, Ayrton chutou de fora da área e acertou a trave. Se no primeiro tempo a Desportiva chegou com pouco perigo, ela foi fatal logo no primeiro lance da segunda etapa. O zagueiro David avançou pela direita e cruzou. O meia Léo Oliveira se antecipou ao marcador e bateu de primeira, sem chances para o goleiro Paulo Vitor. O gol grená ligou o sinal de alerta do técnico Vevé. Em busca de mais ofensividade, ele sacou o meia Sidinei e colocou o atacante Bruno em campo. Mas isso não evitou o ímpeto da Tiva, que passou a pressionar ainda mais. Aos 13 minutos, David Dener teve duas chances de ampliar em um mesmo lance. O atacante recebeu da esquerda e bateu em cima do marcador. Na sobra, o artilheiro do Capixabão bateu em cima do goleiro. O Dragão respondeu em seguida. Em contra-ataque, Bruno mandou uma bomba e acertou o travessão. Com o jogo quente, o Dragão tratou de incendiar a torcida tricolor. Aos 18 minutos, o goleiro Felipe afastou um cruzamento e a bola ficou viva na área. Após confusão a centímetros do gol, Regílson chegou batendo e estufou a rede. 1×1. O resultado já dava o título para a equipe do Norte, que não quis saber de retranca e seguiu em cima. A Desportiva foi para o tudo ou nada. Paulo Marcos sacou Helder para a entrada de Evandro. No gol do Dragão, Paulo Vitor salvava a equipe da casa. Mas a alegria grená estava guardada para os minutos finais. E para fazer a torcida comemorar, Anderson Sorriso foi às redes. Aos 43 minutos, o questionado lateral-esquerdo arriscou de fora da área e estufou a rede. Um Golaço! Um gol para explodir de emoção os 500 grenás em Aracruz e os milhares espalhados pelo Espírito Santo. ARACRUZ 1×2 DESPORTIVALocal: Estádio do Bambu, Aracruz (ES)
Data-Hora: 19/05/2013 – 16h00
Gols: Léo Oliveira (DES) (2/2T); Regílson (ARA) (18/2T); Anderson Sorriso (DES) (43/2T);
Arbitragem: Felipe Varejão ARACRUZ: Paulo Vitor; Douglas (Madsson), Nino, Marco Antônio e Ayrton; Cal Santos (Brenno), Tabata, Bombom e Sidnei (Bruno); Badinho e Regílson. Técnico: Moreno. DESPORTIVA: Felipe, Anderson Sorriso, David, Mayko Jhordan e Tatá; Thiago, Helder (Evandro), Flávio Santos e Léo Oliveira (Carlos Alberto) e Carlos Vitor; David Dener. Técnico: Paulo Marcos.

  13. Parnahyba arranca empate no fim e se consagra bicampeão Piauiense (Globoesporte, 19mai13) No ano do seu centenário, o Tubarão conquista seu 5º estadual, ao empatar em 2×2 e garante vaga na Série D do Brasileiro. O amor sublime do Parnahyba explodiu no peito do torcedor azulino. Ou melhor, pintou o Piauí nas cores azul e branco do time do litoral, com a conquista do estadual de 2013. No ano do seu centenário, o grande Tubarão faz história em 19mai13: levanta a taça de bicampeão após derrubar o River, por 2×2, dentro do Lindolfo Monteiro, em Teresina, lotado, com um público de 5.128 torcedores (R$57.690). O pulsante Lindolfinho se calou. E viu um guerreiro e valente Parnahyba comemorar. A noite para a torcida azulina será pequena. E os próximos dias também. No primeiro jogo da final, o Parnahyba venceu o River por 1×0. E, neste domingo, precisava apenas de um empate pra ser campeão. Deu certo. O Tubarão começou mal e viu o River abrir 2×0 no 1º tempo. Na volta, o time do litoral conseguiu marcar seu primeiro gol aos 8, com Gilmar Bahia, e empatar com Fabinho, aos 42, após contribuição do zagueiro Jó. Aranha, Eridon, Gilmar Bahia, Ivan, Rian, Ramon, Luciano, Capela, Idelvando, Zé Rodrigues e Fabinho… São os filhos bravos e destemidos do litoral. A torcida do Parnahyba presente no Lindolfo reverenciou a equipe pelo 5º título, da era profissional, na centenária história. O grupo deu uma demonstração de garra, e encontrou forças do inimaginável. Apesar da crise financeira, que atrasou o salário de todo o elenco, o grupo continuou firme, assim como traduz a letra do poeta R. Petit no hino do clube: “Do nosso esforço vem a surgir a glória excelsa em teu porvir”. Mas foi no comando experiente do treinador Paulo Moroni que o Parnahyba, de fato, se tornou imbatível. Experiente, o técnico controlou o grupo no momento instável e soube usar a liderança para manter o foco. Assim, Moroni, que ganha o seu quarto título piauiense, termina o campeonato com 9 vitórias, 5 derrotas e 4 empates. Assim como na partida no Lindolfo, uma campanha equilibrada. Além de faturar a desejada taça, o Parnahyba é o primeiro time do estado a garantir vaga na Copa do Brasil 2014. Antes disso, encara outra missão a partir de 02jun13: a Série D do Brasileiro. O time do litoral caiu no grupo A2, ao lado do Gurupi (TO), Maranhão (MA), Salgueiro (PE) e Ypiranga (AP). O River tem a Copa Piauí no 2º semestre. E quem da luta todo ardor não liba. Ao som do brado: Salve ó Parnahyba! River cumpre objetivo. Sem o atacante Maranhão, Edson Porto escalou Gabriel ao lado de Anderson Kamar no ataque. O estilo veloz do jogador era o ingrediente que o técnico riverino desejava para reverter a vantagem do empate do Parnahyba na decisão. Do outro lado, Moroni optou pela segurança. Com o retorno de Eridon, o comandante manteve o restante do grupo que venceu o jogo de ida por 1×0. E no confronto entre a velocidade e segurança, o Parnahyba teve melhor postura. Apesar do jogo truncado, com 4 faltas em 8 minutos, veio da equipe azulina a primeira chance de abrir o placar: aos 4, Capela cobrou lateral pra Rian, que cruzou rasteiro pela esquerda. Com o goleiro Robinho já fora do lance, a bola passou por toda a pequena área, mas não nem Zé Rodrigues e Fabinho tocaram nela. Só aos 7, com jogada de Jeferson, o River chegou. E foi nas bolas paradas que ele começou a rondar a área do Parnahyba. Porém, o perigo era afastado sempre por Eridon, Gilmar Bahia e Luciano. Aos 10, o Lindolfo Monteiro explodiu nas cores tricolor. Pela direita, Totty cruzou. Aranha não segurou e deu rebote. Na confusão dentro da área, Anderson Kamar fez 1×0. O Parnahyba acusou o golpe. E em quatro oportunidades de ataque, com Kamar, Tote e duas de Neto, em 4 minutos, o River não ampliou o placar. Com o controle da partida, Thiago Marabá e Jefferson dominavam o meio de campo. Sem espaço, o Parnahyba tinha dificuldades, tanto que só aos 25 um chute fraco de Capela trouxe algum trabalho para Robinho. E se Robinho não teve tanto trabalho, o mesmo não pode ser dito pra Aranha. Aos 39, Jeferson chutou da intermediária. O que era pra ser algo despretensioso, se transformou no segundo gol do River. Traído pelo quique da bola, talvez por conta do péssimo gramado do Lindolfo, o goleiro do Parnahyba aceitou o chute e ficou com as penas do frango: 2×0. Com dois gols de vantagem, tudo parecia tranquilo e o River aguardava a prorrogação. Mas a equipe tricolor não contava com o gol de Gilmar Bahia logo na volta do intervalo. Aos 8, ele aproveitou cobrança de falta de Rian, pela direita, e apareceu de surpresa. A bola encontrou o zagueiro livre, que descontou o placar. Os torcedores do River respiraram fundo. E o clima dentro de campo esquentou. Aos 15, os jogadores do Parnahyba cercaram o árbitro Antônio Dib de Morais após o volante Ramon levar cartão amarelo devido a uma dividida com Thiago Marabá. Com os ânimos controlados, o time de Moroni por pouco não empatou. Em lance inacreditável, Fabinho, aos 18, perdeu em baixo da trave. Pela esquerda, Rian foi até a linha de fundo, olhou para área e viu o atacante sozinho. Porém, o camisa 11 pegou mal e isolou. Em jogo decisivo, um lance que fez falta ao Parnahyba. E a situação ficou ainda mais complicada com a expulsão do zagueiro Gilmar Bahia, aos 37. O jogador segurou Anderson Kamar ao barrar o contra-ataque do River. Com um a mais, o River controlou o ritmo até os 41. Assim como no primeiro gol do Parnahyba, Rian cruzou. Após confusão na área, Fabinho testou e comemorou. Antes de entrar no gol, Jó tocou na bola, marcando contra. Tudo igual no Lindolfo Monteiro. Desesperado, Edson Porto ainda colocou Curiri no ataque. No entanto, o placar permaneceu em 2×2. A festa é do Parnahyba!

  14. Nos pênaltis, Potiguar de Mossoró bate América-RN e fica com o título No tempo normal, a partida terminou empatada em 1 a 1. Renatinho e Itamar desperdiçaram as suas cobranças. Radamis fez o gol do título Por GLOBOESPORTE.COM Ceará-Mirim, RN 19/05/2013 19h51 – Atualizado em 19/05/2013 21h39
    O Potiguar de Mossoró é o campeão norte-rio-grandense de 2013. Jogando fora de casa, no Estádio Barretão, em Ceará-Mirim, o “Time Macho” venceu o América-RN por 5 a 4, nos pênaltis, e conquistou o segundo título estadual de sua história. Renatinho e Itamar, do América, desperdiçaram as suas cobranças, enquanto Radamis fez o gol do título do Potiguar. No tempo normal, a partida terminou empatada em 1 a 1.
    Antes de erguer a taça de campeão potiguar, os mossoroenses já tinham vencido o segundo turno da competição, contra o mesmo América. A equipe do técnico Celso Teixeira igualou o feito histórico de 2004, quando foi campeã pela primeira vez. O Potiguar de Mossoró é o primeiro clube do interior do Rio Grande do Norte a ser bicampeão estadual.
    O jogo
    A partida começou eletrizante, como em toda grande decisão. Empurrado pelo seu torcedor, que compareceu em bom número ao Barretão, o América-RN tomou a iniciativa do jogo e chegou com perigo aos cinco minutos do primeiro tempo: Renatinho Potiguar fez grande jogada pela esquerda e cruzou para Tiago Adan, que não alcançou a bola. No minuto seguinte foi a vez do Potiguar quase inaugurar o marcador. O volante Daniel arriscou de longe e forçou grande defesa do goleiro Dida.
    A equipe mossoroense deu mais um susto no América, aos 17 minutos, quando Kattê apareceu livre na grande área. Dida saiu nos pés do atacante e evitou o gol do Potiguar. O primeiro gol do jogo só saiu aos 37 minutos da primeira etapa, quando Índio Oliveira recebeu bom lançamento, se livrou do zagueiro Anselmo e bateu cruzado na saída do goleiro Santos para colocar o time da capital em vantagem.
    Confusão e frango
    Os técnicos Celso Teixeira, do Potiguar, e Roberto Fernandes, do América, se desentenderam durante o intervalo de jogo e quase partiram para as vias de fato. Seguranças dos dois clubes separaram os treinadores e evitaram uma confusão maior. Com a bola rolando, equilíbrio entre as duas equipes. O América quase ampliou aos sete minutos, com Tiago Adan, e o Potiguar esteve muito perto do gol de empate quando Vaninho finalizou e Dida salvou, aos 22 minutos.
    O gol de empate do Potiguar de Mossoró só saiu aos 30 minutos da etapa final. O lateral-direito Chiquinho cobrou falta de muito longe e o goleirão Dida levou um frango clássico, entre as pernas. A partir daí os mossoroenses se mandaram para o ataque, mas não conseguiram a virada. O América ainda chegou ao ataque algumas vezes, mas também não conseguiu o gol que lhe daria o bicampeonato estadual.
    Título decidido nos pênaltis
    Como o jogo de ida da final também terminou empatado, na última quarta-feira, o título estadual de 2013 foi decidido nos pênaltis. Cascata iniciou a série de cobranças e pôs o América em vantagem. Chiquinho bateu logo em seguida, e empatou para o Potiguar. Foi aí que Renatinho Potiguar partiu para a bola e desperdiçou sua cobrança. Paulinho converteu o pênalti seguinte e fez 2 a 1 para o Potiguar.
    Depois disso, Índio marcou para o América e Giovani chutou para fora, deixando tudo igual novamente. A partir daí todos converteram as suas cobranças, até que o centroavante americano Itamar chutou em cima do goleiro Santos. Foi então que o garoto Radamis, de apenas 19 anos, aproveitou a sua penalidade e garantiu o título do Potiguar do Mossoró.

  15. Valeu, Guerreiros! (saite da Chapecoense) O futebol é um dos poucos esportes em que nem sempre o melhor vence. Faz parte do jogo. Assim ocorreu neste domingo decisivo para o Catarinense 2013. O volume em campo, ímpeto e vontade foram todos apenas de um time. Guerreiros em campo, os jogadores da Chapecoense partiram desde cedo pro ataque. Aos 12, o zagueiro Rafael Lima abriu o marcador, aproveitando escanteio e cabeceando forte. No entanto, a graça no esporte bretão está justamente nos resultados que acontecem de forma inesperada. E a tristeza também. Com a vitória por 1×0, devido ao revés na partida de ida, o título ficou com o adversário. Se a dor da perda tomou conta de verdadeiros homens que honraram a camiseta do Verdão do Oeste, a certeza da entrega e convicção de ter feito grande campanha, permitem visulmbrar um horizonte positivo. A taça, como todos queríamos, não veio. Porém, a manjada expressão ‘cair em pé’, conhecida do desporto, novamente se faz presente. Em 4 partidas diante do campeão, 21 vítórias, 1 empate e 1 derrota. A melhor campanha geral e a defesa menos vazada. Um time recém promovido para a Série B contra o oponente de uma divisão acima, que tem título nacional. Por todos estes fatores, não apenas se faz necessário saudar os atletas, como parabenizar verdadeiros profissionais que até o fim da partida se doaram buscando o resultado. Congratulações ao Criciúma pelo campeonato conquistado. Fica o registro do carimbo na faixa de campeão, como salientou o treinador Osvaldo Alvarez, ao garantir que a Chapecoense lutou bravamente e valorizou muito o título deles, visto que a dificuldade imposta foi perceptível. Levanta a cabeça, sacode a poeira e dá a volta por cima Nivaldo, Fabiano, Rafael Lima, André Paulino, Fabinho Gaúcho, Wanderson, Paulinho Dias, Diego Felipe, Nenén, Fabinho Alves, Bruno Rangel, Rodolpho, Juliano, Gustavo Vanin, Dão, Tiago Saletti, Galiardo, Dudu Figueiredo, Ruan, Marcos Vinicíus, Volnei, Dieguinho, Athos, Ronaldo Capixaba, Soares e Rodrigo Gral. Bem como Gilmar Dal Pozzo, Anderson Paixão, Lucianinho Borges, Anderson Martins, Rogério Trentin e Paulo César Moro. Ficha técnica Chapecoense 1×0 Criciúma – Final do Campeonato Catarinense Chapecoense: Nivaldo, Fabiano (Diego Felipe – 36’/2ºT), Rafael Lima, André Paulino e Fabinho Gaúcho; Wanderson (Athos – 10’/2ºT), Paulinho Dias e Nenén; Bruno Rangel, Fabinho Alves (Soares – 21’/2ºT) e Rodrigo Gral. Tec: Gilmar Dal Pozzo. Criciúma: Bruno, Suéliton, Matheus Ferraz, Ewerton Páscoa e Marlon; Ivo (João Vitor), Amaral e Élton; Lins (Gilson), Marcel e Fabinho (Tartá). Tec: Vadão. Gol: Rafael Lima, 12. Amarelos: Fabiano (Cha); Giancarlo, Ewerton Páscoa e Suéliton (Cri). Público: 12.171. Renda: R$ 209.680,00.

  16. AMÉRICA FC 1×1 ACD POTIGUAR. FINAL DO CAMPEONATO POTIGUAR CHEVROLET 2013. Local: Estádio Barrettão, em Ceará-Mirim/RN. Data: 19 de maio de 2013, domingo. Hora: 17h. Árbitro: Alício Pena Júnior. Assistentes: Luiz Carlos Câmara Bezerra e Francisco Jailson F. da Silva. Amarelo: América: Índio, Índio Oliveira, Edson Rocha, Cascata, Ricardo Baiano, Daniel e Tiago Adan / ACD Potiguar: Kattê, Ivson, Magno, Lima, Radames. Vermelho: América: Daniel / ACD Potiguar: Ítalo. Gol: América:Índio Oliveira (37’/1T) / Potiguar: Chiquinho (31’/2T). Renda: R$99.460,00. Público total: 5.959. AMÉRICA: Dida; Norberto (Alisson), Índio, Edson Rocha e Renatinho Potiguar; Ricardo Baiano (Laílson), Fabinho, Daniel e Cascata; Tiago Adan (Itamar) e Índio Oliveira. Técnico: Roberto Fernandes / POTIGUAR: Santos; Chiquinho, Genilson, Anselmo e Ivson (Radames); Lima, Magno, Vaninho (Giovani), Paulinho e Daniel (Ítalo); Kattê. Técnico: Celso Teixeira.

  17. Vitória 1×1 Bahia. Campeonato Baiano 2013. 2º jogo da 4ª fase (final). Data: 19/05/2013 (domingo). Horário: 16:00h. Estádio: Manoel Barradas (Barradão). Cidade: Salvador. Valor do Ingresso: R$35 (arquibancada). R$972.630. Renda líquida: R$575.449,34. Público: 32.514. VITÓRIA: Wilson; Nino, Victor Ramos, Gabriel Paulista e Mansur; Michel, Cáceres (Neto Coruja), Renato Cajá e Escudero (Vander); Maxi Biancucchi (Marquinhos) e Dinei. Técnico: Caio Júnior. BAHIA: Omar; Madson, Rafael Donato, Titi e Jussandro; Toró, Helder, Diones (Freddy Adu) e Marquinhos; Fernando e Ryder. Técnico: Chiquinho de Assis (interino). Gol (s): Dinei aos 18 min/1ºT (Vitória); Fernandão aos 20 min/2ºT (Bahia). Cartão (ões) amarelo (s): Escudero, Gabriel Paulista e Vander (Vitória); Jussandro, Toró e Titi (Bahia). Árbitro: Wilson Luiz Senema (FIFA/SP). Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (FIFA/SP) e Márcio Eustáquio Santiago (FIFA/MG).

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